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semana da alegria - 2006
de 04 a 09 de Julho
 
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atualizadas dia-a-dia!

Será somente mais uma semana do ano?
Será que ela é igual às outras?
Mas todas as semanas não deveriam ser de alegria?

Depende. Depende pra quem.

Para aquelas pessoas que infelizmente não conseguiram inscrever seus filhos na Semana da Alegria, para aqueles tios que “infelizmente” conseguiram um emprego justo agora, para aqueles tios que têm aniversario da tia da irmã da namorada no interior e eles não podem deixar de ir e não participarão da Semana da Alegria, para aquela criança que terá que viajar com os pais, ou mesmo para as crianças que estão de recuperação, essa semana não vai ser tão legal assim.

Para os pais é uma semana a mais de férias dos filhos (não que eles quisessem isso - meus pais nunca quiseram!). Seus filhos, que já não têm mais aula na escola, continuam acordando cedo, indo para a Igreja, só voltando à tarde, cansados, imundos. Vão direto dormir depois de, no caminho para casa, contarem tudo o que fizeram durante o dia. Os pais, por sua vez, têm a casa vazia o dia inteiro permitindo o cumprimento dos afazeres domésticos sem ter preocupações com seus rebentos.

Para as crianças é só alegria. Comida boa, brincadeiras, esporte, canto. Aprendem sobre a bíblia, ética, conhecem gente nova e compreendem que há pessoas que podem ser diferentes delas. Ganham doces (coisa que seus pais nunca fazem), algumas se machucam numa brincadeira e começam a chorar, pedindo colo dos tios - e, em cinco minutos, estão novamente de pé correndo pelo pátio afora.

E os tios? Nossa, que experiência maravilhosa! Meses de trabalho, muito trabalho em grupo, discussões, desentendimentos, reconciliações em seguida, festinhas à noite, acordar cedo nas férias (quando não pedimos férias no trabalho para participar da Semana da Alegria) e muito amor às crianças. Muito cansaço, mas nada que um grande beijo de uma daquelas pestinhas não resolva. Como é bom ser tio, poder passar aos mais novos a experiência adquirida nos anos anteriores, e ver aquela antiga criança, hoje jovem, vestindo a camisa da equipe preta.

É justamente por todos esse motivos que a primeira semana de julho é sempre tão especial para todos os participantes, mas principalmente para nós, tios, que temos a confiança dos pais que nos “emprestam” seus filhos.

Podemos, com toda a certeza, afirmar que essa é a Semana da Alegria.

 

  o tema

O tema da Semana da Alegria em 2006 é:

Nada se perde; tudo se transforma.

Esta é uma frase baseada numa famosa constatação de um importante cientista,
Antonie Laurent Lavoisier, que viveu no século XVIII. O tema quer privilegiar um outro tema maior da nossa igreja para o biênio 2005-2006, que é:

Deus em tua graça transforma o mundo.

Base bíblica: Romanos 12:2 Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele.

 

  primeiro dia

Tema de Romanos 12:2 – Conceitos de “transformar”

Base bíblica: Romanos 12:2 Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a ele.

 

  segundo dia

Sendo transformada nossas vidas

Jesus, através de suas palavras e de suas ações, trouxe grandes transformações às vidas de muitas pessoas. Poderíamos lembrar algumas: O importante religioso Nicodemos que vai até Jesus para aprender com ele a importância da transformação de novos nascimentos em nossas vidas; a mulher samaritana que ao buscar simplesmente um pouco de água para si encontra Jesus, a fonte de água que jorra para a vida eterna. Em nosso segundo dia da SA 2006, enfatizaremos as mudanças Zaqueu sofreu ao receber um simples convite de Jesus para visitá-lo em sua casa.

Lucas 19, 1-10

1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade.

2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores de impostos.

3 Ele estava tentando ver quem era Jesus, mas não podia, por causa da multidão, pois Zaqueu era muito baixo.

4 Então correu adiante da multidão e subiu numa figueira brava para ver Jesus, que devia passar por ali.

5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse a Zaqueu: — Zaqueu, desça depressa, pois hoje precisoficar na sua casa.

6 Zaqueu desceu depressa e o recebeu na sua casa, com muita alegria.

7 Todos os que viram isso começaram a resmungar: — Este homem foi se hospedar na casa de um pecador!

8 Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: — Escute, Senhor, eu vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém, vou devolver quatro vezes mais.

9 Então Jesus disse: — Hoje a salvação entrou nesta casa, pois este homem também é descendente de Abraão.

10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido.

 

  terceiro dia

Sendo transformado nosso mundo

A presença de Jesus entre nós não só trouxe transformações pessoais mas uma grande transformação em nosso mundo. Porém, desde os profetas, como Isaías, Deus sempre tem anunciado mudanças profundas, mostrando que sua criação é dinâmica e caminhos de destruição são apenas projetos humanos que estão longe da vontade de Deus.

A poesia do profeta Isaías demonstra um pouco essa graça e leveza de um Deus sempre pronto a transformar desertos em oásis.

Anexamos uma pequena história, após a profecia de Isaías, que procura ilustrar essa ação de Deus através da sua atuação em nossas vidas.

Isaías 35, 1-10

1 O deserto se alegrará, e crescerão flores nas terras secas;

2 cheio de flores, o deserto cantará de alegria. Deus o tornará tão belo como os montes Líbanos, tão fértil como o monte Carmelo e o vale de Sarom. Todos verão a glória do SENHOR, verão a grandeza do nosso Deus.

3 Fortaleçam as mãos cansadas, dêem firmeza aos joelhos fracos.

4 Digam aos desanimados: “Não tenham medo; animem-se, pois o nosso Deus está aqui. Ele vem para nos salvar, ele vem para castigar os nossos inimigos.” 5 Então os cegos verão, e os surdos ouvirão; 6 os aleijados pularão e dançarão, e os mudos cantarão de alegria. Pois fontes brotarão no deserto, e rios correrão pelas terras secas. 7 A areia quente do deserto virará um lago, e haverá muitas fontes nas terras secas. Os lugares onde agora vivem os animais do deserto virarão brejos onde crescerão taboas e juncos. 8 Haverá ali uma estrada que será chamada de “Caminho da Santidade”. Nela, não caminharão os impuros, pois ela pertence somente ao povo de Deus. Até os tolos andarão nela e não se perderão. 9 Nesse caminho, não haverá leões, animais selvagens não passarão por ele; ali andarão somente os salvos. 10 Aqueles a quem o SENHOR salvar voltarão para casa, voltarão cantando para Jerusalém e ali viverão felizes para sempre. A alegria e a felicidade os acompanharão, e não haverá mais tristeza nem choro.

Anexo:

A chave para nossas histórias e dinâmicas nesse dia é compreender que Deus quer transformar nosso mundo, nossa realidade. E já aprendemos, desde o primeiro dia, que somos transformados e somos agentes de transformação.

O exemplo que vimos em Isaías 35,1-10 mostra que Deus transforma o caos em vida. Lugares desertos tornar-se-ão lugares de fonte de alegria e felicidade. Podemos contar uma história que nos fale desta transformação.

João e o córrego poluído

Era uma vez um garoto chamado João. Ele morava na periferia de sua cidade e vivia ali com sua mãe e seus irmãos. Como eram pobres, João, toda tarde, após voltar da escola, saia pelas ruas catando latas de alumínio a fim de vendê-las e ganhar assim alguns trocados.

Havia um córrego muito poluído, bem próximo a casa de João. Ele se chamava Córrego da Sujeira. As pessoas que moravam ali perto jogavam todo o lixo para dentro do córrego. Cada vez que chovia forte na cidade, vocês já imaginam! O córrego transbordava e fazia com que aquela água suja entrasse pelas casas.

Na escola de João, certa vez, uma professora ensinou sobre como cuidar do nosso meio-ambiente. E ela usou o exemplo do Córrego da Sujeira para mostrar como os mal feitos que a população fazia sobre ele, acaba voltando para as pessoas num dia de muita chuva.

Aquele exemplo mexeu com João. Ele entendeu que o córrego quase que se vingava do descaso das pessoas que não se importavam com ele e atiravam todo o lixo dentro de suas águas cada vez mais poluídas. Foi assim que o menino teve uma idéia. Ele chamou todos seus amiguinhos e amiguinhas e explicou o seu plano. Todos adoraram e toparam realizá-lo.

Desta maneira, eles saíram a catar latas de alumínio a fim de conseguir um dinheirinho para executar o plano. Escreveram num papel sobre a vingança do Córrego da Sujeira. Era uma história bem curtinha que explicava como, nos dias de enchente, o córrego vomitava, de volta, todas as sujeiras que as pessoas jogavam nele. Fizeram várias cópias e, de casa em casa, explicavam esta história para as pessoas. Depois, cercaram toda a margem do córrego com fitas coloridas e encheram de placas dizendo: “Não joguem lixo no rio”. Os meninos e as meninas que tinham aula pela tarde faziam plantão de fiscalização nas margens do córrego. Os que tinham aula pela manhã faziam o mesmo à tarde.

O movimento começou a dar resultados. Logo a notícia chegou à escola. Professores e professoras resolveram também ajudar as crianças e entraram na campanha. Em seguida, até a televisão e o jornal apareceram para registrar o movimento que as crianças haviam iniciado.

Foi tão importante tudo que fizeram que a população dali do bairro resolver batizar o Córrego da Sujeira com um outro nome. Agora, era o Córrego das Crianças. João e seus amiguinhos e amiguinhas ficaram muito felizes. E com eles, toda a população do bairro. As próximas chuvas fortes vieram. Mas, desta vez, o Córrego das Crianças não mais transbordou.

 

  quarto dia

Sendo transformada nossa comunidade

Neste quarto dia, queremos perceber as transformações que são realizadas por Deus em nossa comunidade, quer dizer, na pequena sociedade na qual fazemos parte: nossa rua, nossa escola, nosso bairro, nossa cidade.

Olhando para o texto de Romanos vemos a preocupação em dimensionar uma comunidade cristã reforçando sempre a importância decisiva de cada um, cada uma. A metáfora ao corpo quer realçar a organicidade de uma comunidade que vive num espírito comunitário.

Após o texto de Romanos, estamos inserindo novamente uma pequena história que quer exemplificar essa importância de cada pessoa num convívio comunitário. E neste espaço que Deus produz grandes transformações. Fiquemos atentos, atentas!

Romanos 12, 4-27

4 Existem tipos diferentes de dons espirituais, mas é um só e o mesmo Espírito quem dá esses dons. 5 Existem maneiras diferentes de servir, mas o Senhor que servimos é o mesmo. 6 Há diferentes habilidades para realizar o trabalho, mas é o mesmo Deus quem dá a cada um a habilidade para fazê-lo. 7 Para o bem de todos, Deus dá a cada um alguma prova da presença do Espírito Santo. 8 Para uma pessoa o Espírito dá a mensagem de sabedoria e para outra o mesmo Espírito dá a mensagem de conhecimento. 9 Para uma pessoa o mesmo Espírito dá fé e para outra dá o poder de curar. 10 Uma pessoa recebe do Espírito poder para fazer milagres, e outra recebe o dom de anunciar a mensagem de Deus. Ainda outra pessoa recebe a capacidade para saber a diferença entre os dons que vêm do Espírito e os que não vêm dele. Para uma pessoa o Espírito dá a capacidade de falar em línguas estranhas e para outra ele dá a capacidade de interpretar o que essas línguas querem dizer. 11 Porém é um só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá um dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer. 12 Cristo é como um corpo, o qual tem muitas partes. E todas as partes, mesmo sendo muitas, formam um só corpo. 13 Assim, também, todos nós, judeus e não-judeus, escravos e livres, fomos batizados pelo mesmo Espírito para formar um só corpo. E a todos nós foi dado de beber do mesmo Espírito. 14 Pois o corpo não é feito de uma só parte, mas de muitas. 15 Se o pé disser: “Já que não sou mão, não sou do corpo”, nem por isso deixa de ser do corpo. 16 Se o ouvido disser: “Já que não sou olho, não sou do corpo”, nem por isso deixa de ser do corpo. 17 Se o corpo todo fosse olho, como poderíamos ouvir? E, se o corpo todo fosse ouvido, como poderíamos cheirar? 18 Assim Deus colocou cada parte diferente do corpo conforme ele quis. 19 Se o corpo todo fosse uma parte só, não existiria corpo. 20 De fato, existem muitas partes, mas um só corpo. 21 Portanto, o olho não pode dizer para a mão: “Eu não preciso de você.” E a cabeça não pode dizer para os pés: “Não preciso de vocês.” 22 O fato é que as partes do corpo que parecem ser as mais fracas são as mais necessárias, 23 e aquelas que achamos menos honrosas são as que tratamos com mais honra. E as partes que parecem ser feias recebem um cuidado especial, 24 que as outras mais bonitas não precisam. Foi assim que Deus fez o corpo, dando mais honra às partes menos honrosas. 25 Desse modo não existe divisão no corpo, mas todas as suas partes têm o mesmo interesse umas pelas outras. 26 Se uma parte do corpo sofre, todas as outras sofrem com ela. Se uma é elogiada, todas as outras se alegram com ela. 27 Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo.

Anexo:

Jesus nos ensinou sobre a importância que cada um, cada uma, de nós temos diante de Deus e das outras pessoas. Na sociedade onde vivemos, somos chamados a colaborar e cada vez mais transformar o lugar onde vivemos, num espaço agradável onde reine a justiça, a fraternidade e a paz.

Um dos exemplos para mostrar essa nossa participação comunitária, encontramos no texto de Romanos 12,4-27, onde nos fala sobre o corpo. Como iremos enfatizar, pelo menos numa das atividades desta Semana da Alegria, as questões sobre pessoas portadoras de deficiências, o exemplo do corpo deveria ser substituído por uma história parecida utilizando uma outra metáfora. É o que iremos propor nesta história que passamos a contar:

Jogando por música

Você gosta de esportes? Esportes de equipe? Já jogou futebol, vôlei ou basquete? Legal! Esta história que vamos contar é sobre uma garotinha que adorava futebol. Nina cresceu brincando de futebol com os meninos e algumas meninas da sua rua. Ela era tão boa, que os garotos sempre a convidavam quando havia um jogo contra os outros garotos do bairro.

Nina cresceu e quando fez quinze anos resolveu procurar um clube para realizar um teste e tornar-se assim uma jogadora de futebol. Foi com muita alegria que ela recebeu a notícia que havia passado em tal teste. Agora, Nina era uma jogadora do Solidariedade F.C. Ela começou a treinar para disputar o próximo campeonato. Era uma excelente atacante e adorava fazer gols.

O primeiro jogo do campeonato estava se aproximando e o técnico do Solidariedade começou a explicar à jogadoras como funciona uma equipe de futebol. Ele dizia:

- Quantas jogadoras são possíveis colocar em campo?

- Onze jogadoras, todas responderam, quase que em conjunto.

- Quantas goleiras podemos colocar debaixo da trave?

- Uma. Gritaram todas.

- E qual a função da goleira?

- Evitar que a bola entre no gol, respondeu algumas atletas.

- Essa é a primeira lição. No futebol moderno, não é somente a goleira responsável para evitar que um time sofra um gol. Esta é a tarefa de todas as jogadoras. No entanto, as demais jogadoras não podem ajudar a goleira defendendo a bola com as mãos. Vocês têm que descobrir, dentro da suas funções em campo, como ajudar para que o time não sofra gols.

- Ah! Quer dizer que vamos jogar na retranca, todas dentro da nossa área? Perguntou uma das jogadoras do time.

- Não! Não foi isso que quis dizer. O que vale para se evitar o gol, também vale para que façamos o gol. Vou dar o exemplo de uma orquestra. Talvez vocês entendam melhor. Quantos instrumentos fazem parte de uma orquestra?

- Muitos, responderam elas.

- Sim, são muitos: violinos, pianos, flautas, violoncelos, e muitos outros. Agora uma outra pergunta: todos os instrumentos tocam a mesma Sinfonia?

- Sim, responderam.

- E todos os instrumentos, tocam a mesma melodia, a mesma música?

- Não sabemos, disse uma delas. Respondendo no meio do silêncio.

- Não, disse o técnico, nem sempre os instrumentos tocam a mesma melodia. Cada instrumento, ou grupo de instrumentos, tocam a mesma sinfonia, mas diferentes melodias, em momentos distintos, ou ao mesmo tempo, todos juntos. É isso que faz o som ficar bonito numa orquestra. Diferentes sons, diferentes maneiras de tocar, mas de um jeito harmonioso.

- Ah, entendi, disse uma outra garota. Quer dizer que cada uma de nós, jogamos no mesmo time, mas dentro da característica de cada jogadora? É isso?

- Sim, respondeu o técnico. Já vi que vocês entenderam a minha comparação. Mas, o importante - não se esqueçam – é que dentro das características de cada uma e dentro das funções que cada uma exerce na equipe, todas jogam para o time. Quer dizer, todas vocês, eu, e as outras pessoas do nosso time, jogamos para que a equipe seja vencedora. Imaginem se a nossa goleira resolve não querer mais agarrar a bola, porque a atacante perdeu um pênalti. Já pensou a bagunça que seria? E se a nossa atacante chutasse o pênalti fora, de propósito, porque a nossa goleira tomou um frango? Todas vocês são muito importantes para o time, fazendo aquilo que cada uma sabe, pensando sempre que o nosso esforço serve para que o nosso time seja vencedor. Assim, todas vocês e todos nós ganhamos. Então, vamos treinar! Devemos aprimorar o que já sabemos fazer. Vamos lá! E boa sorte!

 

  detalhes

de 04 a 09 de julho de 2006
na Igreja da Paz
para crianças de 4 a 14 anos

Inscrições: a partir de 01 de junho
na secretaria: 2a à 6a feira: 8:00h - 17:00h
Sábado: 8:00h - 12:00h
Fone: 5181 7966

 

 

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