Jornal Evangélico Luterano

Ano 2019 | número 834

Quarta-feira, 26 de Fevereiro de 2020

Porto Alegre / RS - 15:49

Gestão Administrativa

Política de Justiça de Gênero da IECLB

O XXXI Concílio da Igreja, em 2018, aprovou a constituição de um grupo para trabalhar na elaboração da Política de Justiça de Gênero da IECLB, delegando ao Conselho da Igreja (CI) a articulação desta tarefa. O CI, na sua reunião de março de 2019, aprovou a composição de um Grupo de Trabalho (GT), incumbido de elaborar uma proposta de Política de Justiça de Gênero.

O GT é composto pelos seguintes representantes: Anelize Berwig (Presidente do CI), P. Everton Luiz Knaul (membro do CI), P. Emilio Voigt (Assessor Teológico da Presidência), Pa. Carmen Siegle (Coordenadora de Gênero da Secretaria da Ação Comunitária), Pa. Anelise Abentroth (Santa Cruz do Sul/RS), P. Alexander Busch (Maripá/PR), P. Vanderlei Closs (Ivoti/RS), Teól. Rosane Philippsen (Campinas/SP) e Martha Mass (Blumenau/SC).

Cabe ao GT a tarefa de elaborar um documento que oriente Comunidades, grupos e setores de trabalho da IECLB a afirmarem a dignidade de mulheres e homens e a promoverem relações justas entre homens e mulheres. Este documento, por ser uma política institucional, contribuirá com a Missão e a Visão da IECLB de ser uma Igreja inclusiva e comprometida com a justiça de gênero, fomentando a participação plena de homens e mulheres na Igreja e da sociedade.

Desde que foi nomeado pelo Conselho da Igreja, o GT reuniu-se em duas ocasiões. A primeira reunião foi realizada em agosto, na Sede da Igreja, em Porto Alegre/RS. A segunda foi realizada em novembro, no Cecrei, em São Leopoldo/ RS. Os encontros foram importantes para os membros do GT se conhecerem, apropriarem da tarefa, refletirem sobre a metodologia e o cronograma de trabalho.

Com base no parecer emitido pelo Concílio, no documento Política de Justiça de Gênero da Federação Luterana Mundial (FLM) e na reflexão sobre os desafios que o tema apresenta, o GT entende que será necessário, primeiramente, apropriar-se dos conceitos que envolvem a elaboração do documento.

Concluída esta fase mais conceitual, o GT vai se ocupar com a elaboração da proposta propriamente dita. A mesma será apresentada, dialogada e avaliada com Pastores e Pastoras Sinodais, Ministros, Ministras, lideranças dos Conselhos Nacionais, bem como os Setores de Trabalho que têm relação direta com a temática, como OASE, Fórum de Reflexão da Mulher Luterana e Legião Evangélica Luterana. A proposta será submetida à apreciação do Conselho da Igreja.

No seu cronograma, o GT prevê que a proposta da Política de Justiça de Gênero da IECLB será submetida para aprovação do Concílio em 2022. A próxima reunião do GT está marcada para o dia 2 de abril de 2020, em formato online. 

Secretaria Geral da IECLB

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Histórias de vida e fé

Nasci no dia 4 de janeiro de 1933, em Ivoti/RS, na época, Bom Jardim. Fui batizada em 12 de fevereiro de 1933 e confirmada em 3 de dezembro de 1944, pelo Pastor Probst, na Comunidade Sião de Ivoti (hoje, Comunidade Trindade). Frequentei o Ensino Confirmatório na época da Segunda Guerra Mundial e o único material (+)

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Quem persiste na fé, verá, ao final, que Deus não abandona os seus.
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