Isaías 58.1-9a

Auxílio Homilético

25/02/1990

Prédica: Isaías 58.1-9a
Autor: Friedrich Gierus
Data Litúrgica: Domingo Estomihi
Data da Pregação: 25/02/1990
Proclamar Libertação - Volume: XV

 

I - O texto

1. Contexto literário e histórico

A nossa perícope se encontra no contexto literário do Trito-Isaías (Is 56 a 66). De acordo com os pesquisadores esta unidade é uma combinação de fragmentos literários de épocas antes e depois dos profetas Ageu e Zacarias. Os dois iniciaram sua carreira profética em Jerusalém, no segundo ano do rei Dario, em 520 a. C. Os autores de Is 56-66 devem ter sido profetas de uma escola que cuidava da herança de Isaías.

Encontramo-nos, portanto, na época pós-exílica. Is 56.7 pressupõe que o templo já foi reconstruído (veja também 66.6). Esperam-se novos regressantes do exílio. No centro do interesse está a edificação da comunidade em torno do templo (56.1 ss e 65.1ss), o combate à idolatria (57Jss), a observação do sábado (56.2; 58.13ss), o jejum em forma de uma nova atitude ética (58.1ss), a denúncia da injustiça social (59.1ss) e visões escatológicas: a nova Jerusalém (60.1ss), novos céus e nova terra (65.17ss).

2. Estrutura do texto

58.1-4: Um dito profético

a) A missão (v. 1): Anuncia a transgressão!
b) Descrição do pecado (vv. 2-4a): Jejum para contendas e rixas.
c) O veredito (v. 4b): Não se fará ouvir sua voz no alto!

58.5-9a: A nova dimensão do jejum

a) A prática do jejum nos moldes tradicionais não agrada a Deus
(v. 1): andar por um dia aflito e cabisbaixo, deitar num pano de saco e cinza.

b) Jejum também deve ter consequências éticas na vida do dia-a-dia e significa concretamente (vv. 6 e 7):

— Soltar ligaduras e desfazer ataduras da servidão;
— Libertar o oprimido e despedaçar todo jugo;
— Repartir o pão e dar abrigo aos pobres;
— Vestir o necessitado e solidarizar-se com o irmão que sofre.

c) As novas atitudes de fé terão, em termos de retorno (vv. 8-9a):

- Luz e cura;
- Justiça e glória do Senhor;
- O culto a Deus tem a promessa do Senhor: eis-me aqui!

3. Análise do texto

V. 1: O profeta recebe a tarefa de denunciar a transgressão e os pecados do povo. Plenos pulmões e como a trombeta indicam que o profeta deve anunciar o pecado do povo e de seus líderes de uma maneira bem clara, com determinação e profunda penetração, como o som de uma trombeta, para que ninguém possa desculpar-se: Eu não ouvi nada! Ninguém me avisou. Sou inocente!

Transgressão, significa uma atitude que separa do parceiro e destrói a comunhão. Quer dizer, o povo desligou-se da comunhão com Deus (atitude do filho pródigo que abandonou a casa paterna). Os pecados da casa de Jacó: O termo pecado significa basicamente: perder o alvo, isto é, não servir para o que foi destinado ou concebido. Portanto, transgressão e pecado não são apenas fraquezas morais, mas sim, são atitudes que impossibilitam o convívio entre o homem e Deus, destroem a comunhão com Deus, isto é, provocam a perda da vida.

V. 2: O trágico é que o povo está convencido de que seu culto, sua praxis pietatis, seu aprender e ensinar a lei de Deus acontece de acordo com a vontade do Criador: eles perguntam pelos direitos da justiça. Sabe-se que os israelitas, desde os tempos antes do exílio, cultivavam as tradições religiosas assim como os antepassados tinham ensinado: observar o sábado, jejuar, dar o dízimo, orar, oferecer sacrifícios, etc. Estas tradições religiosas foram, na medida do possível, observadas rigorosamente durante todo o exílio e foram revigoradas depois do regresso à terra dos pais. Mas, aos poucos, tornaram-se exercícios religiosos que perderam seu conteúdo e serviam apenas para a autojustifïcação, atitude esta que Jesus criticou nos fariseus (compare Mt 23.23-28).

V. 3: Ainda que têm prazer em se chegar a Deus, a religiosidade do povo já é corrompida. Seu culto fica sem resposta. Seus exercícios religiosos não têm retorno: tu (Senhor) não levas em conta. O profeta explica por quê: vocês estão perdendo o alvo e desvirtuaram seu culto. Pois o vosso jejum acontece em função de próprios interesses. Enquanto observam as regras do jejum, mandam outros fazerem todo o vosso trabalho.

Vv. 4-5: Além disso, continuam ainda suas contendas e rixas” e usam a violência para impor sua vontade egoísta. Fé e vida tornaram-se duas realidades divorciadas. Pode ser, até, que observem minuciosamente todas as regras e preceitos referentes ao jejum (afligir a alma, isto é, arrepender-se, andando cabisbaixo e deitar em pano de saco e cinzas), Deus não ouvirá as orações, porque ávida do dia-a-dia não reflete as atitudes dos exercícios religiosos.

Esta crítica ao jejum questionou a tradição religiosa dos israelitas que, naquela época, apenas conservavam formas vazias de uma religiosidade tradicional, sem assumir as consequências éticas na vida. (Crítica no mesmo sentido está registrada em Amos 5.21 s!).

Como o profeta interpreta um jejum consequente, lemos nos versículos seguintes. Mas antes de entrarmos em detalhes é preciso fazer uma observação referente à práxis do jejum e seu sentido.

Excurso: O jejum

O jejum ê um fenómeno religioso que encontramos nas religiões antes do judaísmo e paralelamente ao mesmo. Jejum, em Israel, normalmente foi praticado durante um dia inteiro (Jz 20.26). Mas havia também o jejum que durava uma semana (l Sm 31.13) ou até 40 dias (Dt 9.9). O povo ou o indivíduo jejua: a) por causa de muitas preocupações (SI 35.11-13; l Rs 21.29); b) diante da ameaça de guerra e destruição (Jz 20.26; 2 Cr 20.1-3); c) em função da penitência e reconhecimento de pecado (Ne 9.1ss; Jn 3.4-10); d) por motivo do falecimento de um ente querido (l Sm 1.1 Is), e, por isso, em sinal de tristeza.

A oração normalmente acompanha o jejum (Jr 14.11-12; Ne 1.4). Afligir a alma, não comer e beber, deitar ou sentar em cinza, vestir um pano de saco, andar cabisbaixo, orar e lamentar são o conjunto de exercícios do jejum para demonstrar auto-humilhação com o fim de obter graça e misericórdia diante de Deus (o pano de saco e a cinza significam pobreza e humildade, Gn 18.27; Is 61.3). Além disso, o jejum era considerado uma preparação adequada para colocar-se num estado digno para o encontro com Deus. A abstenção de comida era uma técnica para preparar o espírito: o indivíduo fecha-se à fonte de energia que provêm dos alimentos materiais (da terra!) para abrir-se à fonte de alimentação espiritual (do céu!).

Oficialmente houve em Israel um dia de jejum obrigatório, no qual o povo teve que afligir sua alma (veja também nossa perícope 58.3!) em penitência para obter a purificação dos pecados. Era a festa anual das expiações (Lv 16.29ss; Nm 29.7). O judaísmo pós-exílico conheceu quatro dias obrigató¬rios de jejum (Zc 8.19). Mais tarde, o jejum perdeu seu verdadeiro sentido. Tornou-se uma formalidade sem compromisso ético. Aliás, foi utilizado como instrumento (fromme Leistung) para colocar o débito com Deus em dia. Esta prática já foi alvo de crítica na época de Jeremias (Jr 14.12), de Zacarias (Zc 7.1-7)e de Trito-Isaías (nossa perícope). Mais tarde, o próprio Jesus criticou o conceito farisaico do jejum (Mt 6.16-18). Mas ele vê no jejum uma forma legítima de combater os poderes que querem destruir o homem (Mt 17.21). Ele mesmo ficou 40 dias e noites sem comer e beber (Mt 4.2).

No decorrer da história eclesiástica, o jejum recebeu uma função significativa na praxis pietatis. Infelizmente tornou-se, aos poucos, uma obrigação religiosa alienante. Martim Lutero sofreu sob essa alienação. Mesmo assim considera o jejum válido. Jejuar e preparar-se corporalmente é, sem dúvida, uma boa disciplina externa (Catecismo Menor, sobre a Santa Ceia) e na Confissão de Augsburgo, Artigo 26, Da Distinção de Comidas, pode-se ler que o jejum, entre outros exercícios, é uma tradição humana e não representa uma forma de culto que justifica diante de Deus. Porém, todo cristão deve exercitar e dominar-se mediante disciplina ou exercícios corporais e labores de modo tal, que a saciedade ou a indolência não o estimulem ao pecado...

Vv. 6-7: A segunda parte de nossa perícope explica que tipo de jejum agrada a Deus. Jejum não deve refletir uma piedade que gira em torno da auto-satisfação religiosa. Nem pode ser um instrumento pelo qual se obriga Deus a dar atenção. O verdadeiro jejum fica transparente na vida do dia-a-dia, tem consequências éticas. P. ex., no trato justo do empregado. Ele deve receber um salário justo e garantias em termos de leis sociais negociadas num processo participativo. Servidão e opressão não se podem justificar diante de Deus. Por isso, jejum verdadeiro é despedaçar todo jugo. Ninguém é autorizado a criar dependências ou viver à custa dos outros. Ao contrário, verdadeiro jejum, culto a Deus, é repartir o pão, empenhar-se para que não haja desabrigados ou necessitados que carecem do absolutamente mínimo para a sobrevivência.

Pano de fundo para estas exigências que visam justiça social e aceitação mútua entre as pessoas é a lei do ano de jubileu (Lv 25.8ss, especialmente os vv. 13 a 17!). Não se sabe até que ponto o povo de Israel realmente realizou o ano de jubileu, que também foi chamado ano da libertação (Lv 25.10: Ez 46.17) ou ano aceitável do Senhor (Is 61.2). P. ex., em Jeremias 34.8-10 é relatado que os príncipes se arrependeram e fizeram voltar os servos. Durante o exílio, por certo, o ano de jubileu não funcionou. E temos motivos para supor que o ano de libertação nunca foi praticado regularmente. Por isso, sempre houve motivo para críticas por parte de profetas, entre outros também o Trito-Isaías (Is 58.6ss).

Parece que o conceito de justiça social, em termos de ano jubilar, foi utópico. Além das constantes críticas de omissões, alimentou-se uma esperança que foi pintada com cores escatológicas. Quer dizer: haverá um dia em que a justiça será perfeita. Em Is 62.1, o Trito-Isaías vislumbra uma nova realidade que redunda na esperança de novos céus e nova terra (65.17ss). Quer dizer, plena justiça só haverá com o novo mundo, criado por Deus Esta mensagem coloca o homem no seu devido lugar.

V. 8: Voltamos à nossa perícope! O profeta denuncia o comportamento errado (transgressão e pecado) do povo de Israel, sua moral dupla, sua injustiça social, seu culto corrompido que, de forma nenhuma, agrada a Deus (v. l a 5). Ele mostra como um culto autêntico, o verdadeiro jejum, tem consequências para o convívio com os semelhantes e leva a uma nova realidade, na qual romperá a luz e justiça irá diante de ti, e Deus será a tua retaguarda. Todos os termos entre aspas descrevem a vida em comunhão com Deus.

V. 9a: Quer dizer, agora, com a mudança radical de atitudes para beneficiar o convívio entre os homens através de atos concretos de justiça e amor, há também condições de viver em comunhão com Deus. Agora, sim, há diálogo com Deus. A oração não se perde mais no espaço sem resposta. Pois Deus responde: Eis-me aqui. Esta promessa de Deus foi reafirmada por Jesus, quando promete a seus discípulos: Eis que estou convosco todos os dias! (Mt 28.20).

4. Escopo

O culto a Deus perde seu sentido quando é divorciado da vida. A fé será autêntica e o culto aceitável por Deus na medida em que se concretiza no dia-a-dia:

a) no amor que reparte o pão e cria comunhão;
b) na solidariedade que se empenha por uma vida em liberdade;
c) no zelo pela justiça que promove a dignidade do homem;
d) na comunhão com Deus, em oração;
e) na esperança e certeza de sua presença.

lI — A caminho da prédica

O nosso texto está previsto para o domingo Estomihi, que precede a Quarta-Feira de Cinzas. O domingo recebeu seu nome de Salmo 31 onde, no v. 2, o salmista pede sê (esto mihi) o meu castelo forte.

O Salmo 31 tem a característica da lamentação do indivíduo, com exposição do sofrimento e súplica. O salmo é a oração daquele que procura a face de Deus em penitência, buscando fortalecimento e graça. Com isto já estamos em meio à liturgia do jejum, que o tema do domingo sugere. A nossa perícope, por certo, foi escolhida para este domingo para abrir a temática da época de paixão: o jejum. Na reflexão acima mostramos um pequeno histórico do jejum até o posicionamento da Reforma.

Não é recomendável começar a prédica com uma reflexão sobre o sentido ou valor do jejum, para então - com base no nosso texto - cair no erro de condenar por completo o jejum como tal. O texto não condena ò jejum em si! Ele critica o culto errado; ele condena o culto e toda a praxis pietatis que visam apenas a auto-satisfação (autojustifícação). O texto — agora entramos em nossa atualidade! — questiona as cerimónias de casamento, a participação da Santa Ceia, o ofício do Batismo, a confirmação, o enterro, todo tipo de inaugurações, cerimónias religiosas de formatura, onde a religião se torna uma mera formalidade, atendendo apenas questões de etiqueta, sem a consequência ética na vida do dia-a-dia. Quantas orações, cantadas antes de refeições em encontros e seminários da Igreja, são apenas cantos para os próprios ouvidos e não têm nada a ver com os compromissos que resultam das dádivas de Deus com o próximo que sofre privação. Ou pensamos na prática do jejum que, na Sexta-feira Santa, apenas troca carne por peixe, que, no entanto, não deixa de ser comida bem nutritiva. Jejum hoje pode significar: abster-se de comida abundante em benefício de outros; restringir as despesas que beneficiam a própria vaidade para dar à Igreja mais do que a contribuição obrigatória; ou, então, apoiar campanhas que beneficiam crianças sem pais, pessoas sem teto, sem terra, sem trabalho; e, também, caso alguém seja dono de uma fábrica, abdicar de uma grande margem de lucro para beneficiar os próprios operários com salários melhores. Hoje, o jejum significa, sobretudo: Apresenteis os vossos corpos por sacrifico vivo (Rm 12.1-2). Quer dizer, colocar tudo que somos e temos a serviço de Deus, visando o bem-estar do próximo, de acordo com o mandamento, Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mt 22.39).

Falando em sacrifício — você já tentou ficar um, três ou seis dias sem comida, apenas tomando água ou chá? Experimente! Vai ver como um pedaço de pão seco é coisa gostosa. Sentirá também um pouco do que sofrem as pessoas, especialmente crianças, que não conseguem comer satisfatoriamente durante toda a sua vida. Quem nunca sentiu fome não pode ter ideia do que milhares de brasileiros famintos sentem diariamente. O jejum nos abre a mente e os olhos! Quem nunca se colocou ao lado dos dependentes, dos oprimidos, e procurou sentir com os perseguidos e discriminados, dificilmente poderá ser motivado a repartir sua fartura, sua segurança, seu conhecimento, enfim, seu pão.

Cuidado! A prédica não deve se perder nos apelos por uma sociedade mais justa. O nosso texto fala de uma realidade muito mais ampla: os vv. 8 e 9 não devem ser esquecidos. Pois, achamos que o culto sem responsabilidade social, assumida na vida do dia-a-dia, desacerta o alvo (geht am Ziel vorbei). Mas vale também: Um programa ou movimento social que negligencia o culto a Deus leva facilmente ao esquecimento da dimensão espiritual. Isoladamente, ambas as atividades são fatais. Fé sem dimensão social destrói a comunhão com os homens. Engajamento social sem fé foge à comunhão com Deus. A Bíblia chama isso de transgressão, pecado. O nosso texto mostra esse relacionamento: Onde a fé se engaja pelo bem-estar do semelhante (p. ex. repartir o pão), há também comunhão com Deus. E onde há diálogo e comunhão com Deus (culto), há também justiça entre os homens. Nesta correlação há verdadeira cura da nossa vida afetada pelo egoísmo e luz para o nosso mundo corrupto (v. 8).

A certeza da presença de Deus (eis-me aqui!) em nossa vida, tanto no culto como nas decisões do dia-a-dia, dá ânimo e força na caminhada do povo de Deus em conjunto, que vive a partir e em função do novo mundo, mundo este que começou com o sofrimento, a morte de cruz e a ressurreição de Jesus Cristo.

III — Subsídios litúrgicos

1. Confissão de pecados: Senhor, chegamos à tua presença sabendo-nos devedores do teu amor. Não fomos consequentes em nossa fé. Fugimos do compromisso que temos com o nosso semelhante e cuidamos egoisticamente dos nossos negócios. Perdoa-nos e concede-nos outra oportunidade de sermos luz do mundo e sal da terra. Em nome de Jesus. Amém.

2. Coleta: Nosso Senhor e Pai! Tu nos convidas para que nos aproximemos de ti a fim de recebermos a orientação da tua palavra. Dá-nos o teu Santo Espírito para que sejamos capazes de ouvir e de fazer o que é do teu agrado. Isto te pedimos em nome de Jesus, teu Filho, nosso Senhor. Amém.

3. Oração final: Senhor, nosso Deus! Tu nos deste a vida e nos abriste os olhos da fé para vermos a nossa responsabilidade para com o mundo, os homens e a criação. Fortifica-nos através da tua palavra e orienta-nos para que o nosso culto seja autêntico e se refuta nas decisões de cada dia. Ajuda-nos para que tenhamos coragem de impedirmos toda forma de escravidão dos nossos semelhantes e nos empenharmos por um mundo mais justo, mais sábio, mais pacífico.

Sem ti nada podemos fazer. Por isso te pedimos que tu nos acompanhes no caminho da nova semana que está diante de nós, e dá-nos a certeza da tua presença quando não sabemos o que dizer para testemunhar a tua justiça, quando não sabemos o que fazer para levar adiante o teu amor, quando não sabemos comportar-nos para ensinar a tua paz. Senhor, dá-nos a coragem de contar contigo, na vida e na morte. Por Jesus Cristo. Amém!

IV — Bibliografia

- EISSFELDT, O. Einleitung in das Alte Testament. Tübingen 1964.
- JENNI, E./WESTERMANN, C. Theologisches Handwörterbuch zun Alten Testament. München, 1971. - Homiletische Monatshefte. Ano 59, no 4 e Ano 62, no 10/11, 1984/87.
- Evangelische Predigtmeditationen. V. I. 1983/84.
-Theologisches Begriffslexikon zwn NT, Wuppertal, 1981.
- VOIGT, G. Homiletische Auslegung der Predigttexte, Reihe III. Göttingen, 1980.

 


 


Autor(a): Friedrich Gierus
Âmbito: IECLB
Testamento: Antigo / Livro: Isaías / Capitulo: 58 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 9
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1989 / Volume: 15
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 13492
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Ó Senhor, tu somente és o Deus de todos os reinos da terra; tu fizeste os céus e a terra.
2Reis 19.15
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