João 15.26-27; 16.4b-11

Auxílio Homilético

03/06/2001

Prédica: João 15.26-27; 16.4b-11
Leituras: Gênesis 11.1-9 e Atos 2.1-11
Autor: Heinz Ehlert
Data Litúrgica: Domingo de Pentecostes
Data da Pregação: 03/06/2001
Proclamar Libertação - Volume: XXVI


1. Considerações exegéticas

O trecho a ser estudado encontra-se no contexto maior das palavras de despedida de Jesus nos caps. 13.31 a 16.33. Aparentemente Jesus quer preparar os discípulos para o que há de acontecer no futuro próximo, isto é: sua paixão, morte e ressurreição e ascensão ao Pai - e o tempo depois. Introduz, pois, esta figura chamada Paracleto (termo exclusivamente joanino), identificado como Espírito da verdade (Jo 14.17;15.26;16.4b-ll), mas também como Espírito Santo (Jo 14.26). Toda esta ênfase no anúncio da vinda futura do Espírito Santo também é marca característica do Ev. de João.

O mesmo trecho (Jo 15.26-27;16.4b-ll), objeto do presente estudo, indicado para o Domingo de Pentecostes, já foi tratado nesta Série de Auxílios Homiléticos por E. Grübber (vol. 22, p. 171ss), sendo que o trecho Jo 16.5-15 foi estudado também por N. Kirst (vol. IV, p. 65ss), então indicado para o Domingo Cantate. Recomendo as respectivas considerações exegéticas para consulta.

Mesmo assim, passo a analisar, de maneira breve, os versículos do trecho todo em três grupos:

I. Jo 15.26-27 - O testemunho do Paracleto e dos discípulos

Mais uma vez aqui a referência ao Paracleto. Este termo existe no português (mesmo que pouco conhecido) para designar diretamente o Espírito Santo ou também como mentor e intercessor. Várias foram as tentativas dos exegetas de interpretarem o termo grego parákletos. Se na versão de Almeida encontramos consolador, outros sugerem ajudador, auxiliador, assistente. A mini me parece que o termo advogado ainda chega mais perto do significado grego, como, aliás, também se encontra na versão latina da Vulgata (advocatus) e como o próprio Almeida traduz o termo em l João 2. l. Trata-se de alguém chamado (constituído) para falar em nome de outra pessoa ou para defendê-la ou, ainda, que sugere o que ela deve falar. Neste sentido, temos o verbo paracletear! Será bem esta função que Jesus atribui ao Espírito da verdade. Observe-se, no entanto, que o advogado não é chamado por quem precisa dele - no caso os discípulos, mas será constituído (que ...eu vos enviarei...) pelo próprio Cristo depois de exaltado. Mas acrescenta ... da parte do Pai. Reafirma-se aqui, pois, a unidade existente entre ele e o Pai (Jo 10.30). A primeira função do Espírito da verdade será a de dar testemunho de Jesus. É para o bem dos discípulos. Deve relembrar e esclarecer as palavras e os atos de Jesus e os acontecimentos por vir. Só assim os discípulos também terão condições de testemunhar de maneira eficaz a respeito do que experimentaram em companhia de Jesus. Esta será sua tarefa para o depois, ...quando a hora chegar (Jo 16.4).

II. Jo 16.4b-7 - Como entender a partida de Jesus

Jesus enfatiza que vai partir, vai embora. É um momento de despedida. As palavras que agora vai proferir são palavras de despedida. O simples fato da partida, do ir embora, só será motivo de tristeza, até de perplexidade e aflição. E esta aflição pode ser tão intensa que faz emudecer, por fixar os sentimentos e pensamentos unicamente na perda pela partida. Por isso ninguém formula a pergunta: Para onde vais? Mas Jesus faz questão de esclarecer que sua partida não significa perda. Ele vai para junto do Pai, não para deixá-los órfãos (...não vos deixarei órfãos- Jo 14.18), mas para que venha o Paracleto, o Advogado, o Espírito Santo. Faz parte do plano salvífico. Aí tudo tem a sua hora. E a hora de Deus. Não é preciso se afligir e preocupar. A tristeza deve ser substituída pela certeza: Deus é o senhor da história e dirige (guia) e assiste os seus.

III. Jo 16.8-11 -A função do Paracleto em relação ao mundo

A função do Paracleto é apresentar provas (melhor do que a tradução de Almeida: convencerá) diante do mundo. O mundo serão todos aqueles que não aceitam o evangelho, a afirmação de que Jesus como Filho de Deus é o Salvador. Diante deste mundo, o Paracleto apresenta provas. A imagem é de um tribunal. O mundo está no banco dos réus. Um tribunal serve para constatar: inocente ou culpado e, se culpado, proferir a sentença de punição. Aqui o julgamento será baseado no evento de Cristo. Três são as abordagens: pecado, justiça, juízo.

a) pecado - O mundo é considerado culpado: Não crê em Cristo! Isto é pecado. Permanece na dele. O que considerava prova a favor torna-se, para o mundo, prova contra: não crer em Jesus como Cristo é prova de culpa. É resistir a Deus que o enviou.

b) justiça - No mundo tem razão quem tem a última palavra. A última palavra no processo de Cristo, promovido pelos homens (mundo), foi condenação. Mas praticaram injustiça. Condenaram o justo. Ele, no entanto, segundo provas do Paracleto, foi justificado por Deus.

c) juízo (condenação) - Agora é a vez do mundo receber a sentença - por parte de Deus. A sentença de condenação sobre o príncipe deste mundo e seus seguidores é: destituídos, expulsos da área de poder (Jo 12.31). O Paracleto tem a função de testemunhar ao mundo esse fato.

Obs.: Os versículos que seguem (vv. 12-15) e que não foram incluídos no trecho para a prédica apontam para uma outra função do Paracleto, que diz respeito aos discípulos, à Igreja. Aqui terá a função de guiar, relembrando e interpretando as palavras de Jesus para a sua vivência cristã e sendo seu advogado, quando levados a tribunais humanos em tempos de perseguição.

2. Meditação

2.1. Testemunhar é necessário

Posse de um novo Secretário de Estado da Saúde. Tudo dentro do protocolo habitual. Antes da fala do novo secretário, ele pede licença para quebrar o protocolo. Convida o pastor de sua igreja, presente ao ato, de proferir uma oração. Confessou-se evangélico, mas, sobretudo, cristão. Um gesto inédito. Foi um testemunho público, em circunstâncias em que nada disto era esperado. Oportuno?

Na posso do atual primeiro ministro da Alemanha, ele e vários outros colegas de ministério dele conscientemente deixaram de proferir as palavras protocolares ... que Deus me ajude no juramento. Omitindo esta fórmula (o que foi amplamente comentado pela mídia), lambem deram um testemunho. De quê? Que não crêem em Deus? Que não precisam da ajuda de Deus? Ou que não queriam tomar o nome de Deus em vão? Parece que pretendiam sublinhar com sua atitude que o estado deve ser leigo.

Os versículos em Jo 15.26-27 nos dão conta de que a comunidade cristã e cada cristã(o) devem dar testemunho, a partir de sua fé. Fé que não se manifesta, que só fica na cabeça ou no coração, guardada lá dentro, portanto, não é a fé que o Senhor, Deus Criador e Salvador quer. Ela precisa manifestar-se em palavras, gestos e ações no meio da sociedade em que estamos inseridos, no momento histórico em que vivemos.

Isso diz respeito à própria família e parentela. É possível que em casa seja costume fazer oração à mesa. Devo praticar o mesmo, quando estou de visita em casa de parentes? E de que jeito?

Diz respeito também ao ambiente de trabalho. Será que haverá oportunidade ou será que seria oportuno falar da minha fé, do que Cristo significa para nós? E se criticam a Igreja ou fazem propaganda de crenças não-cristãs, de superstições, devo, então, abrir a boca, sob pena de tornar-me motivo de chacota entre os colegas de trabalho? E a coragem para isso? Ou, se discutindo religião, me perguntarem como é isso, querendo uma explicação melhor. Terei coragem e condições?

Diz respeito ainda a situações na vida pública, seja na vida social, nos negócios, na política. Será que o meu conhecimento do evangelho e meu compromisso com Cristo devem mostrar-se, quando participo de algum clube ou associação, quando realizo negócios, quando sou atuante num partido político ou cargo executivo no governo? Será que não é mais sábio adaptar-se ao ambiente, ao espírito que reina no respectivo grupo?

É ali que preciso de profundo conhecimento da Palavra de Deus e da assistência do Espírito Santo, que qual advogado me dá sabedoria, me inspira para saber como responder ou que atitude tomar, que gesto realizar.

Não há, porém, necessidade de ser impertinente como membros fanatizados de denominações cristãs ou adeptos de seitas religiosas costumam ser. Mesmo assim, está aí a exortação do apóstolo Paulo a Timóteo: .... prega (testemunha) a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2). Isto vale para qualquer cristã(o) - e não só para presbíteros e pastores (claro, para eles de modo especial).

2.2. Ausência física de Jesus e o Espírito Santo

A perspectiva de ficar sem a presença física de Jesus, quando anunciou que iria embora, deixou os discípulos perplexos, aflitos, muito tristes. E o que será agora da caminhada, da vida de fé?

Nós cristãos de hoje nunca tivemos a presença física de Jesus. A situação é diferente. Então a tristeza ou aflição dos discípulos só seria interessante como um fato histórico, um pouco deprimente em vista de tanta instrução recebida e experiência empolgante com Jesus? Não!

O que nós temos é o testemunho escrito (Palavra de Deus) e a comunidade de fé (Igreja).

Conhecemos, no entanto, situações pelo mundo afora, onde também hoje a presença da Palavra e da comunidade de fé não é garantida. Onde o ambiente é hostil, p. ex. ainda em países comunistas, mas sobretudo onde há predominância do islamismo como religião oficial e até como forma de estado (estado teocrático), p. ex., Irã, Iraque, Indonésia, Sudão e outros. Aí até a perseguição está na ordem do dia, além de diferentes tipos de opressão e impedimento. Isto nos diz respeito como a santa igreja cristã, que confessamos no Credo Apostólico. Numa era de informação global, não podemos ignorar tais situações nem ficar alheios a elas.

Mas - e cá entre nós? Encontramos, de um lado, um ambiente bastante secularizado. Parece que existem leis e regras próprias nos negócios, na política económica, nos meios de produção, em organizações de classe, no governo, onde a questão da fé, onde a palavra e o mandamento de Deus, a mensagem de Jesus aparentemente têm pouca ou nenhuma relevância. Parece ausente!

Do outro lado, muita religiosidade - um supermercado religioso. A mentalidade todas as religiões são boas abre a porta para o avanço de cultos sincretistas, mas também de doutrinas e práticas orientais e neo-orientais.

Cito como exemplo a Lei de Direlrizes e Bases da Educação referente à reformulação do art. 33. Prevê que o Ensino Religioso nas escolas públicas deve ser regulamentado pelo Sistema de Ensino dos Estados, que ouvirão entidade formada pelas diferentes denominações religiosas. Ora, se a minha igreja não quiser ficar de fora, é obrigada, segundo muitos interpretam o texto da lei, a arranjar-se com todo tipo de denominações religiosas (cristãs ou não), a formular ou aceitar uma proposta de ensino religioso para as nossas crianças na escola pública. Õ que significa nesta situação o compromisso do cristão e da comunidade de Cristo com Jesus, como único Senhor e Salvador, único Mediador entre Deus e os homens?

A mensagem bíblica é que Deus criador, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, continua senhor da história. Ele nos constitui advoga¬do: o Espírito Santo, tanto para nos animar e consolar nas apreensões e ansiedades que o ambiente nos causa, como para nos inspirar sobre que respostas dar, que atitudes tomar, que iniciativas e ações desenvolver para testemunhar a nossa fidelidade a Cristo. Isto pode ser doloroso, exige energia, talvez sofrimento, sacrifícios.

2.3. Provas contra o mundo

O trecho em estudo afirma que o Espírito Santo apresenta provas contra o mundo. Este mundo vive muita confusão. Justamente por inúmeras ofertas tanto de teorias económicas como de propostas e ideologias políticas e religiosas.

Há muita escuridão do mundo. Para dentro desta escuridão o Espírito Santo age. Como poderá acontecer isso? Através do testemunho eficaz da Igreja, dos cristãos. Onde este testemunho se faz presente, o Espírito Santo apresenta provas contra o mundo convencido de si, satisfeito com suas possibilidades e recursos e, inclusive, rejeitando ou simplesmente descartando Cristo e sua mensagem para as suas ações. Com isso os direitos humanos são violados, sutil ou abertamente. Em outras palavras, o ser humano não é considerado como imagem de Deus. A sua dignidade não é reconhecida, e a pessoa humana é transformada em objeto. Não admira que aí apareça a massa dos excluídos.

Quem não se exaspera com a corrupção de que a mídia está cheia? Há estatísticas sobre intensidade da corrupção nos diferentes países. O Brasil (vale dizer, nós brasileiros) não ocupa lugar de honra.

Pela Palavra de Deus o Espírito Santo, através dos discípulos, apresenta as provas do pecado. O mundo que aberta ou tacitamente vive e age sem Deus opera em pecado. Este testemunho não pode ser calado.

2.4. O Espírito Santo na vida comunitária

Neste mundo, a Igreja vive e precisa cuidar que ela mesma não se conforme com este século (Rm 12.2), tornando-se mundo também. Por isso o Espírito Santo tem a função de transformar e renovar, em cada geração, a sua Igreja. Como é que isso pode acontecer?

Aqui devem ser citadas todas as celebrações (cultos), atividades de retiro, de ensino, de treinamento, as ações missionárias específicas, as ações terapêuticas (cuidado pastoral, consolação a aflitos, doentes, moribundos) , ações diaconais e respectivas avaliações e reflexões a respeito.

Só assim ela pode viver e renovar-se em nossos dias, na situação em que se encontra. Mas não por ela, mas pelo poder de Deus que se comunica por sua palavra e na oração.

Por isso ela continua rogando: Vem, Espírito criador! Vem, Espírito Santo, vem nos renovar. Vem, Espírito da verdade, nos guiar! Amém.

3. Indicações para a prédica

As reflexões apresentadas na meditação oferecem elementos, a meu ver, suficientes para uma prédica.

Sugiro que se adote a mesma sequência das partes ali enumeradas:

3.1. Testemunhar é necessário

Os exemplos ali apresentados ou algum da experiência do pregador podem introduzir esta parte. Importante é que logo fique claro ao ouvinte: trata-se de minha atualidade. E eu sou desafiado e exigido. Mas não estou desamparado. Pentecostes nos diz: Deus envia o Espírito Santo.

3.2. Ausência de Jesus e o Espírito Santo

Jesus ausente, que perspectiva! Descrever como ficaram os discípulos diante do anúncio. Abordar, em seguida, situações onde pessoas ou comunidades hoje podem sentir-se como órfãos. Para dentro delas é anunciado: Jesus cumpriu a sua promessa: está presente no Espírito Santo.

3.3. Provas contra o mundo

O trecho descreve o mundo como sem Deus e, portanto, adverso aos discípulos. Como é o nosso mundo? Trazer exemplos de análise, possivelmente em destaque na mídia.

3.4. O Espírito Santo na vida comunitária

Ele age hoje. Não procurar fenômenos extraordinários. Age na sua comunidade através da Palavra. Chama e conduz ao arrependimento a própria Igreja. Mas se apresenta como Advogado. Precisamos dele. Cumpre rogar: vem, Espírito Santo, vem!

4. Subsídios litúrgicos

Uso de símbolos: O Domingo de Pentecostes é uma boa oportunidade para utilizar e interpretar símbolos. Após as palavras de acolhida, o liturgo pode apontar para a cor litúrgica (vermelho) e seu significado. Aproveitar também o que existe nos paramentos do altar e do púlpito. Nisto também poderiam ser envolvidos os confirmandos ou presbíteros (membros da diretoria), que podem trazê-los para revestir altar e púlpito, sendo neste momento explicado seu significado.

Se não antes, o momento da leitura bíblica de Atos 2 dará ensejo para lembrar ou mostrar outros dois símbolos para o Espírito Santo: a pomba e línguas de fogo.

Confissão de Pecados: Eterno Deus, Pai, Filho e Espírito Santo, curvamo-nos diante de Ti para confessar a nossa fraqueza, nosso pecado. Faltamos com o amor de uns para com os outros. Não tivemos coragem suficiente para testemunhar a nossa fé abertamente em nosso meio, no dia-a-dia. Deixamos de observar os teus mandamentos na lida diária. Perdoa-nos, Senhor e tem piedade de nós!

Oração de Coleta: Ó Senhor, Deus trino, eis-nos reunidos para ouvir a tua palavra e receber a mensagem que traz para nós. Ajuda-nos, ó Santo Espírito, para a compreendermos e para aplicá-la à nossa vida. Estabelece verdadeira comunhão com o Pai e o Filho, e de irmãs e irmãos na fé, na celebração deste culto. Amém.

Oração de Intercessão: Recomendo colher dos membros presentes motivos de oração de intercessão (aniversários, jubileus, doentes, solitários). Além disso, lembrar especialmente situações em algum campo missionário, seja da própria comunidade/paróquia, seja na igreja e no mundo.

Bibliografia (além da já mencionada neste auxílio)

BÜCHSEL, Friedrich. Das Evangelium nach Johannes. 5. ed. Göttingen : Vandenhoeck & Ruprecht, 1949. (Das Neue Testament Deutsch).
BÜLCK, Walter. Das Johannes-Evangelium und die Gegenwart. 2. ed. Hamburg: Agentur des Rahuen Hauses, 1947.
ROLOFF, Jürgen. Joh. 16,5-15. In: Neue Calwer Predigthilfen : Dritter Jahrgang. Ed. Hans Bornhäuser. Stuttgart : Calwer, 1981.
SCHNEIDER, Johannes. Das Evangelium nach Johannes. 2. ed. Berlin : Evangelische Verlagsanstalt, 1978. (Theologischer Handkommentar zum Neuen Testament, Sonderband). VOIGT, Gottfried. Die geliebte Welt. Göttingen : Vandenhoeck & Ruprecht, 1980. (Homiletische Auslegung der Predigttexte, Reihe III).


Autor(a): Heinz Ehlert
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: Domingo de Pentecostes
Testamento: Novo / Livro: João / Capitulo: 15 / Versículo Inicial: 26 / Versículo Final: 27
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2000 / Volume: 26
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 17625
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