Atos 3.13-15,17-26

Auxílio Homilético

07/04/1991

Prédica: Atos 3.13-15,17-26
Leituras: 1 João 1.5-6 e João 29.19-31
Autor: Evaldo L. Pauly
Data Litúrgica: 2º. Domingo da Páscoa
Data da Pregação: 07/04/1991
Proclamar Libertação - Volume: XVI

1. Contexto (Bíblia na linguagem de hoje)

Retomo o dramático final do Evangelho de Lucas. A última intervenção de Cristo antes de sua prisão e morte (Lc 20.45-47; 21.1-6) acontece em torno do templo. Todo o povo ia ao templo para ouvi-lo (21.28). O povo já não acorria ao templo apenas para pagar seus impostos eclesiásticos, comprar suas ofertas sacrificiais, sendo evidente a necessidade do Sinédrio afastar, pela morte discreta, essa concorrência desleal (22.2). O interrogatório do Sinédrio busca de forma insistente e repetitiva qualificá-lo como apóstata, o que consegue finalmente. Jesus de alguma forma acaba por testemunhar ser o Filho de Deus. Este crime religioso purga-se com a morte (22.66-71). No entanto, diante de Pilatos o grupo do Sinédrio apresenta ardilosamente Jesus como subversivo, autor de crime político (23.2 e 20.19-26).

Nestas dramáticas cenas, Lucas insere uma figura patética e tão extremamente humana: Pedro (22.54-62). O rocha vacila negando sua vinculação com Jesus, mesmo que seu sotaque galileu seja suspeito. Pedro só retorna ao texto lucano cor¬rendo em busca de um incrível túmulo vazio (24.12). Em Atos Pedro é introduzido como líder da comunidade de Jerusalém (At 1.15). O pescador rude da Galiléia, agora na capital, lidera um grupo de seguidores de Jesus (2.41) que, além das tradições do templo, observa e recria práticas sócio-religiosas: ensino, amizade, reuniões em torno de refeições e de orações. O grupo sobrevive num estranho sistema de comunhão de bens que não pode viver por maior espaço de tempo do mero consu¬mo (Brakemeier, 9 e 17).

Lucas não responde a uma questão lógica e básica: por que a comunidade dos seguidores de Jesus permanece em Jerusalém gravitando em torno do templo? Não são esta cidade e seu santuário os responsáveis mais evidentes pela morte de Jesus? Ao omiti-la de seu texto, Lucas intenta redacionalmente destacar essa pergunta. Para ele é evidente que na comunidade cristã as imposições lógicas e básicas das condições históricas são superadas pelo ardor da fé na ressurreição e na parúsia. Estes fatos salvíficos relativizam as condicionantes humanas. A história é tão subvertida pela ressurreição que templo e Jerusalém deixam de ser significados temporais e concretos da opressão, tornando-se um significante invertido da libertação: o Reino que vem e já está aí. Só assim é possível que a comunidade cristã mantenha-se viva dentro do próprio coração da morte. Sem os dualismos frequentes na religião, morte e vida, bem e mal, mantém-se a dialética que supera tudo pela cruz.

Theissen encerra a sua análise sociológica da profecia de Jesus contra o templo reconhecendo que a mesma transcende o contexto social pela ânsia teocrático-radical pelo contato direto com Deus, o qual, em metáfora política, se articula na proclamação da 'basiléia'; em metáfora cúltica, na profecia contra o templo (p.98). Em resumo, o contexto do discurso de Pedro situa-se num momento de transição. Dentro do poder de dominação político-religiosa do templo, germina e brota um novo poder político-religioso: a comunidade judaico-cristã. Esta transição, e disso Lucas não se envergonha, se dá marcada pela conservação de valores sócio-religiosos determinados pela classe e cultura dominantes, e de outro pela revolução trazida por novos valores sociais determinados pela classe dominada enquanto organizada como comunidade cristã. Nessa relação conflitiva, dialética e, por isso, criativa acontece o discurso de Pedro, contra o templo, mas dentro do templo!

2. O texto e a meditação

V. 13: O argumento opõe claramente nós e vocês. Curiosa essa oposição Mormente quem quer cooptar apoio vai falando logo em minha gente, e nunca nós e vocês. Pedro vai logo abrindo as diferenças: comunidade cristã versus comunidade vinculada ao templo. No entanto, esta oposição parte de uma abrangente identificação: o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Êx 3.15). A oposição tão radical se dá por causa dessa identificação, nascida da re-leitura do êxodo feita pela comunidade judaico-cristã.

Também é instigante a relativização da figura de Pilatos. Uma das características de Lucas é tentar demonstrar que as comunidades cristãs não estão interessadas em enfrentar o Império. Lucas não propõe um conflito entre Roma e Cristo, embora seu texto reconheça conflitos e divisões. Ele não é porta-voz do nacionalismo judaico. Parece-me que Lucas de alguma forma percebe que o poder de Pilatos (o pó der do opressor) não é só poder do próprio opressor, mas nasce quando os oprimi dos transferem para o opressor a capacidade de oprimir. Vejo essa transferência muito claramente no fato da massa exigir de Pilatos, contrariado, a morte de Cristo. Lucas inverte a ótica do senso comum, indicando que a opressão não é responsabilidade exclusiva do opressor, mas pressupõe a cumplicidade do oprimido.

Talvez agora seja mais compreensível o discurso de Pedro opondo, de saída e contra a lógica do orador que quer conquistar o auditório, nós e 'vocês. Parece-se hoje com o discurso de um sindicalista em porta de fábrica fazendo piquei e. Ele também opõe, sabendo que a classe operária é uma só, nós grevistas e vocês fura-greve. Esse discurso de contraposição parece-me discurso de oprimido pá rã oprimido, que requer a mudança da opinião do outro e não necessita, por isso, angariar simpatias, mas evidenciar o conflito. Um discurso popular, não populista. Um problema para pregadores assalariados pelo ouvintes como nós somos. Como evidenciar a oposição, o conflito sem tornar-se antipático?

Este versículo aponta claramente para o medo (verdadeiro pavor) que a possibilidade de assumir a própria liberdade desperta no oprimido. As próprias vítimas do templo, aceitando a orientação do Sinédrio, preferem matar aquele que propõe um novo templo de liberdade pelo medo que sentem. Essa constatação pode ser retomada na prédica: esse medo é visível hoje. Exemplo: toda a propaganda eleitoral do PT para a Presidência da República queria destruir esse medo; sem medo de ser feliz era o seu slogan. Provavelmente sua proposta foi derrotada porque não conseguiu vencer o medo dos descamisados e descalços.

V. 14: Repete as oposições que, de novo, se evidenciam pelo medo da liberdade. Santo e bom versus assassino. A opção do povo que tem medo é quase sempre pela violência que, invariavelmente, se volta contra ele próprio. Não é assim que os pobres são os mais ferrenhos defensores da pena de morte? Não são os próprios pobres a maioria dos candidatos à execução?

Não importa aqui o significado político de Barrabás; importa o significado com o qual opera Pedro. E este é o da oposição: Jesus perde a vida para ganhá-la para nós todos; Barrabás ganha a vida para perdê-la com a maioria dos seus seguidores. Isso pela probabilidade de Barrabás ser um líder zelota e que a aparente vitória do nacionalismo em 66 d.C. acabou com a fragorosa derrota de 70 d.C..

Penso que essa oposição formulada por Pedro é paradigmática. A massa escolhe, especialmente quando aceita ser guiada por líderes infalíveis, o caminho mais fácil, menos assustador, que quase nunca coincide com o da liberdade. Hoje a massa prefere ainda Barrabás e seu nacionalismo míope ao Cristo que nos chama desta vida mesquinha, monótona, infantilizada e repetitiva para a verdadeira vida em constante criação, aberta ao novo e ao diferente, arriscada, madura e na qual todos e cada um são responsáveis pela liberdade.

V. 15: Não é possível matar o Autor da vida (archegos). A comunidade cristã é testemunha disso. Ilude-se quem pensa matar em si e nos outros o princípio da vida. Embora não com a intensidade das testemunhas da ressurreição de Cristo, não com essa dimensão salvífica, nós também verificamos processos similares. Lembro de Chico Mendes. Lembro das grávidas subnutridas que são capazes de gerar filhos sadios, pois o feto retira do corpo da mãe tudo o que a nova vida precisa, mesmo que a mãe possa morrer. Lembro de um paroquiano dono de uma padaria numa vila popular. Seus amigos recomendavam que vendesse seus fornos, suas kombis, despedisse seu pessoal e aplicasse tudo na especulação financeira (isso por 88 e 89). Ele ganharia mais dinheiro, não precisaria acordar-se às 3 da manhã de segunda a segunda, poderia tirar férias, que há 10 anos não sabia o que eram. Ele, no entanto, recusava-se a aceitar estes argumentos lógicos, verdadeiros e até humanos. Sua fé lhe dizia: ganharás o pão com o suor do teu rosto. Ele preferia acordar de madrugada todos os dias, perder férias, ganhar menos, mas manter a dignidade de traba¬lhar para viver. É a dignidade da vida, e ela é tremenda. Maior ainda é a estupenda dignidade do Autor da vida que se oferece à cruz para ganhar a vida por mim e, assim, também por todas as pessoas.

V. 17: Pedro apontou com virulência os erros e o medo dos seus ouvintes. Agora indica a razão dos erros e do medo: a inconsciência! Essa gente não se dava conta do que fazia. Seu medo da proposta teológica de Jesus não era razoável, o medo era irracional, inconsciente. Isto fez a massa agir contra si mesma, não contra Cristo.

Pedro não é complacente com os israelitas, não ameniza com tapinhas nas costas o crime que cometeram. Ao contrário, Pedro faz tremer com mais força o seu dedo em riste: nem ao menos foram capazes de dar-se conta. Agiram como loucos que não sabem o que fazem. A atitude popular tão bem orquestrada pelo Sinédrio apenas mostrava a fragilidade deste povo medroso e capaz de tão estúpida violência.

V. 18: A esta inconsciência contrapõe-se a plena consciência de Deus que, por séculos, já vinha dizendo o que o povo finalmente, sem saber, acabaria fazendo. O Messias tinha de sofrer! Esta tradição profética é retomada pela comunidade de Jerusalém, que relê em Jesus as perícopes do Servo Sofredor. Esta tradição traz muito conflito humano para o pastorado de hoje, especialmente na cura d'almas. Corno o nosso povo gosta de sofrer! Há uma verdadeira cultura masoquista entre nosso povo. É uma doença psicossocial. Na tradição bíblica e luterana o Messias tinha de sofrer por mim. Sou cristão, conforme Lutero, ao dar-me conta de que Cristo morreu e ressuscitou por mim.

O sofrimento do Servo por mim impede-me de vivenciar meu próprio sofrimento com o prazer do masoquista. Cristo morreu e sofreu por mim, para que eu tivesse consciência plena do meu próprio e desnecessário sofrimento. O sofrer de Cristo tem sentido, pois foi por mim; o meu próprio sofrimento não tem sentido, e ou posso desejar superá-lo.

Na prédica poderia ser dito que Cristo podia evitar seu sofrimento. Não o fez por mim. Como o meu sofrimento não serve a ninguém, eu posso evitar o sofrimento, posso vencê-lo quando for possível. O sofrimento é um problema a ser enfrenta do, um motivo para lutar pela vida.

V. 19: O sofrer do Servo joga-me para diante de mim mesmo e meus sofrimentos. Assim como Pedro jogou o povo para diante de si mesmo. Na cruz de Cristo, portanto, vejo a crise da minha vida. É aí que vejo-me diante das encruzilhadas terríveis: liberdade ou opressão, vida ou morte, sofrimento ou prazer, dor ou alegria.

Diante dessa cruz por mim reconheço que, portanto, posso arrepender-me, mudar meus rumos, receber agradecido o perdão gratuito dos meus pecados.

Incrível o desenvolvimento deste discurso de Pedro. Ele vem da massa inconsciente, chega ao indivíduo dando-se conta da sua existência diante da estupidez cia cruz para

V. 20: chegar novamente ao coletivo: uma nova força espiritual, vem o Messias de vocês. Um tempo de descanso refrigerado depois do sol abrasador do deserto em que nos enfiamos sem saber. Essa nova força espiritual opõe-se à velha força, também espiritual, que nos conduziu ao assassinato de Cristo: o templo

V. 21: Essa nova realidade espiritual é tão profundamente vinculada à realidade social que precisa ficar no céu, distante, completamente diferente e oposta a todas as nossas coisas que serão renovadas. Essa novidade é o estabelecimento de tudo quanto tinha sido prometido no AT (Rienecker, p. 198). Coerente com a teologia petrina. Lembro dos novos céus e nova terra onde mora a justiça (2 Pe 3.13).

Ao contrapor vocês (israelitas inconscientes da cruz) e nós (israelitas conscientes da cruz, vivendo uma nova comunidade), o discurso de Pedro se enche de prática concreta. É como se dissesse: A nossa espiritualidade nos faz viver com felicidade dentro de nossa comunidade, a de vocês só pode produzir doentes como esse aleijado curado pelo nome de Jesus que, antes, vivia das esmolas do templo de vocês. Cristo cura o doente, o templo apenas o expõe à piedade pública.

v. 22: Essas contraposições que perpassam todo o discurso acabam por colocar duas autoridades: a de Cristo no céu e a do templo na terra. A quem submeter-se? Pedro evoca a autoridade suprema dos judeus: Moisés, um líder da árdua conquista da liberdade. Moisés é quem dá legitimidade jurídica (escriturística) para Cristo, o kyrios escolhido por Deus do meio de vocês. Outra contraposição. O povo (vocês) segue líderes de fora do seu meio (do ponto de vista económico e político, o Sinédrio é de outro meio), produzindo nessa inconsciente obediência a sua própria escravidão. Nós, os cristãos, seguimos alguém que Deus escolheu entre os nossos (carpinteiro, nazareno, jovem) e estamos produzindo uma nova relação comunitária de liberdade. Outra vez o medo impediu a massa de acreditar na liderança de um igual. Não é assim hoje?

V. 23: Cada bênção contém em si a ideia da maldição. Quem bendiz mesmo que não queira também maldiz. Quem não obedecer a autoridade daquele que Deus revelou em nosso meio será destruído. Promessa de bem: vida, não destruição; promessa de mal: morte, destruição. Essa maldição é também muito concreta e específica. Veja que, mesmo admitindo com os fundamentalistas a redação de Atos para 63 d.C. (O Mundo, p. 550), a guerra dos judeus contra Roma (66-70) já estava em gestação violenta. Grupos marginais em relação à classe dominante de Jerusalém já mantinham atividades revolucionárias. Já com o procurador Félix (At 23.26) a rebelião se firmou e não cessou de se intensificar (Paul, p. 57). A destruição estava no ar, de tão evidente. Destruição era tema do dia-a-dia!

De que bênção se trata? Parece evidente a retomada da antiga proposta profética, por sua vez retomada do êxodo, de que o povo é de Deus e não do rei (l Sm 12.12). Só Javé é rei, o que se torna mais claro no versículo 25.

V. 24: Os profetas falaram do início ao fim destes dias. A teologia de Pedro, na liberdade dos salvos pela cruz, pode ignorar o contexto dos profetas e trazê-los diretamente para estes dias. Por quê? Porque não há nenhum limite territorial, histórico, humano para a palavra de Deus em torno da qual os profetas viveram. Os cristãos, povo de um livro, são os donos desse livro. A Bíblia é escrita para estes dias. Essa liberdade de fazer de palavras passadas palavras para hoje conforme delas necessitarmos é, por excelência, dom do Espírito. Com essa mesma liberdade o apóstolo se apropria da história. É do que os pobres precisam e o que não conseguem. Apropriar-se da própria história é típico da comunidade judaico-cristã, por isso os cristãos não foram derrotados pelo Império mais forte que se conheceu.

Vv. 25 e 26: Apesar da profunda separação que Pedro estabelece entre nós e vocês desde o início do seu discurso, seu empenho evangelístico faz com que abra mão da qualidade peculiar do nós em favor do vocês: vocês fazem parte do acordo, vocês são objeto da bênção do povo de Deus. Há uma tremenda inversão: vocês, que mataram o Autor da vida, recebem da vítima a bênção. O pecado mais vil não é capaz de separar o pecador de Deus. Ninguém é rejeitado por Deus, os pecadores é que a si mesmos se rejeitam. Quem sabe não seja este o maior pecado? Deus não se afasta do pecador, mas este Daquele! Por quê? Esta resposta Pedro não dá! A pergunta permanece no coração de cada um dos seus pecadores ouvintes. A pergunta também permanece inquietante em meu coração. Se eu conseguir transmitir essa inquietação para o coração de meus ouvintes, acho que serei um bom ouvinte dessa bela prédica de Pedro.

3. Prédica

Eu daria esta estrutura:

l. A história do padeiro, terminando com a pergunta: qual é a diferença entre cristãos e outras pessoas?

2. Leitura do texto e o comentário seguindo a homília.

3. Encerro com inquietação: eu e você estávamos lá gritando: Crucifica-o. Meditaria silenciosamente sobre o pecado meu e de cada ouvinte. Terminaria assim: Irmãos e irmãs. Por que eu com meus pecados não sou abandonado por Deus? Por que Deus insiste em me aceitar assim? Eu não sei. Mas é assim que Deus quer. Por que eu me afasto de Deus? Eu não sei! Amém

4. Subsídios litúrgicos

1. Confissão de pecados: (Ler l João 5.4.) Senhor, nós fazemos de teus mandamentos fardos pesados, porque nossa vida é um fardo pesado. Alivia-nos desta carga. Ajuda-nos a perceber quão leves são teus mandamentos. Quantos erros, derrotas, humilhações seriam evitadas em minha vida. Tem piedade de nós, Senhor.

2. Oração de coleta: Senhor Deus, Pai de Cristo. Dá-nos o teu Espírito. Ajuda-nos a crer, como ajudaste a Tomé. Ajuda-nos a confessar: Senhor meu e Deus meu. Nós somos como Tomé, precisamos ver para crer. Rogamos a ti pela bem-aventurança dos que não viram, mas creram.

3. Oração de intercessão: Tenho feito uma consulta ao pessoal no próprio culto. Anoto os motivos de oração, geralmente pedindo saúde. Anoto os motivos de agradecimento: filho que conseguiu passar numa prova de matemática, um exame médico que nada acusou, uma questão trabalhista resolvida...

5. Bibliografia

ALEXANDER, D. e P. O Mundo da Bíblia. Paulinas, 1986.
BRAKEMEIER, G. O Socialismo da Primeira Cristandade. Sinodal, 1985.
PAUL, A. O Judaísmo Tardio. Paulinas, 1983.
RIENECKER, F. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. Vida Nova, 1985.
THEISSEN, G. Sociologia da Cristandade Primitiva. Sinodal, 1987.


Autor(a): Evaldo Luiz Pauly
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Páscoa
Perfil do Domingo: 2º Domingo da Páscoa
Testamento: Novo / Livro: Atos / Capitulo: 3 / Versículo Inicial: 13 / Versículo Final: 15
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1990 / Volume: 16
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 13883
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Não existe nada de tão bom e nada de tão ruim que Deus não poderia usar para me fazer o bem, se eu confio Nele.
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