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ÍNDICES DA IECLB
Informações dos indicadores do mês de Março/2010:
UPM de Março/2010 = 2,5387
Índice Fev/2010= -0,82%
Acumulado/2010 = 1,34%
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Índices da IECLB |
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768,08 |
0,95
|
156,75
|
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768,08 |
1,02
|
168,30
|
|
918,00 |
1,08
|
178,20
|
|
960,50 |
1,13
|
186,45
|
|
994,50 |
1,17
|
193,05
|
|
1054,00 |
1,24
|
204,60
|
|
1122,00 |
1,32
|
217,80
|
|
1181,50 |
1,39
|
229,35
|
|
1317,50 |
1,55
|
255,75
|
|
1564,00 |
1,84
|
303,60
|
|
1708,50 |
2,01
|
331,65
|
|
1759,50 |
2,07
|
341,55
|
|
1793,50 |
2,11
|
348,15
|
|
1904,00 |
2,24
|
369,60
|
|
2057,00 |
2,42
|
399,30
|
|
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|
1125,00
|
2,53
|
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(*) Resolução IECLB nº 100/2009
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UPM's
|
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|
1,2568
|
1,3464
|
1,4600
|
1,7013
|
1,8396
|
1,9670
|
2,0516
|
2,1007
|
2,249
|
2,4334 |
2,5179 |
|
1,2676
|
1,3674
|
1,4711
|
1,7423
|
1,8540
|
1,9894
|
2,0781
|
2,1167 |
2,2728
|
2,4458 |
2,5181 |
|
1,2727
|
1,3658
|
1,4723
|
1,7581
|
1,8585
|
1,9894
|
2,0781
|
2,1167 |
2,2728
|
2,4602 |
2,5387 |
|
1,2773
|
1,3722
|
1,4841
|
1,7876
|
1,8788
|
2,0105
|
2,0781
|
2,1476 |
2,2823 |
2,4689 |
|
|
1,2796
|
1,3852
|
1,4964
|
1,8188
|
1,8792
|
2,0368
|
2,0781
|
2,1557 |
2,2992 |
2,4785 |
|
|
1,2822
|
1,3866
|
1,5036
|
1,8215
|
1,8952
|
2,0403
|
2,0781
|
2,1607 |
2,3353 |
2,4894 |
|
|
1,2828
|
1,3933
|
1,5128
|
1,8104
|
1,9138
|
2,0403
|
2,0781
|
2,1832
|
2,3676 |
2,4998 |
|
|
1,3045
|
1,4045
|
1,5288
|
1,8060
|
1,9243
|
2,0403
|
2,0781
|
2,2009
|
2,3877 |
2,4998 |
|
|
1,3280
|
1,4103
|
1,5393
|
1,8088
|
1,9366
|
2,0403
|
2,0781
|
2,2042
|
2,3956 |
2,4998 |
|
|
1,3301
|
1,4103
|
1,5617
|
1,8151
|
1,9380
|
2,0403
|
2,0781
|
2,2053
|
2,4030
|
2,5001 |
|
|
1,3362
|
1,4252
|
1,5932
|
1,8236
|
1,9508
|
2,0403
|
2,0792 |
2,2062 |
2,4073 |
2,5059 |
|
|
1,3432
|
1,4393
|
1,6655
|
1,8240
|
1,9547
|
2,0422
|
2,0906 |
2,2314 |
2,4287 |
2,5179 |
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OUTROS ÍNDICES
IGP-DI - Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna:
Calculado mensalmente pela FGV – Fundação Getúlio Vargas, sendo composto por 03 índices: A coleta dos dados é feita durante o mês corrente (1º ao 30º dia), sendo divulgado no final da 1ª quinzena do mês seguinte.
- IPA – Índice de Preços por Atacado = 60%
O IPA tem por finalidade medir a evolução dos preços praticados no mercado atacadista e nas relações inter-empresariais. É um índice de abrangência nacional.
- IPC – Índice de Preços ao Consumidor = 30%
O IPC mede o movimento de preços de determinado conjunto de bens e serviços no mercado varejista. Seu cálculo é feito a partir de uma “cesta básica de consumo” para a parcela da população com renda entre 01 e 33 salários mínimos.
- INCC – Índice Nacional da Construção Civil = 10%
O INCC tem abrangência nacional e processa mensalmente a variação de mais de 15.000 informações. A coleta de dados é feita pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística entre os dias 01º e o 30º de cada mês. Fórmula: IGP-DI = (0,6 x IPA)+(0,3 x IPC) + (0,1 x INCC)
IGP-M – Índice Geral de Preços pelo Mercado: É o índice mais utilizado pelo mercado financeiro, e é calculado pela FGV tendo a mesma composição do IGP-DI, porém com um período de coletas entre os dias 20 e 21 do mês seguinte. A estrutura do IGP-M é a mesma do IGP-DI = (0,6 x IPA)+(0,3 x IPC) + (0,1 x INCC).
IPCA–IBGE - Índice de Preços ao Consumidor Ampliado: É calculado mensalmente pelo IBGE e a coleta dos dados é realizada durante o mês e divulgada no 15º dia do mês seguinte. A cesta básica do IPCA procura refletir a estrutura de consumo de famílias com rendimentos entre 01 e 40 salários mínimos.
INPC–IBGE - Índice Nacional de Preços ao Consumidor: É calculado pelo IBGE e foi adotado como indexador oficial no período de 1986-1987. Reflete a variação dos preços no mercado varejista nas 10 maiores cidades do país. As mercadorias que compõe a cesta básica refletem a renda de famílias na faixa de 01 a 08 salários mínimos. Os dados são coletados durante o mês e divulgados no 15º dia do mês seguinte.
ICV-DIEESE – Índice do Custo de Vida: Mede o custo de vida na cidade de São Paulo entre famílias com rendimentos de 01 a 30 salários mínimos. A pesquisa é realizada no período de 01 a 30 de cada mês, considerando 11 grandes grupos que são: alimentação; habitação; transporte; vestuário; educação e cultura; saúde; equipamentos domésticos; recreação e fumo; limpeza doméstica; higiene pessoal e despesas diversas.
IPC-FIPE – Índice de Preços ao Consumidor: Calculado pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP, no período de 01 a 30 de cada mês. A cesta básica considerada é de 02 a 06 salários mínimos. A coleta de preços é feita em 11 grandes grupos, como o ICV-DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos. Este índice difere dos demais por ser calculado a partir da comparação “ponta a ponta”. Ao invés de serem confrontadas as médias de cada mês, são comparadas as últimas semanas do mês corrente e do mês anterior.
IPC-R – Índice de Preços ao Consumidor em Real: É calculado pelo IBGE e mede o custo de vida entre famílias com renda de até 08 salários mínimos. Abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte; Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba, Goiânia e o Distrito Federal. A coleta de preços é feita entre os dias 16 do mês anterior e o dia 15 do mês presente.
IPCA-E - Índice de Preços ao Consumidor Amplo e Especial: É calculado pelo IBGE com a mesma metodologia do IPC-R, usando como referência os rendimentos de famílias entre 01 e 40 salários mínimos.
IPC Geral - Índice de Preços ao Consumidor e o Cesto de Produtos Básicos de Consumo Popular
Fonte: http://www.ufrgs.br/iepebanco/informacoes.asp
Em cinco de agosto de 1953 a Congregação de Professores da Faculdade de Ciências Econômicas aprovou a proposta de seu Diretor que consistia em criar o Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas - IEPE.
Naquela ocasião, os objetivos do IEPE, explicitados em seu primeiro regimento, datado em 11 de junho de 1953, eram os seguintes: (i) Realizar pesquisas nas áreas de Economia Brasileira e Economia Regional; (ii) propiciar o aperfeiçoamento de economistas e outros profissionais e de professores da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS e de outras instituições acadêmico-científicas; (iii) exercitar os alunos na investigação científica, complementando o ensino da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS; e (iv) cooperar com a administração pública e entidades privadas. Diga-se de passagem, os referidos objetivos ainda hoje são observados.
A evolução do IEPE pode ser dividida em dois períodos: o primeiro, de sua fundação, em 1953, ao ano de 1962, ao passo que segundo, de 1963 até a presente data. No primeiro período, se consolidou a elaboração e publicação de indicadores econômicos e sociais. Entres estes, os mais importantes são o Índice de Preços ao Consumidor e o Cesto de Produtos Básicos de Consumo Popular, ambos na região metropolitana de Porto Alegre. Além do mais, foi publicado o Boletim Informativo do IEPE, no qual apareceram estudos sobre a Economia Regional, destacando-se trabalhos sobre agricultura gaúcha, população economicamente ativa, divisão regional do Rio Grande do Sul, produção riograndense de máquinas e ferramentas agrícolas, divisão territorial do Estado, indústria do Rio Grande do Sul, propriedade rural no Rio Grande do Sul, estrutura das exportações gaúchas e oferta de emprego em Porto Alegre, entre outos. Ao longo desse período, o IEPE recebeu apoio da COSUPE, da Fundação Rockfeller e da Fundação Ford.
O segundo período, iniciado em 1963, é o marco divisório e se constitui de três fatos principais, quais sejam: (i) a criação dos cursos de Mestrado em Economia Rural, em 1963, e Teoria Econômica, em 1971, (ii) o programa de aperfeiçoamento do pessoal técnico no exterior e (iii) a vinda de professores consultores.
Com a qualificação do pessoal técnico e a colaboração dos professores visitantes, a pesquisa foi significativamente impulsionada: dezenas de projetos foram realizados, alguns deles utilizados por organismos estaduais e federais para tomadas de decisões. A partir de então, o IEPE estendeu suas atividades à colaboração com entidades governamentais na avaliação de projetos de desenvolvimento.
Atualmente, o IEPE, além de estar vinculado, indiretamente, ao programa de Mestrado em Desenvolvimento Rural, programa este que substituiu, em 1999, o antigo curso de Mestrado em Economia Rural, aos cursos de Mestrado e de Doutorado em Teoria Econômica e ao curso de Mestrado em Agronegócios, vem realizando (i) convênios com entidades, tanto públicas quanto privadas, da sociedade gaúcha, visando à elaboração de indicadores estatísticos, econômicos e sociais e (ii) cursos de especialização em Economia voltados tanto para as instituições de ensino do Rio Grande do Sul quanto para a comunidade gaúcha em geral.
Metodologia de Cálculo:
No que diz respeito à POF de 1995, as informações de campo foram obtidas através de um questionário com 85 páginas que visava à obtenção de dados sobre o número de pessoas da família, situação física do Domicílio ocupado, tipo de residência, condição de posse, número de peças, área, instalações existentes, além das despesas realizadas e os rendimentos obtidos durante o período de um mês. Os dados foram obtidos no período de outubro de 1994 a setembro de 1995.
O plano amostral adotado utilizou o valor lançado do Imposto Predial e Territorial Urbano – IPTU - de cada um dos cinco municípios da RMPA, que são Alvorada, Canoas, Gravataí, Porto Alegre e Viamão. O IPTU foi usado como variável de comando para determinação do tamanho da amostra.
O cálculo do tamanho da amostra foi realizado através de esquema de Amostragem Aleatória Estratificada com repartição “Ótima de Neymann”, fixada uma confiança de 0,95 e um erro relativo de estimação de no máximo 5%.
Da mostra planejada, obteve-se 1.465 questionários preenchidos na faixa de um (01) a vinte e um (21) salários mínimos, onde 1.182 foram utilizados para compor a amostra, cuja composição média da família ficou em 3,82 pessoas com salário médio de 8,01 salários mínimos.
Em seguida, apurou-se a crítica de rendimento e deduções e a fase de alocação de despesas agregadas procedentes de informações de despesa que incluem quantitativo de despesas de mais de um produto.
Obteve-se o vetor de ponderações dos 281 itens que apresentaram grande frequência de compra e/ou significante participação na despesa total das famílias e que agora fazem parte do cálculo do Índice de Preços ao Consumidor – IPC/IEPE - e também as quantidades médias dos 54 produtos que compõem o Cesto de Produtos Básicos de Consumo Popular em Porto Alegre - Custo do Cesto Básico/IEPE.
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