Marcos 10.35-45

Auxílio Homilético

25/07/2010

Prédica: Marcos 10.35-45
Leituras: 1 Reis 19.9-18 e Atos 11.27-12.3a
Autora: Anelise Lengler Abentroth
Data Litúrgica: 9º Domingo após Pentecostes
Data da Pregação: 25/07/2010
Proclamar Libertação - Volume: XXXIV

1. Introdução

O texto de Marcos 10.35-45 tem como mensagem central a autoridade que brota do servir em amor (diaconia). Muito já se escreveu e pregou sobre esse texto. O que vamos enfocar é o fato de que o pedido a Jesus foi feito por dois dos seus discípulos. Aqueles que por mais tempo conviveram com ele, pois foram os primeiros a ser chamados para segui-lo. Um deles é Tiago, o Maior.

Como é possível que uma pessoa chamada por Jesus, que viveu tão perto do Mestre, não tenha entendido a sua missão? O discípulo não é simplesmente um aluno do seu mestre, mas aquele que “veste a camiseta”, que não só compreende, mas passa a vivenciar a doutrina dele. Por causa dessa “ligação direta” com Jesus, é de se supor que Tiago e João tivessem clareza sobre a forma como o poder foi exercido por ele.

Nenhuma garantia, nenhum privilégio, nenhuma recompensa é dada aos seguidores e apóstolos. Ao contrário, por causa desse novo jeito de viver e de exercer o poder, eles são alertados por Jesus de que há perdas, há medo, há decepção, perseguição e morte. As forças que regem a sociedade não brincam, elas matam para garantir que nada mude! Mas “quem entra na chuva vai se molhar”, já dizia o ditado popular... Herodes manda matar Tiago, à espada. Sua ação gera respaldo popular. Então manda prender Pedro para presenteá-lo ao povo depois da Páscoa. Esse episódio lembra a própria história de Jesus. Diante do poder que mata, que se absolutiza, que se protege, há o que fazer? Qual a prática capaz de desestabilizar esse poder? Onde está Deus? O que o pedido dos apóstolos tem a ver conosco?

2. Exegese


1 Reis 19.9-18

Na narrativa que antecede esse texto, Elias afronta o poder do rei Acabe, sua corte e seus profetas. Deus é o único Senhor. Depois do feito maravilhoso de Deus diante dos profetas de Baal, a perseguição é implacável. Ele sente a morte de perto e foge. Vai para Berseba, passa pelo deserto e se esconde na caverna do monte Horebe. O monte Horebe é o lugar da aliança de Deus com seu povo, conforme a fé javista. É o ponto de partida para uma proposta de organização social não mais baseada no acúmulo, na exploração e na dominação pela força, mas na solidariedade, na justiça, na partilha das abundâncias que Deus dá. Sem reconhecer no povo a reação que esperava ao feito grandioso, ele se decepciona. De certa forma, Elias também espera pela ação de Deus baseada na força e na vitória, assim como o poder constituído o fazia. Esperou Deus no vento, no terremoto e no fogo, mas não o encontrou. É Deus quem vai a seu encontro e se manifesta novamente, agora na brisa suave. Surpreendido pela ação de Deus, mais uma vez Elias cobre o rosto, pois a presença dele desnuda e amedronta o ser humano. Então ele recebe uma nova tarefa: reunir as pessoas fiéis, que não se dobram e adoram ídolos, e preparar uma nova liderança.

Atos 11.27-12.3a

Esse relato contém o ápice da missão de Tiago e Pedro no livro de Atos. É o fim da primeira etapa da história da igreja centralizada em Jerusalém. Na Antioquia, havia gregos que pertenciam às classes média e alta. Muitos se converteram à fé cristã. Receberam o ensino através de Barnabé. Paulo fica com eles por um ano. Recebem a visita de Ágabo, que chega com a notícia da grande fome que viria sobre a Judeia. Então enviam donativos e ajudam essas comunidades. Não só dentro da comunidade existe a solidariedade. Entre elas também se estabeleceram vínculos proféticos e econômicos.

Nesse período, há perseguição às lideranças da igreja. Tiago, filho de Zebedeu, foi morto à espada por Herodes Agripa I, neto de Herodes, o Grande, por volta do ano 44 d.C. (At 12.2). Ele era filho de Zebedeu e Salomé e irmão do apóstolo João Evangelista. Nasceu em Betsaida, Galileia. Tal como o seu pai e o irmão, o apóstolo João, era pescador no Mar da Galileia, onde trabalhava com André e Simão Pedro (Mt 4.21-22 e Lc 5.10). Tiago, Pedro e João seriam, de resto, os primeiros a abandonar tudo para seguir Jesus como seus discípulos (Mt 17.1 e 26.37; Lc 8.51), tendo sido dos seus mais próximos colaboradores ao participar na transfiguração, na agonia de Cristo no monte das Oliveiras.

Segundo Marcos (3.17), Tiago e João são chamados por Jesus de Boanerges, isto é, filhos do trovão. Isso se deu pelo fato que caracterizou a índole dele e de seu irmão João. Ao chegar Jesus com sua comitiva à terra dos samaritanos, esses interditaram a entrada. João e Tiago viram, nesse fato, uma afronta a Cristo e exprimiram sua indignação com estas palavras: “Queres, Senhor, que mandemos cair fogo do céu sobre esta cidade, para consumi-la?” Jesus, porém, repreendeu- os dizendo: “Vós não sabeis de que espírito sois! O Filho do Homem não veio para perder, mas para salvar as almas” (Lc 9.54).

Segundo a Bíblia, Tiago é um dos discípulos mais íntimos de Jesus de Nazaré, já que em várias ocasiões nas quais Jesus só se fazia acompanhar por três apóstolos, era ele o escolhido, junto a Pedro e João. Assim ocorreu na transfiguração no monte Tabor, por ocasião da ressurreição da filha de Jairo, e no monte das Oliveiras, pouco antes da prisão de Jesus. Tiago também é citado entre as testemunhas da terceira aparição de Cristo após sua morte e ressurreição, nas margens do lago de Tiberíades.

A morte dele agrada os judeus. Devolve prestígio e autoridade ao governador. Assim ele pretende também “presentear” Pedro ao povo após a festa da Páscoa.

O que levou ao poder constituído querer dizimar as lideranças do movimento cristão? O texto aponta para a prática da solidariedade dentro das comunidades, mas também com os irmãos desconhecidos das demais comunidades. A continuação do relato mostra como Deus age através dos perseguidos. E é por meio das atitudes concretas de ajuda que as comunidades se fortalecem e crescem.

Marcos 10.35-45

O contexto maior é a preparação de Jesus com os seus discípulos para a paixão. Jerusalém é o centro do poder romano em Israel. Estudos dessa perícope afirmam que Jesus quer que seus discípulos compreendam que a sua paixão é serviço consciente e de livre decisão. Serviço que inclui consequências como: prisão, condenação, escárnio, morte e ressurreição. “Seguir a Jesus necessariamente passa por Jerusalém” (PL X, p.107). Brakemeier afirma que Tiago e João pensavam ter apostado no homem certo. Jesus de Nazaré era a nova esperança política para Israel. Pensavam como o povo da cidade, que o saúda como rei e o recebe na procissão dos ramos. Também quando Jesus os pergunta se estão dispostos a beber o cálice e ser batizado como ele, prontamente ambos concordam. Jesus estava se referindo a seu sofrimento e castigo (Sl 75.8; Is 51.17) e à sua morte (Lc 12.50), mas isso os dois não conseguiram entender. A dimensão da renúncia e do sofrimento não estava presente nem nos seus melhores amigos. Para ter poder e enfrentar o poder constituído, são precisos sacrifício e luta. A lógica e o raciocínio de um poder baseado nos privilégios, nas garantias e nas estratégias que não permitem mudanças estavam muito presentes nas mentes e nos corações dos dois. O desejo desse poder, desse privilégio, dessa recompensa os fascinava. Afinal, era isso que sempre viram e ouviram.

Então o seu pedido sincero chega aos ouvidos dos demais. Estabelecem-se a discórdia e a competição. Quem vai determinar os critérios dos méritos e fazer a escolha?

Jesus chama todos para junto de si e fala claramente: mesmo que vocês estejam acostumados que os governantes têm poder sobre o povo e a sua autoridade é garantida pela força e pelos privilégios, entre vocês não pode ser assim. Entre vocês, discípulos, meus amigos, meus seguidores, minhas testemunhas, será assim: quem quiser ser o mais importante, que seja aquele, aquela que serve aos demais. Quem busca a grandeza que seja aquele, aquela que abre mão de tudo. O maior serviço que alguém pode fazer é dar tudo de si para o bem comum.

3. Meditação

Quem faz o pedido a Jesus são Tiago e seu irmão João. Tiago é discípulo de Jesus. Foi um dos primeiros chamados a seguir o Mestre. Deixou sua vida, profissão, família, sonhos pessoais e passou a caminhar com ele por onde não conhecia, parar e dormir onde ele dormia, a ouvi-lo diariamente. Presenciou os milagres, as histórias, os ensinamentos, a maneira dele se relacionar com as pessoas.

Tiago não era apenas um “aluno” de Jesus. Ele era um discípulo, um apóstolo dele. Ele não apenas recebeu um ensinamento do Mestre, mas aderiu totalmente à pessoa de Jesus. Compartilharam tudo e houve seguimento fiel. A missão é ele, o próprio Jesus. Ele chama pessoas simples, de profissão braçal, pobres e faz deles pessoas inteiramente a serviço de seu Senhor. São suas testemunhas, discípulos servos-testemunhas.

Com a ascensão de Jesus esses discípulos tornam-se apóstolos, enviados do Cristo Ressurreto. Há dois elementos que constituem um apóstolo:

a) ter visto o ressuscitado (Lc 24.48; Jo 20.21; 1Co 9.1; 15.7);

b) ter recebido dele o mandato de testemunhar sua ressurreição (Mt 29.19; Jo 20.21; Rm 1.5; 1Co 1.17). Os demais são considerados apenas enviados de Deus.

O discípulo, por partilhar a vida com o seu Senhor, também terá que passar por sofrimentos e adversidades. Isso é consequência! Mesmo que Jesus tenha falado muitas vezes sobre isso, não significa que eles entenderam a dimensão exata de suas palavras.

Ao escolher os doze, Jesus confirma e ratifica a aliança de Deus com as doze tribos de Israel (Mt 19.27-30). Há perfeita sintonia entre a antiga obra de Deus em Israel e a nova aliança manifesta em Jesus. A novidade é o chamado dos doze para serem seus (Jo 13.1). Jesus não só lhes ensina sobre o reino, mas os envia a pregar e realizar os sinais que fazia. Os doze não são somente testemunhas autorizadas do Cristo, mas são a presença da obra de Deus já aqui neste mundo. São eles que, fortalecidos e santificados, vão testemunhar no mundo, fazendo surgir a igreja cristã entre judeus e gentios.

Diante disso, somos lembrados de que Tiago e seu irmão fizeram um pedido bem humano a Jesus: queriam assegurar para si o privilégio de sentar-se à direita e à esquerda do Rei, posto de mais alta honra, mérito concedido aos súditos mais devotos e fiéis.

Não está posto claramente no texto, mas se pode imaginar (vem a suspeita de) que eles se julgam merecedores desse crédito. Se não, como se explica a sua ousadia de chegar a fazer esse pedido a Jesus? Talvez sua vida antes do discipulado não fosse tão miserável assim. Afinal, abriram mão de sua casa, seu trabalho, sua família. Talvez tivessem até algum prestígio na vila de pescadores, eram conhecidos por todos. E agora, depois de tudo o que passaram, tudo o que viram e ouviram, está na hora de assegurar alguma recompensa para tanto sacrifício e dedicação.

No PL X, p. 109, Rui Bernhard cita Kempis e diz: “A realidade da igreja parece que está muito bem representada na afirmação: Atualmente Jesus tem muitos discípulos que gostariam de reinar com ele no reino dos céus, mas poucos dispostos a carregar a sua cruz na terra; muitos querem partilhar com ele a sua santidade, mas poucos com ele querem suportar o sofrimento; muitos com ele querem comer e beber, mas poucos com ele querem jejuar. Todos querem alegrar- se com Jesus, e poucos querem sofrer com ele...”

Creio que essa citação está bem presente, hoje, no mercado religioso, influenciado pelo pensamento oriental de que a dor, o sofrimento e o pecado estão superados para os filhos e filhas de Deus. Tudo deve ser glória, vitória, alegria e louvor. Cada um busque o seu deus para a sua necessidade. Assim como estamos sendo impelidos e motivados a correr atrás do dinheiro para conseguir os bens de consumo, que são os símbolos da felicidade e do poder, assim também a fé precisa ser condizente com essa condição de busca, de garantias e de lugar privilegiado.

Jesus precisa chamar a sua comunidade e repetir: “Entre vocês não pode ser assim. Quem quiser ser o primeiro que seja aquele que serve”. Na comunidade não poderiam faltar pessoas dispostas e motivadas a servir por causa da dor e das necessidades que a “desorganização” da sociedade causa em tantas pessoas. Também por causa da fé, não poderiam faltar lideranças convictas e capacitadas para organizar a missão que Cristo nos confiou. Porém a tentação do mérito, da recompensa e da glória é muito humana e muito presente entre nós. Servir por amor e suportar as forças contrárias não é tarefa fácil. Há de se ter uma comunhão constante com Cristo, um estudo persistente da sua Palavra e disposição para se comprometer com aqueles que estão à margem do sistema excludente e massificador.

A pergunta que não quer calar é: Temos clareza de que o nosso servir passa pelas necessidades concretas das pessoas e sua luta para modificar o que impede a vida boa e plena para todos ou temos sido por demais tentados a querer igrejas cheias de louvor, de cultos comoventes, ter nome e espaço na mídia, mas sem compromisso ético, social e político?

4. Imagens para a prédica

1) No texto-base do PAMI, na p. 33, onde fala da paixão de Deus na solidariedade, há uma ilustração que pode nos ajudar: dois meninos veem uma senhora idosa carregando uma sacola pesada de compras, contendo algumas maçãs. O primeiro menino vê a senhora idosa e as maçãs. No intuito de ganhar uma delas, oferece-se para carregar a sacola. Assim acontece. O segundo menino viu a senhora idosa, mas não as maçãs. Ele se prontifica a ajudá-la e, ao chegar em casa, ela lhe oferece uma maçã. Aparentemente duas atitudes com o mesmo fim. O primeiro menino pode ser comparado a Tiago e a muitas de nossas ações em comunidade, quando a intenção é satisfazer os nossos interesses. A atitude do segundo é a atitude também do apóstolo Tiago, quando ele não fugiu de sua tarefa, de seu chamado e foi até o fim, sem garantias, sem privilégios, sem intenção de recompensa. No relato bíblico, a consequência foi a morte. Na história dos meninos, foi uma maçã, mas poderia ter sido também uma ingratidão.

2) Num seminário de presbíteros foi realizada a seguinte ação: cartazes foram afixados nas paredes contendo os seguintes serviços: cultos radiofônicos, organização da festa de Ação de Graças, visitação a enlutados, trabalho com crianças, encontro de idosos, visitação a membros afastados, apoio ao projeto dos menores em situação de risco, almoços comunitários etc. Cada um foi motivado a escolher um desses grupos, onde gostaria de servir. Constatou-se que aquelas ações, tais como cultos radiofônicos, organização de festas, almoços, trabalho com crianças e idosos, receberam um número significativo de interessados. Na visitação e no apoio aos menores em situação de risco, inscreveram-se somente aqueles que já participavam dessas ações. Foi então levantado o questionamento: essas ações não são importantes? É tarefa da comunidade fazê-las? Por que há falta de interessados em assumi-las? Ouviram-se várias respostas. Muitas foram as desculpas: falta de tempo, medo, não se sentem preparados, não estão dispostos a um envolvimento maior, há outros afazeres, acomodação, não ter como prever as consequências, ter que envolver-se em questões sociopolíticas. Por outro lado, constatou-se que as ações que dão visibilidade e são socialmente aceitas, essas são bem fáceis de assumir.

5. Subsídios litúrgicos

Acolhida:

Tudo quanto acontece na terra, acontece no tempo que Deus dispõe. Em Deus há tempo de dar a luz e de morrer.
Há tempo de sofrimento e de alegria. Tempo de ruptura e de reconciliação.
Tudo quanto acontece na terra, acontece no tempo que Deus dispõe.

Confissão de pecados:

Quando te chamamos, ó Deus, tu nos respondes... Quando nos enganamos, tu nos ensinas...
Quando nos desviamos, tu nos guias... Quando sofremos, tu nos alivias...
Viemos, pois, neste dia confessar as nossas faltas e pedir o teu perdão. Não nos abandones, ó Deus justo!
Tem piedade de nós.
Confessamos que pecamos contra ti e contra nossos irmãos e irmãs. Sentimo-nos pequenos diante das estruturas de poder do nosso mundo. Somos tentados a pensar somente em nós mesmos e fraquejamos. Precisamos da tua misericórdia e da força do teu Santo Espírito.
A ti nos entregamos e pedimos perdão!

Absolvição:

Felizes aqueles(as) que se lançam nos braços de Deus em sua fraqueza e em seu erro.

Assim está escrito no livro do profeta Oseias 11.3: “O Senhor diz: eu os segurei nos braços, porém eles não sabiam que era eu que cuidava deles”.

1) O amor de teus braços, ó Deus, é descanso para nossas almas; É o travesseiro de confiança onde podemos apoiar nossa cabeça depois de um dia de trabalho e conflitos.

2) O amor de teus braços, ó Deus, é o nosso refúgio quando estamos feridos; É remanso calmo onde podemos serenar no entardecer do dia.

1) Ó Deus! Tu és a nossa fortaleza, o nosso Salvador!

2) Hoje precisamos ver-te como um refúgio de amor. Como uma sombra de grande penhasco em terra seca.

1) Não queremos ser como Elias, que queria ver-te no fogo e no vento forte.

2) Teus braços têm hoje forma de concha e maciez de um ninho.

1) Eis onde há refúgio, toque suave, forma carinhosa que anuncia a tua presença.

2) Ó Deus! Toma-nos em teus braços. Sustenta nossa ação. Nossa vida não tem sentido sem o teu amor.

TODOS: Só tu és Deus, o Pai/Mãe, o Filho e o Espírito Santo. Aquele que era, que é e que há de vir.

Cantemos: Glória.

Bênção:

Que nosso bondoso Deus, em seu grande amor e misericórdia, guarde e proteja o seu povo.
Que Jesus incline nossa face para vermos os enfermos e desamparados, renovar os cansados, consolar os aflitos e ter misericórdia dos atribulados.
Que o Santo Espírito guarde e envie todos em esperança e alegria. Que todo o trabalho seja feito com amor.
Que a paz de Deus os acompanhe.

Envio:

O Espírito do Deus vivo, presente aqui e agora, faz-se sentir em todos nós. Tenhamos em mente a nossa responsabilidade cristã de viver a justiça de
Deus em palavras e atitudes concretas.
Vão com a certeza de que encontrarão Cristo na solidariedade e no serviço em amor.

Bibliografia

BERNHARD, Rui. Proclamar Libertação, v. X. São Leopoldo, p. 106-113. BÍBLIA SAGRADA, Edição Pastoral. Edição Paulinas. 1990.
BRAKEMEIER, Gottfried. Proclamar Libertação, v. XXVIII. São Leopoldo, p. 289-293.
RAYMANN, Acyr. Proclamar Libertação, v. XXX. São Leopoldo, p. 204-208. VON ALLMEN, J.J. Vocabulário Bíblico. São Paulo: ASTE, 1972.
 

 








 


Autor(a): Anelise Lengler Abentroth
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Pentecostes
Perfil do Domingo: 9º Domingo após Pentecostes
Testamento: Novo / Livro: Marcos / Capitulo: 10 / Versículo Inicial: 35 / Versículo Final: 45
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2009 / Volume: 34
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 25102
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Essa esperança não nos deixa decepcionados, pois Deus derramou o seu amor no nosso coração, por meio do Espírito Santo, que Ele nos deu.
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