Efésios 3.1-12

Auxílio Homilético

06/01/2006

Prédica: Efésios 3.1-12
Leituras: Isaías 60.1-6 e Mateus 2.1-12
Autor: Gerd Uwe Kliewer
Data Litúrgica: Epifania de Nosso Senhor
Data da Pregação: 06/01/2006
Proclamar Libertação - Volume: XXXI
 


1. Prólogo

Dois colegas trabalharam esse texto antes de mim: Günter Wolf em PL XVI (pp. 83ss) e Martin Volkmann em PL 22 (pp. 43ss). Wolf explica muito bem os aspectos exegéticos, o contexto da carta e o lugar vivencial do autor e dos leitores. A atualização leva-o a apontar para a desigualdade social e a necessidade da integração, na sociedade e na igreja, dos marginaliza- dos e excluídos. Nela encontra o enfoque da prédica. Volkmann acrescenta a análise das ideias centrais do texto, “destaques” como ele escreve, e encontra o rumo da prédica no desdobramento desses. Oferece ainda uma versão bem compreensível do texto, visto que esse, tanto no original como na versão de Almeida, é uma tripa de difícil compreensão. Após ler os dois trabalhos, cheguei à conclusão de que qualquer esforço meu de melhorar ou completar a exegese e a contextualização que os colegas fizeram ficaria menor do que o que já está aí. Quem quer pregar sobre o texto encontra nos auxílios deles o que precisa, tanto a explicação do texto como a motivação para a prédica. Creio poder acrescentar, porém, algo a respeito da atualização da temática abordada pelo texto. Propus-me, então, a refletir sobre as seguintes perguntas: Qual a situação específica que leva o autor da carta a escrever aos efésios? Haveria uma situação, uma conjuntura semelhante nos dias de hoje? Se houver, em que a perícope pode contribuir para lidarmos com essa situação?

Cabe ainda uma observação quanto ao caráter e à autoria da Carta aos Efésios. Vários exegetas têm apontado para o fato de que o estilo dela assemelha-se mais a uma homilia ou exposição teológica e ética dirigida a toda a igreja do mundo greco-romano. O endereçamento inicial e a referência pessoal em 6.21s parecem corpos estranhos, acrescentados posteriormente. Os mesmos exegetas também argumentam que, apesar de a teologia exposta na carta estar claramente baseada nos conceitos do apóstolo Paulo, ela reflete um nível mais avançado de elaboração teológica, próprio do período posterior à destruição de Jerusalém e da comunidade cristã dessa cidade em 70 d.C. A carta, portanto, seria de autoria de um aluno e continuador do trabalho do apóstolo Paulo. Não é incomum naqueles tempos, conforme os estudiosos, que alunos usem os nomes de seus mestres para dar mais autoridade a seus escritos. Sem aprofundar essas questões, informo que as reflexões desse auxílio homilético baseiam-se nas premissas expostas neste parágrafo. A seguir, quando me refiro ao autor de Efésios, sempre falo em “autor” ou “autor da carta”.

2. Texto

O texto é de compreensão difícil. No original grego são duas frases apenas que pretendem intercalar uma explicação referente ao que o autor quis dizer quando começou a frase do v. 1. Mas como ele intercala sempre novas explicações e complementações, quando chega no fim da segunda frase da perícope, perdeu a seqüência da frase iniciada no v. 1 e, no v. 13, recomeça a frase que iniciou no 1. Por isso é perfeitamente justificável desprezar o v. 1 e tratar os vv. 2 a 12 como uma seqüência de raciocínio com início e fim, completa em si. Para entender melhor o raciocínio, é necessário decompor a perícope em várias frases. O colega Volkmann faz isso com maestria. Por isso uso a versão dele (veja PL 22, p. 44):

(2) Vocês ouviram a respeito da tarefa com relação à graça de Deus que a mim foi confiada com vistas a vocês. (3) Pois, através de uma revela- ção, foi-me dado a conhecer o mistério, conforme escrevi em resumo acima. (4) Assim, ao lerem, vocês podem tomar conhecimento junto comigo do mistério de Cristo. (5) Esse mistério não era conhecido das pessoas das gerações passadas, assim como foi revelado agora aos seus santos apóstolos e profetas, em Espírito. (6) O mistério de que os gentios foram incorporados na promessa e se tornaram co-herdeiros e co-participantes da promessa em Cristo Jesus, por intermédio do evangelho. (7) Desse evangelho eu me tornei servo conforme o presente da graça de Deus, que me foi dada segundo a força do seu poder. (8) A mim, ao menor de todos os santos, foi concedida essa graça de anunciar aos gentios a riqueza insondável de Cristo (9) e trazer à luz para todos a “economia” desse mistério que estava escondido desde a eternidade junto a Deus, o Criador de tudo. (10) Ou seja, que se tornas- se conhecida agora aos poderes e domínios em todo o universo, por intermédio da igreja, essa multiforme sabedoria de Deus. (11) Esse propósito Deus estabeleceu desde a eternidade em Cristo Jesus, nosso Senhor. (12) Nele temos a liberdade de acesso na confiança que nos é dada por intermédio da fé nele.

3. Contexto

Qual é o objetivo, qual a preocupação do autor da Carta aos Efésios que o levam a escrever a perícope acima? Pressupondo o exposto no item 1, de que ela provavelmente não é de autoria do apóstolo Paulo, mas de um aluno dele, a carta teria sido escrita posteriormente à presença dos apóstolos na igreja primitiva em torno de 80 d. C. Os apóstolos não podem mais ser consultados diretamente, mas a sua doutrina ainda está bem presente entre seus alunos que lideram a igreja. Jerusalém com sua comunidade judaico- cristã, dispersa após a destruição da cidade no ano 70 d.C., deixou de ser o centro de referência da igreja. As comunidades judaico-cristãs perdem ou já perderam a sua liderança. A fé cristã fincou pé entre os “gentios”. Os cristãos, que têm a sua origem entre os muitos outros povos incorporados ao domínio de Roma, agora predominam na igreja. Os evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas apenas estão sendo coletados e redigidos. Talvez o Evangelho de Marcos já estivesse disponível em parte das comunidades, ao lado de outras tradições orais presentes nas comunidades dispersas no vasto território do Império Romano.

Qual é a problemática que move os líderes da igreja, entre eles o autor da Carta aos Efésios, nesse contexto? Conscientizemo-nos da situação: Os líderes que tinham sido convivas de Jesus Cristo e que podiam comunicar com autoridade de testemunhas presentes aos eventos do evangelho não vivem mais. Também as pessoas que ainda tinham convívio com os apóstolos e com os primeiros líderes, por exemplo Paulo e Barnabé, estão saindo ou já saíram de cena. Quem se poderá consultar em questões de doutrina daqui para frente? Era necessário anotar, coletar, compilar e comparar as diversas tradições, relatos e doutrinas para que a geração presente e as futuras obtivessem clareza sobre o que significa e o que abrange a salvação providenciada por Deus em Jesus Cristo. Era necessário definir onde se originava e em que se baseava a autoridade daqueles que pregavam o evangelho, administravam os sacramentos e conduziam a igreja.

Era um trabalho que se impunha. A comunidade de Jerusalém não fora somente um centro espiritual, mas também orientador e de legitimação para toda a igreja. Para lá se recorria em casos de dúvidas e disputas, como mostra o concílio dos apóstolos e presbíteros em 49 d.C. O apóstolo Paulo, apesar das diferenças teológicas que sustentava contra os líderes de Jerusalém, reconhecia a importância desse centro, o que fica evidenciado com a coleta que, em suas viagens missionárias, levantava para os santos de Jerusalém. Com esse centro estraçalhado e os líderes da primeira geração fora do com- bate, a jovem igreja estava em perigo de acabar, reduzindo-se a um aglomerado de comunidades espalhadas pelo mundo então conhecido, isoladas uma da outra, cada uma desenvolvendo as suas próprias doutrinas e liturgias.

Há também outra fissura que se manifesta nas comunidades da jovem igreja: entre os cristãos de origem judaica e os cristãos de origem entre os gentios. A comunidade cristã entendeu-se inicialmente como um ramo da religião judaica. Também fora da Palestina, as primeiras comunidades cristãs formaram-se geralmente a partir das sinagogas dos judeus da diáspora, onde a nova fé em Cristo tinha apelo primordialmente aos prosélitos, não- judeus interessados na religião judaica, mas que não queriam submeter-se a certos ritos dessa, como a circuncisão. Esses prosélitos foram o veículo do cristianismo para dentro do mundo dos gentios, no qual as comunidades cristãs começaram a difundir-se rapidamente depois que ficou definido, no concílio dos apóstolos e presbíteros em Jerusalém, que cristãos saídos dos gentios não estariam sujeitos à lei da circuncisão (At 15). Mesmo assim, os cristãos saídos dentre os judeus continuaram liderando a igreja, e havia uma certa soberba deles em relação aos cristãos entre os gentios. Mas com a destruição de Jerusalém e a dispersão de sua comunidade cristã, a situação se inverteu. Os “gentios” começaram a dar o tom na igreja, e a influência dos “judeus” era reprimida. E começaram a levantar-se vozes entre os gentios que queriam desfazer-se completamente da tradição judaica (como fizeram, no século seguinte, Marcião e seus seguidores). O autor de Efésios está consciente dessas duas vertentes de seguidores de Cristo. Ele é dos que “de antemão esperavam em Cristo” (Ef 1.12), isto é, cristão de origem judaica, e fala para os que ouviram a palavra da verdade depois e também creram nela (Ef 1.13), isto é, os cristãos vindos dos gentios.

A Carta aos Efésios trata, na sua primeira parte (até o cap. 4.16), das duas questões acima apontadas. Define a base de fé que fundamenta a unidade da igreja, destaca como e por quem ela foi definida e de onde ela tem a sua legitimidade. O tema geral da carta, portanto, é a igreja, a sua origem, instituição, unidade no presente e no futuro, em fé e em ação. Também a segunda parte, que trata da santificação dos cristãos na vida na igreja e no mundo, não foge desse tema. Quer fortalecer a igreja e torná-la visível e reconhecível perante a sociedade por meio da vida ética de seus membros.

4. Procurando entender o texto

Onde, na perícope proposta, aparece a temática da unidade da igreja? O autor parece querer enveredar, no v. 2, por outro caminho: ele apresenta as suas credenciais (como faz o apóstolo Paulo em Gl 1.11-17, p. ex). Parece que precisa justificar o que ele expôs no capítulo anterior (2.11-22), onde ele insiste que os cristãos de origem entre os gentios são membros do corpo de Cristo de pleno direito e que nesse corpo judeus e gentios são edificados juntos num santuário para Deus. Explica que lhe foi dada uma revelação especial, do “mistério”, que não é nada mais do que essa unidade e equivalência entre judeus e gentios, quando inseridos no corpo de Cristo. Essa revelação era desconhecida às gerações passadas, isto é, aos judeus e aos primeiros cristãos. É uma revelação que só ele recebeu? Olhando apenas para o v. 3 da perícope, pode parecer que é o caso. Mas no v. 5 o autor apressa-se a desfazer essa impressão: Esse mistério foi revelado a “seus santos apóstolos e profetas”, isto é, a todo o grupo dos primeiros líderes da igreja. Fica evidente: para uma revelação, uma definição doutrinária ser aceita e reconhecida na igreja não basta uma iluminação isolada. Ela precisa ser confirmada, reconhecida e assumida pelo grupo mais amplo de líderes. O v. 6 reformula e reforça enfaticamente que de fato judeus e gentios, na igreja, são iguais em tudo “por meio do evangelho”. Desse evangelho ele, o autor, foi feito servo, e daí vem a sua autoridade. A tradução de Almeida traduz a palavra diakonos como “ministro” (do evangelho), com razão. O autor aponta aqui para o fato de que ele é pastor, como nós hoje dizemos, convocado e reconhecido conforme o rito em uso na igreja naquele tempo. Isso lhe dá a autoridade de falar ou escrever, não a revelação especial que lhe foi dada. E recebeu ainda uma graça especial: a de pregar especialmente aos gentios “as insondáveis riquezas de Cristo”.

Os vv. 9-12 expõem que essa equiparação de judeus e gentios, isto é, de todas as pessoas e de todos os povos conhecidos, estava no propósito de Deus desde o início dos tempos. A igualdade de todas as pessoas humanas, a salvação de todas as gentes e povos em Jesus Cristo eram pretendidas por Deus desde a criação. Mas a revelação desse plano gracioso de Deus aconteceu na história, em etapas, e está se concluindo agora (no tempo em que o autor escreve). Isso acontece “pela igreja”. Ela é objeto e prova dessa revelação, que dessa maneira também chega aos “principados e potestades nos céus”. Entendo que o colega Volkmann acerta a intenção do autor quando aqui traduz “poderes e domínios em todo o universo”. Também hoje temos a consciência de que o universo abrange muito mais do que a terra e vida humana. A tudo isso que foi revelado temos acesso pela fé em Jesus Cristo.

Temos, no autor da Carta aos Efésios, um teólogo e líder com uma clara visão de igreja universal, alicerçada em Jesus Cristo e edificada sobre os apóstolos e profetas, que vive e cresce pela fé no evangelho pregado e confirmado por esses. Nela há “somente um corpo e um Espírito..., um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, age por meio de todos e está em todos” (Ef 4.4-6). Diante das tendências desagregadoras de sua época, diante do perigo de uns tentarem impor- se aos outros na igreja, diante do surgimento de líderes autoproclamados que querem criar a “sua” congregação ou igreja, o autor de Efésios insiste que a igreja é uma só, é liderada por uma sucessão de líderes que têm a sua origem nos apóstolos e que prega uma doutrina elaborada e aprovada pelo conjunto dos “apóstolos e profetas”.

5. A situação da cristandade hoje

Vendo a cristandade de hoje, o autor de Efésios certamente ficaria mais preocupado ainda. Uso o termo “cristandade” porque parece difícil aplicar o termo “igreja” ao conjunto de denominações, confissões, credos e ritos que desagregam as pessoas que se dizem seguidoras de nosso Senhor Jesus Cristo. Novas “religiões” cristãs surgem da noite para o dia por intermédio de líderes muitas vezes autoproclamados, outras vezes dissidentes de igrejas estabelecidas, que propagam doutrinas que, se não estão em desacordo com o evangelho de Cristo, pelo menos são parciais e incompletas.

E quanta condenação! Cada igreja, cada linha teológica considera-se dona da verdade; conseqüentemente, as outras estão erradas e precisam ser combatidas ou convertidas. A consciência de que todas as pessoas que crê- em em Jesus Cristo e, de uma ou outra forma, colocam a sua esperança nele fazem parte de uma igreja é muito tênue e totalmente espiritualizada: reduz-se à idéia vaga de que, no juízo final, Jesus Cristo julgará todas as pessoas e congregará aquelas que fazem parte de seu rebanho. Só no além a igreja se concretizará. Que a única igreja de Jesus Cristo também precisa de estruturas e visibilidade já neste mundo, na sociedade em que vivemos, já não é mais visto como necessidade por grande parte das igrejas hoje existentes.

É verdade que o exposto no parágrafo anterior é uma generalização. Ainda há muitos cristãos e cristãs que mantêm a consciência da unidade da igreja e, em maior e menor grau, empenham-se em dar alguma visibilidade a ela. Olhando para o Brasil, isso certamente vale para a Igreja Católica Romana e também para a Luterana, a Metodista, a Anglicana e a Católica Ortodoxa. Talvez ainda a Presbiteriana e também a Congregacional. Mas essas igrejas com consciência ecumênica, chamadas também de históricas, abrangem apenas três quartos dos cristãos do Brasil. O outro quarto pertence aos Adventistas e, principalmente, às inúmeras igrejas pentecostais, entre as quais muitas minúsculas de um líder só. Observa-se, ainda, que nas próprias igrejas históricas há tendências desagregadoras, grupos que pleiteiam a renova- ção da igreja, mas acabam formando dissidências que se afastam da igreja- mãe e formam igrejas próprias.

O censo realizado pelo IBGE no ano 2000 mostra que a parcela da cristandade que perdeu, ou quase, a consciência de uma igreja universal concreta e visível cresce vertiginosamente. Em 1991, abrangia 7% da população do país; em 2000, já eram 12% (conforme dados em: Atlas da Filiação Religiosa, PUC-Rio e Loyola, 2003).

6. Tema da pregação

Convido o pregador, portanto, a fazer da unidade da igreja o tema de sua pregação. A perícope dá-lhe elementos para esse tema quando insiste na equiparação entre judeus e gentios, quando destaca a necessidade de basear a doutrina nos “apóstolos e profetas” e quando destaca o propósito de Deus de reunir todas as gentes na salvação em Cristo. Certamente será permitido agregar outras passagens, como 4. 4-6, “um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos”. Olhando em sua volta e para dentro de sua paróquia, certamente encontrará exemplos da confusão de igrejas que hoje temos no Brasil, de membros que são atraídos para novas ofertas religiosas, da concorrência deslavada existente entre elas. Poderá apontar para o oportunismo de algumas das novas igrejas e para a sua falta de embasamento histórico e teológico. E também encontrará, em sua própria igreja, exemplos de soberba espiritual de membros em relação a outros, de dissidências que envenenam o ambiente e de divisões que perigam acontecer.

Será lícito apontar para os esforços de manter e construir a unidade da igreja, desenvolvidos por sua própria denominação (no meu caso, a IECLB), para as instituições ecumênicas existentes no Brasil e no mundo.

7. Subsídios litúrgicos

Os outros dois textos deste domingo – Is 60.1-6 e Mt 2.1-12 – combinam muito bem com a temática de que todos os povos, todas as etnias são igualmente chamadas a integrar-se ao corpo de Cristo. Se o pregador res- tringir a leitura no culto ao texto do Evangelho de Mateus, sugiro usar Is 60.3s na saudação inicial.

Confissão de pecados: Confessamos que a nossa comunidade está sob o risco de fechar-se a pessoas diferentes, de rejeitar pessoas de outros grupos, classes e etnias; que facilmente caímos na tentação de considerar a nossa igreja mais certa, mais correta, dona da verdade; que vemos com indiferença a desunião entre os cristãos, inclusive na igreja a que pertencemos.

Oração de coleta (de Lutero, do caderno: Querido Deus. Coletânea de orações. Editora Sinodal 1993): Senhor Deus, Pai de todas as dádivas e firmeza, fortifica por graça o que começaste em nós por intermédio de teu Santo Espírito, para que satanás não nos enfraqueça e torne cansados através de falsidade e violência, de modo que deixemos tua palavra e reino. Vivemos em época perigosa, porque muitos são enganados por entusiastas e também decaem. Iludidos pela falsidade de satanás, julgam ter o bastante e saber tudo. Assim se tornam preguiçosos e ingratos. Por isso deixa-nos permanecer no fervor da fé, para que cresçamos nela diariamente, em Jesus Cristo, nosso verdadeiro e único auxílio. Amém.

Assuntos para a intercessão: Por respeito e paz entre os povos, raças e etnias, no Brasil e no mundo; pela aproximação entre as igrejas que hoje se combatem; que o Espírito Santo ilumine os líderes que transformam questões secundárias em motivo de divisão e separação; pelas organizações ecumênicas, que os seus esforços promovam a união da igreja; pela convivência ecumênica local.


Bibliografia

CONZELMANN, Hans e outros. NTD 8. Die Briefe an die Galater, Epheser, Philipper, Kolosser, Thessalonicher und Philemon. Göttingen, 1981.
KÜMMEL, Werner G. Die Theologie des Neuen Testaments. Göttingen, 1969.


Autor(a): Gerd Uwe Kliewer
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Epifania

Testamento: Novo / Livro: Efésios / Capitulo: 3 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 12
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2005 / Volume: 31
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 18442
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