Relatório do 18º Congresso
Nacional da Juventude da IECLB
(24 a 29 de Julho 2006 em Joinville/SC)
Na segunda, dia vinte e quatro de julho do ano de
dois mil e seis, os e as jovens da Igreja Evangélica de Confissão
Luterana no Brasil (IECLB) reuniramse no Recanto da Paz, em Joinville,
para a realização do Décimo Oitavo Congresso
Nacional da Juventude (CONGRENAJE) e Quarto Fest’ Art. Sob
o tema “Vivendo Dons, Adoçando Vidas, Transformando
o Mundo”.
Inicialmente houve o acolhimento dos e das participantes, bem como
a sua distribuição pelos diversos alojamentos. As e os
participantes foram recebidos com uma mensagem da presidente do Conselho
Nacional da Juventude (CONAJE), Aline Zenker Pacheco. Na parte da
tarde foi disponibilizado um espaço para a montagem das tendas
dos sínodos, sendo estas organizadas com muita criatividade
a fim de mostrar as diversas atividades, desafios e vitórias
no trabalho com jovens nas diferentes regiões do Brasil. À noite,
houve o culto de abertura, com dinâmicas de integração
para “quebrar o gelo” entre os e as jovens. Uma banda de
Joinville, constituída por jovens católicos, luteranos
e de outras denominações, fez uma apresentação
com louvores, animando o pessoal.
Terça
Iniciou-se o dia com uma meditação, realizada pela Pa.
Sisi Blind. Ela afirmou que viver dons é, antes de tudo, aceitar
um desafio, e motivou os e as jovens a pensar o significado de ‘adoçar
a vida’. Divididos em seis grupos, segundo as palavras do tema
do CONGRENAJE, as e os participantes foram provocados a compartilhar
dons e desafios. Os resultados de suas reflexões foram apresentados
em plenária:
Grupo 1 – Vivendo: o grupo utilizou a música “Viver
e Não Ter Vergonha” de Gonzaguinha, para mostrar como
viver é colocarse em movimento, ser criativo, aprender e não
ter vergonha de ser feliz.
Grupo 2 – Dons: através de uma encenação
o grupo enfatizou que todas as pessoas têm seus dons, precisam
descobrilos e colocálos a disposição do serviço
proposto por Deus.
Grupo 3 – Adoçando: os e as jovens apontaram momentos ‘doces’ de
suas vidas: aconchego, companheirismo, carinho, amizade, partilha e
amor.
Grupo 4 – Vidas: lembrouse das diferentes formas com que a
vida pode ser representada.
Grupo 5 – Transformando: o grupo utilizou a música “Metamorfose
Ambulante” de Raul Seixas e, como exemplo, a lagarta que se transforma
em borboleta, para ilustrar como os processos de transformação
se dão de diferentes formas, a partir de momentos de paciência,
espera e dificuldades, e ainda ressaltou a importância de não
ter medo de se transformar.
Grupo 6 – Mundo: o grupo dividiuse em duas partes, a fim de
demonstrar a diversidade presente no mundo e provocou as e os demais
jovens a se questionarem sobre o respeito à diversidade dentro
das comunidades.
Na parte da tarde, as e os participantes foram divididos em grupos
de aproximadamente doze integrantes. Estes tinham por objetivo visitar
as diversas tendas existentes, a fim de conhecer a diversidade do trabalho
com jovens nos sínodos. Nestes grupos, duas pessoas ficaram
responsáveis por coordenar perguntas e uma terceira por tomar
nota dos pontos mais importantes, havendo um ou uma representante de
cada sínodo em sua respectiva tenda. Alguns elementos deveriam
ser contemplados durante as visitas: a diversidade dos trabalhos com
juventude, os desafios e as dificuldades. No total, eram dezessete
tendas, sendo uma sobre a 9ª Assembléia do Conselho Mundial
de Igrejas, que ocorreu no mês de fevereiro deste ano em Porto
Alegre. Após esta visitação às tendas,
os grupos se reuniram, discutiram o que haviam visto, e um ou uma representante
relatou, de forma geral, como anda a juventude luterana pelo Brasil,
destacando seus pontos positivos e negativos:
Pontos positivos: acampamentos; olimpíadas e torneios esportivos;
projetos sociais e ambientais; oficinas de liderança e retiros;
escola de música; grupo de apoio; noite da vigília; gincana
bíblica; intercâmbio cultural entre paróquias e
também entre países; roteiro de visitação
da coordenação sinodal aos grupos; festival ecumênico
de artes; voluntariado jovem; noites de louvor; encontro de bandas;
mês da missão; busca de patrocínios para baratear
preços de atividades; auxílio dos jovens em atividades
da comunidade; uso da internet para divulgação dos trabalhos;
coletas revertidas para a juventude; parcerias com universidades; estudos
bíblicos e grupos de teatro.
Pontos negativos: falta de comunicação – tanto
por distância geográfica quanto por ausência de
iniciativa entre sínodos e paróquias, entre paróquias
e grupos de jovens; a ausência de motivação dos
e das jovens na participação dos grupos; pouco apoio
dos familiares; falta de incentivo à formação
de grupos de jovens e de programas que os relacionem com as turmas
de Ensino Confirmatório; conflitos entre linhas teológicas;
dificuldades financeiras; falta de multiplicadores de lideranças;
ausência de espaço para a juventude dentro de sua comunidade.
Após as apresentações, o Secretário de
Formação da IECLB, P. Romeu Martini, compartilhou com
os jovens presentes, dados sobre a reestruturação da
Secretaria Geral. Ele explanou sobre as funções da Secretaria
Geral (assessorar), do Conselho da Igreja (legislar) e de cada Sínodo
(executar). Ressaltou que uma das formas da juventude se articular é pelo
Conselho Nacional da Juventude, sendo que este deve ter caráter
propositivo e que a IECLB, com tais mudanças, não pretende
extinguir os conselhos responsáveis por coordenar os trabalhos
de forma direcionada, (como por exemplo, o CONAJE), e sim fazer com
que este se mobilize mais, sendo o liame entre a Secretaria e a Juventude,
valendo ressaltar que é muito importante também a atuação
dos Sínodos neste trabalho, pois estes vão incentivar
os trabalhos com as diferentes plataformas (jovens, crianças,
adultos, etc), solicitando materiais, enviando projetos, organizando
oficinas, etc., com o apoio e patrocínio do DEC (Departamento
de Educação Cristã).
Abriuse então um espaço para questionamentos. O jovem
Alex Santos pergunta: “Quem executa as proposições
do CONAJE e CONGRENAJE e como a Secretaria Geral acompanha este processo?”.
O P. Romeu responde afirmando que quem executa são os Sínodos
e quem assessora é o DEC. Com estes esclarecimentos deuse
por encerrado o programa da tarde.
À noite, as atividades se iniciaram com algumas palavras de
Silvia Weingärtner, Coordenadora do MJ (Ministério Jovem),
e também houve a apresentação da banda da Paróquia
São Mateus de Joinville, convidada por Silvia. Tal participação
aconteceu, pois o CONAJE, em conjunto com o MJ, vem tentando ter um
diálogo com os diversos grupos existentes na IECLB, com o objetivo
de abraçar (tentar, pelo menos) a diversidade existente. Porém,
uma falha que vale ser ressaltada: não houve uma preparação
dos e das jovens para tal. Os coordenadores e coordenadoras não
foram comunicados, para que reunissem os e as jovens de seus sínodos
e houvesse uma conscientização, que é um movimento
diferente do que estavam acostumados, porém, que é uma
linha que existe na IECLB, devendo ser respeitado, assistido, e que
bom que existe tal variedade. O que provocou choque em alguns jovens,
pois nunca tinham ouvido falar do “Movimento Encontrão”.
Isso mostra como a formação e a comunicação
em nossa igreja precisa ser revista e melhor distribuída, ao
invés de se concentrar nas mãos das lideranças
leigas e pastorais.
Quarta
O dia começou com uma oração da manhã.
Também se registrou a presença da Sra. Carolina Schultz,
representando o Conselho da Igreja. Depois, houve uma palestra com
participantes de projetos sociais (Pastores, pastoras, catequistas,
etc), falando de suas experiências, da dificuldade e da gratificação
de ajudar ao próximo necessitado, mostrando o envolvimento
da IECLB com inúmeras causas sociais.
Inicialmente, o P. Ildemar Kanitz apresentou um projeto da Pastoral
Escolar do Colégio Sinodal de São Leopoldo RS. O Projeto “Tribo
Manacô” tem como lema “Viver para repartir, repartir
para viver” e aproxima alunos do serviço diaconal. O Projeto
envolve o grupo indígena Kulina, buscando nos seus princípios
de reciprocidade e solidariedade o conhecimento das diferentes culturas
e o exercício da cidadania.
Em seguida, a Cat. Rosilene Schultz apresentou o “Projeção – Projeto
Jovens em Ação”, da cidade de Guarapuava–PR.
O Projeto fornece oficinas de formação juvenil e busca
desenvolver as habilidades dos e das participantes, por meio de trabalhos
artesanais e cursos de formação profissional. É coordenado
por um obreiro da IECLB, instituição parceira do Projeto,
também vinculado à Prefeitura Municipal, ao Sesi, ao
Senai e ao Fundo da Infância e Juventude (FIA).
A terceira apresentação foi realizada pela Pa. Miriam
Ratz. Ela expôs dois dos quinze projetos da ONG “Com Saúde”,
da cidade de Porto Nacional – TO, que têm como foco, educação,
saúde, cultura e agricultura familiar. O primeiro deles é uma
de artesanato e produção rural que visa proporcionar
espaço de geração de renda às famílias
envolvidas. O segundo projeto é o “Centro das Crianças”,
que promove noites culturais com a participação de grupos
de música e dança, além de oferecer cursos prévestibulares,
oficina de percussão, artesanato, dança e gastronomia.
A ONG recebe auxílio de jovens luteranos que repassam seus conhecimentos
e dons para os e as integrantes dos projetos. Por fim, Gabrielly Ramlow
apresentou o trabalho do ASPA – Apoio, Solidariedade e Prevenção à AIDS,
da cidade de São Leopoldo – RS. O ASPA é uma instituição
filantrópica, que desde o ano de mil novecentos e noventa e
dois, contribui para a implantação e qualificação
de políticas públicas relacionadas à prevenção
de doenças sexualmente transmissíveis e HIV e melhoria
da qualidade de vida dos portadores do mesmo. Gabrielly destacou as
campanhas: “A prevenção vai a Escola”, “Redução
de danos”, “Solidário noite” e “Acolhida”.
Na parte da tarde, aconteceu uma gincana, sendo as e os participantes
divididos em grupos através de uma dinâmica (doze pessoas
ficaram com uma fita, caracterizando a base do grupo, depois, uma pessoa
se juntava à base, voluntariamente, e este, logo após,
se dirigia à platéia e buscava mais uma pessoa, esta,
por sua vez, buscava outra, e assim por diante, até completar
o grupo). Todas as e os participantes ficaram amarrados uns aos outros
por fitas, formando um círculo, mas, que não era fechado.
Com isso, foram feitas diversas provas (compor uma paródia com
o tema do congresso; encenar um texto bíblico; entre outras).
No final, o prêmio foi repartido entre todos os e as participantes
(bombons), para simbolizar a união, já que passaram a
atividade toda amarrados.
Na parte da noite, houve um culto, celebrado à luz de velas,
com uma mensagem de motivação, consolo e reflexão,
tocando o coração de muitos jovens, sendo um momento
muito especial que marcou a muitos para toda a vida.
Foram distribuídas as camisetas do evento, todas em preto e
branco, sendo disponibilizadas tintas de tecido e um espaço,
para que cada um desse seu toque pessoal em sua camiseta pintandoa
da forma que desejasse.
Quinta
Na parte da manhã, como todos os outros dias, as atividades
se iniciaram com uma meditação, foi um momento de recuperar
idéias, vivências e discussões que vinham sendo
realizadas durante a semana. O Cat. Cláudio Becker motivou,
a partir do tema geral, os jovens a pensarem sobre todos o projetos
apresentados e discutidos no Congresso. Convidou algumas pessoas para
recuperarem os assuntos até ali levantados e incentivou os e
as jovens para que se ocupem com a elaboração de propostas
que os comprometa, enquanto jovens cristãos, com o processo
de transformação do mundo. Inicialmente a Pa. Sisi Blind
lembrou dos textos bíblicos com os quais havia trabalhado relacionandoos
com situações que tinham aparecido nas atividades do
Congresso. Utilizou como exemplo a pintura das camisetas, realizadas
com o uso de materiais diversos, diante da dificuldade em fazêla
com os pincéis disponibilizados.
O desenvolvimento dos dons deveria darse nestas pequenas atitudes,
a partir do que já existe dentro de cada um e de cada uma, diante
das condições que cada realidade possui. Da mesma forma,
a Pa. Sisi lembra do desafio colocado aos e as jovens neste Congresso
e pede um comprometimento coletivo com ele: escrever uma carta aberta, às
comunidades e aos grupos da IECLB, sobre a atual conjuntura do país.
Neste sentido, a Pa. Miriam Ratz apontou propostas sobre a transformação
do mundo que vinham surgindo entre os e as jovens durante o CONGRENAJE.
O Cat. Cláudio lembrou que o exemplo de transformação
do mundo vem do próprio Jesus Cristo, que a partir das condições
de vida das pessoas, transformou realidades a fim de que o Reino de
Deus pudesse acontecer em sua plenitude. A partir do texto de Romanos
12.2, lembrou que, não enquanto futuro da Igreja, mas enquanto
seu presente, a juventude luterana deve olhar para o mundo com um olhar
crítico e questionador, visto que Deus espera destes e destas
jovens uma atitude. A oração aparece, na vida cristã,
enquanto uma ação, pois a partir dela projetamse outras
ações. Com base no texto de Mateus 9.3538, o Cat. Cláudio
pergunta aos e as jovens como se colocam na condição
de discípulas e discípulos e também de questionadores
da própria forma de viver, visto que com o Batismo todas as
pessoas são revestidas de Cristo e, portanto engajadas com o
Reino de Deus. Em seguida, realizouse uma dinâmica, onde, os
mesmos grupos da gincana do dia anterior, se reuniram para realizar
uma atividade utilizando uma folha de papel pardo. A missão
era desenhar uma cidade, com os estabelecimentos que foram passados
(igreja, rodoviária, área pobre, área rica, etc).
Esta dinâmica tinha como objetivo exercitar a visão social,
econômica e ecológica, com os e as jovens servindose
de seus conhecimentos, mostrando quão interessados ou alienados
estes estão para o mundo à sua volta. No retorno, o Cat.
Cláudio questionou em quais destes espaços e destas profissões,
pensados a partir do espaço físico da formação
que cada grupo deu à aldeia, acabavase por reafirmar a estrutura
de um mundo que não se deseja e que se quer transformar.
Na parte da tarde, os e as jovens optaram pelas oficinas de seu interesse
oferecidas pelo Fest´Art (Espiritualidade; Entre altos e baixos,
vivendo a juventude: possibilidade de trabalhos com jovens; Jogos para
Paz; Dinâmicas de grupo; Canto coral; Composição
/ Instrumental / Banda; Reciclagem criativa; Sexualidade e Responsabilidade;
etc). A partir de suas áreas específicas, pensariam o
tema do Congresso Nacional.
Na parte da noite, os jovens vestiram suas camisetas pintadas, se
adornaram com lenços que tinham o símbolo do CONGRENAJE
e pintaram o rosto com a sigla “JE”. Em seguida, os jovens
se dirigiram para o centro de Joinville, onde seria realizado o “Grito
da Juventude”. Primeiramente, foi feita uma visita à histórica
Paróquia Bom Pastor, sendo esta, uma das mais antigas da cidade.
Foram relatadas algumas curiosidades e pontos da história desta
Igreja. Depois, houve um momento de louvor e oração,
e assim, fortalecidos espiritualmente, os e as jovens partiram para
a caminhada. Apesar do tempo chuvoso, não faltou disposição
e animação. No final do trajeto, reuniramse em frente
ao Mercado Municipal, onde a banda formada por jovens participantes
do Congresso, tocou também hinos naquele local. Depois, todos
retornaram para o Recanto da Paz de ônibus, alugados pelo CONAJE.
Sexta
O dia se iniciou com um culto, onde a Pa. Miram Ratz, juntamente com
o e a jovem que foram ao intercâmbio da ELCA, expuseram o relatório
do mesmo. Logo após este, as pessoas com direito a voto de cada
Sínodo se reuniram e tiveram início as atividades de
votação no congresso. O Sínodo Sudeste teve dois
delegados, além do atual Coordenador, todos com direito a voto.
Foram apresentados todos os obreiros e obreiras presentes e, os Sínodos
foram desafiados a apontar quais seriam candidatos ou candidatas aos
cinco lugares de obreiros/as orientadores/as do CONAJE. A escolha destes
teve como resultado:
Titulares P. Olmiro Ribeiro Júnior, Cat. Rosilene Schultz,
P. Gerson Echelmeier, P. Valdir Grooman e Pa. Sisi Blind.
Suplentes P. Luciano Miranda Martins, Pa. Jaqueline Schneider, P.
Ricardo Cassen, P. Fabio Rutz e P. Roni Balz.
Na continuação dos trabalhos, passaram para a votação
das moções e revisão das diretrizes. Isso foi
necessário, tendo em vista as mudanças que vem ocorrendo
na IECLB, com a Secretaria Geral.
Na parte da tarde, tiveram continuidade as atividades das oficinas
do Fest´Art.
À noite, foram terminadas as discussões e votações
da parte da manhã, pois alguns assuntos haviam ficado em aberto,
sendo as seguintes propostas:
a) “Que a primeira reunião da nova gestão do CONAJE
seja com um seminário de formação”;
b) “Que o CONAJE do próximo biênio estude a formação
de um grupo de trabalho, procurando contemplar a diversidade de segmentos
de trabalhos de jovens e das diversas linhas teológicas da IECLB”,
onde a criação deste grupo deva ser aprovada em Congresso
Nacional;
c) “Que o CONGRENAJE e o Fest’Art aconteçam em anos
separados, visando à otimização de ambos”,
onde foi decidido que o novo CONAJE estudaria tal questão, a
ser levado tal estudo no próximo Congresso.
d) “Eixos de trabalho para o próximo CONAJE”.
Após tal, o P. Gerson efetuou a leitura da carta da mensagem
final do Congresso Nacional, e seguiramse as apresentações
das oficinas e a entrega dos presentes de “Amigo Presente”.
Houve também uma confraternização final, onde
os e as jovens se reuniram e divertiramse em um ambiente descontraído
com música.
O Culto de Encerramento do Décimo Oitavo CONGRENAJE aconteceu
na manhã do dia vinte e nove. A mensagem do culto teve como
base a carta sobre a atual conjuntura do país (em anexo). Realizouse
ainda a instalação dos novos membros que compõe
o CONAJE, além de agradecimentos e despedidas.
O Sínodo Sudeste teve 16 jovens participando deste evento, sendo três
delegados, havendo uma representação de todos os núcleos
do sínodo. É importante ressaltar e agradecer por todo apoio
dado pelo Sínodo e pelos pastores e pastoras para a participação
neste evento, valendo frisar, principalmente, o empenho dos e das jovens que
realizaram diversas atividades para arrecadar fundos, e mobilizar todos para
a ida ao Congresso. Mais especial ainda, e necessário lembrar toda a
ajuda que os membros das comunidades, os presbitérios, enfim, todos,
nas comunidades deram para que nós, Juventude Luterana do Sínodo
Sudeste, marcássemos presença neste evento.
O Congresso acabou, e os jovens voltam para suas casas com uma ponta
de saudade do que viram, ouviram, sentiram e viveram. Ficam as lembranças
para toda a vida e a vontade de continuar na vida cristã, na
vida de suas comunidades e da sua Juventude, passando isto adiante.
E que os e as jovens sempre caminhem vivendo e descobrindo seus dons,
adoçando suas vidas, e a dos que estão ao seu redor,
para poder assim, vivendo em Cristo, e propagando seu evangelho, transformar
o mundo em um lugar melhor para todos e todas nós, filhos e
filhas de Deus.
Agradecimentos,
Juventude do Sínodo Sudeste