Colossenses 1.21-28

Auxílio Homilético

05/08/2001

Prédica: Colossenses 1.21-28
Leituras: Gênesis 18.1-10 e Lucas 10.38-42
Autor: Valério G. Schaper
Data Litúrgica: 9º. Domingo após Pentecostes
Data da Pregação: 05/08/2001
Proclamar Libertação - Volume: XXVI


1. Introdução

Este texto de Colossenses não foi abordado ainda em auxílios do Proclamar Libertação. Há, no entanto, outras perícopes de Colossenses comentadas em volumes anteriores de Proclamar Libertação, cujas considerações exegéticas são úteis para o entendimento geral da epístola.

2. Considerações exegéticas e teológicas

2.1. A comunidade de Colossos: aos santos e fiéis

Colossos situa-se no Vale do Lico, ao lado de Laodicéia e Hierápolis. Estas cidades deviam sua importância à indústria de lã. Colossos era a menor das três, ainda que em passado remoto tenha sido cidade de grande importância na região. Mesmo que se possa falar de uma certa inferioridade ou até decadência económica de Colossos em relação às demais cidades do Vale do Lico, não se deve esquecer que estamos falando de uma cidade que tinha sua economia centrada na indústria artesanal e no comércio de lã.

A comunidade era certamente composta de cristãos de origem pagã, e os cristãos de origem judaica, ainda que a comunidade judaica na cidade fosse forte, não estavam representados. Entretanto, não parece haver consenso acerca da presença de ideias judaizantes na comunidade (Comblin, p. 10, posiciona-se Favoravelmente à presença de ideias judaicas na comunidade, e Kümmel, p. 441, não.). A carta sugere um vínculo muito profundo entre Colossos e Laodicéia, a ponto de ser recomendada a leitura mútua das cartas (Cl 4.16) dirigidas a cada uma delas (Meeks, p. l (H), 214).

Quanto à composição social da comunidade de Colossos, pouco se pode dizer. Comblin afirma que a grande maioria da comunidade era de pobres, que fica desnorteada com as ideias introduzidas por círculos vinculados à elite. O conflito na comunidade seria, então, um enfrentamento cultural, produto de uma clivagem social (Comblin, p. 80-1). Meeks (p. 118-9), em termos bem genéricos, aponta para uma composição mista de artesãos livres e pequenos comerciantes, com pouca probabilidade de encontrar pessoas totalmente desprovidas de recursos (empregados contratados ou trabalhadores manuais dependentes de patrão). Esses grupos de artesãos e comerciantes possuíam casas, escravos e podiam viajar. No caso de Colossos, temos um caso exemplar, que mereceu uma carta especial: a história do escravo Onésimo na Carta a Filemom. Podemos dizer que havia escravos na comunidade de Colossos (Meeks, p. 99-100; cf. também Cl 4.9).

2.2. Epafras, Paulo e Timóteo: ouvimos da vossa fé

Tudo indica que quem fundou a comunidade de Colossos, bem como as demais no Vale do Lico, afluente do Meandro, foi Epafras (Cl 1.7; 4.13). Epafras encontrou-se com Paulo (Cl 1.8; 4.12; Fm 23). Há a possibilidade (Comblin, p. 29-30) de ver nessa menção da carta a ocasião em que Epafras teria relatado a Paulo os conflitos correntes em Colossos (Cl 1.8). Entretanto, aceitar essa informação é, implicitamente, aceitar Paulo como autor dessa Carta aos Colossenses. A autoria dessa epístola, porém, é controversa. Enquanto Meeks (p. 169 nota 167, 191) vê nela um caso clássico de pseudonimia do mundo antigo, Kümmel (p. 444-53) luta bravamente com argumentos a favor de uma autoria paulina, e Comblin chega a aventar a possibilidade de uma co-autoria Timóteo-Paulo ou uma autoria dos círculos paulinos, mas no decorrer do comentário trata a carta como se fosse de autoria exclusiva de Paulo (Comblin, p. 10-12, 25-26, 32, 33 e passim). Tendemos a ver uma colaboração mais estreita entre Timóteo e Paulo, pois a proximidade afetiva entre ambos (lFp 2.20-28; 1 Ts 3.1-18 c as carias ao próprio Timóteo) nos permite inferir uma profunda proximidade teológica.

2.3. Conflito em Colossos: aparência de sabedoria

Acerca do teor do conflito presente na comunidade também pouco se pode dizer. Não parece simples classificar as ideias correntes em Colossos. O que nos parece certo é que Epafras não se vê em condições de enfrentar sozinho a situação e pede ajuda. Se o pedido chega a Paulo ou aos do seu círculo, não é tão determinante nesse caso. É bem provável que a definição mais aproximada que se pode fazer das ideias correntes em Colossos ou da filosofia (Cl 2.8), como diz a carta, é que se trate de uma sabedoria secreta de tipo sincrético (Kümmel), que, anexando elementos de um culto ascético das potências ou dos elementos (Cl 2.8; cf. também Gl 4.9) de corte helénico e de um ritualismo judaico heterodoxo, buscava pontos de engate no cristianismo (Comblin, p. 15-18; Meeks, p. 191-2; Kümmel, p. 441-4). Entretanto, não se pode esquecer que isso é um exercício de conjeturas.

Encontramos os seguintes elementos que podem nos dar uma ideia do que seja essa filosofia:

a) Infere-se da carta que essa filosofia afirma a existência de elementos do mundo (2.8,22), de principados e autoridades/ potestades (1.16,20; 2.9-10,15). Tudo isso está associado a um culto dos anjos (2.18). Pode-se dizer que esses termos apontam para uma crença na existência de seres celestiais (astros, por exemplo), que são potências espirituais com determinado poder sobre o mundo. Em outros termos, pode-se falar do mundo como permeado por determinadas forças celestiais (energia), intervindo no ritmo do mundo. Tudo isso está, evidentemente, associado a uma determinada cosmovisão religiosa.

b) Essa filosofia estimulava determinadas práticas ascéticas: mortificação do corpo (2.23), questões de comida e bebida (2.16,21,23), humildade (2.18,23). Havia também a observância de um determinado calendário ritual: festas anuais ou de lua nova ou de sábados (2.16). Essa filosofia baseava-se também em visões: indagando de coisas que viu (2.18). Uma pergunta levanta-se aqui naturalmente: a serviço do que estavam essas práticas ascéticas, a observância ritual de um determinado calendário e as visões? Para responder essa pergunta, é preciso introduzir um terceiro elemento que caracteriza essa filosofia.

c) Esse terceiro ponto é de difícil caracterização, pois só é possível dizer algo a seu respeito inferindo de afirmações do(s) autor(es) da epístola. Contudo, pode-se dizer que as práticas do ponto b) estão a serviço de uma busca de conhecimento. A centralidade dessa filosofia na questão do conhecimento é flagrante na epístola pela intensidade e pela diversidade do vocabulário sobre o tema, como podemos ver nas seguintes passagens: 1.9-10; 1.25-26; 1.27-28; 2.2-3; 2.8; 2.19; 3.10; 3.16. Portanto, o interesse pelos elementos, potências está na busca de um conhecimento superior, misterioso, secreto, escondido, que se torna acessível mediante as práticas arroladas no ponto b).

O (s) autor (es) da epístola indica o método usado por aquele ou aqueles que trazem para a comunidade essa filosofia. Usam argumentos capciosos (2.4) e vãs e enganosas especulações da filosofia (2.8). Porém tudo isso não passa de tradição dos homens (2.8,20,22), de ordens legais (2.14,20), coisas, afirma a carta, que se destroem ou desgastam com o uso (2.22). Em última análise, isso é apenas uma aparência de sabedoria (2.23), que leva a um mero culto de si mesmo (2.23; cf. Almeida), a uma religiosidade afetada (2.23; cf. a versão da Bíblia de Jerusalém), a uma religião pessoal (2.23; cf. TEB), a uma piedade vazia (2.23; cf. a Edição Pastoral). São, numa linguagem adaptada da epístola, sombras do que há de vir (2.17). Em resumo, essa filosofia conduz a uma religião individual, onde a dimensão comunitária da fé está completamente ausente. Na linguagem da epístola, é algo que só serve à satisfação da carne (2.23). Também está ausente aí o caráter essencialmente ético do cristianismo. Toda a busca de conhecimento não passa de prazer pessoal, cujo fim está em si mesmo, no interesse e na curiosidade acerca das coisas misteriosas, secretas e escondidas. Para concluir, vale mencionar que se pode inferir da carta que a influência dessa filosofia ainda não se consumou na comunidade de Colossos (2.4-5,8,16-18; 4.2,5).

2.4. Cl 1.21-28: perfeitos em Cristo

O hino cristológico (1.15-20), que antecede a perícope escolhida, permite ao autor fazer a conexão do evento de Cristo com a obra de evangelização entre os colossenses. Eles foram reconciliados por esse mesmo Cristo, através do qual todas as coisas vieram a existir (l. 16). A obra de Cristo tem uma dimensão cósmica: ele é o Princípio e o Cabeça de tudo, pois nele e para ele Deus reconciliou todos os seres da terra e dos céus (1.18-20).

É o próprio Cristo que, morrendo, permite que os colossenses possam apresentar-se santos, imaculados e irrepreensíveis diante dele mesmo (1.22). A condição, diz o autor, é que eles permaneçam alicerçados na fé e não se afastem da esperança do evangelho que receberam (1.23).

Nesse ponto, o (s) autor (es) amarra a razão e o sentido de sua intervenção numa comunidade que não criou. Ele foi feito ministro por essa mesma Palavra que criou a comunidade de Colossos (1.24). Agora cabe-lhe uma tarefa, pois a obra não está completa. Cristo ainda sofrerá muitas tribulações pelo seu Corpo, a Igreja. O(s) autor(es) e apóstolo, ministro dessa Igreja, partilhando dessas tribulações, deve concluir essa obra, levando a bom termo, isto é, à plenitude, o anúncio da Palavra (1.25). Essa plenitude é a revelação do mistério escondido por tantos séculos e gerações (1.26). A riqueza da glória desse mistério é justamente Cristo presente entre e nos colossenses (1.27). Esse é o Cristo que foi anunciado, e agora a instrução visa levar todos à sabedoria para que sejam apresentados perfeitos em Cristo (1.28). O(s) autor(es), nessa breve passagem, já consegue sintetizar todo o seu ponto de
vista sobre a questão da busca por conhecimento e sabedoria e, de forma muito pertinente e densa, funda todo o conhecimento e sabedoria em Cristo Jesus, revelação do mistério longamente aguardado.

3. Considerações pastorais

3.1. A razão do conflito: vãs e enganosas filosofias

A questão pastoral central é o motivo da carta: há um conflito na comunidade de Colossos. Meeks (p. 191-12) centra o conflito em torno da questão da autoridade. Evidentemente, a opção por ver na epístola um caso clássico de pseudonimia encaminha, de certa forma, para a questão da autoridade. Há, sem dúvida, um certo dissenso em torno da autoridade em Colossos. Epafras sente-se enfraquecido em sua posição de evangelista-fundador da comunidade. Ele busca reforçar sua autoridade apelando para uma autoridade externa e reconhecida. É pouco provável que o questionamento da autoridade de Epafras tenha vindo de fora da própria comunidade. Os problemas em Colossos estão na própria comunidade.

Se a questão ficar restrita a um conflito de autoridade, perde-se de vista o que institui e mantém a autoridade. A autoridade está vinculada ao seu poder de criar e manter consensos, ou seja, a autoridade se mantém enquanto for capaz de assegurar esse consenso. Quando o consenso enfraquece, a autoridade enfraquece junto com ele, a não ser que se lance mão da arbitrariedade, da violência, em suma, do autoritarismo. No caso de uma comunidade, o consenso inicial precisa se dar em torno do conteúdo do Evangelho. Esse consenso mínimo é que permite o surgimento de um grupo de cristãos. Evidentemente, esse consenso pode ser do tipo fomos todos tocados pela Palavra e/ou fomos convencidos de forma razoável por essa doutrina.

A receptividade que a proposta cristã encontra nas cidades do mundo greco-romano não pode ser simplesmente atribuída à excelência do seu conteúdo ou à sua coerência ética. É razoável supor que essa receptividade tivesse outros fatores, o que explicaria a base ténue em que repousam os consensos mínimos que dão origem às comunidades cristãs, entre elas a de Colossos. Se a hipótese de que em Colossos surge um sistema religioso altamente sincrético a ponto de ser difícil reconstituir seu contexto de origem, é adequado pensar que a vastidão do Império Romano e a dinâmica interna que provocou engendraram a coexistência de uma pluralidade de sistemas religiosos. Dentro de um universo (greco-romano) politeísta isso não soava estranho. A convivência de sistemas religiosos certamente desencadeou esforços de harmonização dessas propostas a um grau extremo, que possibilita falar em religião pessoal, culto de si mesmo. Na tentativa de navegar entre todas essas propostas e harmonizá-las, o indivíduo torna-se o único ponto fixo de referência, cujo critério é uma escolha pessoal segundo as necessidades imediatas.

Portanto, a questão da autoridade repousa sobre um consenso difícil de ser mantido dentro de um contexto altamente receptivo. É possível que essa receptividade seja lambem parcialmente provocada por outros fatores, como as mudanças estruturais na sociedade ou na própria organização psíquica dos indivíduos. O fato é que o crer repousa sobre um terreno móvel. Assim, na superfície, o conflito gira em torno da autoridade, mas, profundamente, o conflito se dá pelo encontro de propostas religiosas diferentes: a proposta cristã e uma proposta sincrética pagã (Comblin, p. 19).

3.2. Cristo: nele habita toda a plenitude

A fé cristã advoga exclusividade. Ela não admite a convivência amistosa com esses elementos exógenos do paganismo greco-romano. Supõe um compromisso pessoal e comunitário com o Deus de Jesus Cristo. A fé cristã é uma entrega, exclusiva e incondicional, de si próprio a Cristo ou, como diria Tillich, um aceitar-se aceito. Entretanto, o (s) autor (es) da epístola é pastoralmente muito hábil em sua argumentação. Ele não começa por essas afirmações alinhavadas no começo do parágrafo. Parte do que está no ar: a questão do conhecimento, da sabedoria e do acesso às potências celestiais. Inicialmente massageia o ego dos colossenses, falando de sua fé e da sua perseverança (1.3-4,6,8). Em seguida, apropria-se da linguagem corrente na comunidade e a coloca a serviço de sua argumentação. Ele usa de forma positiva as palavras conhecimento (1.9,10; 2.2,3; 3.10), sabedoria (1.9,28; 2.3; 3.16) e mistério (1.26,27; 2.2; 4.3), mas remete tudo isso a Cristo. O(s) autor(es) admite que é preciso chegar à plenitude do conhecimento, que é preciso atingir a sabedoria com discernimento espiritual e que é preciso, sobretudo, saber que o mistério de que fala a fé cristã é mistério manifestado, revelado. Esse mistério é Cristo, que é desde antes dos tempos e no qual tudo subsiste, que se revelou também aos gentios como esperança da glória para a salvação de todos e de tudo, pois sua ressurreição apresenta-se, a partir do hino cristológico (1.15-20), corno uma nova criação que reconcilia também as potências celestiais (Comblin, p. 36-7).

3.3. Batismo: participar da herança dos santos na luz

Ele reconciliou os gentios no seu corpo, entregando-o à morte (1.22). Essa reconciliação se dá pela participação nessa morte e ressurreição através do Batismo. No Batismo, passa-se das trevas para a luz: há redenção, remissão dos pecados (1.13-14). Pelo Batismo há passagem do paganismo para a fé cristã (Comblin, p. 33-4). O Batismo introduz, pela fé, na comunidade do povo de Deus, isto é, dos que partilham a mesma fé. Ele é uma realidade dinâmica, pois, uma vez incluída nesse Corpo de Cristo, a pessoa precisa ser instruída em toda a sabedoria (1.28) até vir a ser apresentada perfeita em Cristo (1.28). Isso permite concluir que toda a carta a Colossos está dizendo claramente que a catequese é complementar à evangelização ou que a catequese é tão importante quanto a evangelização.

4. Considerações homiléticas

4.1. Contexto geral do ouvinte

A descrição do contexto da comunidade de Colossos certamente soou muito familiar para o leitor. Sem dúvida nenhuma, podemos ver muitos pontos de contato entre a situação dos colossenses, expostos à pluralidade de propostas religiosas, e a nossa situação atual, em que a religião atingiu um status de fenômeno mercadológico. Em nossas comunidades, sempre tivemos a presença de pessoas que simpatizavam com ideias espíritas ou da maçonaria. Agora, porém, temos esse fenômeno numa escala muito maior. As pessoas estão muito receptivas a influências de outras propostas religiosas, sobretudo se há elementos de experiências religiosas com o outro mundo ou com forças extraordinárias. Há ainda uma outra forma de receptividade, que pode ser classificada de uma abertura para o lado emocional da fé. Assim como há esportes radicais, cujo efeito é descarregar doses cavalares de adrenalina na corrente sanguínea, há uma busca por uma religiosidade radical, que leve o organismo a liberar adrenalina, endorfina. Tudo isso produz uma momentânea sensação de bem-estar físico e emocional.

4.2. (...)sabei tirar proveito do tempo presente (4.5)

Esse contexto é muito amplo para a prédica. O pregador deveria identificar o que está ocorrendo em sua comunidade. Quais as influências que pode ver aí? A partir delas deve partir para o diálogo. O(s) autor(es) da epístola é hábil, pois entra no universo dos seus interlocutores e busca identificar o cerne do problema. Ele não teme usar a linguagem corrente. Procura ressemantizar as palavras. Isso tem sido, na verdade, um trabalho constante do cristianismo: batizar conceitos exógenos. Por isso, uma recomendação da carta vale também para a prédica: A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, de modo que saibais como convém responder a cada um (4.6). Tornar palatável a argumentação não é o mesmo que transigir naquilo que é central. Assim é a Epístola aos Colossenses: delicada na argumentação, mas firme no conteúdo.

4.3. Revitalizar símbolos cristãos

Talvez nosso afã de combater os adversários esteja nos levando a não perceber as virtualidades do vocabulário cristão e dos seus símbolos. Procure símbolos cristãos fortes e que ressaltem os elementos da nossa esperança cristã, do caráter comunitário da nossa fé e faça-os circular durante a prédica. Mostre, por exemplo, que assim como há a música new age, o cristianismo produziu e produz músicas e cantos que são muito profundos e densos em sua espiritualidade. As propostas religiosas atuais são tremendamente visuais, auditivas, olfativas e táteis. Precisamos explorar esses sentidos, pois o cristianismo tem todos esses elementos em sua proposta. As pessoas deixam-se atrair por essas coisas também por desconhecer as virtualidades e riquezas da fé cristã.

Bibliografia

COMBLIN José. Epístola aos Colossenses e Epístola a Filemom. Petropólis / São Bernardo do Campo / São Leopoldo : Vozes / Imprensa Metodista / Sinodal, 1986. 110 p.
KÜMMEL, Werner G. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1982 797 p.
MEEKS, Wayne A. Os primeiros cristãos urbanos: o mundo social do apóstolo Paulo. São Paulo : Paulinas, 1992. 326 p.


 


Autor(a): Valério Guilherme Schaper
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 9º Domingo após Pentecostes
Testamento: Novo / Livro: Colossenses / Capitulo: 1 / Versículo Inicial: 21 / Versículo Final: 28
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2000 / Volume: 26
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 17614
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