João 16.16-23a

Auxílio homilético

06/05/1979

Prédica: João 16.16-23a
Autor: Erhard S Gerstenberger
Data Litúrgica: Domingo Jubilate
Data da Pregação: 06/05/1979
Proclamar Libertação - Volume: IV


I – Despedidas

1. Conhecemos bem, pela própria experiência, as situações de despedida. Amigos ou familiares partem para lugares distantes. Um doente se prepara para morrer. Terminamos um período de trabalho numa empresa ou comunidade. A despedida implica num afastamento do tempo passado bem como do ambiente habitual, num passo para o futuro desconhecido. Significa, portanto, incerte¬za e angústia. Cada despedida traz consigo um cheirinho de morte. A vida é cheia de despedidas.

Arte e literatura, filmes e linguagem profana ou eclesial se referem, muitas vezes, a essa experiência básica de transitoriedade. Assim também o quarto evangelista a usa, conscientemente, na composição do seu evangelho. Ele coloca todos os capítulos 13 -17 sob o aspecto da despedida de Jesus dos seus discípulos. O barulho do mundo desapareceu; reina o silêncio da noite. (Bultmann, p. 348). Agora Jesus se dedica exclusivamente aos seus, para confortá-los nas tentações iminentes. Sua atuação (cap. 13), seus discursos (caps. 14-16) e sua oração (cap.17) têm a única finalidade de assegurá-los do seu apoio contínuo. Passou o tempo da atividade pública de Jesus (caps.2-12).

Usando como pano de fundo tal momento solene e triste, o evangelista certamente esteve consciente de toda uma tradição israelita-judaica, pois nela situações de despedida sempre eram carregadas de significado religioso (cf. Gn 48 - 49; Dt 34; 1 Sm 12; Rt 1; At 20,17-38). Também os evangelhos sinóticos destacam a importância da noite antes da crucificação (cf. Mt 26,1-35). No quarto evangelho a cena recebe ênfase maior ainda, porque se trata do filho preexistente de Deus, não simplesmente do Messias, deixando os seus adeptos no mundo ameaçador. Qual a mensagem nessa situação?

2. Para reconhecermos melhor a intenção do evangelista temos que refleíir sobre a sua posição histórica. Escreveu ele, em fins do primeiro século, para comunidades cristãs bem familiarizadas com a religiosidade helenista. Quer dizer: os destinatários do evangelho conheciam e usavam a linguagem espiritual da época, que as vezes até parece ser sincretista e dualista. Esses cristãos não mais são da linha judaica predominante na Palestina. A sua cosmovisão já se formou sob influência das culturas gregas e orientais.

Mais ainda: se João compôs o seu próprio relato evangélico, ultrapassando, de certa forma, os evangelhos já existentes, prova¬velmente quis dar uma contribuição nova e particular aos seus ouvintes e leitores. O novo é, por si mesmo, complementação e correção daquilo que já existiu antes. (Isto vale também para a nossa pregação? Ou estamos pensando somente em repetir a mensagem já formulada?). Qual a boa nova de João neste trecho?

Aparentemente, o evangelista quer dizer: foi brevíssimo o tempo entre a despedida de Jesus e o seu desaparecimento. O v.16 fala em um pouquinho, pressupondo, no contexto narrativo, um prazo de menos de 24 horas (cf. Jo 13,1; 18,1; 19,14). A despedida se desenrola na Quinta-feira Santa, de noite; crucificação, morte e sepultamento acontecem sexta-feira, de tarde. Justamente esse espaço de tempo o evangelista coloca em correspondência com o tempo de aflição dos cristãos antes da volta do Senhor. ... outra vez um pouco, e ver-me-eis (v.16). Se bem que não se estabeleça aqui uma concordância científica, em horas e minutos, entre ambos os prazos. Mas com igual certeza podemos constatar: se o tempo era bem breve entre despedida e desaparecimento do salvador encarna¬do, o tempo entre sepultamento e volta do Cristo também deve ser negligenciável. Essa interpretação se confirma pela linguagem grega: TO MIKRON significa um tempo insignificante. Não pode significar, no nosso trecho, um período de décadas.

Uma consequência parece inevitável: o evangelista, escrevendo mais do que sessenta anos depois da morte de Jesus, e insistindo na nova presença do Senhor neste mundo, depois de um pouquinho, bem como na rápida passagem das aflições, certa¬mente já considerava cumprida aquela promessa de Cristo, feita na noite da despedida. O trecho paralelo, Jo 14,15-31, é mais lúcido neste ponto. Fala no envio, logo após a partida de Jesus para o seu pai, do Espírito Consolador (vv.16s). Este vai acabar com solidão e abandono dos discípulos. Vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós (v.17). Os versículos seguintes mostram claramente que a presença do Espírito é idêntica à presença de Cristo ressurreto (vv.18-20). Então fica compreensível que João deixou de lado aquelas concepções apocalípticas, que dividiam a história em duas etapas: um período sem Cristo - e o reino de Deus, depois da volta do Senhor. O quarto evangelista insiste na presença de Cristo agora, em meio às comunidades cristãs. Os cristãos do fim do primeiro século, sem mais nem menos, devem ter entendido essa mensagem: o que Jesus dissera, naquela noite antes da sua crucificação, agora é realidade. Ele está conosco. Assim a perícope Jo 16,16ss, como todas as demais do evangelho, reflete um posicionamento teológico da comunidade joanina, salientando a alegria imensa que provém da presença do Senhor.

3. Por que, no entanto, surgem, no nosso texto, bem como no paralelo Jo I4,i5ss, dúvidas justamente em torno do pouquinho da ausência de Cristo? O evangelista parece se preocupar com esta questão. O desconcerto dos discípulos repercute pelo trecho todo. Os ditos de Jesus, (vv.20-23a) mal conseguem acalmar a agitação dos cristãos abalados pelas angústias deste mundo. Até no fim dessa segunda parte da perícope Jesus tem que reiterar a promessa de sua presença e declarar desnecessária qualquer nova pergunta (v.23a). Na primeira parte, há um diálogo irritado entre alguns dos seus discípulos (vv.17-19). Eles, a princípio, falam só entre si mesmos, sendo a sua perturbação tão aguda, que nem sequer ousam dirigir-se diretamente ao mestre. Muito estranha a declaração deles: Não compreendemos o que quer dizer (v.18). As demais intervenções dos discípulos nos capítulos anteriores (cf. Jo 13.36; 14,5; 14,8; 14,22), juntamente com a de nosso trecho, são resolvidas definitivamente apenas mais tarde, em Jo 16,29s, naquele cremos que de fato vieste de Deus (v.30b). As dúvidas dos cristãos, portanto, não simplesmente se referem à cronologia da ida e volta de Cristo. São dúvidas em torno da presença efetiva do Senhor na atualidade da vida real.

Devemos analisar esse aspecto um pouco mais. Constatamos, em primeiro lugar, que, conforme o evangelho de João, essa incapacidade de compreender Jesus é a incapacidade inata do homem normal de reconhecer o mensageiro da revelação divina Desde o início (cf. Jo 1,1 Os) o mundo não o entende. Nesse sentido, infelizmente, até os discípulos fazem parte integral do mundo. Em segundo lugar: o evangelista quer salientar o fato de que os primeiros discípulos permaneceram cegos até as instruções de despedida Não tinham recebido ainda o Espírito Consolador (cf. Jo 16.7-15) Mas agora mesmo, no meio desses acontecimentos horríveis, sinalizando a partida do Senhor, o abandono total, logo receberam a certeza da presença de Cristo através do Espírito (Jo 16.29s). Terceiro: se mesmo assim os cristãos das décadas posteriores ainda vivenciam dúvidas, isto significa que a presença de Cristo no Espírito não é algo demonstrável e inequívoco. O homem e até mesmo o cristão podem, em sua ignorância, má vontade ou aversão, ainda ignorar ou combater a existência do Espírito de Cristo neste mundo. Quarto: à luz da resposta de Cristo (vv.19ss), podemos deduzir que a questão cronológica é um tanto superficial. Atrás das dúvidas existentes entre os cristãos pode-se perceber uma questão bem existencial: onde está Cristo nas nossas aflições? Por que ele não faz questão de impor o seu poder para acabar com as nossas angústias?

Os ditos de Jesus (vv.19-23a), que servem como resposta às perguntas levantadas, podem comprovar a nossa interpretação. Jesus nem se preocupa mais com esclarecimentos do pouco tempo dos vv.16-18. Ele trata somente das angústias vindouras, sendo elas, da perspectiva do evangelista, já passadas ou ainda presentes. Sobretudo, porém, as respostas de Jesus visam à presença dele mesmo na comunidade cristã, fato que pode transformar a tristeza em alegria. Outra vez: o evangelista João não estava interessado no término violento deste mundo, num dia futuro. Ele concentrava a sua atenção, muito antes, na vivência cristã junto com o Senhor ressurreto.

II - A presença do Espírito

1. A pergunta mais urgente para nós, portanto, é a seguinte: podemos testemunhar a presença de Cristo no nosso mundo de hoje? Aí vem o nosso dilema fundamental. Cremos e vivenciamos a força consoladora e transformadora do Espírito? Por um lado, enfrentamos aqueles, que dizem: Este mundo louco está abandonado por Deus. O homem fica só. E não consegue mais arrumar as coisas para assegurar a sua própria sobrevivência. É bem necessá¬rio considerar seriamente a evidência em favor dessa opinião. A humanidade hoje, mais do que nunca, mostra sintomas de uma atitude suicida (cf., por exemplo, a incapacidade de resolver os problemas de fome, ignorância, guerra, poluição, desperdício dos recursos naturais, etc.). - Por outro lado, há aqueles que insistem na presença de Deus nos seus pequenos sistemas fechados. Identificam ingenuamente os próprios pensamentos e estilos de vida com a atuação do Espírito. Temos que testemunhar, com firmeza, a presença do Espírito de Cristo entre tais afirmações opostas. Sim, Cristo está atuando neste mundo, dentro e fora da igreja. Está atuando agora já, não precisamos esperar até o dia do juízo final. Não somos órfãos (cf. Jo 14,18). Ninguém pode tirar a alegria de nós (cf. Jo 16,22). Onde acontecem amor, compaixão, paz, justiça, ia mesmo Cristo está se revelando É verdade, em meio a angústias, estruturas ruins, egoísmo pessoa!, eclesial e nacional, limitações humanas e do sistema capitalista, no meio de irresponsabilidade, brutalidade, ignorância e de tocos os males, Cristo está presente, sofrendo e transformando esse mundo inferna! (cf. Jo 16,33). É esta a base firme da nossa fé e vida.

2. Qual o significado, no entanto, da dimensão temporal da volta de Cristo? Conforme João, o Espírito de Cristo nunca parou, desde a despedida de Jesus, de guiar os fiéis a toda a verdade (Jo 16,13). Essa verdade é um processo lento e doloroso. Não termina enquanto a história continua a desenrolar-se, e situações divergentes chamam para novas avaliações da vontade de Deus. Nesta visão não mais cabem os modelos sinóticos ou paulinos do fim abrupto da história. Deus, muito antes, esta caminhando conosco; até mesmo a vida eterna está se realizando agora (cf. Jo 6,35. 63; 11,25s).

3. Temos que acrescentar, todavia, um aspecto novo, da nossa caminhada sob a direção do Espírito. Os pensadores do NT colocaram quase exclusivamente, a iniciativa e execução do futuro nas mãos do Deus transcendental. João, em última análise, não é uma exceção. Será que hoje em dia temos que falar mais na colaboração, participação e responsabilidade do homem, sem cair no erro da auto-afirmação insensata do homem moderno? Não podemos mais renunciar à responsabilidade pela superação dos males do mundo, nem fugir da responsabilidade de construir o futuro do nosso planeta. Ao caminharmos, então, sob a liderança do Espírito de Cristo, nós também temos que atuar. tomar decisões em prol desse mundo perdido, visando à vida e o amor.

III — Transformações dos sofrimentos

Ultrapassando a problemática dos prazos da história pode mós constatar que o nosso texto contém um outro ponto alto: a proclamação de alegria, que surge da tristeza e da aflição (vv.19-23a). Como se vê este processo? Temos que cuidar nas nossas respostas, para evitar afirmações baratas, suaves, que ignoraram as perversões atuais do mundo, fortaleceriam o status quo, protegeriam os poderosos malfeitores e acalmariam a maioria sofrida da humanidade.

1. Os sofrimentos são fontes de alegria (cf. v.20). É verdade? Vivenciando, nós mesmos, o aumento incrível da brutalidade humana neste século, a crescente exploração e desumanização do homem pelo homem, um esvaziamento rápido dos valores tradicionalmente humanos, como podemos aceitar tal afirmação? Os sofrimentos da humanidade, somados numa quantia, se tornam um pesadelo insuportável, pois não abrem uma visão de reconciliação e melhoramento. Ao contrário, apontam à autodestruição da raça humana.

2. Como o evangelista resolve essa mesma questão? Ele também reconhece a insensatez da existência do mundo por si. Pressupõe uma contradição inerente entre o evangelho, ou seja, o Espírito de Cristo, e aquela escuridão, amor de si mesmo, mentira, corrupção, que reinam neste mundo. Curiosamente, contudo, a figura do parto (v.21) sugere uma ligação íntima entre sofrimento e alegria. Podemos até dizer: conforme o evangelista não há alegria, senão através de dores e angústias. Precisamos de um pano de fundo bem preto para compreendermos a luz? Creio que isso seria uma resposta brutal, porque traz consigo a tentação de fugirmos da responsabilidade pelo mal. O evangelista, por sua vez, apesar de numerosas indicações de que o cristão tem que sair do mundo (cf. Jo 14. 1-3), no fundo crê na transformação da dor (Jo 16.20-22) e na salvação do mundo perdido (Jo 3.16). Ele não quer jogar fora a maior parte da criação, para salvar uma minoria prestigiada, como as nossas pregações muitas vezes sugerem.

3. Mas como pregar essa transformação da dor? Como entender a elucidação do escuro? Como lidar com o estado terrível do nosso planeta e seus ocupantes ferozes? São duas, a meu ver, as afirmações necessárias. Uma vez, a transformação da dor permane¬ce um processo fora do alcance do homem, um evento milagroso que só pode ser atribuído à autoria do Espirito. Assim podemos testemunhar a alegria, a vitória e a vida indestrutível, mas não impor, manipular exigir esse milagre, de modo que nós mesmos fôssemos os donos da transformação e da vida. Por outro lado, e isso nem constitui um antagonismo ao que foi dito, nós mesmos temos que colaborar na transformação do mundo. A vossa tristeza se conver-tera em alegria (v.20). Podemos fazer parte da transformação radical dos sofrimentos existentes. E essa transformação não vai parar num plano espiritual, mas, sim, englobar toda a existência pessoal e institucional do homem.

4. Por conseguinte, não basta uma simples pregação, em palavras bonitas e dominicais, do teor: alegrai-vos. Diante da nossa realidade aflitiva, das guerras, da fome, da exploração e da brutali¬dade, temos que iniciar uma pregação viva, de palavras e ações. Todas as calamidades de mundo, que afligem o homem, são de uma maneira ou outra as nossas próprias. Por isso, o cristão se alegra por todas as aflições superadas e se engaja, na sua área de responsabilidade, em eliminar os padrões opressivos e causadores dos males e do sofrimento. Apenas lastimar, no culto dominical, este mundo feio, ou manifestar a sua própria satisfação e alegria para graças alcançadas, não serve. Junto com o próximo faminto e desesperado, o cristão deve se engajar na luta pela transformação do mundo.

IV - Como pregar?

1. O texto tem dois enfoques, a saber, a presença do Espírito de Cristo na atualidade e, em consequência disso, a transformação da tristeza em alegria. O alvo principal do culto em torno dessa mensagem deveria ser levar a comunidade para dentro da atuação vivificante do Espírito, deixando ela participar na transformação da sua realidade.

2. Domingo Jubilate numa comunidade normal da IECLB: quais as expectativas do membro? Espera ele uma confirmação do seu bem-estar e consolo nas aflições estreitamente pessoais? A pregação pode aproveitar-se desse condicionamento, ampliando, à luz do texto, o horizonte para os sofrimentos globais do homem Isto é, o pregador tem a tarefa de conscientizar o ouvinte das dimensões reais da tristeza e da atuação transformadora do Espírito.

3. As concepções apocalípticas da segunda vinda de Cristo, como se apresentam em alguns escritos do NT, podem ser obstácu¬los consideráveis para o entendimento do trecho joanino. O pregador pode reagir contra tal mal-entendido, enfatizando apenas a verdadeira mensagem do texto, pois falta tempo para uma explica¬ção profunda da problemática envolvida. Deveria ser feita num estudo bíblico.

4. É importante que o nosso texto não denuncia ninguém Contém, isto sim. uma rápida referência ao mundo, que se alegra frente às tribulações dos cristãos (v.20), mas, em geral, tenta confortar os cristãos. Dada a incompreensão dos discípulos, podemos concluir que as qualidades e conhecimentos dos adeptos de Cristo não são decisivos para essa atitude poimênica. Ao contrário: são esses fracos cristãos que recebem as promessas de Cristo. Assim, a nossa pregação deve evitar, neste contexto, a denúncia profética.

5. Isto não significa que o pregador teria que pintar cor-de-rosa a nossa realidade. Muito pelo contrário, ele tem que alertar para os fatos deprimentes do nosso tempo e ambiente, os quais se deveriam transformar em momentos causadores de alegria.

6. Fazendo isto, o pregador deveria usar, quanto possível, a realidade mais próxima. Realmente é necessário um esforço especial para apresentar exemplos concretos da atuação do Espírito, que transforma a nossa vida e as nossas estruturas sociais.

V – Bibliografia

- BULTMANN, R. Das Evangelium des Johannes. 13a ed., Göttingen, 1953.
- DODD, C. H. The Interpretation of the Fourth Gospel. Cambridge, 1953. Trad. port.: A interpretação do quarto evangelho. São Paulo, 1978.
- FROMM, E. O coração do homem. Rio de Janeiro, 1974.
- MOLTMANN, J. Paixão pela vida. São Paulo, 1978.
- BRANDT, H O risco do Espírito. São Leopoldo. 1977.
- SEGUNDO, J. L. Massas e minorias. São Paulo, 1975.
- GERSTENBERGER, E. e SCHRAGE, W. Leiden. Stuttgart, 1977. Trad. port. Por que sofrer? São Leopoldo, 1979.


Autor(a): Erhard S. Gerstenberger
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Páscoa
Perfil do Domingo: 4º Domingo da Páscoa
Testamento: Novo / Livro: João / Capitulo: 16 / Versículo Inicial: 16 / Versículo Final: 23
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1979 / Volume: 4
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 14585
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A vida cristã não consiste em sermos piedosos, mas em nos tornarmos piedosos. Não em sermos saudáveis, mas em sermos curados. Não importa o ser, mas o tornar-se. A vida cristã não é descanso, mas um constante exercitar-se.
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