Concílio da Igreja



ID: 2273

XXX Concílio da IECLB - Brusque/SC

Por uma Comunidade Missional: agora são outros 500

16/10/2016

 

O XXX Concílio
A Paróquia Bom Pastor e o Sínodo Vale do Itajaí sediam o XXX Concílio da Igreja, que acontece entre os dias 19 e 23 de outubro de 2016, na cidade de Brusque/SC, sob o tema “Por uma Comunidade Missional: agora são outros 500”, em sintonia com a temática “Missão” e o Tema do Ano da IECLB para 2017, ano do Jubileu da Reforma.

O Concílio da Igreja, órgão deliberativo máximo da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), é realizado, ordinariamente, a cada dois anos, sempre em uma Comunidade diferente da IECLB.

Entre representantes, lideranças, Delegados, Delegadas, convidados ecumênicos, convidadas ecumênicas e equipe de apoio, participam do Concílio em torno de 200 pessoas.

 

A agenda
Na programação do XXX Concílio da Igreja, estão previstos os seguintes momentos:
- a apresentação do Relatório do Conselho da Igreja (CI), por Ema Marta Dunck Cintra, Presidente do CI;
- a apresentação do Relatório da Presidência, pelo P. Dr. Nestor Friedrich, Pastor Presidente da IECLB;
- a apresentação do Relatório da Secretaria Geral, pela Diác. Ingrit Vogt, Secretária Geral da IECLB;
- plenária sobre a temática “Por uma Comunidade Missional: agora são outros 500”;
- palestra “A missão em Paulo: por uma Comunidade Missional”, pelo P. Dr. Renato Raasch;
- Câmaras “Comunidade Missional: cuidado com a missão”, “Comunidade Missional: cuidado ministerial” e “Comunidade Missional: cuidado com as finanças”;
- Moções.
*A cada dia, as atividades são iniciadas e encerradas com devocionais especialmente preparadas para o XXX Concílio.


Missão: palavra-chave
No que diz respeito a estudos, debates e propostas que serão submetidas ao XXX Concílio da Igreja referentes à missão, a Presidência reforça as balizas existentes na IECLB: a sua missão (Propagar o Evangelho de Jesus Cristo, estimulando a sua vivência pessoal, na família e na Comunidade, promovendo a paz, a justiça e o amor na sociedade brasileira e no mundo) e a sua visão (ser reconhecida como Igreja de Comunidades atrativas, inclusivas e missionárias, que atuam em fidelidade ao Evangelho de Jesus Cristo, destacando-se pelo testemunho do amor de Deus, pelo serviço em favor da dignidade humana e pelo respeito à Criação).

Segundo o Relatório da Presidência da IECLB ao XXX Concílio, somos Igreja e estamos a caminho. Somos pessoas declaradas justas pela graça de Deus. Essa graça nos libertou para que o sirvamos em gratidão e com alegria. É possível resumir a graça divina com o conceito missão, palavra que nos é cara mais e mais, especialmente nas últimas duas décadas. Missão é a palavra-chave do XXX Concílio. Missão define a nossa origem. Missão indica o nosso lugar como Igreja. Missão aponta a nossa tarefa. Para a Igreja de Jesus Cristo, missão é estação de chegada e ponto para nova partida. Missão sinaliza a utopia que nos mantém em movimento no caminho.

Nesse sentido, os caminhos percorridos pela IECLB permitem definir o que é ser Igreja Missionária: (a) somos Igreja Missionária porque a missão é inerente à Igreja de Cristo, (b) a missão que abraçamos nos está dada em Cristo, (c) crescemos no entendimento de Nenhuma Comunidade sem Missão - Nenhuma Missão sem Comunidade, (d) a Evangelização é componente imprescindível da missão e (e) não fazer proselitismo não pode significar ter receio de apresentar a nossa Igreja e convidar pessoas para dela participarem. Essa distinção deve ser parte do nosso compromisso com o Evangelho.

Como Igreja, então, a IECLB tem compromisso com a declaração pública da Palavra de Deus em diversas frentes para, a partir dela, promover a abertura de novos espaços de acolhimento da diversidade, construir comunhão entre pessoas e incentivar o protagonismo das instâncias eclesiais, em especial a Comunidade.

Uma Igreja que tem no centro da sua pregação o Cristo crucificado, não exclui, mas acolhe incondicionalmente. É capaz de conviver e respeitar o diferente. Além do respeito pela diversidade, a ampla liberdade que há na IECLB para manifestações, críticas e discordância deve contribuir para fortalecer a Igreja enquanto corpo, instituição, instrumento de Deus a serviço da sua missão.

Assim, se a missão é de Deus, se nós cremos que o abraço de Deus nos alcançou e que é esse abraço que nos sustenta na sua missão, então mergulhemos fundo no tema missão e no seu necessário planejamento, assim como vem proposto para este XXX Concílio, e assumamos – em unidade – o que for decidido.

 

A importância do Concílio
Segundo o Título III – Da estrutura central, Capítulo I – Do Concílio, Seção I - Disposições Preliminares, da Constituição da IECLB, o art.49 esclarece que “o Concílio é o órgão deliberativo máximo da IECLB, cabendo-lhe definir a linha programática de atuação da Igreja em todo o seu território, e, além de decidir e legislar sobre toda e qualquer matéria de interesse da Igreja, compete-lhe, especialmente, fixar as diretrizes que assegurem a unidade doutrinária e a identidade confessional da IECLB, estabelecer os planos de ação para atuação da Igreja, promover a reflexão sobre os temas fundamentais de interesse da Igreja, propiciar condições para os membros exercerem os seus dons na missão da Igreja, zelar para que a disciplina evangélica seja observada, criar condições para que Ministros, Ministras, colaboradores e colaboradoras recebam formação adequada, alterar e aprovar documentos normativos da IECLB, aprovar a criação e extinção de Sínodos, estabelecer critérios sobre a política de subsistência dos Ministros e das Ministras, aprovar os relatórios anuais, o Balanço Geral e a proposta orçamentária para o exercício e eleger o Pastor Presidente e os seus Vices, o Presidente do Concílio e os seus Vices além das demais eleições previstas nos documentos normativos da Igreja”.

 

Os Concílios anteriores promovidos pela IECLB
I - São Leopoldo/RS - 1950
II - São Leopoldo/RS - 1954
III - Curitiba/PR - 1958
IV - São Leopoldo/RS - 1962
V - Porto Alegre/RS - 1966
VI - Extraordinário - Santo Amaro/SP - 1968
VII - Curitiba/PR - 1970
VIII - Panambi/RS - 1972
IX - Cachoeira do Sul/RS - 1974
X - Belo Horizonte/MG - 1976
XI - Joinville/SC – 1978
Extraordinário - 1980
XII - Carazinho/RS - 1980
XIII - Hamburgo Velho/RS - 1982
XIV - Marechal Cândido Rondon/PR - 1984
XV - Rio de Janeiro/RJ 1986
XVI - Brusque/SC - 1988
XVII - Três de Maio/RS - 1990
XVIII - Pelotas/RS - 1992
XIX - Cachoeira do Sul/RS - 1994
XX - Toledo/PR - 1996
Extraordinário - Toledo/PR - 1996
Extraordinário - Ivoti/RS - 1997
XXI - Rodeio 12/SC - 1998
XXII - Chapada dos Guimarães/MT - 2000
XXIII - Santa Maria de Jetibá/ES - 2002
XXIV - São Leopoldo/RS - 2004
XXV - Panambi/RS - 2006
XXVI - Estrela/RS - 2008
XXVII - Foz do Iguaçu/PR - 2010
XXVIII - Chapecó/SC - 2012
XXIX - Rio Claro/SP - 2014


As 95 lideranças que compõem o Concílio
Ao Concílio compete definir a linha programática de atuação de toda a Igreja, bem como decidir e legislar sobre toda e qualquer matéria de interesse da IECLB.

É no Concílio da Igreja que as Comunidades, presentes ao Concílio por meio da representação de 95 lideranças leigas, Ministros e Ministras, se reúnem para dialogar e decidir sobre questões básicas da vida comunitária, confessionalidade, estrutura e missão.

Esta formação foi aprovada em 1997 e privilegia a representação sinodal com a recomendação de que contemple sempre também mulheres e jovens.
Geralmente, representantes sinodais são escolhidos, dentre as pessoas que formam as Assembleias Sinodais, que, por sua vez, representam Comunidades, Paróquias e setores dos Sínodos.

- Dois Delegados leigos ou Delegadas leigas por Sínodo, com exceção dos Sínodos com maior número de membros, que têm direito a três Delegad@s.
Existe uma fórmula, que consta na Constituição, para saber quais são estes Sínodos com maior número de membros.
Para o próximo Concílio, os Sínodos que elegerão três Delegados cada são: Espírito Santo a Belém, Nordeste Gaúcho, Norte Catarinense e Vale do Itajaí.

- Cinco representantes dos Sínodos com atuação marcante no Ministério Compartilhado. Nesse caso, existe um rodízio entre os Sínodos.
Os cinco Sínodos que nomearão Delegados para o próximo Concílio são: Brasil Central, Paranapanema, Sul Rio-Grandense, Uruguai e Vale do Taquari.

- Nove representantes de instituições e setores de trabalho da IECLB, dentre os quais, obrigatoriamente, a Ordem Auxiliadora de Senhoras Evangélicas (OASE) e a Juventude Evangélica (JE).
Receberam convite para o XXX Concílio, um representante de cada Centro de Formação de Ministros e Ministras (Faculdades EST, Faculdade de Teologia Evangélica - FATEV e Faculdade Luterana de Teologia - FLT), um da Rede Sinodal de Educação, um do Conselho Nacional da Juventude Evangélica - CONAJE, um da Legião Evangélica Luterana - LELUT, um da Fundação Luterana de Diaconia - FLD, um do Conselho de Missão entre Povos Indígenas - COMIN e uma representante da OASE.

- Presidente do Concílio e os seus dois Vice-Presidentes.

- Pastor ou Pastora Presidente e os seus dois Vice-Presidentes.

- 18 representantes sinodais no Conselho da Igreja.

- 18 Pastores e Pastoras Sinodais.

- Secretário ou Secretária Geral (com exceção d@ Secretári@ Geral, tod@s @s demais têm direito a voto, pois a Secretaria Geral é um órgão executivo da administração de toda a Igreja).

- Também participam do Concílio, na qualidade de convidados, o Presidente da Comissão Jurídico-Doutrinária, os Presidentes da Comunidade, da Paróquia e do Sínodo local, as autoridades civis e governamentais locais, além dos representantes de Igrejas e organismos ecumênicos locais, nacionais e internacionais com os quais a IECLB se relaciona.

Delegados e Delegadas Sinodais e representantes com atuação marcante no Ministério compartilhado são eleitos pela Assembleia Sinodal, a partir das indicações encaminhadas pelos Conselhos Paroquiais, que, por sua vez, são compostos por Presidentes, Secretários, Secretárias, Tesoureiros e Tesoureiras de cada uma das Comunidades, pelos Ministros e pelas Ministras nelas atuantes, por representantes de setores e pelos membros das Comunidades integrantes da Assembleia Sinodal. Os representantes e as representantes das organizações identificadas são propostos e propostas pela Presidência e homologados e homologadas pelo Conselho da Igreja.

Quem representa o Sínodo no Concílio fala e vota pelo seu Sínodo, pois está lá em nome de outras pessoas, ou seja, carrega consigo anseios, preocupações e conquistas daquelas pessoas que representa e vai defendê-las junto às pessoas representantes dos outros 17 Sínodos, buscando chegar a um consenso sobre o que é melhor para toda a IECLB.

No desempenho desse papel, conta com outros Delegados, outras Delegadas, o representante ou a representante sinodal no Conselho da Igreja e o Pastor ou a Pastora Sinodal.

O que é decidido pelo Concílio, vale para toda a Igreja, portanto para Comunidades, Paróquias, Sínodos, setores de trabalho, Ministros e Ministras, por isso a participação no Concílio é de tão grande responsabilidade, exigindo Delegados capacitados, Delegadas capacitadas e realmente identificados, identificadas com a missão da Igreja.

 

As obrigações e as responsabilidades dos Delegados e das Delegadas no Concílio
- Fixar normas que assegurem, entre Comunidades, Paróquias, Sínodos, Ministros, Ministras e membros a unidade doutrinária e a identidade confessional da IECLB - Não é uma pessoa ou uma Diretoria que define o que determinam a unidade doutrinária e a identidade confessional da Igreja. É um Concílio inteiro e este o faz embasado nas manifestações dos Sínodos, das Paróquias e das Comunidades. Quem não concordar, pode se manifestar por meio dos canais competentes – os Conselhos e as Assembleias.

- Estabelecer os planos de ação para atuação da Igreja - Existem 18 planos de ação, um em cada Sínodo, decididos e votados pelas Assembleias Sinodais para a área do Sínodo, pois os Sínodos são as unidades descentralizadas da IECLB. Os planos sinodais, contudo, estão ligados uns aos outros, porque existe um plano geral, fixado pelo Concílio. Quando a decisão é tomada em Concílio, ou seja, pelos representantes e pelas representantes dos Sínodos, ela deve ser englobada em todos os planejamentos sinodais. Um desses planos de ação geral é o Plano de Ação Missionária da IECLB (PAMI).

- Promover o debate e a reflexão sobre os temas fundamentais de interesse da Igreja, visando a fortalecer e aprofundar a comunhão entre Comunidades, Paróquias e Sínodos na sua ação evangelizadora, missionária, diaconal e catequética - Organizações identificadas, Comunidades e Paróquias têm no Conselho e na Assembleia Sinodal a instância para levar as suas preocupações, expectativas e necessidades. Da mesma forma, Sínodos, Centros de Formação de Ministros e Ministras, além de outras organizações de atuação nacional têm esta possibilidade no Conselho da Igreja e no Concílio.

- Estabelecer diretrizes para que os membros das Comunidades possam exercer os seus dons na missão da Igreja, na perspectiva do sacerdócio geral de todas as pessoas crentes e do Ministério compartilhado - Um exemplo de diretriz que vai nesse sentido é o Plano de Educação Cristã Contínua (PECC), válido para toda a IECLB.

- Zelar para que a ordem e a disciplina evangélica sejam observadas por Comunidades, membros, Ministros, Ministras e instituições da IECLB - A ordem e a disciplina que valem para toda a IECLB foram estabelecidas por Concílios. Observar esta ordem e esta disciplina é natural para quem optou por fazer parte da IECLB, seja como indivíduo ou como instância da estrutura. No entanto, a ordem e a disciplina podem ser mudadas. Para esta finalidade, existe um caminho, via Conselhos e Assembleias, até o Concílio.

- Propiciar condições para que os seus Ministros, as suas Ministras, colaboradores voluntários e colaboradoras voluntárias recebam formação adequada para atuação nos seus diferentes campos de atividade - Para fazer frente aos seus objetivos fundamentais de propagar o Evangelho de Jesus Cristo, estimular a vivência evangélica, promover a paz, a justiça e o amor na sociedade e participar do Evangelho no país e no mundo, a IECLB necessita investir nos seus colaboradores e nas suas colaboradoras, sejam eles e elas Ordenados e Ordenadas para o Ministério Eclesiástico ou leigos e leigas. Uma forma de investimento é a formação e a capacitação.

- Alterar disposições da Constituição e do Regimento Interno e demais normas complementares da IECLB - As leis que regulamentam a vida da Igreja são dinâmicas e precisam ser aperfeiçoadas continuamente. A necessidade de mudança pode começar a ser discutida em qualquer instância da Igreja, mas não pode ser a bandeira de uma única pessoa ou de um movimento. É preciso entrar em consenso com os demais para levar a ideia adiante, como, por exemplo, em uma Assembleia Sinodal. Um único Sínodo não pode impor uma ideia para os outros 17 Sínodos. Precisa discutir, argumentar e encontrar uma solução que seja boa para toda a IECLB. É por isso que todos os Sínodos se encontram no Concílio.

- Aprovar a criação, a extinção e a subdivisão de Sínodos - Desde a reestruturação da Igreja, aprovada em 1997, a IECLB conta com 18 Sínodos. Considerando que a alteração geográfica de um Sínodo implica na alteração geográfica de outro Sínodo, este assunto é de competência do Concílio.

- Estabelecer diretrizes para o exercício do Ministério Eclesiástico e a subsistência digna de Ministros habilitados e Ministras habilitadas - Não é uma Diretoria paroquial, sinodal ou nacional que defi ne o valor da subsistência dos Ministros. É todo o Concílio. A IECLB tem uma política de subsistência dos Ministros, na qual estão definidos os parâmetros de subsistência ministerial. Esta política vale para toda a Igreja.

- Receber e avaliar os relatórios anuais do Presidente do Conselho da Igreja, do Pastor Presidente e do Secretário Geral, além do Balanço Geral e a proposta orçamentária para o exercício seguinte - Os relatórios são as prestações de contas sobre os dois últimos anos. Eles informam o que foi feito, o que deixou de ser feito e o que pode ser feito melhor. Além disso, o Concílio aprova o Balanço Geral e a proposta orçamentária da IECLB, elaborada pela Secretaria Geral. As contas da IECLB são auditadas por uma auditoria externa e a prestação de contas acontece no Concílio ou, quando este não reúne, no Conselho da Igreja.

- Eleger o Pastor Presidente e os seus Vices, o Presidente do Concílio e os seus Vices e realizar as demais eleições previstas nos documentos normativos da Igreja - São 95 pessoas que elegem o Presidente do Concílio e os seus Vices, a quem cabe convocar e coordenar o Concílio. Essas 95 pessoas também elegem o Pastor Presidente e os seus Vices, que têm como missão coordenar a atividade eclesiástica da IECLB, zelar pela sua unidade e identidade confessional, manifestar-se a respeito de questões teológicas e da atualidade, ordenar Ministros, Ministras supervisionar os órgãos administrativos da IECLB, exercer a representação da IECLB junto a Igrejas no Brasil e no exterior, com organismos ecumênicos, entidades civis e órgãos públicos, além de outras atribuições.

Os assuntos votados no Concílio são publicados no Boletim Informativo. Os trâmites dos assuntos podem ser acompanhados pelos Boletins Informativos posteriores. Interessados podem se dirigir aos representantes no Conselho da Igreja para verificar o andamento dos assuntos e, ainda, solicitar informações à Presidência ou à Secretaria Geral da IECLB, de acordo com o que lhes compete.


Autor(a): Comunicação Presidência IECLB
Âmbito: IECLB / Instância Nacional: Concílio
ID: 39897

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