João 20.1-18

Auxílio Homilético

20/04/2014

Prédica: João 20.1-18
Leituras: Jeremias 31.1-8 e Colossenses 3.1-4
Autor: Walter Altmann
Data Litúrgica: Domingo da Páscoa
Data da Pregação: 20/04/2014
Proclamar Libertação - Volume: XXXVIII

1. Introdução

Em sendo o texto previsto para a pregação João 20.1-18, será necessário decidir entre as opções de (a) enfrentar o difícil desafio de pregar sobre a perícope inteira, um texto relativamente longo e com várias facetas originalmente independentes, mas aqui concatenadas redacionalmente, (b) concentrar-se nos versículos relativos a Maria Madalena (v. 1 e 10-18) como testemunha primeira da ressurreição, embora em dois momentos, ou (c) concentrar-se nos versículos 1 a 10, que apresentam Maria Madalena, seguida de Pedro e do “outro discípulo”, como testemunhas do túmulo aberto. Recomendo escolher entre as opções (b) e (c), isso por três razões:

1) a perícope é extensa, o que dificulta sua abordagem plena no espaço relativamente limitado de um sermão apenas;

2) a perícope completa deixa transparecer o trabalho redatorial do evangelista sobre duas narrativas anteriormente independentes, o que dificulta sua exposição de forma plausível;

3) ambos os trechos da perícope têm ênfases peculiares e suscitam associações próprias para a pregação.

Em todo caso, como o texto é previsto para o Domingo da Páscoa, a ênfase não deverá recair sobre Maria Madalena e os dois discípulos, mas sobre a mensagem da ressurreição de Cristo, tendo o túmulo aberto surpreendido e deixado atônitos, ainda que de formas diferentes, tanto Maria Madalena como Pedro e o “outro discípulo a quem Jesus amava” (cf. Jo 13.23), para seguir-se a fé do “outro discípulo” e de Maria Madalena, ainda que também de maneiras distintas.

Neste auxílio homilético, a ênfase será dada à primeira parte da perícope (até o versículo 10), portanto ao impacto do sepulcro aberto (ou do túmulo vazio) sobre as primeiras testemunhas. Na meditação, a ênfase estará nas consequências da ressurreição de Jesus para quem se propõe a segui-lo também hoje.

Para quem optar por colocar a ênfase na segunda parte e, em particular, em Maria Madalena, como primeira testemunha da ressurreição, remeto a auxílios homiléticos anteriores na coleção Proclamar Libertação, em particular a contribuição de René Krüger no PL 34, com cuidadosa consideração exegética e proveitosa reflexão homilética. A contribuição de Carlos Luiz Ulrich e Claudete Beise Ulrich no PL 24 também pode ser consultada com proveito, contudo ela é preparada para o Dia de Maria Madalena e não para o Domingo da Páscoa, razão pela qual a ênfase se encontra mais na figura de Maria Madalena do que propriamente na ressurreição de Jesus.

O texto de Jeremias é apropriado para o Domingo da Páscoa (na sucessão da Paixão) na medida em que reflete a alegria pelo livramento e pelas promessas de Deus, mesmo em meio a tribulações. Já o texto de Colossenses remete nossa atenção para a vida que temos em Jesus mediante a imagem de que “fomos ressuscitados juntamente com Cristo”. Por isso seremos partícipes da glória de Jesus.

2. Exegese

Os relatos dos evangelhos acerca da ressurreição de Jesus (Mt 28, Mc 16, Lc 24, Jo 20; cf. também 1Co 15.3-8) são muito apropriados para perceber o que neles realmente importa e o que é acessório, secundário ou até sem importância.

Em vários detalhes, há grande discrepância entre eles. A(s) primeira(s) testemunha(s) foram Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé (Mc), Maria Madalena e “a outra Maria” (Mateus), Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago, e “as demais mulheres” (Lucas) ou apenas Maria Madalena (João)? Ainda que Paulo não mencione mulheres, os relatos dos evangelhos, coincidindo em identificar uma ou mais mulheres como a(s) primeira(s) testemunha(s) da ressurreição, devem ser tomados como fidedignos, na medida em que não se pode assumir como plausível a eventual criação dessa tradição, pois na cultura patriarcal da época o testemunho de mulheres não tinha valor legal, sendo considerado não confiável. Talvez por isso mesmo, para “amenizar” o escândalo, houve uma tendência da tradição oral em aumentar o número de mulheres que teria testemunhado a ressurreição (em particular, no relato de Lucas). Mas o evangelista João talvez quisesse concentrar a referência na figura de Maria Madalena e o que ela representa.

A passagem do v. 1 aos v. 2ss apresenta uma fricção. Impactada pela remoção da pedra que fechava o sepulcro, sem que o texto diga que ela o teria adentrado ou pelo menos olhado em seu interior (e ainda estava escuro!), Maria Madalena corre de volta para relatar a Simão Pedro e ao “outro discípulo”: “Tiraram do sepulcro o Senhor”. E completa o relato no plural, embora tivesse sido a única mulher a ir ao sepulcro: “Não sabemos onde o puseram”. Trata-se, possivelmente, da reminiscência dos relatos paralelos que mencionam mais de uma mulher como testemunhas primeiras da ressurreição.

Também a transição do versículo 10 (a volta dos dois discípulos) para o 11 (Maria Madalena chorando à entrada do túmulo) denota uma certa artificialidade. Os dois discípulos haviam corrido ao túmulo, o “outro discípulo” mais rapidamente do que Pedro. Teria Maria Madalena conseguido acompanhá-los na corrida? O texto nada diz acerca disso, e os dois discípulos retornam surpreendentemente sem trocar palavra com Maria Madalena, embora o versículo 11 assevere que ela “permanecia junto à entrada do túmulo, chorando”. Só então Maria Madalena “olhou para dentro do túmulo” (como teria sabido antes que o corpo de Jesus já não estava mais no sepulcro?), seguindo-se a cena de diálogo com os dois anjos e, posteriormente, com o próprio Jesus, que ela a princípio não reconheceu, tomando-o pelo jardineiro.

Fica claro que estamos diante da combinação redacional de dois relatos: um acerca de Maria Madalena e outro acerca de Pedro e do “outro discípulo, a quem Jesus amava” (o próprio apóstolo João?). O evangelista preserva a escandalosa recordação de Maria Madalena como a “primeira testemunha”, mas encaixa o relato acerca de Pedro e do “outro discípulo”, que são, então, os primeiros a olhar para dentro do sepulcro e depois adentrá-lo, o que de certo modo ameniza o escândalo e lhe confere maior credibilidade, segundo o olhar da cultura patriarcal da época. O versículo 2 faz, então, redacionalmente, a ligação entre os dois relatos.

Segundo Lucas (24.12), após o relato das mulheres, Pedro correu ao sepulcro. Em João, corre com ele o “outro discípulo”, sendo esse, inclusive, mais rápido do que Pedro, chegando, portanto, à frente e tirando-lhe a primazia da chegada ao sepulcro e da visão de seu interior. Contudo, Pedro é o primeiro a adentrar o túmulo. Em Lucas, os discípulos a caminho de Emaús, no diálogo com o ressurreto que os acompanha, mencionam que “alguns discípulos” se certificaram das palavras das mulheres (24.24). Portanto há diferenças nos detalhes também ali.

A descrição meticulosa da disposição dos lençóis e do lenço que estivera sobre a cabeça do Jesus morto serve para testificar que não foi uma remoção apressada do corpo de Jesus a causa do sepulcro encontrar-se aberto e sem o corpo de Jesus, mas sim sua ressurreição. Possivelmente corria a versão de que os discípulos teriam removido o corpo de Jesus para um lugar desconhecido, o que configuraria um crime. “Para a cultura da época, qualquer tipo de profanação de túmulos e cadáveres era um ato horripilante” (Krüger, p. 164). Em Mateus 28.11-15, esse boato é combatido com a versão de que alguns dos principais sacerdotes teriam subornado guardas para que esses difundissem a falsa versão de que os discípulos teriam removido o cadáver de Jesus. O texto joanino faz o mesmo de maneira muito mais sutil ao observar a cuidadosa disposição dos panos.

Ademais, o texto joanino dá destaque ao “outro discípulo”. É ele (e, portanto, não Pedro) quem, ao também adentrar o sepulcro e vislumbrar o cenário, maravilhosamente já chegou à fé (na ressurreição de Cristo), embora nenhum dos dois tivesse ainda compreendido as profecias escriturísticas acerca da ressurreição de Jesus. (Em Atos 2.25-28, a referência escriturística é o Salmo 16.8-11.) Assim, ”o outro discípulo”, segundo o evangelista, teve a primazia da fé, tanto em relação a Pedro como em relação a Maria Madalena, que viria a crer só posteriormente à retirada de Pedro e do outro discípulo (sem que se falassem), quando ocorreu o encontro direto com o ressurreto, que a chamou pelo nome e é então por ela reconhecido como seu mestre (v. 16). No relato de Paulo (1Co 15), Jesus apareceu primeiro a Cefas, isto é, Pedro, e depois aos doze. Mais uma vez, há diferenças de detalhes.

Na história da pesquisa exegética não faltou, no rastro de interpretações a partir de pressupostos racionalistas, quem concluísse, baseado nas diferenças dos diversos relatos, que todos eles seriam meras construções tendenciosas com o fim de justificar a fé. Esse tipo de interpretação, contudo, passa de largo pelo mais essencial nesses textos. Eles não pretendem ser relatos históricos, mas testemunhos de fé, com suas ênfases peculiares. De outra parte, porém, uma fé não se consegue sustentar sobre uma deliberada inverdade. A conclusão dessas duas observações é que a fé é suscitada por eventos externos – identificados como ação divina – e depois se externa de maneira testemunhal acerca desses eventos, realçando o que lhe é essencial, a saber, a maravilhosa ação de Deus, a partir da qual se pode viver em fé. E é isso que importa.

Um eventual interesse falsificador para justificar a fé tampouco “inventaria” mulheres (uma ou mais delas, não importa) como justificativa para a ressurreição, já por si um evento inalcançável para a mera razão. Tal invenção só dificultaria o convencimento de outras pessoas. Muito menos pessoas que deliberadamente tivessem falsificado de forma grosseira a natureza dos eventos estariam dispostas a colocar suas próprias vidas em jogo por tal invenção. Resta, pois, a alternativa de admitir a autenticidade do testemunho de que “Jesus ressuscitou”. Ele vive, e nós somos desafiados, pelo testemunho dado, a depositar fé nele, assim como aquelas testemunhas fizeram.

Ou seja: os detalhes são acessórios. O essencial são o testemunho acerca da ressurreição de Jesus e o surgimento da fé. E nisso todos os relatos coincidem.

O objetivo do evangelista João está claramente enunciado nos versículos 30 e 31: “Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”.

Trata-se do objetivo de todo o evangelho. Com as bodas de Caná “deu Jesus princípio a seus sinais” (2.11). Que esses suscitam a fé também está claro desde o início (2.23). Ainda assim, a fé não é automática como efeito dos sinais. João 9.23 relata acerca de uma dissensão em relação a Jesus e seus sinais. Enquanto alguns fariseus chegam à conclusão de que ele “não é de Deus, porque não guarda o sábado”, outros concluem que “um homem pecador” não pode fazer “tamanhos sinais”. No final do evangelho, podemos concluir que o maior de todos os sinais é a própria ressurreição de Cristo, aquele sinal que chancela todos os demais.

“Vida” também é, segundo o Evangelho de João, a dádiva por excelência que podemos receber de Deus através da fé. A vida estava no próprio Verbo (1.4), que “habitou entre nós” (1.14). Quem nele vier a crer “terá vida eterna” (3.16 e 36; 6.47). “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (10.10). Nesse capítulo 10, a vida concedida está associada ao fato de que o “bom pastor” que é Cristo dá sua vida por “suas ovelhas”. Ou seja: o Verbo eterno se fez carne, habitou entre nós, deu sua vida por suas ovelhas, foi assim glorificado na cruz (outro tema tipicamente joanino), e a ressurreição é o maior dos sinais, aquele que chancela todos os demais, para que, em crendo, tenhamos vida como maravilhosa dádiva de Deus, vida em abundância.

3. Meditação

Seguindo antiga tradição litúrgica, fiel ao testemunho escriturístico, a mensagem da Páscoa é: ”Cristo ressuscitou; ele verdadeiramente ressuscitou”. Fácil de crer? Certamente não. Nenhuma “verdade de fé” é fácil de crer. Ela sempre encerra um desafio de ordem pessoal, intransponível para nossos esforços e nossa razão. A fé é, ela própria, uma dádiva divina. Quem prega num Domingo da Páscoa estará sob o desafio de enfocar o mais central da fé: aquele Jesus cuja morte na cruz foi relembrada pela comunidade dois dias antes está vivo. E dispõe-se, com certeza, a “aparecer” hoje, como fez naquele primeiro domingo após sua morte a Maria Madalena, que confessou sua fé, chamando-o de “meu mestre”. Ou então também hoje pode suceder que, atônitos com o imponderável, como aquele discípulo “a quem Jesus amava”, embora sem vê-lo, detectamos em sua ausência (!) dos espaços da morte sua presença viva entre nós e, por conseguinte, “colocamos nossas fichas” em sua ação salvífica, cremos nele e passamos a desfrutar da vida verdadeira.

Quem prega no Domingo da Páscoa “apostará” nessa possibilidade da presença viva de Jesus e de seu acolhimento na fé. Mas o fará na consciência de quão implausível isso soará à razão humana. Terá, portanto, sensibilidade para com a dúvida e a descrença de muitas pessoas, dúvida que não poucas vezes assalta também quem tem crido. Talvez essa dúvida esteja assediando até mesmo quem se desloca ao púlpito para pregar... Isso dará um tom peculiar à pregação.

O tom da pregação no Domingo da Páscoa será, portanto, eminentemente poimênico, pastoral. Pregações proféticas que denunciem a morte e queiram proclamar a vida contra as injustiças deste mundo terão lugar preponderante em outras ocasiões. Essa mensagem talvez possa ser sugerida como consequência de uma nova vida em Cristo ressurreto, mas a prioridade, consideradas as dúvidas e a tentação da descrença, consistirá em proclamar a alegria que nasce do acolhimento da mensagem pascal de que, a despeito de tudo, Cristo vive. Ele ressuscitou.

Nesse sentido, quem prega no Domingo da Páscoa também poderá exaltar a maravilha de que essa fé se transmite de geração em geração, tendo essa corrente de transmissão ininterrupta iniciado naquele primeiro Domingo da Páscoa, em que Cristo ressuscitou, chegando até os dias de hoje e prosseguindo em direção ao futuro e novos espaços a partir desse preciso Domingo da Páscoa em que a comunidade se encontra reunida. A comunidade é um novo elo de transmissão da mensagem de vida. Assim também podemos dizer que a mensagem se transmite “de boca a boca”, e todas as pessoas são estimuladas a se inserir nessa corrente de transmissão. É nisso que consiste a missão da igreja.

Em síntese, sugere-se que a pregação contenha os seguintes elementos:

A. A dor com a morte de Jesus, a vontade de Maria Madalena em prestar sua homenagem de luto a quem partiu e a perplexidade e o desencanto de Pedro, do “outro discípulo” e dos demais discípulos com a perda de seu mestre. Ao mesmo tempo, traçar paralelos com o respeito que Jesus evoca também hoje, mas ao mesmo tempo a dificuldade em crer para muitas pessoas ou mesmo as dúvidas que assolam a quem crê.

B. Cristo vive. Como Maria Madalena, Pedro, o “outro discípulo” e todos os demais foram surpreendidos com o inusitado, o absolutamente inesperado. A pedra que cerrava o sepulcro estava removida, e o corpo de Jesus já não pôde ser encontrado. Espanto e perplexidade, tão naturais em tal situação, são sucedidos pela alegre constatação de que Cristo vive. Aceitam o desafio da fé, desafio e possibilidade que vêm “de fora”, do próprio Jesus Cristo. O mesmo dá-se também hoje. Pessoas são movidas a crer em Cristo.

C. As consequências de chegar à fé em Cristo ressurreto. A alegria da fé e, junto com ela, a disposição de testemunhar, de fazer parte da corrente de fé no meio em que vivemos, no tempo em que vivemos. Contar com ele em todos os momentos, “em alegria e dor”, em bonança e tribulação. Por isso exaltar o amor de Deus e glorificar seu nome.

4. Subsídios litúrgicos

Era um costume bem arraigado na igreja antiga celebrar o culto do Domingo da Páscoa bem cedo de manhã, ao nascer do sol, uma simbologia muito forte para o despontar da nova vida, para celebrar a ressurreição de Cristo (Maria Madalena foi ao sepulcro ainda de madrugada). Há um número crescente de comunidades que estão recuperando essa tradição. Havendo espaço para essa inovação em comunidades que não têm essa prática, poderá ser uma boa experiência. Ela não deve, porém, ser introduzida de supetão, por decisão unilateral do ministro ou da ministra, mas a decisão deve ser precedida de um processo de reflexão com a comunidade e suas lideranças quanto ao sentido dessa prática, colhendo a decisão como fruto amadurecido de sementes lançadas. (Como é provável que este auxílio homilético seja consultado na semana que antecede ao Domingo da Páscoa, ou seja, a própria semana da Paixão, a sugestão aqui feita provavelmente deve ser considerada apenas para o ano subsequente. Uma referência na pregação a essa prática da igreja antiga poderá talvez constituir-se na primeira semente lançada.)

O texto presta-se facilmente para sua dramatização, que pode ser encenada por um (pequeno) grupo de jovens ou mesmo crianças. Ela pode ser com os diálogos de viva voz antes ou depois da leitura do texto ou apenas com gestos, nesse caso acompanhados da leitura do texto.

Tanto os hinos como as orações deverão refletir a alegria pela ressurreição de Cristo e pelo caminhar na fé.

Bibliografia

HAENCHEN, Ernst. Das Johannesevangelium: Ein Kommentar. Tübingen: J. C. B. Mohr (Paul Siebeck), 1980.
KRÜGER, René. Domingo de Páscoa. In: Proclamar Libertação, v. 34. São Leopoldo: Sinodal / Faculdades EST, 2009. p.162-8.
ULRICH, Carlos Luiz & ULRICH, Claudete Beise. Dia de Maria Madalena. In: Proclamar Libertação, v. 24. São Leopoldo: IEPG / Sinodal, 1998. p. 230-9.


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Autor(a): Walter Altmann
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Páscoa
Perfil do Domingo: Domingo da Páscoa
Testamento: Novo / Livro: João / Capitulo: 20 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 18
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2013 / Volume: 38
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 29839
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