João 3.1-17

Auxílio Homilético

07/06/2009

Prédica: JOÃO 3.1-17
Leituras: ISAÍAS 6.1-8; ROMANOS 8.12-17
Autor: Yedo Brandenburg
Data Litúrgica: 1º Domingo após Pentecostes (Santíssima Trindade)
Data da Pregação: 07/06/2009
Proclamar Libertação – Volume: XXXIII

1. Introdução

Curiosidade, inquietação e perguntas surgem, por vezes, em nossa vida. Também Nicodemos estava em busca de respostas. Queria saber mais a respeito de Jesus. O diálogo com Jesus teve um desenvolvimento surpreendente. Nicodemos, fariseu erudito, avançado em anos, é convidado a nascer de novo para ver o reino de Deus.

O texto do Antigo Testamento remete-nos a Isaías, um homem que reconhece sua condição de pecador e que é chamado para ser profeta de Deus. Graciosamente, Isaías tem seus pecados perdoados. Essa experiência de um novo nascimento anima-o a deixar-se enviar como profeta de Deus.

O apóstolo Paulo, por sua vez, admoesta para não vivermos de acordo com nossa natureza humana. Pessoas guiadas pelo Espírito de Deus vivem a nova realidade de filhas e filhos de Deus. Foram libertadas da escravidão da lei e igualmente experimentam um novo nascimento.

E nós, temos necessidade de um novo nascimento? E os membros das comunidades? É possível nascer de novo? Como acontece esse nascer de novo?

2. Exegese

V. 1-2 – Nicodemos, um fariseu (3.1), mestre em Israel (3.1), digno representante do judaísmo, ouviu a respeito dos milagres (semeia = sinais) realizados por Jesus. Curiosidade, inquietação e perguntas motivam Nicodemos ao diálogo com Jesus. No silêncio da noite, Nicodemos visita Jesus. Ele se ocupa com a questão: Quem é Jesus para mim? Ele reconhece que a autoridade de Jesus para realizar milagres deriva do próprio Deus e atribui-lhe o título de mestre, ou seja, de um intérprete autorizado da lei. Como mestre, Jesus tem a tarefa de empenhar-se pela plena observância da lei, para que ocorra a vinda do reino de Deus.

V. 3 – Jesus, contudo, não condiciona o ver do reino de Deus à observância da lei, mas a um novo nascimento. Quem é Nicodemos para Jesus? Nicodemos é um homem que precisa nascer de novo. No original grego, o “nascer de novo” tem o sentido de “nascer de cima” (Jo 3.31), isto é, nascer de Deus, de seu Espírito.

V. 4 – Nicodemos não consegue abstrair do nascimento como processo natural e terreno, enquanto Jesus se refere a um evento de cunho espiritual. Assim, fiel à sua forma de pensar como fariseu, que sempre considera o esforço próprio para viabilizar o reino de Deus, Nicodemos manifesta sua dúvida em relação ao nascer de novo com argumentos bem humanos: é impossível para uma pessoa idosa retornar ao ventre materno e nascer de novo.

V. 5 – Jesus usa o argumento de Nicodemos para explicitar que tanto o nascimento de uma criança como o nascer de novo (do alto) são recebidos, dados e não conquistados. Nascimento tem algo de misterioso e sempre é dádiva, graça. Nunca é mérito próprio. Em primeiro lugar, nós sempre “somos nascidos”. Não se trata, pois, de um “ativo”, mas de um “passivo”. Para o novo nascimento é necessário “ser nascido” da água e do Espírito. Essa constatação pressupõe a experiência de Pentecostes, a prática do Batismo e a experiência da comunidade primitiva (ver At 2.38 e comparar com Ez 36.25-27).

V. 6-7 – Em contrapartida ao batismo de João Batista e seus seguidores (ver Jo 1.26 e 33), fala-se agora sobre o nascimento a partir do Espírito. Nicodemos é confrontado com a alternativa “carne” (sarx) e “Espírito” (pneuma), um característico dualismo joanino. No Evangelho de João, “carne” designa o mundo afastado de Deus, a realidade de pecado. “Espírito”, por sua vez, caracteriza a esfera em que há o senhorio de Deus. Conforme o apóstolo Paulo, carne e sangue não podem herdar o reino de Deus (1Co 15.50). O novo começo, o novo nascimento é graça divina e não possibilidade humana. Somos pessoas pecadoras pelo nascimento na “carne” e justas pelo nascimento na água e no Espírito (Batismo). Quem nasce do Espírito é herdeiro do reino de Deus. Nicodemos, com certeza, admirou-se desse enfoque de Jesus acerca do nascer de novo, já que, como descendente de Abraão, fariseu e mestre da lei, considerava-se entre os eleitos para herdar o reino de Deus.

V. 8 – Na língua grega, “Espírito” (pneuma) também tem o significado de “vento”. O Espírito, assim como o vento, sopra onde quer. Ele não se deixa prender. É livre. Torna-se, no entanto, perceptível por sua ação, gerando pessoas para a liberdade e não para a escravidão diante da lei. Dizendo com Martim Lutero: “Um cristão é senhor livre sobre todas as coisas e não está sujeito a ninguém. Um cristão é servidor de todas as coisas e sujeito a todos” (Da Liberdade Cristã).

V. 9-10 – Nicodemos, intrigado, quer saber como isso pode acontecer. Jesus responde com outra pergunta para manter aberto o diálogo e não para ironizar ou diminuir seu interlocutor. Na realidade, Nicodemos, como professor do povo de Israel, deveria saber do derramamento do Espírito de Deus “sobre todas as pessoas” (Jl 2.28).

V. 11-13 – Esses versículos evidenciam, conforme o coro das testemunhas apostólicas, que com Jesus iniciou o tempo messiânico e o cumprimento da promessa do Espírito. Também os professores de Israel poderiam compartilhar dessa boa-nova se não se fechassem a Cristo como aquele que fala “das coisas do céu” (v. 12). O v. 13, que alude à ascensão de Cristo, pressupõe a experiência pascal da comunidade dos primórdios. O Cristo, que ascendeu ao céu, não apenas tem ciência das “coisas do céu”, como está em condições de dar ensino a respeito das mesmas.

V. 14-15 – Esses versículos indicam para uma mudança de tema: o novo nascimento a partir do Espírito, como condição para a entrada no reino de Deus, deixa de estar no foco. A fé em Jesus é agora premissa para a vida eterna. “Vida eterna” é um conceito joanino para reino de Deus. Assim como Moisés ergueu a serpente de bronze no deserto para salvar da morte quem olhasse para ela (Nm 21.9), também o Filho do Homem será erguido na cruz para a salvação das pessoas. Cada pessoa, independente de sua etnia, classe social ou gênero, ao olhar com fé para o Cristo crucificado, terá nele a vida eterna. A crucificação de Cristo é também a sua glorificação (Jo 8.28) e, como tal, o caminho que revela a sua natureza divina (Jo 12.23). A pergunta de Nicodemos (v. 9) tem, pois, resposta: o novo nascimento, o nascimento por meio do Espírito, realiza-se a partir da fé no Cristo erguido na cruz. Por meio dessa fé, que é dádiva divina, nós temos participação na vida do Filho do Homem “levantado”.

V. 16-17 – Como prova de seu grande amor para com a humanidade pecadora, Deus entrega seu único Filho para ser morto. Por meio de seu Filho Deus quer salvar o mundo e não julgá-lo.

3. Meditação

Um grave acidente de carro. Pela aparência do veículo não poderia haver sobrevivente. Milagrosamente, o motorista sofreu apenas lesões leves. Alguns dias após o acidente, já recuperado do susto, o motorista diz: “Depois dessa, posso dizer que nasci de novo”.

Esse novo nascimento, contudo, não trouxe nenhuma mudança para a vida daquele motorista. (Ou: uma pessoa está gravemente enferma e é submetida a uma cirurgia de grande risco. Encontra-se entre a vida e a morte. Vence a vida. Surpreendentemente, a pessoa recupera a saúde e afirma: “Nasci de novo”. Mas esse novo nascimento não muda o cotidiano, os valores, o jeito de pensar, falar e agir dessa pessoa.)

O Evangelho de João 3.1-17, no entanto, fala de um novo nascimento, que tem conseqüências na vida da pessoa.

3.1 – Quem é Jesus para Nicodemos e para nós?

Milagres atraíam tanto no passado quanto atraem hoje. Há muitas pessoas em nossos dias que se deixam seduzir pelas propostas de cura, sucesso e prosperidade alardeadas por certas igrejas. Conforme João 2.23, muitos creram em Jesus porque “viram os milagres que ele fazia”.

Nicodemos ouve acerca dos milagres realizados por Jesus. Curioso, inquieto, com perguntas, visita Jesus à noite. Não é relevante especular sobre o significado de Nicodemos visitar Jesus à noite (por exemplo: para não ser visto e evitar falatórios ou porque a noite era propícia para o estudo e o diálogo). Nicodemos vê nos milagres a prova de que Jesus “é um mestre que Deus enviou” (Jo 3.2). Para Nicodemos, portanto, Jesus não é o messias tão esperado pelo povo.

Quem é Jesus para nós? Um milagreiro, um mestre ou nosso salvador? A resposta tem conseqüências para nossa vida pessoal, familiar e comunitária.

3.2 – Quem é Nicodemos e quem somos nós para Jesus?

Para Jesus, tanto Nicodemos como nós somos pessoas que precisam nascer de novo. Nicodemos é um representante dos fariseus. Como tal, considera-se um legítimo herdeiro do reino de Deus e se esforça para viabilizá-lo mediante o cumprimento da lei.

Jesus dá a entender que o mero cumprimento da lei não garante nada e aponta para outro caminho: “... ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo” (Jo 3.3). Para ver o reino de Deus, Nicodemos precisa nascer de novo.

Nicodemos contra-argumenta de forma lógica, racional: como pessoa avançada em anos, ele não “pode voltar para a barriga de sua mãe e nascer outra vez”. Não dá para voltar no tempo! Não dá para ignorar o que já se viveu! Por trás desse argumento também existe a percepção: há muita coisa que nos impede de começar uma nova vida. Há culpa e feridas do passado. Há angústia e dor. Não é possível fazer de conta que isso deixa de existir de um momento para outro.

Como entender a necessidade de um novo nascimento em nossos dias? Quem são as pessoas que vêm aos templos dominicalmente? Há aquelas que provêm de famílias tradicionalmente ligadas à comunidade, que foram batizadas, participaram do Culto Infantil, passaram pela Confirmação, tiveram uma inserção no grupo de jovens da comunidade, receberam a bênção matrimonial, colaboram financeiramente para a manutenção da comunidade e, inclusive, são ativas no presbitério. Essas pessoas levam a sério a sua fé, tal qual Nicodemos. Como falar da necessidade de um novo nascimento para tais pessoas? E o que dizer das pessoas que foram ordenadas para assumir funções especiais nas comunidades?

O nascer de novo torna-se necessário devido ao pecado, ou seja, devido à nossa alienação de Deus, das pessoas, do meio ambiente e daquilo para o qual fomos criados por Deus. O rei Davi afirmou: “De fato, tenho sido mau desde que nasci; tenho sido pecador desde o dia em que fui concebido” (Sl 51.5).
O apóstolo Paulo disse: “Porque, se vocês viverem de acordo com a natureza humana, vocês morrerão espiritualmente; mas, se pelo Espírito de Deus vocês matarem as suas ações pecaminosas, vocês viverão espiritualmente” (Rm 8.13). O Espírito de Deus, que é livre e sopra onde quer, dá-nos, portanto, condições para nascer de novo, para viver espiritualmente. O novo nascimento não é, assim, capacidade humana, não é conquista e mérito próprio. O novo nascer é dádiva de Deus por meio do Espírito Santo.

Um novo nascimento: o Espírito de Deus transforma o que está ruim e estragado em nossa vida. O Espírito de Deus liberta de ódio, livra de culpa, restaura relacionamentos quebrados, sensibiliza para as dores e o sofrimento de outros, capacita pessoas para a ação em prol de vida digna e da integridade da criação.

Conforme o reformador Martim Lutero, em nossa vida precisam ocorrer, diariamente, um arrependimento, uma conversão, um reinício. Como pessoas cristãs, vivemos das forças da renovação que provêm do Espírito de Deus. Cada novo dia que se acrescenta à nossa vida é expressão desse nascer de novo quando o acolhemos como presente de Deus.

3.3 – O amor de Deus nos abraça

“Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna” (v. 16). Conforme Martim Lutero, temos aí o evangelho em miniatura. Deus é como um forno que arde em amor. O próprio “Deus é amor” (1Jo 4.8).

No diálogo com Nicodemos, Jesus afirmou: “Se vocês não crêem quando falo das coisas deste mundo, como vão crer se eu falar das coisas do céu?” (v.12). A incredulidade apresenta-se com força. Jesus apela à memória de seu interlocutor. Ele recorda a experiência do êxodo, a caminhada no deserto, a impaciência e a infidelidade do povo e o castigo divino na forma de cobras venenosas que mordiam os israelitas. A salvação da morte consistia no reconhecimento da culpa e em olhar para uma cobra de metal pregada num poste (Nm 21.7-9). Da mesma forma, há salvação, há vida eterna quando olhamos, com fé, para o Cristo crucificado.

Está aí a novidade para Nicodemos: ver o reino de Deus, participar dele, experimentar a vida eterna não é conseqüência de esforço próprio, das boas obras e ações meritórias, mas é graça divina a partir da fé em Cristo. O extraordinário amor de Deus para conosco, revelado na vida, morte e ressurreição de Cristo, é decisivo para podermos fazer um novo começo na vida, apesar de nossos erros e nossas culpas. Somos lembrados das palavras da carta de Tito 3.5: Deus “nos salvou por meio do Espírito Santo, que nos lavou, fazendo com que nascêssemos de novo e dando-nos uma nova vida”. Esse Espírito do amor de Deus nós não podemos produzir, mas apenas pedir e receber de coração aberto. Por isso peçamos com palavras do Salmo 51.10: “Ó Deus, cria em mim um coração puro e dá-me uma vontade nova e firme”.

4. Imagens para a prédica

Aconteceu há anos. Um menino ganhou como presente de seu padrinho um relógio. Um belo relógio de pulso, daqueles modernos, de quartzo, que tem tudo: hora, dia, despertador, cronômetro, luzinha para ver as horas no escuro.

Muito contente, o menino foi à escola de relógio novo. Orgulhoso, mostrou o relógio a seus colegas de turma. No recreio, ao brincar, bateu o relógio numa das paredes da escola. Para sua tristeza, o vidro do relógio quebrou. O menino ficou muito triste. E agora, o que fazer? Pensou e achou uma solução.
Ao retornar para casa, entrou na relojoaria de um conhecido da família. O menino mostrou o relógio e perguntou se o relojoeiro poderia trocar o vidro do relógio. O relojoeiro pegou o relógio, olhou e disse: “Não adianta trocar apenas o vidro. O relógio está estragado por dentro” (Baseado em MEINCKE, Silvio. A fonte. São Leopoldo: Editora Sinodal, 1983. p. 21.)

Estragado por dentro: essa é também a nossa realidade como seres humanos. Há tanta violência, injustiça e exploração entre as pessoas e muito sofrimento desnecessário, porque estamos estragados por dentro.

Há conserto para nós? Felizmente, há conserto. Nós não somos um caso perdido para Deus. Mesmo que o nosso interior esteja estragado, Deus nos acolhe e nos possibilita um novo nascimento pela fé em Cristo, como dádiva do Espírito Santo.

Em tempos passados, dava-se muito valor à roupa especial que a criança vestia no dia do Batismo. Há um significado simbólico nessa prática: no Batismo somos vestidos com a nova natureza que Deus nos concedeu em Jesus Cristo. No Batismo, a nova vida já está presente, mas não é nossa propriedade. Continua dádiva de Deus, renovada cada dia pelo poder do Espírito Santo.

O reformador Martim Lutero diz na explicação do Batismo no Catecismo Menor: “A velha pessoa em nós deve ser afogada e morrer com todos os pecados e maus desejos. Isso acontece por exame de consciência e arrependimento diários. E, por outro lado, deve sair e ressurgir nova pessoa, que faz a vontade de Deus e resiste ao mal, agora e sempre”.

5. Subsídios litúrgicos

Confissão de pecados:
Misericordioso Deus, nós reconhecemos nossa incapacidade de responder ao mal com o bem, à mentira com a verdade, à indiferença com o engajamento, ao descaso com o cuidado pela integridade das pessoas e da tua criação. Estamos estragados por dentro. Queremos tornar-nos novas pessoas. Confiando no teu amor, que é maior do que nossa culpa, nós te pedimos: perdoa o nosso pecado e, por meio de teu Espírito Santo, possibilita-nos nascer de novo. Amém.

Absolvição:
“E o amor é isto: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e mandou o seu Filho para que, por meio dele, os nossos pecados fossem perdoados” (1Jo 3.10). Antes de tudo e de todos está o amor de Deus revelado na vida, morte e ressurreição de Cristo. Fundamentados nesse amor, anunciamos o perdão de Deus em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Oração do dia:
Ó Deus, tu que és como mãe acolhedora e como pai protetor, agradecemos pela proteção concedida na semana que passou e por nos reunires nesta manhã de domingo como tua família para cantar hinos de louvor ao teu nome, para ouvir a tua palavra e para celebrar o sacramento da Ceia do Senhor. Somos gratos por poder vir a ti com nossas inquietações e perguntas. Concede que, por meio de teu Espírito Santo, experimentemos diariamente um novo nascimento e tenhamos a alegria da vida eterna já aqui e agora. Por Jesus Cristo, que contigo e com o Espírito Santo vive e reina para todo o sempre. Amém.

Bênção:
Que Deus, em seu amor, cuide de ti e de tua família nesta nova semana; que Jesus Cristo, em sua graça, te conceda a experiência da vida eterna já aqui e agora; que o Espírito Santo, em sua liberdade de ação, a cada dia te faça nascer de novo para uma vida em comunhão com as pessoas e voltada para a integridade da criação; assim, te abençoe Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.

Bibliografia

STRATHMANN, Hermann. Das Evangelium nach Johannes. Göttingen: Vandenhoeck&Ruprecht, 1955.
MALSCHITZKY, Harald. 1º Domingo após Pentecostes. In: SCHNEIDER, Nélio; DEIFELT, Wanda (eds). Proclamar Libertação. V. 22. São Leopoldo: Sinodal, 1996. p. 165-168.
 


Autor(a): Yedo Brandenburg
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 1º Domingo após Pentecostes - Domingo da Trindade
Testamento: Novo / Livro: João / Capitulo: 3 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 17
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2008 / Volume: 33
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 24546
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Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria nem o forte na sua força nem o rico nas suas riquezas, mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que Eu sou o Senhor e faço misericórdia.
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