Marcos 2.1-12

23/02/2003

Prédica: Marcos 2.1-12
Leituras: Isaías 43.18-25 e II Coríntios 1.18-22
Autor: Marga Janete Ströher
Data Litúrgica: 7º Domingo após Epifania
Data da Pregação: 23/02/2003
Proclamar Libertação - Volume: XXVIII
Tema: Epifania

1. Introdução

A linguagem do Evangelho de Marcos não apresenta discursos, mas é fundamentalmente narrativa. Esse evangelho poderia ser dividido em duas partes: a ênfase no serviço/diaconia (1-10) e o relato da cruz e ressurreição (11-16). Jesus, conforme o Evangelho de Marcos, deve ser reconhecido mais pela paixão, morte e ressurreição, e, a partir desse reconhecimento, deve ser compreendida a sua prática milagrosa e de cura. É evidente a prática exorcista e o ministério milagroso de Jesus - há 18 milagres narrados. Através deles, evidencia-se o poder, mas também a compaixão de Cristo. Diz-se que Jesus ensina, mas o conteúdo desse ensino não é apresentado de forma mais explícita. Parece que há uma preocupação maior com a autoridade ou o poder de Jesus em sua atividade de ensino e em apresentá-lo como o Messias (mistério messiânico). No entanto, a preocupação de Marcos é com o caminho da paixão de Jesus. Todo ministério itinerante é construído nessa direção. O Messias será reconhecido a partir da cruz e da ressurreição (9.9). Por isso, com frequência aparecem os pedidos de discrição ou segredo em relação às curas e sinais feitos por Jesus (1.24,34,44; 3.lis; 5.7,43; 7.36; 8.26; 9.9). A identidade messiânica de Jesus somente se dará a conhecer plenamente após sua paixão, morte e ressurreição. O sentido da vinda e da vida de Jesus pode ser resumido em Mc 10.45: Ele não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.

2. Considerações sobre o texto

Para uma análise mais detalhada do texto, sugiro o artigo de Gottfried Brakemeier, A cura do paralítico de Cafarnaum. Apenas chamo a atenção para dois detalhes: primeiro, para as variantes do verbo: uma apresenta a forma presente (teus pecados são perdoados), acentuando, assim, o presente como o tempo de perdão; outra está no perfeito médio-passivo (sejam perdoados os teus pecados), indicando um voto de Jesus; e outra ainda está no pretérito perfeito (teus pecados já foram perdoados, por isto, estão perdoados), salientando, dessa maneira, que os mesmos fazem parte do passado (Gottfried Brakemeier, p. 13); segundo, a questão da unidade da perícope: a suposta combinação de dois relatos antes distintos, um de cura e outro da controvérsia teológica acerca do perdão de pecados. Na análise do texto, Brakemeier sugere que essa perícope combina o relato de um milagre/cura e uma controvérsia em torno do perdão dos pecados (p. 19). Importante é perceber a intenção dessa junção, provavelmente de combinação de cura e perdão como categorias teológicas concomitantes.

O percurso da narrativa

Introdução - cenário: Jesus, depois de alguns dias fora, volta para Cafarnaum, para a sua casa (v. 1; cf. Mt 4.13). Chega uma multidão para ouvir o seu ensino, tantas pessoas que a casa fica lotada. Isso indica que Jesus já se tornara conhecido pela sua atuação, e a procura pelo ensino, pelas palavras e pelos sinais de cura que ele podia proporcionar era grande entre as pessoas de Cafarnaum. E há uma indicação de que a casa é o espaço de ensino, de comunhão e de revelação.

Narrativa - situação: um paralítico está numa maca, num leito - krábatton, a cama dos pobres - e é trazido, carregado, por quatro homens. Não tendo como chegar até Jesus, eles o introduzem a partir de uma abertura que fazem no telhado. O leito do paralítico é baixado diante de Jesus, que, vendo-lhes a fé, anuncia o perdão de pecados -seriam as palavras libertadoras para restabelecer o corpo do paralítico.

Narrativa - reações: alguns dos presentes (escribas) estão inconformados com o que viram e elaboram um protesto silencioso, pois Jesus estava blasfemando - a autoridade de perdoar pecados é uma prerrogativa exclusiva de Deus. A reação de Jesus se dá na forma da pergunta, se é mais fácil curar ou perdoar pecados. Jesus, então, dirige as palavras de cura ao paralítico: Levanta-te e anda! São palavras de demonstração de poder (v. 10). Há tensão na narrativa; na verdade, isso se faz presente em diversas narrativas da atuação de Jesus, inclusive, nas narrativas de cura.

Conclusão - envio: o paralítico é mandado de voíta para casa (Vai para a tua casa); ele se levanta e sai carregando seu leito. As pessoas presentes ficam maravilhadas: Jamais vimos coisa assim!

No Evangelho de Marcos, Jesus aparece diversas vezes em confronto ou em inter-relação com a natureza, a deficiência, o trabalho, as discriminações, a fome, a doença, as tradições, os conflitos, a política, a economia, os sofrimentos, os demônios, a lei, o templo, desafiando novás relações entres as pessoas e novas possibilidades de vivenciar o amor. A cura do paralítico em Cafarnaum faz parte do início da atividade de Jesus nesse evangelho. A palavra que tem força nessa perícope, em conexão com a narrativa anterior em Marcos (1.22), é autoridade (exousía). Jesus tem autoridade, poder para expulsar demônios, acalmar manifestações agressivas da natureza, multiplicar alimentos para alimentar famintos, curar doentes, restabelecer pessoas portadoras de deficiência (cf. 1.22,27,29,34,39; 2.10,12; 4.35-41; 5.1-34; 7.1-23,24-37; 8.1-10; 9.14-29).

A atuação de Jesus e a sua autoridade reconhecida representam uma novidade. A sua autoridade chama a atenção de diversos grupos e pessoas e não deixa de provocar animosidades e manifestações de protesto, relatados nos evangelhos. A cura do paralítico de Cafarnaum faz parte de relatos de controvérsia entre Jesus e os seus oponentes. Neste caso, o motivo de desconforto e protesto é o anúncio do perdão dos pecados feito por Jesus. A comunidade que assim identificava a prática e se identificava com a prática de Jesus é uma comunidade que, inspirada por Jesus, perdoava pecados, dava sua companhia a pecadores, não jejuava e não mais se sabia escrava do sábado, naturalmente sofria oposição (Gottfried Brakemeier, p. 18). A provável junção de dois relatos, de perdão de pecados e cura tem um significado teológico muito profundo; com isto, evidencia-se que a cura também tem o caráter de desvinculação da doença e da deficiência de um provável pecado e de uma certeza de punição. O perdão e a graça estão acima de compreensões religiosas limitadoras acerca de experiências e situações da vida e do cotidiano.

Na reflexão sobre este texto, quero convidar para um outro olhar, menos para a controvérsia e os protestos e a ação e reação de Jesus, e mais para o paralítico. Ele chega até ali numa cama (leito), carregado por quatro homens. Percebo duas indicativas interessantes em relação a esse fato: a primeira é a disposição e o esforço desses quatro homens em carregar o paralítico para apresentá-lo a Jesus. E a outra é que o fato de ter de ser carregado indica que a sua deficiência era grave, não conseguia caminhar por conta própria ou com ajuda de muletas. Precisava ser carregado. Ser carregado não é uma situação fácil. Nossa autonomia, em boa parte, é construída a partir da nossa mobilidade própria. A partir disso, podemos dizer que a autonomia desse paralítico era limitada e a sua dignidade diminuída. Mas ele ainda tem vontade própria c um desejo profundo: ele espera uma possibilidade, uma chance de alcançar Jesus. Não há qualquer palavra no texto que faça entender que o paralítico tenha dito alguma coisa, nem mesmo que tenha manifestado o seu desejo de estar ali. Sua palavra, seu grito, seu movimento não vem manifesto de forma verbal. Mas também não é dito que ele está em silêncio. É possível, no entanto, que ele tenha manifestado o seu desejo de estar ali para esses homens que solidariamente o carregaram e o colocaram diante de Jesus. Mas o que esse paralítico realmente espera de Jesus? Ouvir suas palavras? Ser curado? Talvez sim, a cura física. E Jesus simplesmente diz: Teus pecados são/já foram perdoados! Num contexto em que a doença e, em especial, a deficiência estavam associadas ao pecado humano e à p¬nição divina, ouvir que não há mais pecado é ouvir palavras de libertação, palavras poderosas, de autoridade, palavras que transformam vidas e relações. É retirar a culpa e os culpados do cenário, como realidade última, e possibilitar a construção de um outro cenário, a partir da graça e de novas relações curativas. O paralítico liberta-se de uma relação de débito permanente com Deus para ensaiar novos passos na fé, uinda carregando seu leito, mas liberto para novas relações com Deus e as pessoas. As leituras bíblicas propostas para este domingo também sugerem novidade de vida.

Um alerta para nossas posturas céticas e deformadoras

Vivemos em boa parte, especialmente como obreiras e obreiros da igreja, num ceticismo em relação a curas. No temor de não sermos identificados com curadoras e curadores e mesmo charlatões da fé, tornamo-nos uma religião extremamente cética e racionalista e desconfiamos ou não confiamos em qualquer possibilidade de cura física real a partir da fé. Delegamos a cura ao corpo médico de clínicas, hospitais e postos de saúde, na maioria das vezes, de acesso limitado e atendimento precário. Enquanto isso, os nossos corpos e os corpos de outras pessoas ficam à espera de uma ação e de uma palavra de cura. É inegável que ainda temos pessoas em nossas comunidades que se caracterizam como curadoras, que propiciam enorme benefício a outras pessoas, vinculando fé e oração com a sabedoria antiga acerca de ervas e tinturas. No entanto, elas frequentemente têm sido demonizadas e precisam agir em segredo e sem o conhecimento de pastores e pastoras. Não seria conveniente agora tentar uma aproximação especulativa com essas pessoas, mas precisamos interromper o ciclo de discursos e atitudes de negação e desqualificação das mesmas. E precisamos reavaliar posturas e buscar ser uma comunidade terapêutica. Uma forma é reavaliar nossas posturas em relação às pessoas portadoras de deficiência (PPD). Os textos sobre cura colocam-nos, com frequência, em situações de desconforto, pois geralmente não vemos a operação de milagres de Jesus acontecendo em nosso cotidiano, no sentido de fazer cegos ver, surdos ouvir, paralíticos andar. No entanto, os relatos sobre as curas de Jesus nos animam, no mínimo, a repensar nossas práticas terapêuticas - ou não - como comunidades cristãs.

Os milagres de Jesus são manifestações do seu poder, mas não necessariamente provocam ou levam à fé; antes é a f é que opera milagres. As curas e os milagres, como ação libertadora de Jesus, são sinais do reino de Deus e apontam para a fé. Neste texto, fica evidente esta ênfase: Vendo-lhes a fé, Jesus disse: 'Filho, os teus pecados estão perdoados' (v. 5). E, ao chamar o paralítico de filho (téknon, expressão dos rabinos para dirigir-se aos seus discípulos), Jesus estabelece uma relação na perspectiva do discipulado, mas também de proximidade e de afeto com uma pessoa que parece ser desconhecida.

As curas de Jesus assumem centralidade nos evangelhos. A concepção do corpo que deve ser sanado, curado e cuidado está presente em alguns grupos dessa época. O grupo dos terapeutas judeus, formado por mulheres e homens, é concebido como grupo de cura espiritual, em que as orações, os cantos e as refeições estão integradas para o bem-estar físico e espiritual do corpo individual e do grupo. Da mesma forma, algumas escolas filosóficas, como a pitagórica e a epicurista, com a participação de homens e mulheres, incluíam cura, música, exercício, cuidados com a alimentação e preocupações com a saúde mental e física como parte de uma concepção de filosofia holística.

Anunciamos que a igreja é corpo de Cristo. Pensar a igreja a partir do corpo é também pensar no corpo de seus membros, cujos corpos não são metafóricos nem apenas imagem. São corpos reais, que se alegram, sofrem violência, têm orientações sexuais diferenciadas, sofrem e sentem prazer, são corpos presos aos próprios preconceitos, corpos experimentados, que trabalham, foram moldados por experiências de vida, pelo trabalho, pelas bancadas das fábricas, pelas cozinhas das casas. Falar em corpo saudável, em cura e em terapêutica, implica ter presente a mutilação e a banalização dos corpos pela violência; corpos construídos a partir da deficiência e pela imposição de modelos de corpo moldados segundo o mercado de produção e consumo; corpos marcados pela fome ou pelo que comem, pela negação da sexualidade, pela disciplina e pelo ordenamento de comportamentos que moldam este corpo produzido socialmente.

Portanto, conceber a igreja como corpo implica considerar os corpos de seus membros e suas experiências corporais concretas, os corpos sofridos e machucados dos membros da comunidade. É comunidade de cura das dores e dos sofrimentos das pessoas. Mas implica também contemplar os corpos libertados e potencializados em experiências de graça e esperança. A igreja como corpo de Cristo é corpo machucado e crucificado, mas também ressuscitado para uma nova vida pessoal e social-comunitária.

3. Desafios colocados pelo texto e por nossa realidade

Situação em que deficiência não tem cura: precisamos preocupar-nos em como proceder e caminhar com pessoas cuja deficiência não tem cura no sentido estrito da palavra. Consideremos que a deficiência nem precisa - talvez nem deva - ser pensada a partir desse aspecto. Neste caso, a nossa preocupação deveria estar voltada em outra direção. Ter qualidade de vida é uma das formas de cura e cada caso mereço ser avaliado mediante a melhor forma de ação e postura, seja pessoal, seja comunitária. O lugar digno das pessoas portadoras de deficiência na comunidade e na sociedade faz parte de sua cidadania - exercício pleno dos direitos individuais, coletivos, sociais e políticos. Estar Junto com as pessoas portadoras de deficiência para que possam abrir espaços de atuação e integração e desenvolver suas potencialidades pura o trabalho comunitário, social e profissional - como parte do exercício de sua cidadania - são posturas de cura. A Igreja não pode ser exemplo de 'humanidade revelada em Cristo enquanto não testemunhar a dependência mútua; nem alcançar a unidade na multiplicidade, enquanto continuar a aceitar o isolamento social das pessoas portadoras de deficiência, recusando-lhes a participação plena em sua vida comunitária (extraído dos Princípios do Conselho Mundial de Igrejas sobre a compreensão teológica e sociológica do problema das pessoas portadoras de deficiência. In: Caderno do Seminário Nacional Pessoa portadora de deficiência, p. 9). Comunidade terapêutica é aquela em que as diferentes pessoas estão integradas e encontram espaço de acolhida e de cura.

Possibilidades concretas de cura: como proceder e caminhar com pessoas cuja deficiência tem possibilidade de cura? Ir ao encontro do seu desejo, dar credibilidade à fé dessas pessoas e motivá-las a terem fé. Buscar possibilidades reais de cura e acesso a ela, além de alertar e informar as ações de prevenção da deficiência, podem significar ações terapêuticas (70% dos casos de deficiência poderiam ter sido evitados desse modo). Ainda podemos perguntar-nos pelas possibilidades de garantir ou proporcionar ou buscar, em ambos os casos, a capacidade de autonomia e o exercício da cidadania. E, no conjunto da comunidade, considerar a realidade corporal das pessoas, suas necessidades, suas angústias, suas enfermidades e desejos de cura, suas potencialidades e o chamado para estabelecer novas relações entre as pessoas, possibilitadas pelo perdão curativo.

Desafio terapêutico: em muitos momentos de cura, Jesus usou o loque das mãos, como o da cura de um cego, no qual aplicou saliva nos olhos (Mt 8.23-24). Portanto, não precisamos ter receio de bendizer, abençoar e tocar as pessoas concretamente (em vez de uma imposição aérea das mãos), proclamando as poderosas palavras da graça de Deus. Uma bênção pode ser elaborada a partir da própria história bíblica, do desejo do paralítico de receber e ouvir palavras de graça e de cura. Um desafio é acolher situações concretas da comunidade para a bênção (doença, angústia, deficiência, luto, dependência química, desesperança). As pessoas da comunidade poderiam ser convidadas a vir e receber a imposição de mãos com palavras de bênção; mas também se pode pensar em um gesto coletivo de acolhida e bênção mútua (imposição de mãos, abraço, mãos dadas). A seguir, duas sugestões de bênção:

Invocamos a bênção de Deus, fonte de vida, para que abençoe a tua vida, restabeleça as forças de teu corpo e a vontade de estabelecer novas relações com as pessoas. Que Deus abençoe o teu corpo, te proteja e te fortaleça nas fraquezas e limitações para recuperar a integridade da vida e a comunhão plena.

Bênção das mãos (Diann Neue)

Convite: Olhemos nossas mãos; descubramos seu poder e sua ternura e bendigamos as nossas mãos.
Benditos sejam os trabalhos de nossas mãos.
Benditas sejam estas mãos que tocaram a vida.
Benditas sejam estas mãos que criaram coisas belas.
Benditas sejam estas mãos que contiveram a dor.
Benditas sejam estas mãos que abraçaram com paixão.
Benditas sejam estas mãos que plantaram novas sementes.
Benditas sejam estas mãos que cerraram seus punhos com indignação.
Benditas sejam estas mãos que levantaram colheitas.
Benditas sejam estas mãos que se endureceram com o tempo.
Benditas sejam estas mãos que se enrugaram e se feriram trabalhando pela justiça.
Benditas sejam estas mãos que se deram e foram recebidas.
Benditas sejam estas mãos que sustentam as promessas do futuro.
Benditas sejam os trabalhos de nossas mãos.

Bibliografia

BRAKEMEIER, Gottfried. A cura do paralítico de Cafarnaum (Mc 2.1-12). Uma exegese. Estudos Teológicos, São Leopoldo, v. 23, n. l, p.
11-41, 1983.
Caderno do Seminário Nacional Pessoa portadora de deficiência - Construindo lugar e cidadania - 14-18 de setembro de 1998, Rodeio 12-SC. São Leopoldo: Departamento de Diaconia - PPD, 2000.
KEE, Howard Clark. Medicine, Miracle and Magic in New Testament times. Cambridge: Cambridge University, 1986.
PEREGRINO, Artur et alii. Evangelho de Marcos: boas-novas para o novo milênio. Estudos Bíblicos, Petrópolis/São Leopoldo, n. 64,1999.

Proclamar Libertação 28
Editora Sinodal e Escola Superior de Teologia


Autor(a): Marga Janete Ströher
Âmbito: IECLB
Natureza do Domingo: Epifania
Perfil do Domingo: 7º Domingo após Epifania
Testamento: Novo / Livro: Marcos / Capitulo: 2 / Versículo Inicial: 1 / Versículo Final: 12
Título da publicação: Proclamar Libertação / Editora: Editora Sinodal / Ano: 2002 / Volume: 28
Natureza do Texto: Pregação/meditação
Perfil do Texto: Auxílio homilético
ID: 7061
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1Reis 8.57
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