Mateus 28.16-20

Auxílio Homilético

19/06/2011

Prédica: Mateus 28.16-20
Leituras: Gênesis 1.1-2,4a e 2 Coríntios 13.11-13
Autor: Antonio Carlos Ribeiro
Data Litúrgica: 1º Domingo após Pentecostes
Data da Pregação: 19/06/2011
Proclamar Libertação - Volume: XXXV 

1. Introdução

Foi primordialmente por causa de sua visão missionária que Mateus se pôs a escrever seu evangelho, não para compor uma ‘vida de Jesus’, mas para oferecer orientação a uma comunidade em crise quanto à maneira como deveria entender sua vocação e missão.

David J. Bosch

O fundamento da missão é o evangelho, do qual as igrejas são meios. E a missão visa aos outros, que estão aí permanentemente. Sua presença interpela, pede respostas, força o sair-de-si. Fazer missão pensando apenas em si mesmo nega a eclesialidade. Igreja, para Lutero, é criatura da Palavra (Creaturae Verbi). Não é fim, mas instrumento de anúncio da salvação. Ela “não é nem o sujeito e nem o objeto da missão, mas é seu meio, o espaço libertado em que se celebra a presença de Deus no lado inverso do mundo. Não é o lugar em que nasce, mas apenas aquele em que ressoa o anúncio”, ensinou Westhelle. A autoridade é de quem aceita a missão. Destinada a todos.

A autoridade da igreja está a serviço do carisma. Se a igreja não exerce o carisma, ele é dado a outras igrejas. Salvação é conceito teológico fundante, igreja é derivado. Toda autoridade foi dada para o exercício do anúncio a todos. Privilegiar um grupo revela insegurança, visibiliza as demais populações a serem alcançadas pela missão e mostra as muitas trincas no suposto monólito eclesial, feito de espaço e anúncio. Se o espaço sufocar o anúncio, esse não progride e outro espaço é criado. Crescem as igrejas em que o anúncio pede espaço, em que cabem todos, categoria da qual a salvação não abre mão.

O Evangelho de Mateus reflete, por essa razão, um subparadigma de interpretação e da experiência de missão da igreja primitiva. Esse novo parâmetro não era necessário para a original comunidade de fé, da qual vieram os seguidores de Jesus. Mas sinalizava que algo diferente estava a cobrar a atenção da comunidade ensimesmada. Mesmo a ruptura da comunidade joanina, que precisou reinventar a fé cristã a partir da Síria, denuncia a comunidade que se nega ao objetivo que empresta sentido à sua existência.

Com disposição e resiliência, resistimos à realidade dualista, insistindo na dualidade de levantar os véus (apokalypse) um a um, percebendo o segundo a partir da recusa de reconhecimento do primeiro. Talvez por essa razão, Harnack tenha brincado com a ideia de que essas palavras poderiam ser um acréscimo posterior ao evangelho, no esforço de entender as intenções de Mateus.

Os cristãos da comunidade mateana parecem ainda não ter se entendido como membros de uma religião separada em contraposição ao judaísmo, mas ainda se entendem primordialmente como um movimento de renovação dentro dele. O público a que Mateus se dirige já tomou conhecimento da vigorosa expansão missionária entre os gentios, mas se recusa a reconhecê-la porque ela acontece fora de sua experiência e do alcance de sua visão. Ao abrir mão do direito de ser destinatários da pregação de Jesus, por causa de sua conduta, os judeus acabaram por reconhecer a propagação do evangelho, que se faz à revelia de sua legitimação. O discurso ressentido é um reconhecimento.

O texto de Gênesis 1.1-2, 4a mostra o Espírito que paira sobre o caos e põe em marcha um processo de ordenamento que resultará na criação. Já no início do processo, o mesmo Espírito contempla o que foi criado e intervém aprimorando.

Na segunda carta aos cristãos de Corinto (13.11-13), o autor recomenda que a comunidade se console, seja do mesmo parecer, viva em paz, e impetra a bênção pedindo a comunhão do Espírito Santo.

2. Exegese

pregação está baseada no texto da chamada grande comissão (Mt 28.18- 20), a última perícope do primeiro evangelho. A circunstância é o exato ponto de passagem da pregação de Jesus obre o reino dos céus e a resposta comunitária de estruturação para o atendimento à ordem de anunciar o evangelho e discipular. Conquanto a comunidade cristã nascente lute com a premência de afirmar-se frente à comunidade judaica, da qual saiu, não conseguiu ainda lidar com suas definições mais básicas, incluídas as primeiras noções de sua eclesialidade.

É, ao mesmo tempo, uma comunidade à margem da sociedade, perseguida pela sinagoga e pelo império, que vive em tensão com os adversários. A comunidade de Mateus tem os privilegiados, que vivem nas cidades maiores, enquanto nas periferias e no campo estão os trabalhadores, os escravos e as mulheres.

A relação com a etnia, que força a saída dos membros que não têm ascendência judaica e a criação da comunidade joanina, é a mais forte expressão desse momento. A força da comunidade joanina brota da necessidade de “reinventar” a fé cristã da periferia do mundo político e religioso da época, ao elaborar a ruptura com a comunidade judaica, marcada pelas decisões de Jâmnia. E se consolida com essa última ruptura com a comunidade cristã de Jerusalém.

A pregação sobre a grande comissão possibilita a reflexão sobre a experiência de rejeição. Por isso o teologúmeno elaborado pela comunidade joanina
para lidar com a separação traumática foi viver confiado no amor do Pai e ancorado nessa experiência. O discipulado (matthai, mattenai, mattanaya) é dádiva concedida a quem ama e tem no amor o único instrumento para viver a vida.

Essa intervenção surge na experiência de fé de um funcionário da alfândega de Cafarnaum, o qual pela fluência em falar e escrever línguas teve a possibilidade de coletar e elaborar a experiência de sua comunidade, marcada por tradições judaicas, principalmente na liturgia. Por ser provavelmente um judeu de nascimento, Mateus esforça-se para enquadrar Jesus nesse ambiente – que se opõe ao judaísmo oficial –, buscar forças para crer e perseverar na esperança. As ações de Jesus nesse ambiente de traço judaico propõem uma pedagogia da inclusão e uma inversão de expectativas.

A Pax Romana é o pano de fundo político mantido por mais de quatro séculos, que garantiu a ausência de maiores conflitos armados na região. Ela se estabelece pela supressão de todas as liberdades, autonomias e governos, pela atuação das legiões que atuavam como um rolo compressor. O aperfeiçoamento constante de armas, escudos, armaduras e catapultas tornava as legiões uma força militar frente à qual não havia resistência possível.

O outro modo de opressão era a cooptação de nobres e ricos, que se posicionavam ao lado dos romanos para assegurar seus interesses e manter privilégios. Desse modo, sempre assumiam posições favoráveis aos romanos, em primeiro lugar, conciliando com os interesses religiosos do templo, em segundo, e por último, contrárias ao povo, no mais das vezes.

Essas são as configurações sócio-politico-econômicas que compõem a conjuntura do ambiente na Judeia no fim do primeiro século, época da redação do evangelho.

3. Meditação

Fazer discípulos de todas as nações, batizar em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e ensinar todas as coisas que Deus tem ordenado (Mt 28.19-20). Essa é, segundo Joachim Jeremias, uma fórmula litúrgica tardia, usada aqui pelo evangelista para animar a comunidade em meio à crise de indefinições do fim do primeiro século.

Hoje as igrejas estão no início de um novo século, também enredadas na crise própria do tempo e se indagando se recorrem às respostas tradicionais, que já não serviram antes, ou se ousam ao menos aproveitar a mesma fórmula para se perguntar sobre a autoridade que o texto lhes atribui. Se as perguntas básicas desta época – como nos dirigir ao público?, como motivar os jovens?, como falar uma linguagem que alcance as pessoas?, como provocar impacto? – forem deixadas para o segundo momento, é possível voltar à pergunta inicial.

Como voltar ao sentido primeiro de nossa identidade eclesial? Não o sentido confessional, o primeiro mesmo: a salvação que fomos incumbidos de anunciar. Ele é primeiro e dá sentido porque é matricial. As igrejas, todas elas, não escolhem a salvação que vão anunciar. Elas foram reunidas na força do Espírito Santo, como confessamos nos credos, ara o anúncio da salvação. A propósito, e não servirem a essa tarefa, estão como sal que não salga, já que existem e receberam um mandato precipuamente para esse fim. No atendimento ao chamado, num segundo momento, descobrem seu próprio papel e, após analisar a realidade, o sentido que poderão produzir dentro dela. 

Perguntar sobre isso ajuda a dimensionar a forma como lidamos com a mensagem de Cristo e os seres humanos comuns, feitos alvos primordiais do amor apaixonado de Deus. E como o evangelho é uma realidade que não podemos interpretar ao próprio gosto, podemos ao menos nos perguntar sobre os parâmetros pelos quais vamos inculturá-lo em nosso ambiente, os esforços que fizemos e os que estamos dispostos a fazer, sem perder de vista as exigências para testemunhá-lo no pluralismo cultural brasileiro.

A história de nossa igreja – da comunidade local à denominação –, da qual somos herdeiros precisa ser entendida e estudada, mas precisamos descobrir nosso posicionamento frente a ela. Voltar a ela, rever sua história e confrontar esse dado como quem somos ajuda-nos a perceber qual a nossa contribuição neste momento. Se pertencemos a uma história tão própria que não toca nas questões reais de nosso mundo, temos pouca chance de ter interlocução com ele. Ou nos sentiremos tão bons e o veremos com tanto desprezo, que não teremos o que dizer ou, muito aquém do dinamismo da sociedade, diante da qual nos sentimos impotentes para corresponder. O decréscimo do número de membros em nossa igreja nas últimas décadas, em contraposição ao crescimento populacional e, na última década, pelo desenvolvimento econômico de nossa sociedade, gera certo desconforto, sugerindo a pergunta: o que está acontecendo?

Isso nos faz indagar sobre questões já colocadas: a afirmação e defesa desse passado tão fortemente não dificulta nosso diálogo com a sociedade, a realidade multicultural e os que buscam respostas às questões de nosso tempo? Será que o balizamento dado pela visão de mundo (cosmovisão) das comunidades do interior nos dá condições de enfrentar os centros urbanos? No caso das igrejas étnicas, com a consciência de grupo mediada pela etnia, mais comum no interior, ou sucumbiu à consciência de classe, como nas cidades, em que a etnia não altera a condição social?

Isso gera um conflito: se no interior a consciência de grupo é orientada pela consciência de classe, nas cidades o discurso sobre a imigração parece a defesa dos interesses de classe da elite econômica dos membros da mesma igreja. E esse conflito perpassa organismos como presbitérios, diretorias e funções, por vezes denunciados e contestados, mas com marginalizações. Sem identificar esse debate com o do conjunto da sociedade, como em igrejas grandes, vivemos em dois universos que só estão próximos confessionalmente. E o diálogo é dificultado pela dessemelhança.

Nas assembleias sinodais e concílios, essa perspectiva prevalece, por causa do número maior de delegados, com visões próprias das regiões de onde vêm, configurando a postura defensiva do seu modo de vida, que dá resultados naquela região. Uma situação bastante comum é vermos a defesa apaixonada dos cultos em alemão, sob o argumento de que faz sucesso. Apenas com os mais velhos.

Esse conflito se agrava com o fluxo migratório cada vez mais intenso para os centros urbanos, sem debate e sem mediação, no qual, com a luta pela sobrevivência e a busca de novas identidades no novo ambiente, muitos acabam por romper com os velhos vínculos. Parte significativa da “perda” de membros acontece nesse processo. As demais igrejas também perdem membros, mas ganham outros. Ao mesmo tempo, as linhas do crescimento populacional da sociedade e da membresia das igrejas distanciam-se no gráfico, a primeira para cima e a segunda para baixo.

Ao debater a autoridade para a pregação do evangelho, a igreja quer ser pública, mas não as debate; por isso também seu papel fica tão diminuído nos centros urbanos. Parece que as respostas que desenvolveu servem para outro tempo e lugar, e não para as pessoas e o tempo em que estão. Isso levou o pastor Gottfried Brakemeier, ex-presidente da IECLB, a afirmar: “Urge romper as cercas que a comunidade evangélica ergueu em torno de si”, para em seguida indagar: “Se é verdade que a graça de Deus fundamenta a comunidade, por que há tantos entraves para a filiação de gente que não comunga a mesma origem étnica, a mesma classe social, o mesmo nível cultural? A padronização do ‘estilo de vida’ de uma comunidade redunda em exclusão das pessoas que nela não se sentem em casa nem encontram espaço. Onde estão, por exemplo, os jovens, os intelectuais, os negros luteranos?”

Para a que a igreja exerça sua autoridade sobre a sociedade, precisa de uma membresia que se projete sobre o conjunto da sociedade, com o objetivo de estabelecer trocas profundas, pelas quais dê de si mesma e receba os estímulos e interpelações que a sociedade lhe traz. Dizendo de modo existencial: para exercer a autoridade – colocar-se a serviço –, é preciso sair de si, afirmar-se, sofrer contestações e buscar novas sínteses. Numa palavra: experimentar trocas, reencantarse com o mundo e suas possibilidades para voltar a si e propor-se uma nova forma de realizar a mesma tarefa.

A autoridade toda dada no céu e na terra e transmitida por Jesus à igreja é aquele primeiro mesmo, o ligado à salvação, o universal, que vale para todo o
mundo e frente ao qual as demandas de uma igreja particular ficam relativizadas. Se já superamos a tentativa de demonstrar que nossa igreja é “a igreja”, precisamos apoiar-nos no básico da compreensão eclesial do Reformador: Igreja é criatura da Palavra. Sua palavra só fará sentido se ela estiver bem plantada em sua realidade e não perder a dimensão de que seu anúncio é universalizável – possível de aceitação em todo o mundo habitado –, e somente assim será a igreja à qual foi dada toda a autoridade.

4. Imagens para a prédica

 Para refletir sobre a autoridade dada à igreja universal e como ela se traduz na estrutura da minha “igreja”, trago um conceito do filósofo Friedrich Schiller, mostrando uma situação similar no campo da arte:

como na realidade é impossível encontrar um efeito estético puro (pois o homem não pode escapar à dependência das forças), a excelência de uma obra de arte pode apenas consistir em sua maior aproximação daquele ideal de pureza estética e, por grande que seja a liberdade alcançada, sempre iremos abandoná-la com uma disposição e uma direção particular. Quanto mais geral for essa disposição e quanto menos limitada for a direção que um determinado gênero de arte e um produto particular dele dão à nossa mente, tanto mais nobre será aquele gênero e tanto mais excelente será tal produto. Isso pode ser experimentado em obras de diversas artes e em diversas obras da mesma arte.

5. Subsídios litúrgicos

Saudação:

O celebrante deve dizer à comunidade reunida que, na tradição cristã, estamos celebrando o tempo de Pentecostes, época em que a igreja celebra seu nascimento, já que ela existe pela ação do Espírito Santo, que produz comunhão entre os santos. Assim somos chamados a nos deixar mover pelo Espírito e envolver-nos nos diversos movimentos que ele provoca à nossa volta.

O/a celebrante afirma: É o Espírito que nos faz descobrir que somos igreja de Jesus Cristo no mundo. Mas como estar no mundo supõe uma localização, concluímos que somos igreja de Jesus Cristo no Brasil. Na alegria desse compromisso, saudemo-nos uns aos outros. Amém.

Confissão de pecados:

Estamos aqui, Senhor, para admitir as circunstâncias em que temos dificuldade de nos sentir pessoas humanas comuns, alvos do mesmo amor que destinas a outros filhos e filhas teus. Nosso egoísmo e arrogância nos impelem a desconsiderar, invisibilizar e não admitir as pessoas em nossa comunidade como alvos privilegiados de teu amor. Perdoa nosso olhar seletivo, nossa suposição de saber, nossa vaidade que exige reconhecimento. Envolve-nos na tua comunhão, suscita desejos de encontro e troca e dispõe-nos ao encontro do diferente, para
que com calma e paciência possamos redescobrir o igual. Ajuda-nos, confiantes em teu amor e graça, a viver na esperança e sob o teu cuidado. Tem piedade de nós, Senhor!

Oração do dia:

Deus, que no Espírito nos faz ser comunidade, ajuda-nos a encontrar e integrar pessoas que estão em busca de teu amor. Em nossa particularidade, dá-nos coragem para esse gesto tão universal! Ajuda-nos a criar espaços de troca e possibilidades de participação na comunidade. Ajuda-nos a dialogar mais e de maneira mais profunda com as situações de nosso cotidiano e a buscar melhores respostas às questões de nosso povo. Amém.

Oração final:

Neste momento, a comunidade é convidada à oração. As palavras de Dietrich Bonhoeffer, ao se perguntar sobre sua autenticidade no testemunho, devem inspirar a pensar em nós mesmos, e nos disponhamos a ir ao encontro do outro, como vamos diante de Deus:
Quem sou eu? Este ou aquele?
Sou hoje este e amanhã um outro?
Sou ambos ao mesmo tempo? Diante das pessoas um hipócrita?
E diante de mim mesmo um covarde queixoso e desprezível?
Ou aquilo que há em mim será como um exército derrotado,
Que foge desordenado à vista da vitória já obtida?
Quem sou eu? O solitário perguntar zomba de mim.
Quem quer que eu seja, ó Deus, tu me conheces, sou teu.
 

E como o Espírito é huah e pneuma, ambos vento que a tudo movimenta, deixemos que as crianças distribuam balões vermelhos, cheios de ar.

Bibliografia

BOSCH, David J. Missão transformadora: mudanças de paradigma na teologia da missão. Trad. Geraldo Korndörfer e Luís M. Sander. São Leopoldo: EST, Sinodal, 2002.
JEREMIAS, Joachim. Abba y el mensaje central del Nuevo Testamento. Salamanca: Sígueme, 2005.
MAZAROLLO, Isidoro. Evangelho de Mateus. Rio de Janeiro: Mazarollo, 2005.
STANLEY, David M. Evangelho de Mateus. Trad. Ana Flora Anderson e Gilberto Gorgulho. São Paulo: Paulinas, 1975.
STANTON, Graham N. A gospel for a new people. Louisville: Westminster, John Knox, 1993.
WESTHELLE, V. Missão e poder – o Deus abscôndito e os poderes insurgentes. Estudos Teológicos/EST, 31 (2): 183-92, 1991.


Autor(a): Antonio Carlos Ribeiro
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 1º Domingo após Pentecostes - Domingo da Trindade
Testamento: Novo / Livro: Mateus / Capitulo: 28 / Versículo Inicial: 16 / Versículo Final: 20
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2010 / Volume: 35
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 25049
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A música é o melhor remédio para quem está triste, pois devolve a paz ao coração, renova e refrigera.
Martim Lutero
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