Concílio da Igreja



ID: 2273

Cinco temas principais ocuparam os trabalhos do 22º Concílio ontem, dia 21

22/10/2000

Através de uma votação plenária tranquila, foram aprovados o Orçamento da IECLB para 2001, o Plano de Ação Missionária, moções e os encaminhamentos com relação a documentos normativos e a culto e liturgia.

Orçamento é aprovado com base na repartição do dízimo de 40% e 60%

O Orçamento Geral da IECLB para 2001 foi aprovado tendo como base a partição do dízimo das receitas das comunidades e paróquias de 60% para o Orçamento Geral e 40% para os sínodos, mantendo os percentuais realizados este ano.

Ainda assim, devido a uma previsão de arrecadação menor das contribuições do dízimo, mas, principalmente, com a redução dos auxílios do exterior, devido à desvalorização do marco alemão, o orçamento foi aprovado com um déficit de R$ 361.672,14. Este será coberto com receitas a viabilizar através de uma expectativa de aumento da arrecadação do dízimo e com receitas provenientes de reservas da IECLB. Para 2001, o Orçamento Geral Consolidado aprovado prevê um total de R$ 4.258.809,28. Deste valor, 36,74% é proveniente do dízimo, 39,63%, vêm de auxílios do exterior e 15,14% de ofertas (coletas) e outras receitas.

Do total das despesas, 28,32% referem-se a apoio à missão; 35,73% dizem respeito à formação; 18,46%, à Presidência e Secretaria Geral; e 10,49%, à serviços e departamentos.

A aprovação do orçamento para 2001 era uma grande incógnita. O Concílio anterior estabeleceu que, para o próximo ano, a partilha do dízimo deveria ser paritária (50%). No entanto, conforme parecer do Conselho da Igreja, esta repartição, com a arrecadação atual, acarretaria graves dificuldades para a execução do orçamento. Diante deste quadro – o déficit orçamentário somaria R$ 622.428,14 - o 22º Concílio decidiu pela permanência da partilha atual (60% e 40%) e pela implantação da meta de divisão paritária passo a passo na medida em que a arrecadação crescer. Além disso, definiu que o crescimento do orçamento ordinário da IECLB em seu todo deve ser restringido a 0,5% além da inflação medida pela UPM,. Uma campanha intensa sobre contribuição proporcional e dízimo na IECLB deverá ser lançada.

IECLB agora tem um plano de missão para os próximos sete anos

O Plano de Ação Missionária da IECLB, aprovado pelo 22º Concílio, intitula-se “Recriar e criar comunidades juntos”, defendendo o lema: “nenhuma comunidade sem missão, nenhuma missão sem comunidade”.

O Plano é apresentado em um caderno de 28 páginas e desenvolve sua proposta com base na Rosa de Lutero, um símbolo que acompanha a Reforma Luterana desde os seus primórdios. Defende que Cristo é o ponto de partida e de chegada de uma comunidade missionária e que, a partir do sacerdócio geral de todos os crentes, é necessário realizar um planejamento comunitário das diferentes áreas de serviço com vistas a um crescimento qualitativo e quantitativo.

Há a expectativa de que o Plano seja adotado por todas as comunidades da IECLB. Ele faz propostas bem concretas, como, por exemplo, a realização de planejamentos estratégicos, ações de comunicação e marketing, estabelecimento de parcerias, a maior capacitação dos membros e de obreiros no envolvimento missionário.

O documento aponta três desafios específicos para a vida comunitária: 1) criar condições para abrir as igrejas de todas as comunidades em todos os domingos; 2) criar grupos de visitação a pessoas doentes, deficientes, enlutadas, afastadas, encarceradas e equipes de liturgia em todas as comunidades; 3) trabalhar a relação entre fé e dinheiro, em sua crrelação com tempo e dons, em todas as comunidades anualmente.

Como desafios específicos para a IECLB nos próximos sete anos, estabelece três metas: 1) que o percentual médio de participação de membros em algum setor de atuação comunitária cresça de 5-10% para 15-20%; 2) que neste prazo nenhum pastor tenha uma área de responsabilidade superior a 400 famílias; 3) que os sínodos estabeleçam metas que redundem em crescimento quantitativo anual de 5%.

 


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