1 Pedro 3.15-18

Auxílio Homilético

23/05/1993

Prédica: 1 Pedro 3.15-18
Leituras: Atos 17.22-31 e João 14.15-21
Autor: Heinz Ehlert
Data Litúrgica: 6º Domingo da Páscoa
Data da Pregação: 23/05/1993
Proclamar Libertação - Volume: XVIII

1. Considerações exegéticas

Incluí, no trecho a ser estudado, os vv. 13 e 14 deste cap. 3. O texto proposto para a pregação começaria apenas com o v. 15, indo até o 18 e, eventualmente, ao 22. Considerarei apenas os vv. 13-18. O trecho, objeto deste estudo, encontra-se no contexto de exortações quanto à conduta da comunidade cristã. Trata-se, pois, de ética. Depois de uma série de exortações de caráter geral e quanto a situações específicas da vida (2.11 — 3.12), segue um bloco de exortações a respeito da conduta dos cristãos no mundo e na sociedade em que são colocados (3.13-4.6). O nosso trecho é a primeira das três partes deste bloco, sendo que, por alguns, o v. 18 já é considerado pertencente à segunda parte deste bloco.

As exortações sugerem que os seus destinatários, cristãos provenientes do paganismo, estão expostos a vários tipos de hostilidades e adversidades por causa de sua conduta, agora diferente, por terem abraçado a fé em Jesus Cristo e aderido a um novo agrupamento: a comunidade cristã.

V. 13 — No versículo anterior, era afirmado que o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males. Daí parecer óbvio que não pode sofrer maus tra¬tos quem pratica o bem. O ora (kai, em grego) expressa isto. O termo maltratar é forte. Sugere agressão física. Causa dor e sofrimento. Em si, não é lógico alguém sofrer maus tratos por ser zeloso do que é bom, não numa sociedade e num governo que observam leis vigentes e praticam a justiça.

Firma-se o princípio de que os cristãos, devido à nova condição, em que se encontram pela fé, sejam zelosos do que é bom. O conteúdo concreto do que é bom não fica definido. Admite-se que seja de domínio comum. No império romano, devia ser conhecido o zelo do zelotes, estes guerrilheiros que pretendiam derrubar, com violência, o poder dos romanos na Palestina. Os cristãos são exortados a serem zelosos, justamente o contrário de violência.

V. 14 — (...) ainda que venhais a sofrer (...). O autor da carta conta com esta possibilidade. Os cristãos, mesmo praticando somente o bem, estão sujeitos a sofrimentos: adversidades, hostilização e mesmo perseguição por causa da justiça, i. é., por praticarem a vontade de Deus. Se isto, porém, vier a suceder: (...) bem-aventurados sois! (cf. 4.14-16). Impõe-se a lembrança da palavra de Jesus em Mt 5.10-11. Como assim? Porque os cristãos têm a boa consciência se lutarem por uma causa justa, se sofrerem afrontas por causa do nome de Jesus (cf. At 5.42).

A exortação continua insistindo que não se amedrontem, pois é este justamente o propósito dos não-cristãos: intimidar os cristãos, para ver se desistem. Convoca-os a manterem-se inabaláveis, não deixando desestruturar-se. O que pode ajudai a manter tal postura é meditar na palavra do mestre Jesus, fazendo o que recomenda o versículo seguinte:

v. 15 — São chamados a (...) santificai a Cristo, como Senhor (...). Santificação não é obra do Espírito Santo? O que se espera é que os cristãos levem uma vida digna da santidade de Cristo. Não temam homens, mesmo que tenham poder sobre nós, mas temam a Deus sobre todas as coisas (cf. Is 8.12-13). Pela lembrança de Isaías, Cristo (a quem santificar como Senhor) é identificado com o Senhor do Exércitos, i. é., com o próprio Deus.

No coração sentimos as perturbações. Temendo unicamente a Cristo, o medo de homens e poderes poderá ser expulso, para seguir o exemplo do Senhor.

Nova direção nas exortações: (...) preparados para responder (...). Então os cristãos poderão ser indagados a respeito do que afirmam e fazem. Poderia até ser acusação em juízo, embora o texto não diga nada nesta direção. Importante é que a cabeça esteja pronta: deve estar bem refletido o conteúdo da fé, da esperança que vive nos cristãos, a ponto de determinar suas palavras e ações. Mesmo num clima de hostilidade (por parte de não-cristãos), estes não podem perder de vista a oportunidade de testemunhar sua fé e esperança: a dimensão missionária. Da viva esperança mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos já foi falado no início da carta (1.3). É algo que deve ser chamado muito à atenção dos de fora, principalmente considerando o clima de desesperança reinante na época, em termos econômicos e políticos. É claro que o testemunho da esperança teve seu acento no escatológico. Mas tinha implicações para a conduta aqui e agora.

v. 16 — Com vistas ao efeito de seu testemunho, os cristãos devem, além de tudo, cuidar da maneira como falam, como chega aos destinatários: com mansidão e temor (a Deus) e com boa consciência. Do contrário, fechar-se-ão portas, ao invés de se abrirem. Ao que tudo indica, o autor espera que tal procedimento faça com que a comunidade cristã ainda obtenha, algum dia, o reconhecimento público, quando as acusações lançadas sobre ela se mostrarem falsas. Então os atuais acusadores, difamadores, seriam envergonhados. Ou será que isto se espera somente no juízo final? (Cf. 4.5 e 18.)

v. 17— (...) se for da vontade de Deus (...). Conta-se com a hipótese de que Deus inclua em seu plano o sofrimento para os cristãos. É difícil aceitar tal pen¬samento, quando o evangelho nos mostra o Deus de amor. Nunca, porém, é da vontade de Deus que o cristão pratique o mal e sofra por isso. Pois aí estaríamos obedecendo ao maligno, adversário de Deus e dos homens.

v. 18— Sofrer inocentemente. Assim os cristãos estarão seguindo o exemplo de Cristo. Será um testemunho de obediência total a Deus. Mas aí também termina a semelhança. Pois o sofrimento de Cristo até a morte na cruz é singular, não tem comparação. Nós sempre somos pecadores, embora justificados pela fé. Cristo, porém, morreu — uma única vez pelos pecados. Sua paixão até a morte tem significado e efeito superior. Os injustos são todos, toda a humanidade (cf. 2.24; Jo 2.2; Rm 3.21-23). Este fato exclui qualquer possibilidade de autopurificação e autojustificação. Assim é exaltada a obra de Cristo. Olhar para ele dará condições aos cristãos de suportarem Sofrimento imerecido, testemunhar com coragem e sabedoria sua fé e esperança e ainda ser um fermento de transformação na sociedade em que vivem.

2. Meditação

O bem e o mal. A serpente, como voz do maligno, prometia na história da tentação do Génesis: (...) como Deus, sereis conhecedores do bem e do mal (Gn 3.5). E eles conheceram e praticaram o mal, sofrendo as consequências do rompimento da relação com Deus. Mas não é só na religião que se lida com estes dois conceitos. Em qualquer grupo humano, sociedade ou nação, encontramos definições e padrões do bem e do mal. Mais do que isso: foram estabelecidas leis e punições aos infratores, a respeito do bem e do mal. Autoridades foram instituídas para garantir o cumprimento das leis e normas, castigando os infratores. Nesta mesma carta, há referência expressa a isto, conferindo às autoridades do Estado a função (conferida pelo próprio Deus) de punir os que praticam o mal e louvar os que praticam o bem (2.14). À grande dificuldade parece ser a de definir, de maneira universalmente aceita, o que afinal seja o bem e o mal. Os nazistas afirmavam que bom é o que serve ao povo (alemão) e praticaram crimes hediondos em nome deste bem. Em nosso século, foi formulada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Uma tentativa de estabelecer um padrão universalmente aceito do bem e do mal, comprometendo as nações que a assinaram (o Brasil está entre elas) a observarem este mesmo padrão.

Não tem sido nem será garantia de que realmente estes princípios sejam respeitados por governantes ou cidadãos entre si. Mas aqui estamos falando da comunidade cristã. Ela está sempre inserida na sociedade, no mundo em que vive e atua. Ela precisa sujeitar-se às leis vigentes. Os seus padrões éticos não podem ser piores do que os válidos na sociedade. Têm que ser melhores. E o que é mais importante: o seu comportamento deve qualificá-los como zelosos do que é bom. Os cristãos, portanto, nunca podem acomodar-se, nadando com a correnteza simplesmente. A sua conduta e atuação na sociedade se orientam na Palavra de Deus, no evangelho de Cristo. Não podem contentar-se em levar uma vida tranquila, por não terem en¬trado em conflito com normas, tradições ou leis vigentes. Precisam falar e agir em conformidade com os preceitos divinos, a lei do amor, tendo em vista o bem comum, o respeito à criatura de Deus, quer sejam os seres humanos ou a natureza: preservação da vida no planeta.

Fazendo isto, porém, podem facilmente entrar em conflito com poderes, sejam políticos, económicos ou de outra natureza. Exemplos disso tivemos, no passado recente, nos países socialistas/comunistas. Hoje, as igrejas de lá são acusadas de não se terem manifestado mais claramente contra ações políticas de desrespeito aos direitos humanos ou à natureza. Na época, isso era muito perigoso.

E em nosso meio? Pode não parecer conveniente abrir a boca para criticar governantes ou donos de empresas, quando o nosso emprego depende deles.

Ou já passamos por experiências onde pusemos nossa cabeça a prémio (e, por extensão, o bem-estar de nossa família) para obedecer, sobretudo, a Deus e à nossa consciência presa à Palavra de Deus? Assim aconteceu a irmãos luteranos em El Salvador e outros lugares da América Latina. Foram ameaçados de morte ainda recentemente. São (falsamente) acusados de compactuar com a guerrilha ou grupos terroristas. Na verdade, apenas se empenharam por mais justiça e pela dignidade da pessoa humana. Quem procurar viver e agir de acordo com sua consciência (que já foi, uma vez, a característica dos luteranos) pode ser tachado de fanático, atraindo sobre si desprezo e até perseguição.

Um outro exemplo seria a atuação de policiais despreparados, que agem com violência contra cidadãos. Algo assim aconteceu quando foi dissolvida uma passeata de aposentados em Florianópolis. Quem tem coragem de abrir a boca ou iniciai um movimento, visando coibir tais procedimentos? Muitos se arriscaram e se arriscam ainda em defesa dos mais fracos e espoliados: indígenas, sem-terra e outros. Tudo isto significa atuar como zelosos do que é bom. Uma piedade particular, individualista, que se limita à meditação, culto e oração não pode ser própria do cristão. Mas a vivência cúltica da comunidade sentirá de inspiração e dará força para enfrentar o sofrimento por causa da justiça. De outro modo, vai ser difícil aguentar. A meu ver, o bem-aventurados sois só poderá ser compreendido e experimentado nesta hipótese. E isso será, então, santificar a Cristo como Senhor, nos corações. O cultivo da vida espiritual não pode ser negligenciado, sob pena de um esvaziamento da postura ética.

A atuação do cristão na sociedade inclui o testemunho verbal. Precisa falar de sua fé que dá base à ética, e da esperança que nos move. Em qualquer circunstância, ainda que fosse numa prisão ou perante um tribunal.

Não se deve, pois, perder de vista a dimensão missionária. Somos enviados com o evangelho. O nosso texto fala em responder (v. 15). Supõe-se, portanto, que alguém pergunte. Nem se exige que o cristão seja agressivo no testemunho, mas saiba sentir o momento oportuno. Aí deve estar preparado. Será que nós estamos? Quem sabe, o nosso acanhamento em testemunhar tenha sua raiz justamente nisso: não nos sentimos preparados. Preparados para explicar de maneira compreensível e atraente, levando a sério o outro. Pouco vão adiantar polêmica e discussão para convencer o outro. Um testemunho espontâneo e singelo que respeita a outra pessoa (luterana/cristã ou não) vai conseguir muito mais. De maneira nenhuma des¬conversar, envergonhando-se de sua condição de membro da igreja, do povo de Deus. Percebendo em nós outro tipo de esperança, que vai além desse mundo, as pessoas vão querer saber mais. Especialmente num ambiente como o nosso, onde crendices as mais diversas exploram o místico, fazendo promessas falazes. Basta transmitir-lhes o evangelho da ressurreição. Nisto se baseia a viva esperança dos cristãos.

É sempre doloroso quando as pessoas falam contra (v. 16) nós, i. é, fazem fofoca. Mas poderia ser também denúncia de poderosos. Ninguém se sente bem quando é alvo disso. O cristão procura não dar motivo, mas não vai poder evitar de todo. Talvez um dia vão reconhecer que era tudo sem fundamento e mentiroso. Mas o estrago estará feito. Faz parte das aflições (Jo 16.33) que também o cristão passa neste mundo.

O sofrimento do cristão deve ser considerado sob este aspecto. Sem dúvida, é também consequência do pecado. Às vezes, até consequência de um pecado constatável específico. Por exemplo, ofensa e difamação trarão, mais cedo ou mais tarde, brigas e, por conseguinte, sofrimento. Mas, em nosso trecho, trata-se de sofrimento inocente, por causa da justiça. O natural é que o atingido queira defender ou vingar-se. Só que não corresponde ao exemplo de Cristo. Sofrer não significa ficar passivo. O próprio Cristo só se calou quando falar absolutamente não fazia mais sentido. Sofrer adquire um outro sentido quando meditamos na paixão de Cristo. Embora nunca possa ser igualado, coloca o sofredor ao lado do Mestre. Ele que sofreu e morreu pelos pecados dos outros, adquirindo-lhes salvação. Assim abriu o acesso a Deus. É a reconciliação dos filhos pródigos com o Pai Celeste. Somente olhando para o Redentor, Autor e Consumador da fé, poderemos resistir ao mal e renovar forças para cada nova adversidade que se apresentar. Ao morrer, Jesus superou a morte, pois ressurgiu e está junto a Deus. Vive e voltará para nós. Isto dá perspectiva à vida dos mortais, sofredores, perseguidos por causa da justiça, mas esperançosos de novo céu e nova terra, onde reina a justiça.

3. Indicações para a prédica

O trecho escolhido para a pregação são os vv. 13-18. São matéria suficiente para uma prédica. A matéria dos vv. 19-22 seria tema para um estudo específico.

No trecho em pauta, vejo um acento na mensagem sobre o procedimento dos cristãos como cidadãos do Reino de Cristo, mas inseridos neste mundo. Este procedimento se fundamenta na fé em Cristo, que sofreu, morreu e ressurgiu. Esta fé precisa ser apurada no fogo da adversidade do sofrimento.

Convém trazer um exemplo de prática de injustiça em nosso meio; por exemplo, o extermínio de crianças, a exploração do homem pelo homem, a opressão política ou econômica, a omissão de autoridades no cumprimento da lei. Eu começaria com o exemplo do bispo luterano Medardo Gomes, de El Salvador, e seu procedimento na guerra civil salvadorenha. A Igreja defendeu o ser humano, vítima dos conflitos pelo poder. O bispo, sempre vigiado, preso e ameaçado de morte, tem me¬do, mas continua ajudando e defendendo os injustiçados, perseguidos, enfim, os mais fracos. Outros exemplos mencionamos na meditação. Discorrer sobre o que seja zeloso do que é bom. Com isto pode acarretar sofrimento e perseguição. Fica a pergunta: Como aguentar? No centro, deve estar o sofrimento de Cristo e o que significou: redenção dos pecadores, a sua vitória na ressurreição. Meditar e inspirar-se nisso dá força ao testemunho.

Não deve faltar a dimensão missionária. O procedimento (ações, atitudes) correto deve ser acompanhado do testemunho verbal: explicar a razão da esperança que há em nós. Procurar enfocar situações onde este testemunho é possível e exigido. Omitir-se seria renegar a fé. Admitir nosso despreparo. Devemos o evangelho inclusive aos inimigos da Igreja. Precisamos de comunhão com os irmãos e instrução na fé.

No final, fundamentar e caracterizar a esperança que há em nós. Poderíamos pensar no seguinte roteiro:

L O cristão entre o bem e o mal — o que fazer?
2. O exemplo de Cristo — semelhança no sofrimento e singularidade.
3. Nosso compromisso — testemunhar a viva esperança que há em nós.

4. Considerações litúrgicas

Tradicionalmente conhecido como Domingo Rogate dentro do calendário litúrgico luterano, o 6° Domingo de Páscoa, pelos textos indicados nesta série, não dá ênfase à oração. Antes, encontra-se um acento na mensagem da Páscoa: ressurreição, segunda vinda, juízo e vida eterna. O escatológico, a viva esperança dos cristãos. A liturgia toda, portanto, deveria refletir sobre esta temática. Hinos da Páscoa, mas também do grupo Morte e Vida Eterna, seriam apropriados.

Onde houver apenas uma leitura bíblica, sugiro a de Jo 14.15-21, pois já estamos perto de Pentecostes. Está aí também a afirmação de Jesus: (...) porque eu vivo, vós também vivereis.

Seria, talvez, recomendável um breve comentário antes da confissão do Credo, chamado a atenção para a ênfase sobre as últimas coisas (escatologia) no Credo (2° Artigo e final do 3° Artigo).

Na oração final, não esquecer de interceder por pessoas enlutadas, citando nominalmente a família que tiver recentemente perdido um ente querido. Por aqueles que, em qualquer parte do globo, sofrem por causa da justiça, zelosos do que é bom, defendendo a vontade de Deus, empenhando-se pela vida e dignidade humana (por exemplo, em El Salvador).

Convinha também incluir a intercessão pelos povos indígenas no Brasil e nas Américas.

5. Bibliografia

-HAUCK, Fr. Die Kirchenbriefe, in: Das Neue Testament Deutsch. 5a. ed., Vandenhoeck/Ruprecht, Göttingen. 1949.
-HOLMER, U. Die Briefe des Petrus und Judas, in: Wuppertaler Studienbiel. 2a. ed. Brockhaus, Wuppertal, 1978.
-KISS, I. Meditação sobre I Pe. 3.8-15a (15b-17), in: Pastoral — Theologie Göttinger Predigt-Meditationen, Vandenhoeck e Ruprecht, Heft 5, Göttingen, 1988.
-MUELLER, E. R. I Pedro. 1a ed., Edições Vida Nova e Editora Mundo Cristão, São Paulo, 1988.
-VOIGT, G. Meditação sobre I Pe 3.8-15a(15b-17), in: Die Himmlische Berufung. Vandenhoeck & Ruprecht, Göttingen, 1981.


Autor(a): Heinz Ehlert
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Páscoa
Perfil do Domingo: 6º Domingo da Páscoa
Testamento: Novo / Livro: Pedro I / Capitulo: 3 / Versículo Inicial: 15 / Versículo Final: 18
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1992 / Volume: 18
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 13534
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Martim Lutero
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