João 3.1-17

Auxílio Homilético

15/06/2003

Prédica: João 3.1-17
Leituras: Deuteronômio 6.4-9 e Romanos 8.14-17
Autor: Osmar Luiz Witt
Data Litúrgica: 1º Domingo após Pentecostes – Santíssima Trindade
Data da Pregação: 15/06/2003
Proclamar Libertação - Volume: XXVIII
Tema:

1. Introdução

Os textos propostos para a pregação neste domingo indicam que a igreja ainda se encontra fortemente sob o impacto do acontecimento festejado no domingo anterior: o pentecoste. A comunidade continuará a ser confrontada com a mensagem da presença e atuação do Espírito Santo em seu meio. Os textos bíblicos remetem especialmente para o tema do novo nascimento a partir do Espírito de Deus (Evangelho de João), da realidade da existência dos filhos e das filhas de Deus que são guiados pelo seu Espírito (Romanos) e do mandamento de amar a Deus de todo coração (Deuteronômio), concretização da vida renascida e guiada pelo Espírito.

2.Análise do texto

a) O contexto

Há consenso entre os intérpretes em que a narrativa iniciada no capítulo 3 vincula-se estreitamente com a passagem precedente, em especial com 2.23-25, que constitui uma introdução para o relato do diálogo entre Nicodemos e Jesus. Divergem, porém, quanto à razão que leva Nicodemos a procurar Jesus. Niccacci e Battaglia (p. 66) entendem que Nicodemos é parte do grupo dos muitos mencionados em 2.23. Segundo estes autores, ir ter com Jesus equivaleria a crer nele (cf. 6.35). Admitem, contudo, que a fé de Nicodemos seria débil, pois ele procura Jesus à noite, o que seria um indicativo simbólico de sua ignorância (cf. 1.10). De outra parte, Bultmann (p. 93) argumenta que Nicodemos dificilmente pode ser considerado um representante daqueles crentes citados em 2.23. Embora Jesus tenha causado impacto também sobre ele por meio dos sinais que realizou, o texto não diz que ele creu em Jesus. Antes, os sinais chamaram sua atenção e o fizeram levantar alguns questionamentos. Em Nicodemos, deparamo-nos com um típico representante do judaísmo oficial: ele é fariseu (3.1a), membro do Sinédrio (3.1b) e mestre em Israel (3.10). Além de enfatizar o estreito vínculo que há entre 2.23-25 e 3.1ss., Bultmann também ressalta que a menção ao lugar em 2.23 vincula a cena que segue à narrativa iniciada em 2.13. Nicodemos representa o judaísmo que dialoga com a comunidade cristã e que não consegue apreender o novo contido nos sinais que Jesus realizou no ambiente que se definia pela necessidade de observância da lei. Também , Bultmann acentua que a fé não deveria depender dos sinais (cf. 4.48; 20.29).

A perícope proposta como base para a pregação integra a primeira de duas partes principais em que se pode subdividir o capítulo 3. Conforme Bultmann (p. 92), essas duas partes são 3.1-21 e 3.31-36. O estilo e o tema comprovam que 3.31-36 originalmente estava na sequência de 3.1-21, dando continuidade ao discurso iniciado em 3.11.

A perícope é formada por uma exposição de argumentos que segue o processo próprio dos discursos de revelação (Niccacci e Battaglia, p. 66). Inicia com a apresentação do personagem e do seu reconhecimento do favor divino concedido a Jesus (v. 1-2); na sequência, Jesus faz uma revelação enigmática (v. 3) e, então, é descrita a incompreensão de Nicodemos (v. 4). Outra vez Jesus faz uma revelação (v. 5-8), e novamente segue uma incompreensão de Nicodemos (v. 9), a qual provoca a censura de Jesus (v. 10). A partir do versículo 11, a narrativa assume a forma de um monólogo no qual Jesus se revela e universaliza o alcance de sua missão. O discurso, que encontra um paralelo em 3.31-36, apresenta o conteúdo essencial da mensagem cristã.

b) As partes

Versículo1: o início da perícope oferece duas informações importantes sobre Nicodemos, as quais ajudam a identificar o personagem: primeiramente, o relato informa que ele era fariseu, ou seja, membro de um grupo religioso do judaísmo que se caracterizava por sua fidelidade à lei. Os fariseus tinham grande influência sobre o povo, em função de sua observância da lei e da sua religiosidade. A observância da lei poderia, segundo eles, apressar a vinda do Messias, e com ele, a realização do reino messiânico. Em segundo lugar, ficamos sabendo qual era o seu cargo: ele era um dos principais dos judeus, ou seja, um chefe, o que equivale a dizer, um membro do Sinédrio. Os membros desse conselho aparecem como autoridades supremas (7.26,48; 12.42), e entre eles estão os sumos sacerdotes e certos fariseus (cf. 1.19; 7.32,45; 11.47). Nicodemos é um fariseu influente e tem uma função representativa, o que permite entender que ele se dirija a Jesus falando no plural (3.2 - sabemos). A cena vai descrever, portanto, um diálogo de Jesus com representantes da lei, entendida em seu sentido religioso e espiritual como sabedoria, norma de vida e meio de perfeição do homem. Nicodemos está na linha dos que propugnam a reforma espiritual do povo, partindo da sua aplicação e observância exata. A aluarão de Jesus durante as festividades da Páscoa havia provocado um movi mento de adesão inclusive nas altas esferas (cf. 12.42). (Mateos e Barreto, p. 185).

Versículo 2: Nicodemos dá início ao diálogo concedendo a Jesus o título de mestre. Segundo o uso judaico, mestre era aquela pessoa que, a partir da lei, ensinava o caminho de Deus. Ao atribuir o título a Jesus, Nicodemos reconhece nele a capacidade de um intérprete autorizado da lei. Mas o que provoca a iniciativa de Nicodemos são os sinais que Jesus realizou e que fizeram com que muitos cressem nele. Também ele vê nos sinais as credenciais de um enviado de Deus. Por parte de Nicodemos há uma dupla admissão do caráter divino dos atos: reconhece, em primeiro lugar, que a missão de Jesus vem de Deus; em segundo lugar, que Deus acompanha sua atividade, que respalda seu proceder. Da atuação de Jesus deduz sua missão divina. (Mateos e Barreto, p. 186) Sua missão divina, na concepção de Nicodemos e daqueles a quem representa, é a de restaurar a perfeita observância da lei, tal como se esperaria de um mestre vindo da parte de Deus. Em vista dessa sua expectativa, Nicodemos terá dificuldade para compreender a esse Jesus que justamente não corresponde a ela. Os sinais que Jesus realiza apontam para uma realidade nova que extrapola o que pode ser alcançado pela perfeita observância da lei.

Versículo 3: a compreensão que Nicodemos mostrou ter alcançado talvez o denunciasse como alguém de quem era necessário precaver-se (cf. 2. 24s.). Por isso, a reação de Jesus diante desse interlocutor que abriu o diálogo fazendo-lhe elogios vai direto ao ponto que ainda não ficou claro: é preciso mais do que estrita observância da lei para ver o reino de Deus; é preciso nascer de novo. A expressão que se traduz como de novo, na língua grega também tem o sentido de de cima. É preciso nascer de Deus, de seu Espírito. A lei não pode levar o homem ao nível requerido pelo reino de Deus; a lei é 'de baixo' (3.31), (...) a vida vem 'de cima', de um novo nascimento. (Mateos e Barreto, p. 187) A fé nasce de cima e, como tal, corresponde a um novo nascimento que não se funda nos sinais realizados por Jesus, e sim, na liberdade com que o Espírito de Deus age. Somente o novo nascimento, que completa a criação do homem comunicando-lhe o Espírito de Deus (Gn 2.7 o sopro de vida), lhe permite começar a viver com plenitude (1.12: 'os fez capazes de se tornarem filhos de Deus'). (Idem, p. 188).

Versículo 4: Nicodemos permanece preso ao seu esquema de pensar: Moisés nos deu a lei e é seu cumprimento perfeito que nos aproxima do reinado de Deus. Assim, não entende como poderia ser possíve1 o que Jesus está dizendo. Talvez seja oportuno mencionar o pensamento de Bultmann, que revela muita compreensão para a condição de Nicodemos, pois essa é também a condição de todos nós: na esfera do humano é impossível haver algo como um novo nascimento; pois o novo nascimento não quer ser algo como um melhoramento do ser humano, mas sim que ele receba uma nova origem. Esta nova origem ele não pode dar a si mesmo. Ele precisa recebê-la. (cf. Bultmann, p. 97)

Nicodemos faz com que recordemos que todos somos filhos de um passado próprio, de uma tradição e de uma experiência - sobre essa realidade podemos construir. Parece-nos impossível começar de novo - não podemos retornar ao ventre de onde nascemos. No entanto, em lugar dessa posição que partilhamos com Nicodemos, Jesus afirma a liberdade, revelando a dimensão divina da existência: é possível superar o passado, porque de Deus podemos esperar uma nova vida. Nisto se manifesta a graça divina que alcança o ser humano em seus descaminhos, trilhados no afastamento de seu criador.

Versículo 5: a expressão novo nascimento de cima é substituída aqui pela expressão nascer da água e do Espírito. No Antigo Testamento os profetas tinham prometido repetidamente para os tempos escatológicos a efusão de 'água e espírito' sobre os que crêem (cf. Ez 36.25-26; Is 44.3). (...) Na linguagem de João, a 'água' é símbolo da revelação cristã (ver 4.10) e o Espírito é o 'Espírito de verdade', isto é, aquele que conduzirá os fiéis a compreenderem a Verdade trazida por Jesus (cf. 14.26; 16.15). (Niccacci e Battaglia, p. 67-8).

Nascer do Espírito é idêntico a nascer de Deus (1.13) e receber de sua plenitude (1.16). Não é algo que possa ser conquistado ou merecido. Vem de cima, pois significa nascer do que está levantado ao alto, isto é, de Jesus na cruz - ele precisa ser levantado para que os seres humanos possam nascer de cima (3.14). A experiência de nascer do Espírito, de cima, de novo, garante ao ser humano a possibilidade de começar a viver com plenitude, pois o nascer do Espírito abre-lhe o caminho para a comunhão com seu criador. Parafraseando Agostinho: Minha alma só alcança a paz quando descansa em ti, meu Deus.

Versículo 6: Jesus afirma que aquele que é gerado tem a mesma natureza daquele que gera. O humano gera o humano e o divino gera o divino. Há dois princípios de vida: a carne e o Espírito; cada um transmite a vida que possui. A carne, conceito estático, denota a condição humana débil, o homem inacabado, não terminado de criar; em consequência, transitório, mortal, sem êxito. O Espírito, conceito dinâmico, denota a força vital de Deus e o homem acabado. (Mateos e Barreto, p. 190) Para evitar qualquer visão dualista do ser humano, tão cara ao pensamento grego, poderíamos traduzir o binômio carne e espírito como humano e divino.

Versícufo 7: não é difícil imaginar que Nicodemos, mestre de Israel, tenha se admirado do ensinamento de Jesus. Afinal, que novidade era essa que se estava querendo ensinar para alguém que já nasceu como descendente de Abraão? Não estava Nicodemos, mestre da lei, entre aqueles que foram eleitos para herdar o reino de Deus? O ensino de Jesus contrapõe a esse nascimento um nascer de novo, num gerar movido pelo Espírito de Deus.

Versículo 8: o Espírito de Deus não conhece amarras. Não é saiu do de onde ele vem, nem para onde vai. É inteiramente livre e sobem no. A perfeita observância da lei não o prende, nem a tradição ou a pertença ao povo de Israel. Ser nascido do Espírito é o que introduz o ser humano nessa esfera de liberdade. Contudo, não nos iludamos, pois, existem pessoas assim ou podem vir a existir, mas que haja pessoas assim não é uma possibilidade humana. (Bultmann, p. 101) É o Espírito mesmo, em sua soberania, quem gera para a liberdade.

Versículos 9 e 10: a incompreensão de Nicodemos gera uma palavra de repreensão de Jesus. Como é possível que não consiga compreender um tal ensinamento alguém que conhece as Escrituras, alguém que é conhecedor das promessas nelas contidas? Acaso os profetas não haviam anunciado que haveria de chegar o dia em que Deus dei ramaria o seu Espírito sobre cada um? (v. Jl 2.28-32).

Versículos 11 a 13: neste ponto, Nicodemos desaparece do cena rio. Aqui são feitas considerações sobre o caráter definitivo do testemunho cristão (cf. Niccacci e Battaglia, p. 69). As funções que a escola farisaica atribuía à lei, quais sejam, a de ser fonte de vida e norma de conduta, são atribuídas à pessoa de Jesus, pois ele dá testemunho das realidades celestiais/divinas, as quais conhece.

Versículos 14 e 15: a serpente de bronze erguida por Moisés no deserto serviu para salvar da morte todo aquele que olhasse para ela (Nm 21.9). Em analogia, o Filho do homem precisa ser erguido na cruz, a fim de que se torne um referencial de salvação. Olhando em sua direção (crendo nele), o pecador encontra o remédio que salva da morte eterna e dá vida eterna.

Versículos 16 e 17: a perícope termina apontando para a dimensão do juízo e para a missão de Jesus, que é a de libertar do juízo. O juízo não é um ato especial, o qual se acrescenta ao vir e ir do Filho, ele não é um acontecimento que ainda está distante e pelo qual devamos esperar. Muito mais: o envio do Filho - concluído pela descida e subida - é o juízo. (...) Isto significa ao mesmo tempo, que a fé não é uma boa obra, que recebe a vida em retribuição, e assim, também não a incredu-lidade um ato mau, que merece o juízo. Assim como a fé já tem a vida (5.24; 6.47), assim a incredulidade já está perdida (3.36; 9.41). (Bultmann, p. 111-112)

3. Reflexões sobre o texto

A experiência de nascer de novo, apresentada por Jesus como condição para entrar no reino de Deus, é realmente algo inusitado! Ela se assemelha, mas também se distingue de algumas experiências que fizemos em situações críticas e que poderiam ser mencionadas como analogia para uma melhor compreensão do que significa nascer de novo. Às vezes ouvimos dizer de uma pessoa que sofreu um grave acidente de carro e escapou com vida que ela nasceu de novo. Ou, então, de alguém que enfrenta uma doença muito grave e consegue recuperar a saúde também se diz que nasceu de novo. Algumas pessoas, inclusive, após haverem passado por situações nas quais viram a morte, dizem que nasceram de novo, pois tal experiência fez com que pudessem en-contrar um sentido para a própria vida.

Nascer de novo pode ser uma experiência pela qual se anseia ou pode ser uma experiência que nos envolve involuntariamente. A analogia com o nascimento natural praticamente se impõe: ninguém pediu para nascer. O ato de vir ao mundo é uma experiência de passividade. Da mesma forma, o nascer de novo, ou o nascer do Espírito é ação do próprio Espírito que não podemos produzir. De fato, cada dia que se acrescenta à nossa vida é expressão desse nascer de novo, quando o acolhemos como dádiva. Não conhecemos a extensão dos nossos dias. Precisamos, ou melhor, podemos nos entregar confiantes nas mãos daquele que cria e sustenta a vida. Nestes tempos marcados pela insegurança e falta de paz, o equilíbrio psíquico, emocional, espiritual só é possível quando sabemos que estamos amparados por um Deus que nos faz nascer de novo.

O novo nascimento nos introduz na esfera divina e nos livra do juízo que pesa sobre nós. Não é da vontade de Deus que pecadores e pecadoras percam a vida eterna. Também não é de sua vontade encobrir/negar o pecado e a culpa. Em sua misericórdia, Deus enviou a nós o seu Filho, que não se restringiu à observância da lei; pelo contrário, foi além dela, abrindo caminho para andarmos nos rastros do seu amor. Nascer do Espírito é deixar-se guiar por esse amor, que não nega a lei, mas não está preso a ela e que a supera.

Um cuidado apenas! Não transformemos esse texto, que é expressão da imensa graça divina, em tijolos legalistas que sirvam à construção de muros entre as pessoas. Nada distingue externamente os que são nascidos de novo dos que não são, a não ser o fato de que os primeiros são guiados pelo Espírito de Deus (Rm 8.14-17). Mas não existem instrumentos para medir o que acontece interiormente em cada pessoa. Todos os que fomos batizados morremos com Cristo e com ele renascemos (Rm 6). A forma de dar expressão à presença do Espírito em minha vida é a gratidão a Deus e o serviço ao meu próximo.

A pessoa não alcança a plenitude da vida mediante a observância da lei, que é boa e nos revela a vontade de Deus, mas não nos concede a força para realizá-la. Aquilo que Nicodemos buscava na lei, fonte de vida e norma de conduta, encontramos em Jesus. Ao ser levantado, concedeu-nos vida, e, ao entregar-se à morte, ensinou a norma do amor Por isso, a plenitude da vida se alcança pela capacidade de amar. O amor cumpre a lei. A força para amar é concedida pelo Espírito de Deus que nos conduz.

4. Subsídios litúrgicos

Versículo de entrada:
Não por força nem por poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor (Zc4.6).

Salmo 118.

Confissão de pecados:
Misericordioso Deus, nós te confessamos que temos pecado em pensamentos, palavras, ações e omissões. Insistimos em ignorar que o teu Espírito vem nos fazer nascer de novo a cada dia. Vivemos como se não pudéssemos contar contigo. Fechamo-nos em nossa incredulidade e acabamos isolando-nos uns dos outros. Dessa forma, só colhemos tristeza, amargura e falta de esperança. Escuta a nossa oração e perdoa-nos. Tem piedade de nós, Senhor. Amém.

Anúncio da graça: 2 Co 13.13.

Oração de coleta:
Senhor, santo Deus e Pai, nós te pedimos: aquece nossos corações e ilumina nossas mentes com o teu Santo Espírito. Concede-nos compreensão. Acende em nós o fogo do teu Espírito que nos faz nascer de novo. Ensina-nos e consola-nos. Ouve-nos por Jesus Cristo, que contigo e com o Espírito Santo renova este mundo e a nossa vida. Deus Todo-poderoso, tu és o princípio e o fim, de eternidade a eternidade. Amém.

Hinos: de Hinos do Povo de Deus1, n° 195; 203; 79.

Bibliografia

BULTMANN, Rudolf. Das Evangelium des Johannes. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht, 1968.
MATEOS, Juan, BARRETO, Juan. El Evangelio de Juan: análisis linguístico y comentário exegético. 2a ed. Madrid: Cristiandad. 1982.
NICCACCI, Alviero, BATTAGLIA, Oscar. Comentário ao Evangelho de São João. 2a ed. Petrópolis: Vozes, 1985.

Proclamar Libertação 28
Editora Sinodal e Escola Superior de Teologia


Autor(a): Osmar Luiz Witt
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 1º Domingo após Pentecostes - Domingo da Trindade
Testamento: Novo / Livro: João / Capitulo: 3 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 17
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2002 / Volume: 28
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 7145
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