Jornal Evangélico Luterano

Ano 2012 | número 747

Sábado, 26 de Setembro de 2020

Porto Alegre / RS - 12:15

Gente Luterana

VISIBILIDADE DA IECLB
JUNTAR O REBANHO E ATRAIR LIDERANÇAS PARA A IGREJA

   Formada em Pedagogia, com Especialização em Supervisão Escolar e tendo cursado (sem finalizar) Licenciatura em Canto, Cora conclui que as formações em Música e Pedagogia determinaram os diferentes cargos que exerceu na vida comunitária e profissionalmente, em que foi Professora, Supervisora e Diretora de escola. Na sua carreira como Musicista, Cora participou como Contralto solista da Camerata Antiqua de Curitiba, além de ter exercido a Coordenação Administrativa da Orquestra Sinfônica do Paraná “Atualmente, estou aposentada e o meu trabalho na Igreja consiste em ensaiar e reger o Coral Madrigal Felicidade tanto nos cultos da Comunidade como em apresentações no Encontro Sinodal de Corais, no Lar Ebenezer, em Hospitais e atendendo a convites de outras Comunidades, o que inclui escolha das músicas de acordo com o calendário eclesiástico, ordenação das partituras, reuniões de organização do calendário anual e bimestral e preparação vocal. Também incentivo a participação das crianças no Culto Infantil por meio do acompanhamento de músicas com instrumentos de percussão.
   Com base no que foi documentado por um integrante da família Bollmann, após uma pesquisa realizada na Alemanha, Cora conta que a sua família é luterana desde a Reforma Protestante, por isso, desde menina, frequenta a Igreja, tendo passado pelo Culto Infantil, Ensino Confirmatório, Juventude Evangélica, Coral, além de ter casado, batizado os filhos, os netos, participado do início da Comunidade de Santa Felicidade, da formação do Madrigal Felicidade e da gravação do seu CD comemorativo aos dez anos de atividades.
   Como os grandes temas do Sínodo Paranapanema, Cora escolhe o Tema e o Lema do Ano da IECLB para 2011. Os desafios de ser IECLB na região são ‘juntar o rebanho’, que está cada vez mais espalhado, preparar atividades atrativas para crianças e jovens, além de descobrir lideranças e convidá-las para o trabalho na Igreja.
   O que poderia ser melhor na IECLB? “A nossa Igreja poderia ‘aparecer’ mais na mídia, como em programas de televisão e rádio, em entrevistas e mesas redondas com lideranças eclesiásticas e em notícias nos jornais de grande circulação nacional”, afirma Cora Bollmann de Bruns, que sonha em ver a participação de todos os membros nas atividades da IECLB.

RESPEITO ÀS REGRAS
ACOMPANHAMENTO, VISITAS E ATENÇÃO AO QUE ACONTECE TAMBÉM NA FAMÍLIA DO PASTOR

   Professora, com formação no Paraguai e em vários cursos pelo Instituto Goethe, na Alemanha, além do curso realizado na Escola de Artes Fritz Alt, em Joinville/SC, Elfriede explica que as técnicas de ensino de idiomas também podem ser aplicadas nas suas atividades na Igreja, por exemplo, nos trabalhos em grupos, como OASE, Estudos Bíblicos e outros.
   Durante muitos anos, Elfriede acompanhou o seu marido, o P. Heinz Ehlert. Vinda da Igreja Menonita, a Professora tornou-se luterana e afirma manter muito respeito por outras Igrejas sérias, como define, que, como a nossa, procuram orientar os seus membros a seguir a Cristo, com responsabilidade “Como cristã e esposa de Pastor, sempre me envolvi em atividades, mesmo não tendo cargo ou função específica. Sinto-me constantemente desafiada a ‘levar as cargas’ de outros. Nesse sentido, faço visitas, ouço gente e compartilho experiências. Também escrevo uma coluna no Jornal O Caminho e participo do programa de rádio Conversando com Você. Para tornar ‘mais palpáveis’, como disse uma Professora do Culto Infantil, algumas histórias bíblicas, criei seis painéis em cerâmica em escolas e templos.
Como os grandes temas do Sínodo Paranapanema,
   Elfriede aponta atualização continuada de Ministros, capacitação de Presbíteros, treinamento para Planejamento Estratégico e prática de inovações para responder às necessidades contemporâneas, mas mantendo-se fiel aos princípios luteranos de ser Igreja. Os desafios de ser IECLB na região são conciliar as diferenças regionais, que exigem tratamento diferenciado, renovar o quadro de lideranças e a sua capacitação, ampliar a quantidade de membros e a sustentabilidade das Comunidades, além de melhorar a infraestrutura do Sínodo.
   O que poderia ser melhor na IECLB? “Em lugar da ‘avaliação’ do trabalho dos Pastores, deveria haver acompanhamento efetivo, visitas e atenção ao que acontece também na família do Pastor. Também poderiam existir mais intercâmbios e a colaboração entre os Sínodos. Ainda, as regras devem ser observadas quanto à condução da liturgia e ao uso do talar. Nesse sentido, alguns membros perguntam Ainda é nossa Igreja?
   Todos nós temos que estar atentos ao que se passa e nos manifestarmos para melhorar”, alerta Elfriede Rakko Ehlert, que deseja ver a IECLB crescendo espiritualmente e em número de membros e que haja mais vocações ao Ministério, sublime e tão necessário.

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