Romanos 15.4-13 - 2º Domingo de Advento - 08/12/2019

Caderno de Cultos 2019 - Sínodo Mato Grosso

06/09/2019

08/12/2019 – 2º Domingo de Advento
Preg.: Romanos 15.4-13; Leit.: Is 11.1-10, Sl 72.1-7, 18-19, Mt 3.1-12
P. Teobaldo Witter– Cuiabá- MT

LITURGIA DE ABERTURA


ACOLHIDA

Bom dia. Que bom que vocês estão aqui, participando do culto que Deus nos oferece. Reconhecemos o grande valor de sua presença, sua participação e sua comunhão no amor e nas dores de Jesus Cristo.
Saúdo a comunidade na graça e na paz de Jesus. Hoje é 8 de dezembro, dia da Bíblia, 2º domingo de Advento.


E o lema bíblico da semana testemunha que, nas palavras de Lucas 3.4,6 Voz do que clama no deserto: ‘Preparem o caminho para o Senhor, façam veredas retas para ele. E toda a humanidade verá a salvação de Deus.

A comunidade acolhe os/as visitantes


CANTO DE ENTRADA
Nº 308 – HPD 2 – Tempo de preparação

SAUDAÇÃO
Iniciamos em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Amém. Nosso socorro vem de Deus criador e libertador, fonte da vida, da misericórdia e da comunhão que salva.

Jesus Cristo diz: Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comigo, e eu com ele e ela, esse dá muito fruto (João 15.5).


CANTOS DE INVOCAÇÃO
N° 311- HPD 2- Quando completou-se o tempo

CONFISSÃO DE PECADOS
Apareceu João Batista, dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus. - Mateus 3.2.
Atendendo ao chamado de Deus, vamos confessar nossos pecados.

Convido para um silêncio comunitário, quando cada pessoa aqui presente pode fazer sua confissão individual de pecados, diante de Deus, lembrando e colocando para Jesus suas ofensas a Deus e ao próximo.

Confissão individual: Deixo um tempo de silêncio para a confissão individual...

Confissão comunitária: Senhor, tu ouviste a confissão de pecados de cada pessoa aqui reunida. Reconhecemos que pecamos em palavras, pensamentos, ações ou omissões. Todos estes pecados te ofendem, pesam sobre nós, ofendem pessoas, machucam quem nos ama, provocam dores humanas, causando teu desgosto temporário ou eterno. No entanto, estamos diante de ti arrependidos para confessarmos os pecados. Senhor, trata-nos com misericórdia. Lava-nos por inteiro, completos. Perdoa as nossas injustiças, nossa indiferença, nossa pequena fé e aumenta-nos a fé, melhora a nossa vida e nossos relacionamentos. Inclua-nos em teus cuidados de vida e salvação, por causa do sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo. Suplicamos por misericórdia, Senhor. Tem piedade, Senhor.

ANÚNCIO DO PERDÃO

Vocês serão como um jardim bem regado, como uma fonte de onde não para de correr água, escreve o profeta Isaias 58.11.

Salmo 118.5: Na minha aflição, eu clamei ao Senhor. Ele me respondeu e me livrou da angústia.
O seu clamor foi ouvido por Deus, e ele mandou dizer: Pois bem: Como crês, assim seja contigo. Anuncio o perdão e a reconciliação: em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.
Deus mandou anunciar o seu perdão e a sua graça. Vá em paz. Amém.

KYRIE

João 7.38- Como dizem as Escrituras Sagradas: “Rios de água viva vão jorrar do coração de quem crê em mim”. Os rios de água viva significam ser e viver a misericórdia. Perdoados, humanizados e reconciliados por Deus, queremos, agora, lembrar e trazer diante do Senhor as dores do mundo. Pedimos ao Senhor pelas pessoas que vivem na escuridão, são escravizadas pelo medo, pela violência, pela escuridão da ignorância, pelo poder, por ameaças, pela fome, pelo desemprego, pelos diversos tipos de drogas, por seus problemas não resolvidos e pelas doenças, pelos seus remorsos e rancores. Que o Senhor esteja com elas ali onde se encontram, quer seja em nossa cidade, nosso município, estado, país e mundo. Dê-lhes, Senhor, a felicidade e vida digna.

GLÓRIA IN EXCELSIS
Isaías 11.9- “Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar”.
Podemos e devemos nos alegrar com Deus. “Damos sempre graças a Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vós, desde que ouvimos da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que tendes para com todos os santos (Cl 1.3-4). Nós, certamente, estamos felizes, porque Deus escuta nossas orações e motivos de agradecimentos e louvor. Queremos reconhecer, agradecer, dar glória e louvor ao Senhor com as palavras de gratidão e alegria, cantando todos juntos:

N°346, HPD 2: Glória

ORAÇÃO DO DIA
Deus, tu que és a chuva dourada que vem do ceu, derrama a tua criatividade sobre a terra em que a tua Palavra é semeada. Que a água do amor que corre pela fonte do teu trono da graça molhe nossas mentes e corações. Na atua misericórdia envia sobre nós o teu Santo Espírito. Esteja presente, pela ação da tua Palavra, no cotidiano de todas as pessoas que se encontram aqui no culto. Assiste-nos com tua bondade neste momento. Estimula o nosso coração a preparar o caminho do teu Filho Unigênito para que em sua segunda vinda nós o adoremos, na unidade de Espírito. Isso te pedimos em nome de Jesus Cristo que contigo e o Espírito Santo vive e governa agora e para sempre. Amém.

 

LITURGIA DA PALAVRA

N° 380- HPD 2: A tua palavra

LEITURAS BÍBLICAS

1ª Leitura Bíblica: Is 11.1-10
Em Isaías 11.1-10, o profeta escreve sobre Deus, poderoso e salvador, que se encarna na fragilidade humana, na fraqueza da raiz de Jessé. O rico se fez pobre. O verdadeiro homem, o filho, recebe a manifestação do Espírito, “ele não julgará segundo a vista dos seus olhos, nem repreenderá segundo o ouvir dos seus ouvidos”. Mas ele julgará com justiça e salvará “as ovelhas sem pastor”.

2ª Leitura Bíblica: Mt 3.1-12
Mateus 3.1-12 anuncia que é chegada a hora de preparar o caminho para o Senhor, fazer veredas retas para ele. E toda a humanidade verá a salvação de Deus. O reino de Deus está perto, na pessoa e obra do Cristo, que veio, que vem e que há de vir. Nesse reino de Deus há esperança de vida e salvação.

Salmo 72. 11-14
Todos os reis se prostrem perante ele. Todas as nações o sirvam. Porque ele livra ao necessitado quando clama, como também ao aflito e ao que não tem quem o ajude. Compadece-se do pobre e do necessitado, e a vida dos necessitados ele salva. Ele os liberta da opressão e da violência, e precioso aos seus olhos é o sangue deles.


CÂNTICO INTERMEDIÁRIO

Nº 379- HPD 2 – Pronto para ouvir


Amada comunidade: na igreja cristã, estamos celebrando o tempo de Advento. Hoje é o segundo domingo de Advento. O que significa isto? Significa que estamos na época do ano da igreja em que rememoramos e celebramos vinda de Jesus Cristo. Na primeira, o Natal. Na segunda, a vinda definitiva de Cristo para criar o Reino de Deus na plenitude.

Conta-se que um menino estava num barco em alto-mar. Por um descuido, ele caiu ao mar. Vendo-o, um marinheiro lançou-se ao mar e o salvou. Dois dias depois, a mãe do menino veio ao piloto do barco para saber qual marinheiro havia salvado o seu filho. Ao encontrar o marinheiro, ela fez uma pergunta. O que ela perguntou?....... (permitir que as pessoas se expressam. Não responder, nem comentar as afirmações das pessoas. É suficiente se elas falam).

Romanos 15.4-13 ( ler)

O apóstolo Paulo escreveu para a comunidade de Roma, faz dois mil anos. A igreja de Roma é formada por uma diversidade bem grande de pessoas de origem, raça, religião e cultura diferentes. Os grupos que formam a comunidade de Roma são basicamente dois: cristãos de origem dos judeus e cristãos de origem dos gentios. O apóstolo dirige-se aos dois grupos. Ele fala de fortes e fracos. Quem são os fortes? Quem são os fracos?

A responsabilidade em amor e comunhão dos fortes na Carta aos Romanos está em duas dimensões: negativa (Rm14.13-23) e positiva ( Rm15.1-6).
No sentido negativa o apóstolo Paulo escreve que: “Tudo o que não vem da fé é pecado” (14.23) – mesmo a prática da liberdade na fé, sem considerar os efeitos prejudiciais no irmão fraco, é pecado. Abandonar o caminho do amor e entristecer o irmão (14.15). Abusar da liberdade, causando a ruína daquele por quem Cristo morreu (14.15). Destruir a obra de Deus numa pessoa, sua fé e salvação (14.20). Fazer o irmão tropeçar (14.21) e cair (14.21). Induzir a consciência a dúvidas (14.23). Tais procedimentos não são frutos da fé. Um dos problemas desta ordem é que tem gente que se sente melhor na fé e torce o nariz. E gosta de acusar e humilhar os outros. Isso é pecado contra as pessoas e contra Deus.

No sentido positivo o apóstolo Paulo escreve que: Jesus Cristo nunca torceu o nariz para ninguém. Pelo contrário. A fé traz Cristo e dele extrai a sua mensagem e comunhão. Cristo não agradou a si mesmo (15.3), mas entregou sua vida em favor dos outros, de maneira que seus conterrâneos o injuriaram pela sua liberdade de respeitar e de se relacionar. Ultrajaram e zombaram de Deus por ele ter enviado seu Filho para salvar o que estava perdido. No texto, Paulo lembra dos salmos 18 e 117. Nos versículos 9-11, para a glorificação de Deus por todos os povos. O Salmo 69 é o lamento do filho de Deus que suporta abuso pelo fato de ser filho de Deus. “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Jesus Cristo” (15.5). Jesus não procurou se preservar da fraqueza de nosso pecado, mas teve consideração por nós: ele a carregou por nós. Em relação a nós, fraqueza/enfermidade; em relação a Deus, injúria/ ultraje.

Paulo fala de uma unidade “segundo Jesus Cristo” para “glorificar ao Deus e Pai”. Portanto essa unidade está relacionada à confissão em torno da palavra e dos sacramentos, em torno da compreensão do reino de Deus, que precisa ser anunciado ao mundo. A unidade segundo Cristo é a unidade da que escreve Bonhoeffer: a comunhão dos santos, ou sejam, a comunidade de Jesus Cristo e amor na unidade do sofrimento do outro. A sensibilidade em relação ao sofrimento do outro se realiza no amor que é o desejo de querer estar em comunhão com as pessoas que sofrem, assim como Cristo o faz.

“Acolhei-vos... como também Cristo nos acolheu” (v. 7). O verbo não significa apenas um acolhimento relacionado à amizade, simpatia, festa, entretenimento, abraço. Isso faz parte, mas não é o principal, o foco, o centro da unidade. A igreja não é um clube. Clube faz discriminação de sexo, faixa etária, raça, poder econômico. A comunidade acolhe todos, pois ela é Cristo e seu reino. Ele é o centro, não nós e nosso mundinho.
“Acolhei-vos”, diz o apóstolo. Acolher é “agregar” aquele que é diferente, estranho. A motivação é Cristo, pois, acolhei “como também Cristo nos acolheu para a glória de Deus” (v. 7). A “acolhida” de Cristo é totalmente inclusiva. Em Cristo, Deus é glorificado, ou seja, tornado conhecido e adorado como o único Deus, que justificará, por fé, todos e todas.
O amor de Cristo em favor de todos em todos os tempos e lugares cinge diferenças. “Judeus e gentios” estão na igreja, lado a lado. São diferentes em raça, história, cultura, costumes. Tais elementos sempre causam tensão. Quem é o forte? Quem é o fraco? Os judeus poderiam dizer que eles são os “fortes”. Eles têm a Escritura, a tradição. Afinal, o livro de Atos diz que o evangelho veio aos gentios por meio dos judeus. Os gentios podem argumentar que eles são os “fortes”, exatamente porque são novos, têm a fé vibrante, têm novas idéias, sabem “como é o mundo lá fora”. Nada disso vale. Não conta no reconhecimento da salvação.
No mundo, é muito difícil unir costumes e culturas diferentes. Uma quer aprisionar a outra. Mas, no reino de Deus, tais fatores são irrelevantes. Essa é a diferença entre Deus e os pecadores. Nós estabelecemos diferenças, separações, abismos. Deus cria pontes, liga as pontas. A ponte entre Deus e o ser humano pecador é Cristo. A ponte entre o ser humano e outro ser humano continua sendo Cristo e se realiza na prática do amor. No reino de Deus, não há acepção de pessoas. Todas as pessoas serão vestidas com o manto da justiça que Cristo nos adquiriu. As diferenças culturais, históricas e raciais não importam. O que une os cristãos é a confissão do nome de Cristo nas orações, nos hinos, na comunhão, na palavra, nos sacramentos e na prática do amor em todas as relações humanas e ambientais.

Quem é o forte? No reino de Deus, não é aquele que mostra poder, mas aquele que serve. O Filho de Deus sofreu e morreu. Não veio para demonstrar poder, mas serviço. O forte serve. Os fortes são os que servem, porque o amor de Cristo os impulsiona. Não procurou tornar as coisas agradáveis para si. Não usou seu poder em seu próprio benefício. Os evangelhos não registram qualquer milagre que não fosse ministério a outros. Seus milagres eram obra do Servo (Is 53.4), parte integrante da vida que, em todos os seus momentos, era jornada em direção à cruz. Cristo, o Todo-poderoso Deus, não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em favor de todos e todas (Mc 10.45)
O v. 13 diz que o Deus que fez essas promessas e as cumpriu em Jesus Cristo é um Deus de esperança. Ele dá esperança a todos os seres humanos. Todos podem depositar confiadamente seu futuro em suas mãos. Ele pode dar aos fortes e aos fracos a alegria e a paz que necessitam para viverem e cultuarem juntos na igreja e no mundo. Toda a alegria e paz podem ser suas “no crer”. Crer é receber. Esperança é o poder que anima e guia a vida da igreja. Ainda não vemos o povo de Deus perfeito e perfeitamente unido, que um dia se manifestará. Por ora, “cremos numa única santa Igreja Cristã e Apostólica... e esperamos a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro”. ( Adaptado de Acir RAYMANN, PL XXXII 2007).

Dietrich Bonhoeffer foi pastor Luterano. Na pregação no primeiro Domingo de Advento do dia 03 de dezembro de 1933, numa comunidade da Alemanha, ele pregou o seguinte:
Uma mina de carvão desmoronou e encobriu vários trabalhadores. Foi aquele sufoco e desespero. Equipes de salvamento foram ao local. Temia-se que todos mineiros iriam morrer soterrados. Chegou o momento que até o mineiro mais corajoso temia. Achava que iria morrer. Não adiantava bater contra as paredes. Em redor tudo é silêncio. Ele sabe que lá em cima eles trabalham em busca dos que estão soterrados. Talvez alguém seja salvo, mas aqui neste poço, pergunta? Resta apenas uma espera desesperadora e a morte. Mas quando, de repente, consegue ouvir um ruído, la dentro, semelhante a batidas e de rochas quebrando e quando, em seguida, vozes chamam: Onde você está? Estamos aqui para salvar. Faz um sinalzinho!!! A ajuda está chegando!!! O mineiro desesperado se levanta, seu coração ameaça saltar-lhe do peito e ele grita: estou aqui, me ajude! Venha logo! Mais uma batida de marreta junto ao seu ouvido e a salvação está próxima. Mais um passo, e ele estará livre. Ele ficou muito feliz diante desta notícia que a ajuda estava chegando. É muita alegria. E ele foi salvo da morte
Estamos falando do Advento. Parecido com isso é a chegada de Cristo: “(...) exultai e erguei a vossa cabeça, porque a vossa redenção se aproxima” (Lc 21.28bc).
Advento nos quer lembrar que nós estamos afundados no fundo do poço. Estamos indo ladeira a baixo. E que Jesus Cristo vem. Por amor, Ele quer nos retirar deste poço. Com isso, ele nos “ensina” (Rm 15.4a) a nadar. Estamos livres, graças a Deus. E em gratidão, agimos como o marinheiro que se jogou no mar para salvar o menino que estava se afogando. Você quer ajudar?

Bendito seja o Senhor Deus, o Deus de Israel, o único que faz maravilhas. Bendito seja para sempre o seu nome glorioso, e encha-se da sua glória toda a terra. Amém e amém. (Sl 72.18-19)

HINO

Nº 435- HPD 2-Dizei aos cativos

CONFISSÃO DE FÉ
Depois de ouvirmos a Palavra do Senhor, com base na mensagem de Deus que o Apóstolo Paulo recebeu e nos deu, queremos assumir nosso compromisso com Deus e sua Palavra, confessando bem alto a nossa fé. Confessemos, pois, em conjunto e junto com toda a cristandade na terra, a nossa fé com as palavras do Credo Apostólico.

Creio em Deus Pai, ...

AVISOS DA COMUNIDADE

Próximo Culto: ___/___/______ às ___:___ h.
Oferta último Culto: R$ _________ - destinada para ...
Destinação da oferta no culto de hoje:___________ ________________________________________
Outros avisos: _____________________________________________________________________
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CANTO: proceder com motivação e o recolhimento das ofertas

Nº 419- HPD 2 – Na mesa do Senhor (recolher as ofertas)


ORAÇÃO DE INTERCESSÃO

Motivos de Oração:
1. Aniversariantes
2._______________________________________________________
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4._______________________________________________________
5._______________________________________________________
6._______________________________________________________

Agora queremos orar:

Deus, por tua graça, aconteceram fatos maravilhosos aqui neste culto. Entoamos hinos de louvor, de súplicas, de invocação. Oramos, suplicamos, confessamos e fomos atendidos, sendo perdoados. Intercedemos em favor das pessoas que sofrem. E tu nos dás a criatividade e boa vontade de colaborar na solidariedade humana. Partilhamos e te ofertamos nossos dons e bens a serviço de teu governo. Ofertamos dinheiro para tua obra transformadora e libertadora no mundo. Ouvimos a leitura e pregação de tua santa Palavra. E ela está mudando nossa mentalidade e nosso jeito de ver e tratar as pessoas e o mundo ambiental. Assim, é tempo de Advento. É tempo de agradecer, Deus misericordioso.

Mencionar motivos de oração da comunidade...................................................................................

Deus, em tuas mãos nós confiamos as intercessões de tua comunidade, aqui reunida, em culto e em oração. Pedimos em favor das pessoas necessitadas, por aquelas que estão sendo enganadas com a propaganda. Queremos, ainda, de forma especial interceder pelos casais em conflito, pelos pais e filhos que têm dificuldades em se entenderem, pelos conflitos entre irmãos e irmãs, pelos conflitos comunitários, pelos conflitos na rua, no trabalho e em qualquer outra parte em que pessoas se agridem, se traem, se machucam, se magoam. Ajuda-nos para que possamos sentar com elas, pegar na sua mão, ajudá-las a levantar os olhos, perguntar em que podemos ser solidários. Esteja presente, pela ação do teu Espírito, no cotidiano de todas as pessoas que exercem autoridade. Dá criatividade e ânimo ao presbitério para trabalhar e enfrentar as questões de fé e vida de fé de tua igreja, em suas atividades. Capacita com teu Espírito Santo os ministros e as ministras da tua igreja. Dá coração aberto e sensibilidade para percebermos a importância da reconciliação contigo e com as pessoas e todo ambiente ao nosso redor. Tudo mais que o mundo e nós necessitamos para concretizar a reconciliação, acolhimento, vida e salvação, e tu bem sabes do que necessitamos, incluímos na oração que Jesus Cristo nos ensinou: Pai nosso....

Pai nosso ...
LITURGIA DE DESPEDIDA

BÊNÇÃO
Que o Senhor os abençoe e guarde. Que ele seja a sua luz. Que o Senhor os guarde dos caminhos do mal, das trevas e da morte. Que o Senhor os proteja de todos os danos e perigos. Em nome de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. Amém.

ENVIO:

Agora, caminhamos, na graça do Espírito Santo de Deus, cientes do nosso compromisso cristão de ensinar e viver na perspectiva do Reino de Deus que, em Jesus Cristo, já chegou. Enquanto caminhamos, vamos dizer ao mundo todo que o Senhor Deus é bom, justo e, através do perdão, mediante confissão, faz acontecer vida e salvação. Amém.


CANTO FINAL

Nº 312- HPD 2 – Natal


Autor(a): P. Teobaldo Witter
Âmbito: IECLB / Sinodo: Mato Grosso
Área: Celebração / Nível: Celebração - Ano Eclesiástico / Subnível: Celebração - Ano Eclesiástico - Ciclo do Natal
Natureza do Domingo: Advento
Perfil do Domingo: 2º Domingo de Advento
Testamento: Novo / Livro: Romanos / Capitulo: 15 / Versículo Inicial: 4 / Versículo Final: 13
Título da publicação: Caderno de Cultos - Sínodo Mato Grosso / Ano: 2019
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Prédica
ID: 53094
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Não há pecado maior do que não crermos no perdão dos pecados. Este é o pecado contra o Espírito Santo.
Martim Lutero
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