Seminário ecumênico IECLB - ICAR

Do conflito à comunhão - Comemoração conjunta Católico-Luterana da Reforma em 2017

18/08/2015

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“O marco deste encontro é que ele ocorre depois de cinco anos de interrupção de Seminários entre Pastores Sinodais e Bispos, além de estarmos às vésperas do Jubileu da Reforma, em 2017. Diante do mercado religioso em que vivemos, que é de polarização, considero um verdadeiro testemunho o fato de estarmos reunidos para estudar o documento ‘Do conflito à comunhão‘ nesta agenda comum entre a IECLB e a Igreja Católica, que, juntas, lançam um olhar para os seus temas e os seus desafios. Somos Igrejas Cristãs! Esta realidade deve ser a mola propulsora da nossa caminhada, como Igrejas que podem interagir”, afirmou o P. Dr. Nestor Friedrich, Pastor Presidente da IECLB, durante o Seminário Ecumênico entre a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), realizado de 18 a 20 de agosto de 2015, no Centro de Espiritualidade Cristo Rei, em São Leopoldo/RS.

O destaque do Seminário foi o Relatório da Comissão Luterana e Católico-Romana para a Unidade, sob o título 'Do conflito à comunhão - Comemoração conjunta Católico-Luterana da Reforma em 2017‘, organizado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Federação Luterana Mundial (FLM).

O Relatório, publicado em formato de livro pela Edições CNBB e pela Editora Sinodal, explica que, em 2017, cristãos luteranos e católicos vão comemorar juntos o quinto centenário do início da Reforma Luterana e que, hoje, estes se alegram com o crescimento da compreensão, da cooperação e do respeito mútuos. Cristãos luteranos e católicos reconhecem que o que os une é maior que o que os separa, sobretudo a fé comum no Deus Trino e a revelação em Jesus Cristo, assim como o reconhecimento das verdades básicas da Doutrina da Justificação.

Um Painel com a rememoração da caminhada ecumênica, apresentado pelo P. Dr. Walter Altmann, ex-Pastor Presidente da IECLB e ex-Moderador do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), pelo P. Me. Ervino Schmidt, suplente na Comissão Bilateral de Diálogo Católico-Luterano, e pelo Pe. Geraldo Hackmann, Professor na Pontifícia Universidade Católica (PUC) - Porto Alegre/RS, deu início às atividades do encontro.

Para o P. Altmann, o documento é importante, porque dá uma perspectiva conjunta católico-luterana do evento da Reforma, recompila o avanço do diálogo bilateral em nível global havido deste 1967 e abre uma perspectiva para uma comemoração ecumênica do 500 anos da Reforma. “Este documento também pode ser visto como realimentação importante do diálogo ecumênico no momento em que havia sinais de cansaço. ‘Do conflito à comunhão’ revigora para a caminhada ecumênica”, salientou.

No segundo dia do encontro, Dom Zeno Hastenteufel, Bispo de Novo Hamburgo/RS, integrante da Comissão Bilateral de Diálogo, conduziu a apresentação ‘Que conflito foi aquele? Qual é a novidade a partir do Concílio Vaticano II?’.

“O documento resgata alguns aspectos decisivos e supera alguns obstáculos que há 500 anos criavam barreiras entre luteranos e católicos. Mudamos a interpretação histórica de Lutero, criada a partir da falsa documentação que chegou à Igreja Católica por meio do Historiador Cochaleus, católico, que se dizia a única fonte de informação sobre Lutero”, relatou Dom Zeno, apontando que “Este documento deixa claro que as intenções de Lutero eram diferentes das apresentas. Passamos a ler Lutero de outra forma. Além disso, percebemos que os motivos da Reforma não eram os temas teológicos, mas práticas pastorais abusivas que existiam, como a questão das indulgências”.

Ainda na parte da manhã, a Pa. Dra. Wanda Deifelt, Professora de Religião no Luther College de Decorah/IA-USA, única latino-americana a integrar a Comissão Luterana e Católico-Romana que elaborou o documento ‘Do conflito à comunhão’, compartilhou os passos da caminhada para a redação do texto, bem como os acordos selados nesta trajetória.

“’Do conflito à comunhão’ é um documento preparativo para 2017, convidando as Igrejas para comemorar o quinto centenário da Reforma. Trata-se de uma tentativa de fazer a memória dos acontecimentos de 1517, quando Lutero afixou as suas 95 Teses na Igreja de Wittenberg, na Alemanha. Pela primeira vez, o aniversário da Reforma vai ser marcado em uma era ecumênica, em uma realidade globalizada e em contextos de pluralismo religioso. Essa realidade requer uma nova abordagem acerca da Reforma e das suas contribuições atuais”, disse a Pa. Wanda, que completou “Ao retomar a história, o contexto e o impacto da Reforma e fazê-lo em conjunto, como Igrejas Luterana e Católico-Romana, o documento dá testemunho que o diálogo ecumênico não só é possível, mas sumamente necessário no momento atual, com a crescente intolerância religiosa”.

À tarde, o Pe. Dr. Érico Hammes, Professor na PUC - Porto Alegre, explanou sobre alguns dos temas centrais do documento ‘Do conflito à comunhão’, tendo como Relatores o P. Dr. Rudolf Eduard von Sinner, Professor e Coordenador da Pós-graduação na Faculdades EST, em São Leopoldo, e Moderador da Comissão de Educação e Formação Ecumênica do CMI, e o Pe. Elias Wolff, Especialista em Ecumenismo, que enfocou a temática com vistas ao contexto latino e brasileiro.

Após as apresentações os representantes da IECLB e da Igreja Católica foram reunidos em cinco pequenos grupos para refletir sobre as seguintes questões: (a) Como preparar estudantes de Teologia e lideranças leigas para o Jubileu da Reforma em perspectiva ecumênica?; (b) Como trabalhar (receber) o texto ‘Do conflito à comunhão’?; (c) Que sugestões podem ser apresentadas em vista de 2017 (acolhidas, celebrações)?

No último dia do Seminário, o P. Dr. Vítor Westhelle, Professor e Pesquisador da Cátedra em Lutero na Faculdades EST, e o Pe. Dr. Érico Hammes assessoraram o debate realizado a partir das manifestações coletadas nos pequenos grupos, com os objetivos de propor encaminhamentos para aprofundamento, analisar as perspectivas de caminhada conjunta e organizar celebrações conjuntas com vistas ao Jubileu da Reforma 2017.

Tanto na IECLB quanto na Igreja Católica, o retorno em relação ao documento ‘Do conflito à comunhão’ e ao Seminário foi positiva:

A Pastora Sinodal do Sínodo Nordeste Gaúcho, Pa. Ma. Tânia Cristina Weimer, integrante da Comissão Bilateral, avaliou o documento ‘Do conflito à comunhão’ como um passo muito importante e que mostra uma visão diferente do que muitas vezes temos em relação à caminhada ecumênica. “A partir deste documento, nós vamos conseguir trabalhar bem mais concretamente a aceitação do ecumenismo dentro das nossas Comunidades. Esse encontro tem uma grande dimensão também quanto ao nosso compromisso, quando retornarmos às nossas Comunidades e aos nossos Sínodos, de fazer este material chegar aos Ministros e às Ministras da nossa Igreja, em vista dos 500 anos da Reforma, em 2017”, alertou.

O Pastor Sinodal do Sínodo Centro-Sul Catarinense, P. Jacson Homero Eberhardt, percebeu neste encontro uma postura muito sincera, de olhar para a história com perguntas centrais para entender os seus desdobramentos: “Este documento, ‘Do conflito à comunhão’, é resultado de um esforço para ler e compreender juntos o que aconteceu. Esse ‘olhar pelo retrovisor’ para entendermos a nossa história é fundamental. Somos objetivos demais em relação aos ‘fatos’, mas, por trás de fatos, há motivações e estas precisam ser buscadas e compreendidas no seu contexto. A Reforma não foi uma ‘birra’ pessoal de Lutero ou do seu grupo. Houve sinceridade nas suas motivações! A intencionalidade de Lutero para com o Reino de Deus sempre esteve clara. O fato é que a base da fé cristã é o que realmente importa nesta caminhada para a correta propagação do Evangelho de Jesus Cristo”.

Para Dom Dadeus Grings, Arcebispo emérito de Porto Alegre/RS, “’Do conflito à comunhão’ reúne estudos realizados em função dos 500 anos da Reforma, em 2017”. O Arcebisto acredita que o documento ajuda a promover uma aproximação com a Igreja Católica, em espírito de cooperação entre as Igrejas. “O objetivo não é mudar a história, mas contar a história de uma maneira diferente, com vistas à superação das diferenças e tensões do passado e à busca por maior aproximação. Buscamos registros na história para ‘purificar a nossa memória’. O Concílio Vaticano II era justamente o que Lutero queria no seu tempo e agora aconteceu. O tempo passou e a Igreja Luterana e a Igreja Católica não são mais as mesmas. Há um novo clima entre as Igrejas”, comemora.

Dom Francisco Biasin, Bispo de Volta Redonda/RJ e Presidente da Comissão de Diálogo Ecumênico e interreligioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), avaliou o documento ‘Do conflito à comunhão’ como um marco histórico na caminhada da Igreja Luterana e da Igreja Católica “no sentido de que nos ajudará a comemorar, ou seja, lembrar juntos a Reforma – não a divisão – portanto o compromisso de Lutero de ajudar a Igreja a encontrar caminhos de acordo com as exigências do Evangelho. Desejamos fazer memória desta inspiração de Lutero dentro de uma perspectiva de comunhão. Os tempos mudaram, também as circunstâncias. O Concílio Vaticano II provocou na Igreja Católica uma autêntica renovação e, hoje, nos sentimos mais próximos que 500 anos atrás, pois o que temos em comum é mais importante e maior que o que nos dividiu durante cinco séculos”. 


Representando a IECLB, estavam previstas as seguintes participações no Seminário:
Pastor Dr. Nestor Friedrich, Pastor Presidente da IECLB, Pastora Sílvia Genz, Pastora 1ª Vice-Presidente da IECLB, Pastor Sinodal Inácio Lemke, Pastor 2º Vice-Presidente da IECLB, integrante da Comissão Bilateral, Pastor Dr. Romeu Martini, Assessor Teológico da Presidência da IECLB, Pastor Dr. Rudolf Eduard von Sinner, Professor e Coordenador da Pós-graduação na Faculdades EST e Moderador da Comissão de Educação e Formação Ecumênica do CMI, Pastora Dra. Wanda Deifelt, Professora de Religião no Luther College de Decorah/IA-USA e integrante da Comissão Luterano - Católico-Romana que elaborou o documento ‘Do conflito à comunhão’, Pastor Dr. Ingo Wulfhorst, Assessor Teológico da IECLB na Comissão Bilateral, Pastor Romeu Otto Hoepfner, integrante da Comissão Bilateral, Pastor Yedo Brandenburg, integrante da Comissão Bilateral, Pastor Dr. Walter Altmann, ex-Pastor Presidente da IECLB e ex-Moderador do CMI, Pastor Me. Ervino Schmidt, suplente na Comissão Bilateral, Pastor Dr. Vítor Westhelle, Professor, Pesquisador da Cátedra em Lutero na Faculdades EST, Pa. Dimuht Marize Bauchspiess, Pastora Sinodal do Sínodo da Amazônia, P. Dalcido Gaulke, Pastor Sinodal do Sínodo Brasil Central, P. Bruno Ari Bublitz, Pastor Sinodal do Sínodo Centro Campanha-Sul e suplente na Comissão Bilateral, P. Jacson Eberhardt, Pastor Sinodal do Centro-Sul Catarinense, P. Joaninho Borchardt, Pastor Sinodal do Sínodo Espírito Santo a Belém, P. Nilo Christmann, Pastor Sinodal do Sínodo Mato Grosso, Pa. Ma. Tânia Weimer, Pastora Sinodal do Sínodo Nordeste Gaúcho e integrante da Comissão Bilateral, P. Vilson Thielke, Pastor Sinodal do Sínodo Noroeste Riograndense e integrante da Comissão Bilateral, P. Odair Braun, Pastor Sinodal do Sínodo Paranapanema, P. Ricardo Cassen, Pastor Sinodal do Sínodo Planalto Rio-grandense, P. Me. Edson Streck, Pastor Sinodal do Sínodo Rio dos Sinos, P. Lauri Becker, Pastor Sinodal do Sínodo Rio Paraná, P. Geraldo Graf, Pastor Sinodal do Sínodo Sudeste, Pa. Roili Borchardt, Pastora Sinodal do Sínodo Sul-Rio-Grandense, P. Jair Holzschuh, Pastor Sinodal do Sínodo Uruguai e suplente na Comissão Bilateral, P. Sigfrid Baade, Pastor Sinodal em exercício do Sínodo Vale do Itajaí, e P. Gilciney Tetzner, Pastor Sinodal do Sínodo Vale do Taquari e suplente na Comissão Bilateral.

Representando a ICAR, estavam previstas as seguintes participações no Seminário:
Dom Francisco Biasin, Bispo de Volta Redonda/RJ e Presidente da Comissão de Diálogo Ecumênico e Interreligioso da CNBB, Dom Roberto Ferreria Paz, Bispo de Campos/RJ, Dom Jeremias Antônio de Jesus, Bispo de Guanhães/MG, Dom Gabrieli Marchese, Bispo de Estância, Dom Manoel Francisco, Bispo de Cornélio Procópio/PR, Dom Jaime Spengler, Arcebispo de Porto Alegre/RS, Dom Dadeus Grings, Arcebispo emérito de Porto Alegre/RS, Dom Jaime Pedro Kohl, Bispo de Osório/RS, Dom José Mário Stroeher, Bispo de Rio Grande/RS, Dom Gílio Felicio, Bispo de Bagé/RS, Dom Canísio Claus, Bispo de Santa Cruz do Sul/RS, Dom Aloisio Sinésio Bohn, Bispo emérito de Santa Cruz do Sul/RS, Dom Angelo Domingos Salvador, Bispo emérito de Uruguaiana/RS, Dom José Gislon, Bispo de Erechim/RS, Dom Zeno Hastenteufel, Bispo de Novo Hamburgo/RS, integrante da Comissão Bilateral, Pe. Elias Wolff, ex-assessor, Especialista em Ecumenismo, Pe. Marcus Barbosa, Assessor da Comissão do Diálogo Ecumênico, Pe. Dr. Érico Hammes e Pe. Geraldo Hackmann (Porto Alegre/RS).

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