Espiritualidade Evangélica Luterana


ID: 2686

04/04 (sábado) Lucas 23.50-56; Isaías 53.9

02/04/2015

O sepultamento de Jesus é a prova de que ele realmente estava morto. “Somente por meio de sua morte houve realmente remissão dos nossos pecados; somente assim a ressurreição é verdadeiramente ressurreição dos mortos e só assim e sepulcro perde o seu horror. O ‘descer ao mundo dos mortos’ não foi algo de pouca importância” (H. Egelkraut). “Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse a todos que, pelo poder da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida” (Hb 2.14 e 15; leia Gn 3.15; 1 Jo 3.8).

Jesus estava morto. O membro do Sinédrio, José de Arimatéia assumiu seu sepultamento. Este homem foi uma surpresa: Ele pertencia às camadas mais ricas, mas seu coração não repousava na riqueza e sim no reino de Deus e em Jesus (leia Mt 19.23; 27.57; Jo 12.42; 19.38). Por respeito à pessoa de Jesus ele doou o sepulcro novo que lhe pertencia. Esta atitude demonstra que ele não aprovou a condenação de Jesus. Provavelmente ele não participou do julgamento. Mas, agora ele sai do anonimato e pede a Pilatos o corpo de Jesus. Este passo significou um grande risco (Mc 15.43), pois através dele José se declarava discípulo de Jesus. Sua atitude poderia ter custado não apenas sua honra e respeito, mas também a exclusão da sinagoga e até mesmo a morte (Jo 9.22; 16.2). Porém, confiando em Deus, José venceu seu medo: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa, porque dele vem a minha esperança. Só ele é a minha rocha e a minha salvação, o meu alto refúgio: não serei jamais abalado” (Sl 62.6 e 7).
 


Âmbito: IECLB
Área: Espiritualidade / Organismo: Casa Matriz de Diaconisas
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Meditação
ID: 32692

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