Lucas 1.26-38

Auxílio Homilético

23/12/1990

Prédica: Lucas 1.26-38
Leituras: 2 Samuel 7.4-6,12,14ª,16 e Romanos 16.25-27
Autor: Renato L. Becker e Emil A. Sobottka
Data Litúrgica: 4º. Domingo de Advento
Data da Pregação: 23/12/1990
Proclamar Libertação - Volume: XVI


Esta é a terceira vez que este texto é comentado no Proclamar libertação, e nenhuma delas feita por uma mulher. A desconsideração de uma perspectiva feminina certamente resulta na renúncia a um enriquecimento que este texto poderia e deveria receber para superar os estreitos horizontes dentro dos quais a tradição o circunscreveu. Não pretendemos preencher agora esta lacuna, mas ao mesmo tempo evitaremos repetir o que os outros dois autores que nos antecederam já disseram.

1. Olhando para o contexto

Nosso texto não tem paralelo direto. Mateus apenas relata o que se seguiu à situação aqui descrita. Ademais, a perspectiva na qual a história é contada é diferente: Mateus olha-a pelo prisma de José e realça o cumprimento de uma profecia, enquanto Lucas o faz colocando em destaque a situação de Maria.

Mesmo assim, um estruturalista esforçado encontraria uma inusitada fartura de material na comparação das histórias do nascimento de João Batista e de Jesus (Lc 1.5-2.38). Semelhanças e contrastes aí desfilam como na construção de um mosaico. Aqui tomaremos apenas ilustrativamente e sem levar à exaustão um destes veios:

O contraste entre o velho e o novo

           João                                                                                         Jesus

O anúncio do precursor                                                               O anúncio do messias
   é feito ao pai,                                                                           é feito à mãe,
que é sacerdote                                                                       uma desconhecida mulher
e fora ao encontro de Deus                                                         nos seus afazeres diários
        no templo                                                                                   em casa
— lugar sagrado —                                                                      — no cotidiano —
na capital, Jerusalém,                                                             num vilarejo da Galileia,
centro de peregrinação judeu.                                                    desprezada pelo judeus.
Zacarias duvidou,                                                                        Maria acreditou
pediu um sinal,                                                                    na explicação espontânea do anjo
e permaneceu reticente.                                                             e dispôs-se ao Senhor.


A indicação acima poderia ser ampliada para inúmeros aspectos e mesmo para diversos veios. Este tipo de procedimento com textos desta natureza é uma técnica auxiliar muito elucidativa de dimensões e implicações da mensagem de um texto escrito paralelamente a outro, mas não pode esgotar-se em si e tornar-se um escopo de prédica. No nosso caso ele ajuda a compreender os contextos literário, religioso e social

2. Percorrendo o texto

Na narração de Lucas, as histórias do nascimento de João e de Jesus estão entrelaçadas lógica e espacialmente, e no começo de nosso texto ocorre a primeira mu dança de cena: da família de João para a de Jesus. A passagem se dá de duas foi mas: temporal (sexto mês) e espacialmente (foi enviado). A Nazaré, que não é mencionada no AT e certamente pouco passava de um povoado provinciano, e que eia tratada zombeteiramente pelo contemporâneos (Jo 1.46), Deus envia o seu mensageiro Gabriel.

Concepções sobre anjos perpassam o texto bíblico, mas elas sofrem transformações ao longo do tempo. Nos textos antigos, o anjo de Javé se confunde com o próprio Javé. Posteriormente, em especial após o cativeiro babilónico, a palavra assume a denotação de mensageiro, que tinha seu equivalente em outros povos. O mensageiro era o elo fundamental de ligação entre distantes, daí sua presença frequente no AT e fora dele nesta acepção. Na medida em que Deus é percebido como distante do homem, não é de se estranhar que se perceba também a necessidade de mensageiros entre o homem e seu Deus. Isso não significa que fizessem as vezes de intermediários; não se concebia, no judaísmo, que alguém pudesse invocar Miguel ou Gabriel em suas orações. O mensageiro é de Deus para o homem e não ao tevês Enquanto no AT não se distinguia fortemente entre seres angelicais e mensageiros, o NT incorporará a palavra anjo quase exclusivamente no sentido de mensageiros de Deus, que apareciam predominantemente com características (estatura, forma e fala) humanas e interpelavam repentinamente as pessoas (Lc 1.11,28; At 8.26).

Gabriel é enviado a Maria, da qual o texto diz que estava comprometida para se casar com José. A palavra esposada, embora uma tradução pertinente no português clássico, não tem correspondência nas nossas relações sociais, por isso é útil aclarar um pouco a situação.

A estrutura social da Palestina estava determinada pelo patriarcado. Isto se reflete na linguagem, na fé, nos cultos, nas relações sociais em geral e, obviamente, na estrutura familiar. Havia fortes preconceitos contra as mulheres, inferiores em tudo ao homem (Josefo), e um verdadeiro tabu em torno de sua iniciação sexual. Com isso as mulheres, nas questões concernentes ao casamento, eram muito mais objetos de contrato que parceiras no amor. Walter Grundmann inclusive afirma: Não há praticamente testemunho do qual se possa depreender que entre homem e mulher exista urna comunhão da compreensão (des Verstehens) e da vida.

O casamento envolvia uma série de procedimentos. O pretendente ou seu representante solicitava a mulher junto ao seu pai e, mediante o seu consentimento, podia noivar. O noivado consistia na entrega de um presente à noiva e era a fundamentação legal do casamento. Depois era realizado o contrato de casamento, no qual se estipulavam as condições, especialmente de transferência patrimonial, envolvidas. Só então, em geral decorrido já um ano de noivado, acontecia o casamento. A noiva era buscada em sua casa, local da festa, e levada na companhia dos convidados à casa do noivo, onde o casal podia coabitar.

Como era o fundamento legal do casamento, o noivado só podia ser desfeito pelo homem e através de um instrumento legal, a carta de divórcio ou repúdio. Em caso de morte do homem durante o noivado, a mulher era tida como viúva e o seu envolvimento sexual com outro homem tornava-a adúltera. Neste caso a pena era o apedrejamento. A condenação à morte, diferente do repúdio que podia ser subjetivo, no entanto, requeria duas testemunhas, pelo que as execuções eram poucas. Assim, por não fazer parte de nosso imaginário social uma sequência similar de procedimentos e não termos hoje uma expressão que comunique razoavelmente o estado civil de Maria, falamos aqui no seu equivalente mais próximo, que é noivar e não desposar.

Estando Maria tomando conta de seus afazeres cotidianos, eis que entra Gabriel e saúda-a. Maria está inserida numa tradição religiosa onde o diálogo de homens com anjos, a saudação e as expressões piedosas eram comuns. As palavras citadas no texto são um velho voto bíblico, pelo que não é necessário querer ver na expressão agraciada o início do Novo Testamento, de uma nova era (Rienecker). Mas Maria está também inserida numa tradição cultural em que não era comum que as mulheres fossem saudadas por homens. Se agora alguém vem inadvertidamente à sua presença e lhe dirige uma saudação, isto era motivo para perturbar-se. Por isso também nesta perturbação não é necessário ver uma peculiaridade dos pecadores que, diferentemente de Jesus, se sentiam assustados na presença do além, conforme quer o mesmo autor. Ademais, sequer sabemos se já neste momento — e nem quando ou como — Maria soube que era um anjo que lhe falava. Desta maneira é compreensível que as velhas e conhecidas palavras, agora dirigidas por um homem que repentinamente é visto em sua frente, tenham provocado as duas sucessivas reações: uma perturbação inicial seguida do esforço por desvendar o significado não tanto das palavras, mas do gesto como um todo.

Antes, certamente, que ela pudesse pensar muito, o anjo expõe a mensagem motivadora de sua presença: o anúncio do nascimento do Messias, que por séculos alimentou a esperança dos piedosos judeus. Com isto não mais será necessário permanecer no medo, assustada.

A repetição de que Maria tenha encontrado graça não aponta necessariamente para a extraordinariedade dela, muito menos faz dela a fonte de futuras graças. Isto será o seu filho, Jesus, cujo nome deriva de Josué (O Senhor é salvação). Em Mateus (1.21) o anjo no sonho de José estabelece explicitamente esta relação do nome com a vocação. O nome era desde sempre mais uma expressão significativa que projetava sobre a criança um sentimento de quem a denominava do que a etiqueta que individualizava a pessoa na multidão. A importância de se levar isto em consideração não está em cálculos e projeções alfabéticos, mas na educação que será dada. Não são poucas as pessoas que sucumbem ante a inevitável opção entre serem elas mesmas ou aquilo que delas se espera. A atitude de Jesus em Jerusalém aos 12 anos mostrou quão cedo ele tomou esta opção, cujas consequências levou até o fim.

Neste sentido havia um agravante muito forte para Jesus: as esperanças relacio¬nadas com a vinda do Messias — este é o termo que sintetiza os versículos 32-33 — não só eram muito fortes, como também bastante díspares. A experiência de fé em meio a séculos de frustração, opressão, miséria e desprezo gerou nos pobres da terra uma esperança bem diferente com relação ao que seria o tempo messiânico do que aquela que tinham, por exemplo, os saduceus presentemente aliados ao po¬der dominante. O entusiasmo da entrada triunfal em Jerusalém e a preferência pelo criminoso Barrabás alguns dias após não são acidentes de percurso nem fruto ape¬nas da manipulação conspiradora; espelham um difuso e confuso sentimento coletivo de um povo grávido de esperanças.

Este reinado que não terá fim se confunde com o desejo de perpetuação literal da dinastia de Davi, o saudosismo do apogeu do reinado davídico, a ânsia pelo restabelecimento da soberania nacional e a expectativa do fim dos tempos. Já em 2 Sm 7.12-17 estavam mesclados estes sentimentos. Por isso é impossível derivar — como faz Leon L. Morris — da explicitação deste detalhe pelo mensageiro de Deus a evidência de que não se trata da inauguração do reino messiânico, que seria finito, mas do reino não-finito de Deus, o que para este autor equivale à diferença en tre o reino temporal (milénio, futuro) e o atemporal (já inaugurado) de Jesus. É in clusive necessário observar que a distinção entre o reino de Cristo e o de Deus, como a encontramos exemplificada em l Co 15.24-28, não pertencia à fé comum dos judeus.

No tocante à noção de tempo, vale a pena atentar para um detalhe importante que nos pode passar despercebido. Uma das maiores contribuições do pensamento judaico-cristão para o Ocidente é sua noção linear de tempo. O mundo teve uni início antes do qual não havia tempo, tem um desenvolvimento direcionado e culminará num novo período atemporal. Reinado sem fim, dia do Senhor, reino de Deus, novos céus e nova terra são apenas algumas expressões desta culminância. Isto contrasta com o pensamento contemporâneo, como o grego por exemplo, que via a história como um eterno retorno, um eterno construir, destruir e reconstruir, dentro do qual não pode haver esperança plena. O máximo que este pensamento cíclico poderia esperar é que o tempo de apogeu não tardasse e, uma vez presente, permanecesse para retardar ao máximo o advento inevitável da ruína. Não havendo lunar para uma noção de melhoria, de perfectibilidade, não há advento em sentido pleno. Os judeus, e depois também os cristãos, ao contrário, esperavam a consumação daquilo que agora lhes parecia ainda imperfeito, e isto mobilizava grande energia em sua vivência de fé, inclusive na adversidade.

Voltando à situação de Maria, encontramo-la com uma pergunta biológica ineludível (v. 34). Mateus associou esta situação ao cumprimento de uma profecia (Is 7.14) e com isso originou um destaque desproporcional para a sexualidade dela. Nada indica, nem em Mateus nem em Lucas, que Maria tenha feito um voto de castidade e nem se pode inferir de sua pergunta uma resistência ao casamento. Alem disso, é importante atentar para alguns detalhes do texto de Isaías antes de embarcar num esquema de tipo profecia-cumprimento, usado por Mateus. Nada em Is 7.14 afirma que o nascimento seria virginal e que a mulher de quem ali se fala estaria por surgir num futuro incerto. A palavra significa jovem mulher e está determinada (a e não uma). Somente a partir da tradução da LXX que se incorporou a interpretação de que este seria um evento extraordinário. No texto, aquele menino, Emanuel, estava prometido para uma situação de medo, de guerra, muito tangível e delimitada no tempo. É nessa situação, e não nos detalhes do nascimento, que se concentra a mensagem de Deus dita pelo profeta. Não sendo assim, para que Deus teria enviado seu profeta?! Se a palavra de Deus fosse tão vaga, atemporal e elástica, certamente haveria pouco sentido em seguir proclamando-a concretamente hoje. Um terceiro aspecto é que aquele menino, segundo a profecia, teria um nome e um hábito alimentar bem determinados, aos quais o filho de Maria não corresponderia.

Com isso não se quer negar que Jesus realmente tenha sido o cumprimento de promessas de Deus feitas ao seu povo. Não. Ele é o cumprimento da Palavra/Ação sempre presente de Deus, que acompanha historicamente seu povo e não se prende em detalhes e extraordinariedades do passado para provar sua grandeza. Só por isso faz sentido falar de Emanuel/Jesus, da presença auxiliadora e salvadora de Deus através deste menino. Só assim também se pode compreender que Maria tenha se dado por satisfeita com uma colocação plenamente teológica à sua pergunta.

Alguns intérpretes têm-se esforçado para aclarar que o envolvimento de Maria pelo poder do Altíssimo não seria uma relação sexual divino-humana e que a criança seria santa exatamente por causa da atividade divina assexuada em favor de sua concepção. Também tem sido explorado o jogo de palavras ser gerado/nascer para falar da preexistência de Cristo (Jo 8.58) e para estabelecer diferenciações entre estar cheio do Espírito Santo e ser gerado por ele. Isso certamente pode ter seu sentido como embasamento de algum dogma, mas a ênfase nestas questões numa comunicação unilateral, como o é em geral a prédica, pode ser pouco pastoral. O versículo 45 tem uma linguagem poética, contemplativa, majestosa, radicalmente distinta de uma apologia, um discurso, uma retórica. Talvez tenha sido a incapacidade de manter esta linguagem que levou teólogos a excluírem os versículos 34-37 como se se tratasse de acréscimos posteriores. Aliás, a crítica literária na teologia por vezes se assemelha a medidas provisórias na política: serve para eliminar um problema momentâneo sem consideração devida à pertinência da proposição nem às consequências que possam daí resultar.

Gabriel evoca uma experiência de Isabel, aparentemente ainda desconhecida para Maria, como forma de encorajá-la, e com isso destaca o enfoque teológico de sua resposta (v. 37). Independentemente do grau de parentesco entre ambas e da forma como Jesus seria da linhagem de Davi (afinal, se ele não era filho de José, para que a genealogia?), parece interessante que Zacarias, o sacerdote, necessite pedir um sinal para poder acreditar no mensageiro de seu Deus; Maria, ao contrário, não pediu sinal algum e este que ela recebeu não precisou ser confirmado antes que pu desse crer. Ela acreditou e depois foi à casa de Isabel.

A resposta de Maria foi de inteira submissão: aqui está a escrava do Senhor Certamente é possível reconhecer tanto nela como em José (Mt l. 18-28) uma grandeza de pessoas justas, tementes a Deus. Não porque Maria tenha encarado de frente a ameaça de pena de morte que vigorava para estes casos — ela podia saber que ninguém teria as duas testemunhas indispensáveis à condenação — ou porque José tenha se resignado ao destino, mas pela fé que se vê refletida em seus gestos. Foi uma submissão a Deus e diante de uma intervenção concreta que ele queria fazer em suas vidas, e não uma desesperançada inclinação ante um implacável destino. Tanto Maria como José tinham a liberdade para não aceitarem esta intervenção de Deus. Sem isto a notícia dos anjos não seria evangelho, boa notícia. Sem isso não seriam para nós protótipos de esperança, de Advento.

No tocante à situação de Isabel pode-se citar Grundmann, segundo o qual o casamento não tem seu sentido na comunhão de vida entre os cônjuges, mas na gê ração da descendência. Levando isto ao extremo, um casamento sem filhos seria destituído de sentido. Historicamente, nos casos em que um casal não tivesse filhos, a culpa era sistematicamente atribuída à mulher, tida como castigada por Deus por causa de algum pecado seu ou de um de seus ascendentes. Não é difícil imaginai quanto sofrimento injusto e desumano este opróbrio trouxe consigo.

Com isso terminamos nossa trajetória através do texto, durante a qual nos delongamos em algumas encruzilhadas. O pregador certamente tem em cada uma delas a possibilidade de eleger, ou mesmo de passar por alto. De qualquer forma, parecem-nos necessários pelo menos três cuidados importantes: não se perder no excesso de detalhes e fantasias, não centrar sua atenção excessivamente em questões polêmicas mesmo que não possa ou não queira eludi-las, e ser suficientemente sensível às veias de ansiedade e expectativa que movem a sua comunidade e o nosso povo, sem o que a Palavra-Ação de Deus não engravidará a esperança do tempo de Advento.

3. Subsídios litúrgicos

Leituras: 2 Sm 7.4-16; Rm 16.26-27.

Confissão de pecados: Pai querido! Queremos confessar-te que nem sempre permitimos a tua intervenção na nossa vida, nas atividades diárias e nas-decisões importantes que tomamos. Com frequência deixamo-nos levar pelo desejo de assumir sozinhos o nosso destino sem deixar que acima de nós tu sejas Deus. Mas nós não queremos que esta situação prossiga assim, por isso pedimos que nos concedas bondosamente o teu perdão, para que possamos reiniciar a escrita de uma nova história neste tempo de Advento e ser boa notícia ali onde nos coube viver.

Oração de coleta: Senhor, estamos reunidos para prestar-te culto. Congrega nos sempre mais em torno de tua palavra. Concede que compreendamos o que implica para nós a asseveração de que tu queres vida abundante para todos, e que a partir disto nosso agir esteja pautado por um incondicional compromisso contigo, com tua justiça e tua verdade. Implanta em cada um de nós um espírito de respeito e submissão a ti — e somente a ti —, como o que tiveram Maria e José, quando anunciaste-lhes o advento de teu filho Jesus.

Oração final: Deus bondoso! Para nós ficou claro que os idosos, as mulheres e os homens, os jovens e as crianças, todos somos uma expressão de teu amor. E em nenhum momento isto ficou mais claro que quando enviaste-nos teu filho. Permite que sua presença entre os deserdados e desprezados da terra nos inspire e nos mova a um engajamento como coerentes e eficazes multiplicadores de teu amor. Queremos invadir a sociedade com o testemunho vivo, santo e agradável do qual sentimos o perfume quando nos relacionamos com Maria e José.

4. Bibliografia

Fritz RIENECKER. Das Evangelium des Lukas. Wuppertal, Brockhaus Verlag.
Leon L. MORRIS. Lucas, introdução e comentários. São Paulo, Mundo Cristão/ Vida Nova.
Russel N. CHAMPLIN. O Novo Testamento interpretado... v. 2. São Paulo, Milenium.
Johannes LEIPOLD e Walter GRUNDMANN. Umwelt des Urchristentums. Berlin, Ev. Verlagsanstalt.


Autor(a): Renato Becker e Emil Sobottka
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Advento
Perfil do Domingo: 4º Domingo de Advento
Testamento: Novo / Livro: Lucas / Capitulo: 1 / Versículo Inicial: 26 / Versículo Final: 38
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1990 / Volume: 16
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 14049
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