1 Tessalonicenses 1.1-5a

20/10/2002

Prédica: I Tessalonicenses 1.1-5a
Leituras: Salmo 96.1-10 e Mateus 22.15-21
Autor: Nestor Paulo Friedrich
Data Litúrgica: 22º Domingo após Pentecostes
Data da Pregação: 20/10/2002
Proclamar Libertação - Volume: XXVII
Tema:

1. Introdução

Ao escrever sua carta à Igreja em Tessalônica, o apóstolo Paulo o faz motivado por um profundo sentimento de gratidão a Deus por essa Igreja. Isto fica evidente quando constatamos que, em três momentos distintos, deparamos-nos com expressões de gratidão e louvor pela comunidade: 1) 1.1-10: pela boa situação em que se encontra a comunidade; 2) 2.13-16: gratidão pela perseverança da comunidade num contexto de perseguição; 3) 3.6-10: alegria e gratidão pelas boas notícias trazidas por Timóteo a respeito da comunidade. O louvor e a ação de graças a Deus pela comunidade em 1 Ts brotam de uma realidade marcada por dificuldades, sofrimentos, conflitos, perseguições. Refletem uma situação de etapa vencida, superada.

Louvor e ação de graças pelas conquistas realizadas são fundamentais para a caminhada da Igreja, para a superação das adversidades, até mesmo para a superação das tristezas, do desânimo que marcam a caminhada da Igreja hoje. Louvor e ação de graças impulsionam para frente, animam a caminhada, fortalecem a fé, a esperança, consolidam a identidade e o sentimento de pertença à Igreja de Jesus Cristo.

2. O texto – 1 Ts 1.1-5a

V. 1 – Paulo, Silvano e Timóteo à Igreja dos tessalonicenses em Deus Pai e no Senhor Jesus Cristo, graça e paz a vós outros.

V. 2 – Damos sempre graças, diante do nosso Deus por todos vós, mencionando-vos em nossas orações e, sem cessar, [// 1 Ts 2.13]

V. 3 – recordando-nos, diante do nosso Deus e Pai,
– da operosidade da vossa fé,
– da abnegação [kópou] do vosso amor
– e da firmeza [hypomone] da vossa esperança [elpiso]
– [1 Ts 5.8]: couraça da fé
– e do amor
– e tomando como capacete a esperança da salvação em nosso Senhor Jesus Cristo,

V. 4 – reconhecendo, irmãos, amados de Deus, a vossa eleição,

V. 5a – porque o nosso evangelho não chegou até vós tão somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção. [// 1 Ts 2.13]

3. “Estes procedem contra os decretos de César” (At 17.7)

Tessalônica era a capital da Macedônia, uma cidade portuária. Estava conectada pelas estradas mais importantes da época ao mundo de então. Isso lhe dava grande mobilidade. O comércio era intenso. Disso resulta que a população é heterogênea, assim como também a sua religiosidade. Nessa cidade, os judeus têm a sua sinagoga. Paulo chega a Tessalônica vindo de Filipos. Em Filipos, Paulo e Silas foram acusados de estar perturbando a cidade, “propagando outros costumes” (At 16.20-21), que não são romanos. O relato da estada de Paulo e Silas em Tessalônica encontramos em At 17.1-9. Também aí a pregação do Evangelho provoca fortes reações. Paulo anuncia a Palavra na sinagoga. Sua pregação surte efeito, e “numerosa multidão de gregos piedosos e muitas distintas mulheres” (At 17.4) aderem ao cristianismo. Já a reação dos judeus é violenta, a ponto de tumultuar toda a cidade. A acusação é que estão “transtornando o mundo” (At 17.6) e que “procedem contra os decretos de César, afirmando ser Jesus outro rei” (At 17.7). O resultado dessa acusação é uma grande agitação na cidade. Paulo e Silas fogem de Tessalônica e vão para Beréia. Ao tomarem conhecimento de que Paulo anunciava a Palavra de Deus em Beréia, judeus de Tessalônica vão para lá para “excitar e perturbar o povo” ( At 17.13). Esta síntese dos acontecimentos que antecedem a chegada de Paulo em Tessalônica e a posterior reação mostram que o cristianismo provocou diferentes reações. Muitas foram violentas, outras de aceitação.

Excurso: As acusações contra os cristãos nos três primeiros séculos d. C.

As acusações contra Paulo e seus companheiros mostram que, desde cedo, a ecclesia tinha práticas próprias, diferentes daquelas que davam sustentação à política romana, fortalecida pela conivência da grande maioria da população. Os cristãos, enquanto ecclesia, despertavam a atenção, a desconfiança, o ódio. As acusações que os cristãos sofreram foram uma ação e reação de pessoas com as quais compartilharam um mesmo contexto vital. Elas mostram que a primeira dificuldade dos cristãos não se deu com o Estado romano ou com suas autoridades. As acusações vieram da vizinhança e se caracterizavam por insultos e calúnias. Quais foram as acusações feitas aos cristãos nos três primeiros séculos d.C.? Tertuliano afirma que “não há grito maior contra os cristãos que o da população”. Essa perspectiva é confirmada por 1Ts 2.14 e pelas iniciativas contra Paulo que vieram da população e das autoridades locais. Os “ditos de perseguição” também evidenciam que a perseguição contra os cristãos tinha sua origem naqueles que estão próximos (Mc 13.9-13; Mt 10.17; Lc 21.12-17).

Oficialmente, até os editos de Diocleciano no ano de 303 d.C., a fé cristã não era proibida. Não havia nenhuma lei específica contra os cristãos ou contra a religião cristã. Apesar disso, era cada vez mais freqüente que cristãos fossem hostilizados, levados a julgamento, condenados e comunidades inteiras perseguidas. Quais foram os motivos alegados? Como foram justificadas e fundamentadas as condenações? Afinal, o que havia de tão perigoso e digno de castigo nos cristãos?

Dentre as acusações contra os cristãos apareceram repetidas vezes os crimes e as imoralidades – as flagitia – pelas quais os cristãos, já sob Nero, sofreram o ódio por parte da população. Cornélio Tácito (ca. de 55-120 d.C.) escreveu nos Anais (XV, 44) o seguinte: “Nero apresentou como cupados e entregou aos tormentos mais refinados pessoas destacadas por suas torpezas, que a multidão chamava de “cristãos”. Esse nome lhes vem de Cristo, que, no principado de Tibério, o procurador pôncio Pilatos entregou ao suplício; reprimida na ocasião, essa execrável superstição [funesta, fatal, mortal]) fazia irrupção novamente, não só na Judéia, berço do mal, mas também em Roma, para onde converge e onde se espalha tudo o que há de horrendo e vergonhoso no mundo. Começou-se, portanto, por perseguir aqueles que confessavam; depois, por denúncia deles, uma multidão imensa, e eles foram reconhecidos culpados, menos do crime de incêndio do que em razão do seu ódio ao gênero humano. À sua execução acrescentou zombarias, cobrindo-os com peles de animais para que perecessem sob as mordidas dos cães, ou pregando-os em cruzes, para que, após o fim do dia, fossem usados como tochas noturnas e assim consumidos”.

Em Suetônio aparece um outro aspecto relevante na palavra nova, isto é, estranho, não-romano. Suetônio (Vidas, Nero XVI) escreveu que: “Foi proibido vender nas tabernas qualquer alimento cozido, fora legumes e hortaliças, quando antes eram servidas nesses lugares comidas de todos os tipos; os cristãos, espécie de gente dada a uma superstição nova e perigosa, foram entregues ao suplício”.

O que surpreende, tanto em Tácito quanto em Suetônio, é que eles denigrem o cristianismo sem ter a necessidade de justificar a sua posição. Essa atitude é tomada quando as posições assumidas refletem a opinião ou a perspectiva da sociedade em geral. As informações mais antigas que temos de historiadores romanos sobre o cristianismo são, portanto, referências negativas.

Minúcius Félix (Octavius 8.4-10.2), um apologeta cristão latino do terceiro século, apresentou um apanhado geral de todas as acusações, sendo que as principais eram de ordem sexual:

VIII, 4: “Porque não havemos nós de lamentar – permite-me desabafar o ímpeto da minha ira – que homens, sequazes de uma seita deplorável, proibida, desesperada, assaltem os deuses, e, agrupando os mais ignorantes da escória social (5) e umas tantas mulherzinhas crédulas, mais fáceis de enganar, pela debilidade do seu sexo, induzam o povo a uma ímpia conjura e se reunam em assembléias nocturnas, com jejuns solenes, iguarias indignas de qualquer homem e ritos não sagrados, mas sacrílegos? (6) Raça que ama as trevas e teme a luz, é muda em público e mexeriqueira nos esconderijos; despreza os templos, como sepulcros, cospe nos deuses, ridiculariza os ritos, e, enquanto merece compaixão, se é lícito a alguém compadecer-se dela, deplora e despreza a dignidade e a púrpura dos sacerdotes, esquecendo-se de que ela está quase nua. (...) (IX, 2) É necessário extirpar a execrável conjura. Os adeptos conhecem-se por sinais misteriosos que só eles compreendem; amam-se uns aos outros, quase antes, ainda, de se conhecerem; praticam, entre si, um culto lascivo, e , sem distinção alguma, tratam-se por irmãos e irmãs, de modo que aquilo que não passaria de um simples estupro, por estes nomes sagrados se torna um verdadeiro incesto. E, assim, a sua superstição vã e estulta se gloria do delito (...).”

O cristianismo foi visto como parte daqueles cultos do Oriente que geravam aversão aos romanos. Havia uma forte suspeita em relação às novas religiões. Além disso, a adoração de apenas uma divindade, que resultava numa atitude de isolamento por parte dos cristãos em uma sociedade que convivia com a diversidade de divindades, certamente gerou reações de indignação. Além disso, essa divindade não era retratada em uma estátua (imagem), o que igualmente levantou a desconfiança e parecia, aos olhos gentios, algo tolo. Isto está claro na conversa entre Cecílio e Minúcius Félix (X, 1):

(...) Por que não têm altares, templos e simulacros conhecidos? Por que não falam nunca em público nem se reúnem livremente? Certamente, porque aquilo que escondidamente adoram merece castigo ou causa vergonha (1). Mas quem é, donde vem e onde está este Deus único, solitário, abandonado, que nenhum povo livre, nenhum reino, e, nem mesmo a religiosidade romana conhece? Só o povo judaico adorava um único Deus, mas era um povo digno de compaixão; e, ao menos, adorava-o abertamente com templos, altares, vítimas e ritos. Contudo, este seu Deus não tem afinal, força alguma nem autoridade, e está, com o seu povo, prisioneiro dos deuses de Roma. Mas os cristãos, que prodígios, que portentos inventam! O seu Deus, que eles não podem fazer ver nem ver, escruta minuciosamente os costumes de todos, os atos, as palavras, e até os pensamentos ocultos; anda por toda a parte e em toda a parte está presente. É molesto, inquieto, curioso até à impudência, porque vê tudo o que se passa e em todos os lugares, quando, afinal, para atender a todos, não pode prestar atenção a cada um, e, se ocupa de cada um, não pode atender a todos.”

Os cristãos tornaram-se inimigos do gênero humano, porque, aos olhos dos seus contemporâneos, buscavam em sua religião uma exclusividade que trazia prejuízo para a sociedade como um todo. As palavras de Minúcius Félix (12,5-6) expressam claramente esse pensamento:

“ A maior e a melhor parte de entre vós – vós mesmos o confessais – é pobre, tem frio, vive com dificuldades e passa fome, e o vosso Deus permite-o, finge que não vê, não quer ou não pode ajudar-vos, sendo, por conseguinte, ou impotente ou mau. (...) Sem o vosso Deus, não comandam, não reinam os Romanos? Não gozam eles do mundo inteiro, e não vos dominam também a vós? E vós, cheios de mil medos, de preocupações, abstende-vos de todos os prazeres honestos, não assistis aos espetáculos, fugis das pompas, aborreceis as iguarias e os vinhos oferecidos sobre os altares, demonstrando, assim, temer aqueles que negais.”

Essa acusação bateu de frente com a postura ética dos cristãos, que se afastavam dos cultos, teatros, jogos, refeições e, além disso, estavam organizados como ecclesia. Eles eram vistos como parte de uma comunhão exclusiva. Tudo isso certamente deve ter contribuído para a acusação de “ódio ao gênero humano” (misantropia). Dessa forma, os cristãos colocaram-se fora da estrutura da sociedade, rebelaram-se contra a lei, o princípio religioso da unidade da sociedade, formando um grupo com um sistema de normas próprias e concorrente. Isso obviamente tinha as suas conseqüências. Sempre havia a possibilidade de, no dia-a-dia, cair na vista dos gentios. Essa exclusividade religiosa, por sua vez, cortou relações sociais.

As acusações contra os cristãos tiveram ainda um outro elemento importante: o da suspeita política. Ateísmo e superstição eram também acusações políticas. Essa percepção mostrou-se em conceitos que, de forma recorrente, eram aplicados aos cristãos. Os indícios que levaram à desconfiança em relação aos cristãos não poderiam ser mais provocativos aos olhos gentios: a confissão de fé em um crucificado, reconhecido como Kyrios, e o afastamento da vida social das cidades. Não menos suspeita era a esperança dos cristãos de uma cidade terrestre, um reino terrestre.

O confronto político e social tinha a mesma raiz: a relação religiosa exclusiva dos cristãos, que criou, ao mesmo tempo, um sistema social e uma ética que os colocou em concorrência com o sistema religioso, político e social comum e vigente. E, mesmo na subordinação, os cristãos mostravam-se autônomos. Ali onde se submeteram ao Estado, essa submissão foi explicada como responsabilidade diante de Deus (1 Pe 2.13). A concorrência com outros cultos acirrou o conflito quando os cristãos cresceram numericamente nas cidades, centros estes que tinham como base a política de unidade do império. A perspectiva desagregadora do cristianismo mexeu com a política de integração romana.

É verdade que o auge dos conflitos entre cristãos e o Estado romano ocorreu no 3o e no começo do 4o século d.C. Para tanto, os ditos de perseguição nos evangelhos ou Atos dos Apóstolos são uma evidência importante (At 14.5ss; 16.19-22; 17.8; 17.13; 13.50; 19.23-40; 21.27-40; At 6.9; 13.7; 17.6; 20.4). As razões para as tensões foram as mesmas, tanto antes quanto depois. Os problemas foram os mesmos a cada geração, e também o Estado, quando na metade do 3o século se tornou ativo contra os cristãos, apenas retomou as acusações gentias correntes.

4. A mensagem do texto

Apesar do curto tempo de permanência do apóstolo Paulo em Tessalônica, também ali surgiu uma comunidade cristã. A comunidade firmou-se, há operosidade, abnegação, amor e firmeza na esperança (v. 3). Por intermédio de Timóteo, o apóstolo Paulo toma conhecimento da fé, do amor e da boa lembrança que essa comunidade guarda de sua passagem por Tessalônica (3.6). Paulo está exultante pela comunidade em Tessalônica. Ele chega a dizer que são “nossa glória e a nossa alegria”. O texto indicado para a pregação, portanto, quer convidar ao louvor a Deus. Paulo dá graças a Deus pelas conquistas realizadas por essa comunidade em meio a um contexto extremamente adverso, de oposição, perseguição. Esse louvor de Paulo, portanto, tem como pano de fundo uma história marcada pela resistência, que brota da fidelidade de Deus e da fidelidade a Deus em meio aos conflitos e perseguição.

À medida que o cristianismo foi se espalhando pelo mundo greco-romano, fez a experiência de passar por uma espécie de “corredor polonês”. O corredor polonês é composto de duas filas de pessoas. O desafio está em passar por entre essas duas filas e sobreviver aos tapas e ataques sem levar um tombo. Ao passar, você apanha dos dois lados. No caso de 1 Ts, vemos que os/as cristãos/ãs “apanham” dos gentios e dos patrícios judeus. É uma situação bastante difícil. O surpreendente é que essa Igreja resistiu, sobreviveu, não entregou os pontos. Há fraquezas sim, há dúvidas quanto aos que já morreram e a parúsia. Mas tudo isso, longe de desanimar a Igreja, lhe dá qualidade, metas claras e ajuda na consolidação de sua identidade.

Sugiro realçar o v. 3, onde são destacadas características fundamentais da vida cristã: fé, amor e esperança. Essas características encontram-se também em outros lugares como: 5.8; Rm 5.2-5; 1 Co 13.12; Gl 5.5-6; Ef 4.2-5; Cl 1.4-5; Hb 6.10-12; 10.22-24; 1 Pe 1.3-8, 21-22. Longe de serem apenas conceitos vazios, refletem toda uma postura de luta. Elas são vestimenta de soldado (5.8). No palavra grega kópou aparece a dimensão do cansaço, seu aspecto duro e oneroso, que exige esforço, abnegação, renúncia. Já a expressão hypomone aponta para a “resistência”. Trata-se de uma atitude ativa, que implica prática histórica. Essa expressão está relacionada a situações concretas. Tem a ver com o resistir sob determinadas situações (2 Ts 1.4; 3.5; 2 Tm 3.10; Tt 2.2).

5. Pregação

Qual é a história de luta e resistência de nossas comunidades, de nossa Igreja? Afinal, somos ou não cristãos/ãs evangélicos/as de confissão luterana – protestantes? Quais têm sido as nossas lutas? Quais têm sido as nossas conquistas? Resistimos? Lutamos? Buscamos novas metas? Viabilizarmos novos espaços de atuação? Qual é o “corredor polonês” pelo qual passam os cristãos hoje?

Penso que é importante ressaltar a história de luta da Igreja de Cristo em todos os tempos. Em todos eles, houve motivos para louvar. A maior evidência está em que nós continuamos a nos reunir como Igreja de Cristo ainda hoje. Também nós temos motivos para tanto. Seríamos muito pobres e infelizes se não os tivéssemos! Por isso, sugiro enumerar motivos para o louvor. É extremamente importante “encher a bola” daqueles que atuam em nossas comunidades. É uma forma de recuperar a auto-estima um tanto em baixa em nossa IECLB. Reanimar quem está desanimado. Somos pobres em manifestações de ações de graças a Deus pelas experiências que fazemos. Celebrar a Deus dessa forma resultará em fortalecimento da fé, dinamizará o amor e tornará firme nossa esperança nas promessas de Deus (v. 5a).

Bibliografia

FERREIRA, Joel Antônio. Primeira Epístola aos Tessalonicenses. Petrópolis : Imprensa Metodista/Vozes/ Sinodal, 1991.
FRIEDRICH, Nestor Paulo. O edito-profético para a Igreja em Tiatira (Apocalipse 2.18-29) : uma análise literária, sociopolítica e teológica. São Leopoldo, Tese de doutorado, 2000.

Proclamar Libertação 27
Editora Sinodal e Escola Superior de Teologia


Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 22º Domingo após Pentecostes
Testamento: Novo / Livro: Tessalonicenses I / Capitulo: 1 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 5
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2001 / Volume: 27
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 7236
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