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Será somente mais uma semana do ano?
Será que ela é igual às
outras?
Mas todas as semanas não deveriam ser de alegria?
Depende. Depende pra quem.
Para aquelas pessoas que infelizmente não conseguiram inscrever seus filhos
na Semana da Alegria, para aqueles tios que “infelizmente” conseguiram
um emprego justo agora, para aqueles tios que têm aniversario da tia da
irmã da namorada no interior e eles não podem deixar de ir e não
participarão da Semana da Alegria, para aquela criança que terá que
viajar com os pais, ou mesmo para as crianças que estão de recuperação,
essa semana não vai ser tão legal assim.
Para os pais é uma semana a mais de férias dos filhos (não
que eles quisessem isso - meus pais nunca quiseram!). Seus filhos, que já não
têm mais aula na escola, continuam acordando cedo, indo para a Igreja,
só voltando à tarde, cansados, imundos. Vão direto dormir
depois de, no caminho para casa, contarem tudo o que fizeram durante o dia. Os
pais, por sua vez, têm a casa vazia o dia inteiro permitindo o cumprimento
dos afazeres domésticos sem ter preocupações com seus rebentos.
Para as crianças é só alegria. Comida boa, brincadeiras,
esporte, canto. Aprendem sobre a bíblia, ética, conhecem gente
nova e compreendem que há pessoas que podem ser diferentes delas. Ganham
doces (coisa que seus pais nunca fazem), algumas se machucam numa brincadeira
e começam a chorar, pedindo colo dos tios - e, em cinco minutos, estão
novamente de pé correndo pelo pátio afora.
E
os tios? Nossa, que experiência maravilhosa! Meses de trabalho,
muito
trabalho em grupo, discussões, desentendimentos, reconciliações
em seguida, festinhas à noite, acordar cedo nas férias (quando
não pedimos férias no trabalho para participar da Semana da Alegria)
e muito amor às crianças. Muito cansaço, mas nada que um
grande beijo de uma daquelas pestinhas não resolva. Como é bom
ser tio, poder passar
aos mais novos a experiência adquirida nos anos anteriores,
e ver aquela antiga criança, hoje jovem, vestindo a camisa da equipe preta.
É justamente por todos esse motivos que a primeira semana de julho é sempre
tão especial para todos os participantes, mas principalmente para nós,
tios, que temos a confiança dos pais que nos “emprestam” seus
filhos.
Podemos, com toda a certeza, afirmar que essa é a Semana da Alegria.
O tema da Semana da Alegria em 2006 é:
Nada se perde; tudo se transforma.
Esta é uma frase baseada numa famosa constatação
de um importante cientista,
Antonie Laurent Lavoisier, que viveu no século XVIII. O tema
quer privilegiar um outro tema maior da nossa igreja para o biênio
2005-2006, que é:
Deus em tua graça transforma o mundo.
Base bíblica: Romanos 12:2 Não vivam como vivem as pessoas
deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa
mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão
a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito
e agradável a ele.
Tema de Romanos 12:2 – Conceitos
de “transformar”
Base bíblica: Romanos 12:2 Não vivam como vivem as pessoas
deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa
mudança da mente de vocês. Assim vocês conhecerão
a vontade de Deus, isto é, aquilo que é bom, perfeito
e agradável a ele.
Sendo transformada nossas vidas
Jesus, através de suas palavras e de suas ações,
trouxe grandes transformações às vidas de muitas
pessoas. Poderíamos lembrar algumas: O importante religioso
Nicodemos que vai até Jesus para aprender com ele a importância
da transformação de novos nascimentos em nossas vidas;
a mulher samaritana que ao buscar simplesmente um pouco de água
para si encontra Jesus, a fonte de água que jorra para a vida
eterna. Em nosso segundo dia da SA 2006, enfatizaremos as mudanças
Zaqueu sofreu ao receber um simples convite de Jesus para visitá-lo
em sua casa.
Lucas 19, 1-10
1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade.
2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores
de impostos.
3 Ele estava tentando ver quem era Jesus, mas não podia, por
causa da multidão, pois Zaqueu era muito baixo.
4 Então correu adiante da multidão e subiu numa figueira
brava para ver Jesus, que devia passar por ali.
5 Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse
a Zaqueu: — Zaqueu, desça depressa, pois hoje precisoficar
na sua casa.
6 Zaqueu desceu depressa e o recebeu na sua casa, com muita alegria.
7 Todos os que viram isso começaram a resmungar: — Este
homem foi se hospedar na casa de um pecador!
8 Zaqueu se levantou e disse ao Senhor: — Escute, Senhor, eu
vou dar a metade dos meus bens aos pobres. E, se roubei alguém,
vou devolver quatro vezes mais.
9 Então Jesus disse: — Hoje a salvação
entrou nesta casa, pois este homem também é descendente
de Abraão.
10 Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar quem está perdido.
Sendo transformado nosso mundo
A presença de Jesus entre nós não só trouxe
transformações pessoais mas uma grande transformação
em nosso mundo. Porém, desde os profetas, como Isaías,
Deus sempre tem anunciado mudanças profundas, mostrando que
sua criação é dinâmica e caminhos de destruição
são apenas projetos humanos que estão longe da vontade
de Deus.
A poesia do profeta Isaías demonstra um pouco essa graça
e leveza de um Deus sempre pronto a transformar desertos em oásis.
Anexamos uma pequena história, após a profecia de Isaías,
que procura ilustrar essa ação de Deus através
da sua atuação em nossas vidas.
Isaías 35, 1-10
1 O deserto se alegrará, e crescerão flores nas terras
secas;
2 cheio de flores, o deserto cantará de alegria. Deus o tornará tão
belo como os montes Líbanos, tão fértil como o
monte Carmelo e o vale de Sarom. Todos verão a glória
do SENHOR, verão a grandeza do nosso Deus.
3 Fortaleçam as mãos cansadas, dêem firmeza aos
joelhos fracos.
4 Digam aos desanimados: “Não tenham medo; animem-se,
pois o nosso Deus está aqui. Ele vem para nos salvar, ele vem
para castigar os nossos inimigos.” 5 Então os cegos verão,
e os surdos ouvirão; 6 os aleijados pularão e dançarão,
e os mudos cantarão de alegria. Pois fontes brotarão
no deserto, e rios correrão pelas terras secas. 7 A areia quente
do deserto virará um lago, e haverá muitas fontes nas
terras secas. Os lugares onde agora vivem os animais do deserto virarão
brejos onde crescerão taboas e juncos. 8 Haverá ali uma
estrada que será chamada de “Caminho da Santidade”.
Nela, não caminharão os impuros, pois ela pertence somente
ao povo de Deus. Até os tolos andarão nela e não
se perderão. 9 Nesse caminho, não haverá leões,
animais selvagens não passarão por ele; ali andarão
somente os salvos. 10 Aqueles a quem o SENHOR salvar voltarão
para casa, voltarão cantando para Jerusalém e ali viverão
felizes para sempre. A alegria e a felicidade os acompanharão,
e não haverá mais tristeza nem choro.
Anexo:
A chave para nossas histórias e dinâmicas nesse dia é compreender
que Deus quer transformar nosso mundo, nossa realidade. E já aprendemos,
desde o primeiro dia, que somos transformados e somos agentes de transformação.
O exemplo que vimos em Isaías 35,1-10 mostra que Deus transforma
o caos em vida. Lugares desertos tornar-se-ão lugares de fonte
de alegria e felicidade. Podemos contar uma história que nos
fale desta transformação.
João e o córrego poluído
Era uma vez um garoto chamado João. Ele morava na periferia
de sua cidade e vivia ali com sua mãe e seus irmãos.
Como eram pobres, João, toda tarde, após voltar da escola,
saia pelas ruas catando latas de alumínio a fim de vendê-las
e ganhar assim alguns trocados.
Havia um córrego muito poluído, bem próximo
a casa de João. Ele se chamava Córrego da Sujeira. As
pessoas que moravam ali perto jogavam todo o lixo para dentro do córrego.
Cada vez que chovia forte na cidade, vocês já imaginam!
O córrego transbordava e fazia com que aquela água suja
entrasse pelas casas.
Na escola de João, certa vez, uma professora ensinou sobre
como cuidar do nosso meio-ambiente. E ela usou o exemplo do Córrego
da Sujeira para mostrar como os mal feitos que a população
fazia sobre ele, acaba voltando para as pessoas num dia de muita chuva.
Aquele exemplo mexeu com João. Ele entendeu que o córrego
quase que se vingava do descaso das pessoas que não se importavam
com ele e atiravam todo o lixo dentro de suas águas cada vez
mais poluídas. Foi assim que o menino teve uma idéia.
Ele chamou todos seus amiguinhos e amiguinhas e explicou o seu plano.
Todos adoraram e toparam realizá-lo.
Desta maneira, eles saíram a catar latas de alumínio
a fim de conseguir um dinheirinho para executar o plano. Escreveram
num papel sobre a vingança do Córrego da Sujeira. Era
uma história bem curtinha que explicava como, nos dias de enchente,
o córrego vomitava, de volta, todas as sujeiras que as pessoas
jogavam nele. Fizeram várias cópias e, de casa em casa,
explicavam esta história para as pessoas. Depois, cercaram toda
a margem do córrego com fitas coloridas e encheram de placas
dizendo: “Não joguem lixo no rio”. Os meninos e
as meninas que tinham aula pela tarde faziam plantão de fiscalização
nas margens do córrego. Os que tinham aula pela manhã faziam
o mesmo à tarde.
O movimento começou a dar resultados. Logo a notícia
chegou à escola. Professores e professoras resolveram também
ajudar as crianças e entraram na campanha. Em seguida, até a
televisão e o jornal apareceram para registrar o movimento que
as crianças haviam iniciado.
Foi tão importante tudo que fizeram que a população
dali do bairro resolver batizar o Córrego da Sujeira com um
outro nome. Agora, era o Córrego das Crianças. João
e seus amiguinhos e amiguinhas ficaram muito felizes. E com eles, toda
a população do bairro. As próximas chuvas fortes
vieram. Mas, desta vez, o Córrego das Crianças não
mais transbordou.
Sendo transformada nossa comunidade
Neste quarto dia, queremos perceber as transformações
que são realizadas por Deus em nossa comunidade, quer dizer,
na pequena sociedade na qual fazemos parte: nossa rua, nossa escola,
nosso bairro, nossa cidade.
Olhando para o texto de Romanos vemos a preocupação
em dimensionar uma comunidade cristã reforçando sempre
a importância decisiva de cada um, cada uma. A metáfora
ao corpo quer realçar a organicidade de uma comunidade que vive
num espírito comunitário.
Após o texto de Romanos, estamos inserindo novamente uma pequena
história que quer exemplificar essa importância de cada
pessoa num convívio comunitário. E neste espaço
que Deus produz grandes transformações. Fiquemos atentos,
atentas!
Romanos 12, 4-27
4 Existem tipos diferentes de dons espirituais, mas é um só e
o mesmo Espírito quem dá esses dons. 5 Existem maneiras
diferentes de servir, mas o Senhor que servimos é o mesmo. 6
Há diferentes habilidades para realizar o trabalho, mas é o
mesmo Deus quem dá a cada um a habilidade para fazê-lo.
7 Para o bem de todos, Deus dá a cada um alguma prova da presença
do Espírito Santo. 8 Para uma pessoa o Espírito dá a
mensagem de sabedoria e para outra o mesmo Espírito dá a
mensagem de conhecimento. 9 Para uma pessoa o mesmo Espírito
dá fé e para outra dá o poder de curar. 10 Uma
pessoa recebe do Espírito poder para fazer milagres, e outra
recebe o dom de anunciar a mensagem de Deus. Ainda outra pessoa recebe
a capacidade para saber a diferença entre os dons que vêm
do Espírito e os que não vêm dele. Para uma pessoa
o Espírito dá a capacidade de falar em línguas
estranhas e para outra ele dá a capacidade de interpretar o
que essas línguas querem dizer. 11 Porém é um
só e o mesmo Espírito quem faz tudo isso. Ele dá um
dom diferente para cada pessoa, conforme ele quer. 12 Cristo é como
um corpo, o qual tem muitas partes. E todas as partes, mesmo sendo
muitas, formam um só corpo. 13 Assim, também, todos nós,
judeus e não-judeus, escravos e livres, fomos batizados pelo
mesmo Espírito para formar um só corpo. E a todos nós
foi dado de beber do mesmo Espírito. 14 Pois o corpo não é feito
de uma só parte, mas de muitas. 15 Se o pé disser: “Já que
não sou mão, não sou do corpo”, nem por
isso deixa de ser do corpo. 16 Se o ouvido disser: “Já que
não sou olho, não sou do corpo”, nem por isso deixa
de ser do corpo. 17 Se o corpo todo fosse olho, como poderíamos
ouvir? E, se o corpo todo fosse ouvido, como poderíamos cheirar?
18 Assim Deus colocou cada parte diferente do corpo conforme ele quis.
19 Se o corpo todo fosse uma parte só, não existiria
corpo. 20 De fato, existem muitas partes, mas um só corpo. 21
Portanto, o olho não pode dizer para a mão: “Eu
não preciso de você.” E a cabeça não
pode dizer para os pés: “Não preciso de vocês.” 22
O fato é que as partes do corpo que parecem ser as mais fracas
são as mais necessárias, 23 e aquelas que achamos menos
honrosas são as que tratamos com mais honra. E as partes que
parecem ser feias recebem um cuidado especial, 24 que as outras mais
bonitas não precisam. Foi assim que Deus fez o corpo, dando
mais honra às partes menos honrosas. 25 Desse modo não
existe divisão no corpo, mas todas as suas partes têm
o mesmo interesse umas pelas outras. 26 Se uma parte do corpo sofre,
todas as outras sofrem com ela. Se uma é elogiada, todas as
outras se alegram com ela. 27 Pois bem, vocês são o corpo
de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo.
Anexo:
Jesus nos ensinou sobre a importância que cada um, cada uma,
de nós temos diante de Deus e das outras pessoas. Na sociedade
onde vivemos, somos chamados a colaborar e cada vez mais transformar
o lugar onde vivemos, num espaço agradável onde reine
a justiça, a fraternidade e a paz.
Um dos exemplos para mostrar essa nossa participação
comunitária, encontramos no texto de Romanos 12,4-27, onde nos
fala sobre o corpo. Como iremos enfatizar, pelo menos numa das atividades
desta Semana da Alegria, as questões sobre pessoas portadoras
de deficiências, o exemplo do corpo deveria ser substituído
por uma história parecida utilizando uma outra metáfora. É o
que iremos propor nesta história que passamos a contar:
Jogando por música
Você gosta de esportes? Esportes de equipe? Já jogou
futebol, vôlei ou basquete? Legal! Esta história que vamos
contar é sobre uma garotinha que adorava futebol. Nina cresceu
brincando de futebol com os meninos e algumas meninas da sua rua. Ela
era tão boa, que os garotos sempre a convidavam quando havia
um jogo contra os outros garotos do bairro.
Nina cresceu e quando fez quinze anos resolveu procurar um clube para
realizar um teste e tornar-se assim uma jogadora de futebol. Foi com
muita alegria que ela recebeu a notícia que havia passado em
tal teste. Agora, Nina era uma jogadora do Solidariedade F.C. Ela começou
a treinar para disputar o próximo campeonato. Era uma excelente
atacante e adorava fazer gols.
O primeiro jogo do campeonato estava se aproximando e o técnico
do Solidariedade começou a explicar à jogadoras como
funciona uma equipe de futebol. Ele dizia:
- Quantas jogadoras são possíveis colocar em campo?
- Onze jogadoras, todas responderam, quase que em conjunto.
- Quantas goleiras podemos colocar debaixo da trave?
- Uma. Gritaram todas.
- E qual a função da goleira?
- Evitar que a bola entre no gol, respondeu algumas atletas.
- Essa é a primeira lição. No futebol moderno,
não é somente a goleira responsável para evitar
que um time sofra um gol. Esta é a tarefa de todas as jogadoras.
No entanto, as demais jogadoras não podem ajudar a goleira defendendo
a bola com as mãos. Vocês têm que descobrir, dentro
da suas funções em campo, como ajudar para que o time
não sofra gols.
- Ah! Quer dizer que vamos jogar na retranca, todas dentro da nossa área?
Perguntou uma das jogadoras do time.
- Não! Não foi isso que quis dizer. O que vale para
se evitar o gol, também vale para que façamos o gol.
Vou dar o exemplo de uma orquestra. Talvez vocês entendam melhor.
Quantos instrumentos fazem parte de uma orquestra?
- Muitos, responderam elas.
- Sim, são muitos: violinos, pianos, flautas, violoncelos,
e muitos outros. Agora uma outra pergunta: todos os instrumentos tocam
a mesma Sinfonia?
- Sim, responderam.
- E todos os instrumentos, tocam a mesma melodia, a mesma música?
- Não sabemos, disse uma delas. Respondendo no meio do silêncio.
- Não, disse o técnico, nem sempre os instrumentos tocam
a mesma melodia. Cada instrumento, ou grupo de instrumentos, tocam
a mesma sinfonia, mas diferentes melodias, em momentos distintos, ou
ao mesmo tempo, todos juntos. É isso que faz o som ficar bonito
numa orquestra. Diferentes sons, diferentes maneiras de tocar, mas
de um jeito harmonioso.
- Ah, entendi, disse uma outra garota. Quer dizer que cada uma de
nós, jogamos no mesmo time, mas dentro da característica
de cada jogadora? É isso?
- Sim, respondeu o técnico. Já vi que vocês entenderam
a minha comparação. Mas, o importante - não se
esqueçam – é que dentro das características
de cada uma e dentro das funções que cada uma exerce
na equipe, todas jogam para o time. Quer dizer, todas vocês,
eu, e as outras pessoas do nosso time, jogamos para que a equipe seja
vencedora. Imaginem se a nossa goleira resolve não querer mais
agarrar a bola, porque a atacante perdeu um pênalti. Já pensou
a bagunça que seria? E se a nossa atacante chutasse o pênalti
fora, de propósito, porque a nossa goleira tomou um frango?
Todas vocês são muito importantes para o time, fazendo
aquilo que cada uma sabe, pensando sempre que o nosso esforço
serve para que o nosso time seja vencedor. Assim, todas vocês
e todos nós ganhamos. Então, vamos treinar! Devemos aprimorar
o que já sabemos fazer. Vamos lá! E boa sorte!
de
04 a 09 de julho de 2006
na Igreja da Paz
para crianças de 4 a 14 anos
Inscrições: a partir de 01 de junho
na secretaria: 2a à 6a feira: 8:00h - 17:00h
Sábado: 8:00h - 12:00h
Fone: 5181 7966