Os Dez Mandamentos - O Sexto Mandamento

Auxílio Homilético

07/03/1982

Não adulterarás

Mariane B. Ehrat

I - Considerações preliminares

1. Quanto ao adultério

O Sexto Mandamento tem como objetivo a preservação do matrimônio. E, como tal, proíbe o adultério. O adultério é condenado pelo Decálogo (Ex 20.14). Ele to.rna impuro (Lv 18.20) e é castigado por Deus (Gn 20.1-13; 26.7-11). Os que adulteram são severamente castigados, mortos (Lv 20.10; Dt 22.22), apedrejados (Dt 22.23s).

Sabemos do Antigo Testamento que um homem, além da sua esposa, poderia ter mais mulheres, sem com isto estar cometendo adultério. Adultério como tal, só era praticado caso um homem tomasse ou possuísse a mulher de um outro homem, isto é, uma mulher casada. Na concepção judaica, a mulher casada era considerada posse do marido (Gn 20.3; Dt 22.22), o marido era o proprietário (BA'AL) da mulher (Ex 21.3,22; Dt 24.4). E todo aquele que violasse esses direitos de propriedade do marido sobre sua mulher cometia adultério. O adultério, portanto, sempre era cometido pelo homem contra o homem ou pela mulher contra o marido. Assim, o homem casado que tivesse outras mulheres não casadas ou não comprometidas não cometia adultério contra sua esposa; mas a esposa que tivesse outro homem, sim.

A posição da mulher judaica é inferior à do homem, ela não dispõe dos mesmos direitos que o homem. O homem podia abandonar a sua esposa, despedi-la, dando-lhe carta de divórcio (Dt 24. 1ss). Sem muita formalidade, o homem podia despedir sua mulher; a mulher, ao contrário, não podia exigir a separação, pois era propriedade do marido. Dessa forma, vemos que no Antigo Testamento a poligamia era legalmente reconhecida (Dt 21.15ss), bem como o divórcio.

Com o amor ao próximo, Jesus exige uma mudança radical do homem. Amor ao próximo não permite que um ser humano tenha direitos de propriedade sobre o outro. Proibindo o divórcio (Mc 10.2ss; Mt 19.3ss), Jesus advoga direitos à mulher, restabelecendo sua dignidade como criatura de Deus. Jesus argumenta que foi por causa da dureza do coração humano que Moisés concedeu o divórcio (Mc 10.57). Assim também, nesta nova posição em que Jesus colocou a mulher, a poligamia não tem mais nenhuma razão de ser.

Quanto ao adultério, Jesus não somente classifica o ato praticado como tal, mas já a intenção impura, o olhar concupiscente é adultério (Mt 5.28).

Ora, diante dessa radicalidade de Jesus, quem não transgride o mandamento? Só o amor ao próximo, que vence o egoísmo, nos poupa desta infração. E é isto exatamente o que Jesus quer: a transformação total do homem embasada no amor ao próximo.

2. Quanto ao matrimônio

Fomos criados como homem e mulher (Gn 1.27), seres que juntos na doação mútua se complementam, que unidos caminham a um crescimento e à plenitude. Movidos pelo amor, homem e mulher tornam-se uma só carne (Gn 2.24). Não se tornam pessoas idênticas, tornam-se, isto sim, pessoas unas que convivem. Tornar-se uma só carne não se refere somente à união física, mas abrange a convivência corporal, psíquica e espiritual. Esta íntima convivência, na qual nos tornamos transparentes um ao outro, leva cada qual a conhecer o parceiro e a realizar novas descobertas a respeito de si mesmo.

No dar e doar ao outro daquilo que somos e temos, e vice-versa, realiza-se a união. O matrimônio é comunhão, é parceria entre homem e mulher. Parceria que é bucada a fim de encontrarmos maior felicidade, doando mutuamente as dádivas que cada qual recebeu do seu Criador. O nosso corpo, psique e espirito é dádiva do Criador. O encontro entre um casal se efetiva no partilhar dessas três esferas. Também o sexo é uma dádiva; por isso não podemos argumentar que o sexo seja algo mau e de caráter pecaminoso. A existência do homem e da mulher faz parte da vontade criadora de Deus. Deus, e não o diabo, criou a dependência mútua entre homem e mulher. Não há nada de sujo ou mesquinho nesta criação divina (Forell, p. 172). Superestimando um desses três aspectos e desprezando os outros, estamos subestimando uma dádiva de Deus. Isto também é válido para os que reduzem seu matrimônio somente ao encontro entre os corpos. Estes, por sua vez, também limitam a dádiva de Deus e, sobretudo, carecem da ÁGAPE (amor) que aprofunda e enriquece seu relacionamento.

O protótipo do amor entre um casal nos é dado em Ef 5.25, no relacionamento de Cristo para com a sua Igreja. Mas, o casal por si só com suas próprias forças jamais consegue amar assim. Somente quem é presenteado com o amor de Cristo, cujo amor transpõe todas as barreiras através do perdão, recebe esse impulso para amar e essa força para perdoar.

Não é mero acaso que homem e mulher se encontram e se unem em matrimônio; ele são guiados por Deus. Essa certeza de que Deus é criador também do nosso matrimônio provém da fé dos cônjuges (Nossa fé, nossa vida, p. 37). A proteção e a fidelidade de Deus acompanham o casal no seu matrimônio.

O que Deus ajuntou não o separe o homem, diz Jesus (Mc 10.9 e par.). Jesus categoricamente reprova o divórcio (Mc 10.2-9; Mt 19.3-9; Mt5.31s; Lc 16.18). Pois, o divórcio contraria a vontade de Deus de que homem e mulher sé tornem uma só carne. Segundo a vontade de Deus o matrimônio é indissolúvel. No entanto, jamais podemos garantir a indissolubilidade do matrimônio através de uma lei, pois a indissolubilidade tem como base o amor que excede a lei. Que diz, porém, Jesus Cristo diante da dura e triste realidade de um matrimônio totalmente arruinado? Jesus condena o divórcio, a separação entre marido e mulher, como ainda hoje condena o pecado, mas acolhe o pecador. Aos que se tornaram culpados para com Deus, desobedecendo á sua vontade, a estes Cristo concede o perdão. Como cristãos e como Igrejas temos, portanto, a obrigação de anunciar que nenhum ser humano tem o direito de separar o que Deus ajuntou, condenando com isto o divórcio; e temos, ao mesmo tempo, o dever de anunciar aos que se tornaram culpados frente a Deus, infringindo este mandamento divino, que Cristo aceita o pecador, livrando-o do seu pecado.

E, como perdoados, é dada a cada um a chance de empreender um novo começo. Também neste novo início é de suma importância que o casal inicie seu matrimônio no amor de Deus, sob a bênção de Deus e sob a promessa da proteção divina. Sendo assim, não podemos negar a bênção matrimonial a divorciados.

II - Texto — interpretação

Não podemos interpretar o Sexto Mandamento — Não cometerás adultério — como nenhum dos demais mandamentos, como uma lei moral absoluta, mas antes como uma palavra divina orientadora que visa edificar a vida do homem. Ele revela a vontade divina de preservar a união entre homem e mulher, ele traça o limite a partir do qual esta união corre perigo.

Também na explicação do Sexto Mandamento, como na do Primeiro, Lutero fugiu do esquema Não-mas, Não-nem-mas, empregado na explicação dos demais mandamentos. A explicação não caracteriza expressamente aquilo que não devemos fazer. Ela se atém à orientação positiva, àquilo que devemos fazer. Isto é, em primeiro lugar devemos temer e amar a Deus e, em segundo lugar, a explicação nos chama a viver uma vida casta e decente em palavras e acões e ao amar e honrar mútuos entre marido e mulher.

Viver uma vida casta não se refere a uma vida ascética, mas sim a uma vida pura que, acima de tudo, tem em vista o amor ao próximo, que evita o egoísmo, que não deixa a paixão lasciva, o desejo maligno, a prostituição... tomarem conta. Esta vida pura é vivida na doação total ao parceiro amado. É vivida lá, onde um homem e uma mulher, assumindo sua sexualidade, se doam mutuamente, encontrando realização plena nesse doar-se. Viver uma vida decente significa viver de tal forma que Deus possa ouvir tudo que falamos e possa ver tudo que praticamos.

Sem dúvida nenhuma, Deus também sabe tudo o que pensamos. No entanto, Lutero não menciona em pensamentos, somente em palavras e acões. Todos conhecemos esta palavra de Lutero que diz: Não posso evitar que os pássaros voem por sobre a minha cabeça, mas posso evitar que eles façam ninhos sobre os meus cabelos. Nem sempre conseguimos evitar os maus pensamentos, podemos evitar, no entanto, que eles se transformem em palavras e acões. Se, no caso, não conseguirmos suprimir um olhar concupiscente, podemos Impedir, no entanto, que ele se transforme num ato de adultério. Nesse ponto Lutero compreendeu muito bem a natureza humana, mas, mesmo assim, não põe em cheque a radicalidade de Jesus, que já classifica o olhar concupiscente como adultério. Pois também Lutero entendeu que só no temor e amor a Deus conseguimos sobrepujar o egoísmo que incita ao adultério.

Marido e mulher são chamados ao amor e honra mútuas. São chamados à mútua doação, valorização, fidelidade, perdão... Só esse amor que vence as nossas próprias barreiras traz vida e se torna tão profundo que não se esgota na rotina e nem se desgasta com o tempo.

III – Reflexão

Para esta nova moral que atualmente está entrando em vigor, tudo parece ser permissível em troca de um momento de felicidade e de satisfação. Vale amante, vale a prostituição, vale swing(troca de casais), abandonar o cônjuge e a família, violentar adolecentes, etc. Esta é a moral largamente difundida pelas novelas, filmes, revistas, etc E, dia após dia, vemos e acompanhamos mais matrimônios se desfazendo, mais pessoas infelizes, mais familias sofrendo o colapso. Semanalmente lemos tais manchetes: Marido matou esposa. Mulher mata marido a tiros; Suicidou-se ao saber que estava sendo traído.

As casas de meretrício se alastram e, de modo quase geral, são encaradas como um mal necessário ou tidas até como imprescindíveis para a preservação da monogamia em nosso meio. Sem dúvida nenhuma, a prostituição desempenha um papel de sustento da monogamia. Mas não é por isso que a nossa critica deva ser mais amena, pelo contrário, a nossa denúncia deve ser mais aguda. Onde me é homologado o direito de escravizar uma criatura para satisfazer os próprios desejos?

Constantemente somos confrontados com graves problemas conjugais e familiares que esta nova moral traz consigo. Sem dúvida, temos que atender e tratar do enfermo que vem a nós; não podemos, no entanto, perder de vista que também é função nossa combater o vírus que se infiltra e ataca a nossa gente.

Como prevenção podemos tentar imunizar as pessoas, esclarecendo-as, alertando-as e conscientizando-as. E, nesse sentido, não podemos nos perguntar se é, ou não, a nossa função, como servidores eclesiásticos, contribuir na educação sexual dos jovens. Temos que nos perguntar o que os jovens e adultos esperam de nós em matéria de orientação ética. Cremos que concordamos neste ponto: que eles realmente esperam uma orientação, conversa franca no Ensino Confirmatório, na juventude, na conversação pré-matrimonial. Temos até melhores oportunidades do que só falar sobre sexo e sexualidade, namoro, casamento, etc. Temos a chance de, em grupos de juventude e no Ensino Confirmatório, através de jogos e brincadeiras, estimular a convivência mútua entre rapazes e moças, isto é, proporcionar aos jovens a experiência de que é possível uma convivência sadia que não fomenta malícias, mas se baseia no respeito mútuo.

Na conversa pré-matrimonial é importante frisar aos noivos o papel de destaque que a sexualidade tem na vida do casal. Não obstante, também temos que alertá-los para as possíveis crises e dificuldades que poderão surgir no seu matrimônio. Vencer essas dificuldades ou deixar-se vencer por elas, ser mais ou menos feliz no matrimônio — isso depende muito do quanto cada um investe em favor do seu matrimônio em matéria de tempo, paciência, compreensão, aceitação, dedicação, amor, perdão, fidelidade, criatividade, renúncia, etc.

Quanto aos casais enfermos que vêm a nós, cada caso é único, tem as suas particularidades e, como tal, também deve ser tratado. Está, no entanto, ao nosso alcance oferecer encontros de casais e retiros que objetivem auxiliar casais a compreenderem e solucionarem seus problemas, antes que estes se multipliquem sobremaneira, impossibilitando a convivência e o posterior diálogo entre o casal.

Por outro lado, se faz necessário combater o foco do vírus. Vivemos numa sociedade que promove a prostituição, que, através da pornografia, transforma a sexualidade humana em mercadoria, que desintegra a família...

Objetivando maior lucro e público, as telas de cinema exibem mais pornochanchadas, as novelas, mais casos de infidelidade conjugal. Além disso, a baixa remuneração salarial obriga o trabalho fora de casa de ambos os cônjuges em tempo integral, divorciando o casal 10 a 12 horas diárias, restringindo a poucos momentos o tempo de convivência de que dispõe o casal.
Assim, se a nossa sociedade atual está separando as pessoas ao invés de uni-las; se está escravizando pessoas ao invés de libertá-las; se está gerando infelicidade e sofrimento ao invés de proporcionar felicidade, então é nossa tarefa denunciar isto e, em solidariedade e amor aos irmãos, ir em busca das causas e de soluções. Fazendo isto estamos contribuindo para que os homens não separem aquilo que Deus uniu!

IV - A caminho da prédica

O nosso corpo, o nosso sexo é dádiva de Deus e, como tal, também deve ser valorizado. Se é dádiva, então é algo que Deus nos deu para o nosso bem, para nos proporcionar felicidade. Também o cônjuge é uma dádiva de Deus. Ele o coloca ao nosso lado para sermos parceiros de jornada.

.Nesta parceria a comunhão não é somente corporal, mas também psíquica e espiritual. Só o encontro corporal entre um casal não traz felicidade plena, pois é a ÁGAPE (amor) que aprofunda e enriquece a união entre pessoas. Será que um dos motivos que levam muitos casamentos, hoje em dia, a durarem tão pouco não é o fato de os parceiros darem somente importância à união corporal?

Diante de inúmeros casais que se batem num verdadeiro emaranhado de problemas conjugais e diante do alto índice de separações e divórcios, será que muitos casais vêem seu parceiro como dádiva de Deus? E, será que valorizamos suficientemente essa dádiva? Em que sentido o parceiro é dádiva? Ele só está aí para trazer o sustento para a família, para preservar a ordem caseira, para cuidar dos filhos, para satisfação sexual? O parceiro é aquele que nos dá apoio, em que podemos nos escorar e com quem podemos contar em dias ruins; é aquela que, em dias bons, partilha conosco nossa alegria e felicidade, tornando-a ainda maior. E não nos esqueçamos de que ele, por excelência, é dádiva, porque é aquele com quem se caminha ao crescimento e à plenitude.

No momento em que não damos mais o devido valor a uma dádiva de Deus, quer seja o nosso corpo, quer seja o nosso parceiro, tornamo-mos culpados diante daquele que é o doador. Adulteramos quando não damos mais o devido valor e reconhecimento a uma dádiva divina, nos afastando do parceiro e nos afastando de Deus. O adultério não inicia somente com o ato sexual extraconjugal, mas já quando rna-rido e mulher se afastam na convivência, já lá onde esse ser transparente e a verdadeira doação deixaram de existir.

A prédica não deveria deixar de trazer à luz que a sociedade em que vivemos tende a separar os homens ao invés de uni-los (ex.: horário de trabalho extenso ou diverso dos cônjuges e familiares); que ela, com isto, impõem dificuldades que podem influenciar diretamente no relacionamento entre cônjuges. Nem deveríamos deixar de falar sobre o papel atual da pornografia que bagateliza o sexo. É claro que não podemos culpar somente a sociedade atual pelos divórcios, pelos casamentos infelizes, pela infidelidade, pelos jovens desorientados, e isentar totalmente a pessoa humana como tal de sua parcela de culpa. Pois, afinal de contas, ainda continuamos sendo pessoas, indivíduos fracos e falhos.

Não adiantaria drtarmos regras de conduta de como devemos ou deveríamos agir para evitar a transgressão do Sexto Mandamento. Podemos, antes, trazer à tona a valorização da pessoa humana que Jesus trouxe. Pois, a partir dessa nova valorização, não nos é mais possível usar, abusar, aproveitar, degradar, trair, escravizar, enganar a qualquer ser humano. O amor, a fidelidade, a valorização e o reconhecimento mútuo, a compreensão, a franqueza, o perdão são consequências dessa nova valorização, do amor ao próximo.

A pregação não pode, em todo caso, ser uma moralina, mas deve ser uma orientação que auxilie os ouvintes.

V - Subsídios litúrgicos

1. Intróito: Assim diz o Senhor, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o Senhor, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar (Is 48.17). Ou: Bem aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos (SI 128.1).

2. Confissão de pecados: Senhor, só tu sabes com quantas palavras de repreensão e desamor nós sempre de novo acusamos nosso(a) parceiro(a), marido, esposa. Tu sabes que fomos capazes de pronunciar tantas palavras de acusação e incapazes de chegar ao outro e dizer: Perdoa-me! Tu sabes quantas desculpas vãs, quantas estórias e quantos falsos compromissos arranjamos para encobrir a nossa traição, nossa infidelidade conjugal. Tu sabes quanto corremos para encontrar um momento de felicidade e satisfação, julgando erroneamente que a felicidade está em nós, que a encontraremos satisfazendo os nossos próprios desejos. Senhor, por amarmos mais a nós mesmos e nos julgarmos pequenos deuses, novamente nos tornamos culpados diante de ti e do próximo, daquele que vive ao nosso lado. Envergonhados confessamos-te as nossas transgressões, pedimos-te que sejas misericordioso, perdoa-nos!

3. Absolvição: A quem pouco se perdoa, pouco ama. Deus muito nos ama, por isso muito nos perdoa e nos diz: Perdoados são os teus pecados (Lc 7.473).

4. Oração de Coleta: O teu perdão, Senhor, nos traz vida nova, a tua Palavra orienta os nossos passos e nossos atos. Dá, Senhor, que vivamos do teu perdão e da tua palavra. Dirige-nos a tua Palavra, a fim de que ela nos auxilie na convivência com amigos, namorado(a). noivo(a), marido, esposa. Dá-nos a conhecer os teus mandamentos em todos os momentos. Desde já e para sempre a nossa gratidão, em Jesus Cristo. Amém.

5. Leitura Bíblica: Colossenses 3.12-17 ou Mateus 5.27ss.

6. Assuntos para intercessão na oração final: Interceder por aqueles que não acreditam mais no amor, na felicidade, pelo desiludidos; por aqueles que perderam a confiança no cônjuge; por aqueles cônjuges que sofrem por causa de traição; por aqueles que se prostituem; por aqueles que sofrem a separação, o divórcio; pelo filhos que não vêem seus pais convivendo sob o mesmo teto; interceder por uma sociedade que una os cônjuges, a família, ao invés de separá-los, etc.

VI – Bibliografia

ALTMANN, W. Ética. São Leopoldo, 1976 (polígrafo).
BRAKEMEIER, G. Mateus. São Leopoldo, (s.d.) (polígrafo).
FORELL, G.W. Ética da decisão. São Leopoldo, 1973.
lECLB. Nossa fé, nossa vida. São Leopoldo, 1972.
JENTSCH, W. e outros, ed. ich und du. In: Evangelischer Erwachsenenkatechismus. Gütersloh, 1975. — LUTERO, M. Catecismo Menor, (São Leopoldo), 1980.
SCHWEITZER, E. Das Evangelium nach Markus, In:Das Neue Testament Deutsch. Vol. 1. Göttingen, 1978.
SCHWEITZER, E. Das Evangelium nach Matthäus. In: Das Neue Testament Deutsch. Vol. 2 Göttingen, 1976.
SCHWEITZER, W. Liberdade para viver. São Leopoldo, 1973.


Proclamar Libertação – Suplemento 1
Editora Sinodal e Escola Superior de Teologia


Autor(a): Mariane Beyer Ehrat
Âmbito: IECLB
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 1982 / Volume: Suplemento 1
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 7284
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