1 Tessalonicenses 4.13-14 (15-18)

Auxílio Homilético

10/11/1996

Prédica: 1 Tessalonicenses 4.13-14 (15-18)
Leituras: Amós 5.18-24 e Mateus 25.1-13
Autor: Valério Schaper
Data Litúrgica: Antepenúltimo Domingo após Pentecostes
Data da Pregação: 10/11/1996
Proclamar Libertação - Volume: XXI


O que se opõe à fé e à esperança
não é tanto a descrença e o ateísmo.
Mas o medo e a inquietação. (Boff, p. 138.)

1. Exegese

1.1. Tessalônica: Fundação da Comunidade

Como sempre, Paulo e Silas iniciaram seu trabalho missionário pela sinagoga (At 17.1). O diálogo com a comunidade judaica não foi muito bem-sucedido (At 17.4). Eles dirigiram-se, então, aos gregos (At 17.4. Veja Meeks, p. 118-119, quanto à composição social da comunidade, contra Ferreira, p. 14-36, passim). Problemas com a comunidade judaica levaram Paulo e Silas a fugir apressadamente (At 17.5-10).

1.2. Contexto

Paulo fala de tribulações (l Ts 1.6; 2.14; 3.3). Os tessalonicenses sabem do que se trata, pois foi em meio à tribulação que receberam o evangelho (l Ts 1.6). Além disso, eles foram alertados por Paulo quanto às aflições que viriam (l Ts 3.4). De imediato, pensa-se nas aflições e tribulações que a comunidade judaica infligiu e infligia à jovem comunidade de Tessalônica. Evidente que a tribulação, a aflição tem um substrato histórico (não há indícios para pressupor perseguição e martírio como quer Ferreira, passim), mas Paulo quer, sobretudo, sublinhar que isso é uma consequência esperada do anúncio ou da vivência do evangelho (l Ts 3.4). A tribulação é, portanto, a condição normal do cristão antes da parúsia e, por isso, motivo de glória, pois dela vêm a perseverança e a esperança (Rm 5.3-5) (Marxsen, p. 54-55, Trimaille, p. 62-64).

A preocupação com essas tribulações motivou a ida de Timóteo a Tessalônica, pois Paulo estava aflito (l Ts 3.1). O retorno de Timóteo, além das boas notícias (l Ts 3.5-7), proveu o tema central desta carta. Algo, apesar de todos os progressos (l Ts 1.3; 2.13, 20; 1.8; 4.9), angustiava os tessalonicenses. Em l Ts 4.9 temos um perí (acerca de, quanto a) e em 4.13 e 5.1, outros dois. Fica claro aí que Timóteo trouxe (oralmente, é provável; Luedemann, p. 205, 213, e Kümmel, p. 333) duas, talvez três, questões colocadas pelos tessalonicenses. As respostas de Paulo aos tessalonicenses foram redigidas com certeza em Corinto (At 18.1-5) por volta do ano de 50 d.C, segundo a maioria dos exegetas (Marxsen, p. 14-15; Ferreira, p. 13; Trimaille, p. 10-12; Kümmel, p. 329. Luedemann, p. 164-173, refazendo toda a cronologia das viagens de Paulo, data, de forma muito convincente, a fundação da comunidade para fins de 30 e a redação da carta, para início de 40.).

1.3. A Carta

É consenso entre os exegetas que a carta deve ser estruturada em duas partes: 1-3, 4-5 (Marxsen, p. 26-29; Ferreira, p. 52 e 81; Trimaille, p. 12-17). O texto previsto para este domingo encontra-se na segunda parte da carta. Há quem proponha tratar l Ts 4.13-5.11 como unidade (Marxsen. p. 66), mas entendemos ser possível delimitar l Ts 4.13-18. Quanto aos perí Ts 4.9 e 5.1, Paulo diz que não é necessário que ele escreva nada, mas em 4.13, acerca dos (perí) que dormem, o apóstolo não faz essa ressalva. A expressão encontrada em 4.13, não queremos... que sejais ignorantes, reaparece em Rm 11.25; l Co 12.1 sempre introduzindo um novo tema (segundo Luedemann, p. 214, trata-se sempre de algo desconhecido para as comunidades). O paralelismo entre 4.18 e 5.11 também aponta para o caráter independente das passagens.

Podemos estruturar a passagem da seguinte maneira:

a — v. 13: a questão: os que dormem;

b — v. 14: resposta: recurso à fé (uma fórmula de confissão de fé);

c — vv. 15-17: palavra do Senhor;

v. 15: escopo da palavra do Senhor;

vv. 16-17: citação (?) da palavra do Senhor;

d — v. 18: conclusão com exortação ao consolo mútuo através das palavras referidas.

1.4. Comentário

a — v. 13: A questão colocada pelos tessalonicenses é sobre os que dormem. Este mesmo verbo é usado por Paulo em l Co (11.36; 15.6,18,20,51) no mesmo sentido: uma imagem (metáfora) para os mortos. Em l Ts 5.6,10, ele também fala em dormir, usando outro verbo. Nestas passagens, dormir, em oposição à vigilância, tem outro sentido. Entretanto, o verbo usado em l Ts 5.6-10 pode ser encontrado em Ef 5.14, também indicando os que morreram. A comunidade de Tessalônica certamente experimentou, após a partida de Paulo, a morte de alguns dos seus membros (Kümmel, p. 331; Trimaille, p. 86; Luedemann, p. 214-215). Não é a demora da parúsia que traz crise, pois entre a fundação da comunidade e a carta há um lapso temporal de menos de um ano. E, sem dúvida, sobre o futuro dos mortos que Paulo deve dar uma explicação. Por que a morte de membros da comunidade desencadeou essa crise? A exegese nos oferece duas possibilidades:

1) Paulo teria falado aos tessalonicenses de uma parúsia iminente, fato que tornava supérflua uma pregação relacionando a ressurreição de Cristo e a ressurreição dos mortos. O apóstolo faz, então, nesta passagem, uma primeira elaboração, revisando sua compreensão de escatologia (Luedemann, p. 212, 219-220, passim. Esta hipótese vincula-se à nova datação da carta proposta por Luedemann.).

2) Paulo teria pregado acerca da esperança escatológica cristã, mas os fatos na comunidade de Tessalônica (tribulações e mortes) parecem não ser suficientemente contemplados ou esclarecidos por essa esperança (Trimaille, p. 86; Marxsen, p. 63). A fé, a esperança podem ser eclipsadas pelo medo, pela tribulação (seja ela qual for). Isso, segundo Marxsen (p. 63-65), fica claro quando Paulo fala das deficiências da vossa fé. Portanto, a questão gira em torno dos problemas que ameaçam a fé dos tessalonicenses e não em torno de um déficit de informação (Marxsen, p. 66). Esta segunda hipótese se encaixa bem com a segunda parte do versículo, onde Paulo diz que quer informar os tessalonicenses para que eles não se entristeçam como os demais, que não têm esperança.

Quem seriam os demais? Provavelmente os gentios, mas, mais do que localizá-los historicamente, vale definir o seu perfil: eles não têm esperança (l Ts 4.13; Ef 2.12), não conhecem Deus (l Ts 4.5; Ef 2.12) e não estão vigilantes (l Ts 5.6-7). O tema da esperança aparece em l Ts (1.3; 2.19; 5.8) sempre relacionado com a parúsia.

b — v. 14: Na primeira parte do versículo temos uma sintética fórmula de confissão de fé (Marxsen, p. 67; Trimaille, p. 86. Para Luedemann, p. 216, trata-se de formulação paulina, influenciada pelo v. 16. Ele quer ressaltar a originalidade da fórmula.). O se, que inicia o v. 14, não introduz uma condição — o verbo está no indicativo e não no conjuntivo (Marxsen, p. 67) —, mas um pressuposto da fé cristã, que é a base da conclusão que Paulo apresenta.

Argumenta-se que dia deveria ser tomado junto com tous koimethentus (os que dormem) — acusativo — num sentido causal. Procura-se ver nesta afirmação um contexto de perseguição e martírio que dificilmente se mantém no conjunto de l Ts. Sem dúvida, diá, nesta passagem, deve ser tomado com o genitivo, tou Iesou, num sentido claramente instrumental. Portanto, o mediante Jesus de Almeida é uma boa tradução (Luedemann, p. 219, insiste que a sintaxe monstruosa do versículo é mais um indício de originalidade da fórmula. Veja acima o ponto a —1)). O sentido da frase é o seguinte: como cremos que Jesus morreu e ressuscitou, também cremos que Deus trará, junto com Jesus (em sua companhia), os mortos (os que dormem).

c — vv. 15-17: Paulo acrescenta agora uma palavra do Senhor. Porém, antes de reproduzi-la, ele traz, no v. 15, um escopo do tema em estilo epistolar (o uso do nós). Poderíamos dizer que o v. 15 é um esforço do apóstolo em aplicar ao caso de Tessalônica o conteúdo dos vv. 16-17. Há, segundo Paulo, dois grupos: os vivos (nós), que permanecerão até a parúsia, e os que dormem (mortos). Trata-se de uma classificação encontrada ainda em l Co 15.52, e também na boca de Jesus (Mc 9.1).

Não se pode inferir, das cartas paulinas, um quadro acabado da ideia que Paulo tinha dos últimos tempos (Marxsen, p. 68). As imagens usadas nos vv. 16-17 são relativamente raras na Bíblia. O sinal do arcanjo, desconhecido no AT, só é encontrado aqui e em Jd 9. A trombeta, que no AT acompanha as teofanias de Javé (Êx 19 e 20), aparece na literatura apocalíptica (Ap 8.2) e, em Paulo, em contexto escatológico, aqui e em l Co 14.52. Esta é a única vez nas cartas paulinas que se fala de uma descida do céu. Normalmente, prevalece a imagem da vinda. Também nos evangelhos sinóticos a ideia de descida futura do Cristo não é encontrada. No AT, ela é rara (SI 144.5; Is 63.19).

A expressão em Cristo é claramente paulina (foi criada por Paulo; Luedemann, p. 223). O sentido de em Cristo (164 vezes nas cartas paulinas: Rm 6.3,11; 2 Co 5.17; Gl 3.27; etc.) é estar determinado por ele em sua morte e ressurreição, principalmente em seus sofrimentos.

O fundamental nesta passagem é a afirmação de Paulo de que os mortos ressuscitarão primeiro. Isso não só responde a questão se os mortos ressuscitarão, como acrescenta que eles o farão primeiro.

Diz o v. 16 que os vivos (os que permaneceram), juntamente com os mortos, serão arrebatados e que o encontro com o Senhor se dará nas nuvens. As imagens, tanto do arrebatamento como do encontro nas nuvens, são frequentes na literatura apocalíptica (Trimaille, p. 91). Encontro (parúsia) indicava, no mundo grego-romano, o encontro dos súditos com o seu soberano após a vitória numa guerra. Normalmente, os súditos saíam ao encontro do seu senhor quando este aproximava-se da cidade (Ferreira, p. 91). A imagem do encontro, no entanto, pode evocar nos leitores da carta tanto uma teofania de Javé, familiar aos judeus (Êx 19.11-18), como um encontro dos súditos com os soberanos vitoriosos, do mundo grego-romano (não eram estranhas também ao povo de Israel: Gn 14.17; 2 Sm 19.16.). Uma imagem de encontro encontramos nos sinóticos (Mc 11.1-11 e paralelos): a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém.

É consenso entre os exegetas que nos vv. 16-17 estamos diante de elementos literários tomados do gênero apocalíptico (um apocalipse em miniatura, segundo Vielhauer apud Luedemann, p. 225). Como uma palavra do Senhor, não é mais possível localizá-la. O mais provável é que Paulo não se refira aqui a uma palavra do Jesus terreno, mas a uma palavra do Jesus exaltado (Marxsen, p. 67; Trimaille, p. 82-85; Ferreira, p. 92-93; Luedemann, p. 225-231), mas o cerne é um apocalipse originário de um contexto judaico helenístico, que, entretanto, devido ao trabalho redacional de Paulo, não se pode mais determinar (Luedemarin, p. 231-232).

d — v. 18: O v. 18 encerra com uma exortação a que, mediante essas palavras (b e c), se consolem mutuamente, pois, como diz o v. 17, depois do fim, estaremos sempre com o Senhor.

2. Reflexão

Por que a morte de pessoas teria provocado uma crise entre os tessalonicenses? A exegese nos oferece duas possibilidades: por um lado, se admitimos que os tessalonicenses não ouviram a proclamação da ressurreição dos mortos e sua relação com a morte de Cristo, devemos concluir que sua aflição, seu temor vêm do não-saber, do desconhecimento. Por outro lado, se ouviram tal proclamação, devemos concluir que o temor, a aflição decorrem de uma incapacidade de aplicar essa proclamação ao seu caso específico e tirar dela o consolo de que precisam, devido a uma espécie de eclipsamento da esperança. Qualquer caminho pelo qual se opte conduz à aflição particular dos tessalonicenses: o temor acerca das últimas coisas pode vir do desconhecimento ou de um eclipsamento da esperança por uma situação nova, pelo medo, pelas tribulações. E diante dessa angústia particular, qualquer que seja ela, soa forte a confissão de fé de l Ts 4.14. Nesta passagem está a resposta não só para a questão específica dos mortos antes da parúsia, mas para uma questão mais ampla. Por quê? Porque Paulo sabe que a questão dos mortos coloca em crise toda a esperança cristã (l Co 15.12-19). Se alguns morreram antes da parúsia, qualquer um pode morrer. Assim, a dúvida se alastra, a esperança claudica, a fé esmorece. Não é esse, por certo, o caso de Tessalônica (l Ts 1.7).

Por que Paulo vai adiante e delineia o desenlace final com tanta plasticidade? Em geral, tomamos essas representações como dependentes de uma cosmo-visão datada que deve ser filtrada. Sem dúvida, temos outra visão de mundo. Porém a literatura apocalíptica transbordou em muito o horizonte bíblico e hoje faz parte do imaginário popular até do mais eventual leitor da Bíblia. Positivamente, estabelece-se certa proximidade entre a comunidade de Tessalônica e as comunidades de hoje. Sem dúvida, as passagens apocalípticas deste texto concentrarão a atenção do ouvinte. Não deveriam, portanto, ser evitadas sob pena de perdermos de saída a atenção do apreensivo e curioso ouvinte.

Outro motivo pelo qual não deveríamos evitar a pregação sobre essas passagens é de ordem pastoral. Paulo usou essas imagens porque faziam parte de uma cosmovisão compartilhada com a comunidade. A existência dessas imagens lá e sua persistência hoje atestam uma necessidade da fé. A fé necessita se fazer representações plásticas de seus conteúdos. Se as primeiras comunidades urbanas precisavam disso, por que queremos negar isso aos cristãos hoje? Paulo sabe disso e por isso encerra dizendo que estas palavras devem ser tomadas para consolo mútuo. A questão não é, portanto, a veracidade dessas representações, mas sua função pastoral. Não se trata de dogmatizar essas representações (Marxsen, p. 63-64, aponta para este perigo e chama a atenção para o equívoco da iminência da parúsia), mas de tematizá-las com vistas ao consolo. Sem dúvida, é difícil traduzi-las, mas o fato de que elas, de alguma forma, povoam o imaginário da comunidade é um auxílio. Evidentemente, se na comunidade há uma compreensão dogmática das representações acerca do fim, a tarefa da pregação é relativizá-las, chamando a atenção para o conteúdo pístico que elas encerram (v. 14).

3. Pregação

1. Já adiantamos algumas dicas no ponto anterior. Sintetizando, frisamos que a pregação não deveria evitar ou escamotear os vv. 16-17. É claro que a ênfase deve estar na confissão de fé do v. 14 e na afirmação do final do v. 17: assim estaremos para sempre com o Senhor.

2. Como mencionamos acima, o objetivo da pregação é consolar, revitalizar, por meio dessas palavras, a comunidade cristã nas suas angústias acerca do fim. Outrossim, não é desse mesmo consolo e esperança que nasce a suprema ousadia dos cristãos que se sabem vencedores em Cristo? (Veja ponto 5.)

3. Por isso é fundamental que a pregadora, que conhece sua comunidade, estabeleça com clareza o que angustia os irmãos e irmãs: será tribulação? De que origem? É desconhecimento acerca do fim? Deficiência da fé? Eclipsamento da esperança? Provocado pelo quê?

4. Não se deve esquecer que este é o Antepenúltimo Domingo do Ano Eclesiástico e que também o ano civil se aproxima do fim. Começamos a refletir sobre o ano que passou, a fazer balanços.

5. As leituras previstas para este domingo são as seguintes: a) Am 5.18-24 (há auxílio em PL VII, p. 76, que contempla os vv. 21-24). Esta leitura lembra que os últimos tempos são também momento de juízo. O dia do Senhor é também trevas, ira. Os vv. 21-24 contemplam o aspecto ético da espera da parúsia. O estar (ou morrer, como no texto) em Cristo paulino (l Ts 4.16) pode ser a porta de entrada para a ética da espera da parúsia. Além disso, l Ts está repleta de exortações parenéticas. É possível, a partir da própria carta, enfatizar o aspecto ético que a parúsia implica. Em 2 Ts há, inclusive, uma advertência de Paulo aos que não querem trabalhar devido à expectativa da parúsia. b) Mt 25.1-13 (auxilio em PL IV, p. 243, e em PL XI, p. 336) ressalta o aspecto da vigilância que também aparece em l Ts 5.1-11.

6. O hino 118 de Hinos do Povo de Deus (HPD) seria um ótimo fecho para este culto.

7. O texto de l Co 2.9 pode ser usado para encerrar a prédica ou como palavra de Intróito.

4. Bibliografia

BOFF, Leonardo. Vida para além da Morte. 12. ed. Petrópolis, Vozes, 1993. 206 p.

FERREIRA, Joel A. Primeira Epístola aos Tessalonicenses. Petrópolis, Vozes; São Bernardo do Campo, Imprensa Metodista; São Leopoldo, Sinodal, 1991. 109 p.
KÜMMEL, Werner G. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo, Paulinas, 1982. 797 p.

LUEDEMANN, Gerd. Paul, Apostle to the Gentiles; Studies in Chronology. Philadelphia, Fortress, 1984. 311 p.
MARXSEN, Willi. Der Erste Brief an die Thessalonicher. Zürich, Theologischer Verlag, 1979. 80 p.
MEEKS, Wayne A. Os Primeiros Cristãos Urbanos; o Mundo Social do Apóstolo Paulo. São Paulo, Paulinas, 1992. 327 p.
TRIMAILLE, Michel. A Primeira Epístola aos Tessalonicenses. São Paulo, Paulinas, 1986. 111 p.


Autor(a): Valério Guilherme Schaper
Âmbito: IECLB
Testamento: Novo / Livro: Tessalonicenses I / Capitulo: 4 / Versículo Inicial: 13 / Versículo Final: 18
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1995 / Volume: 21
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 14212
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