História de vida de Helga Ehlert Witthoef

22/11/2017

 

Nome: Helga Ehlert Witthoef

Participação na IECLB: Desde o Batismo

Comunidade: Evangélica Luterana Ilha da Figueira- Paróquia Apóstolo João

Sínodo: Norte Catarinense

 

Me chamo Helga Ehlert Witthoef. Nasci em uma família luterana. Com meus pais e avós paternos íamos nos cultos e no Culto Infantil. A minha mãe me ensinou a orar, ao deitar. Ela lia o devocionário Castelo Forte na mesa do café da manhã e antes das refeições nós orávamos o Pai Nosso. Quando “vinha” trovoada, minha mãe nos chamava para dentro de casa e, na sala, orávamos para que o Pai do céu, com seu amor revelado em Jesus, nos protegesse.

Eu fazia 5 km a pé até o local da doutrina (Ensino Confirmatório). O amor de Jesus falou comigo durante uma evangelização com o Sr. Alcides. Ali, decidi entregar o meu coração para Jesus, meu Senhor e Salvador. O dia da minha confirmação foi um momento muito grandioso. A partir da confirmação comecei a participar do grupo de juventude, do Coral Jovem e a ser orientadora do Culto Infantil. 

Na casa da minha família só se falava em alemão. A minha mãe me ensinou a ler em alemão cantando. Com o dedo, ela apontava para a palavra cantada. Assim, aprendi alemão ao mesmo tempo em que despertou em mim o interesse por cantar. No Coral Jovem, que também era em língua alemã, aprendi a cantar ainda mais.

O grupo de jovens era sempre acompanhado pelo pastor. Nesse grupo participei de retiros e cresci na minha caminhada espiritual. Foi no grupo de juventude que, depois de alguns anos, conheci meu esposo Valdir Witthoef. Dois anos depois nós nos casamos e viemos morar no Bairro Ilha da Figueira. Na época, a Figueira era ponto de pregação. Os cultos aconteciam no Paiol de Milho de uma família luterana. 

Mais tarde, um terreno que ficava a uma quadra da minha casa, foi doado (para a construção da igreja). Nesse terreno, pouco a pouco, passo a passo a comunidade foi se formando e a Igreja foi sendo edificada. A nossa comunidade Ilha da Figueira, foi se formando a partir da comunhão e do calor humano, através do Culto Infantil, da OASE e do grupo de canto.

O grupo de canto era um espaço de muito amor e comunhão, onde louvávamos ao Senhor Jesus, através da Música. Para aprendermos as melodias, o pastor Günther Richter ligava o gravador e tocava a fita cassete com os hinos do hinário. Era um momento de alimentar-se espiritualmente. 

Após o nascimento de nossos três filhos, mesmo sendo eles ainda pequenos, eu amava ir aos cultos e ouvir as pregações. Nos primeiros tempos da comunidade, tivemos evangelizações que foram muito importantes para toda a comunidade crescer. Estou hoje há 42 anos nessa comunidade e quero continuar participante (dela) durante o tempo de vida que Deus me der.


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